Behind the Scenes
2 so I'm gonna give all my secrets away.
Notas iniciais
Capítulo 01 — so I'm gonna give all my secrets away
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Tudo começou quando eu fui aprovada numa audição para cantar num tal programa chamado “X-Factor”.
1 mês atrás. – Roupa
_Eu não vou conseguir, eu vou travar no meio da música!
_Não, você vai conseguir. Vai na fé que você vai conseguir.
_Mas e se... – ela me interrompeu.
_ “Mas e se”? Tudo vai dar certo, confie em mim – ela sorriu me dando mais conforto – Consegue agora? – apenas assenti – Então entre naquela sala e dê tudo de si, mostre o que você é capaz de fazer – eu sorri com a cabeça baixa – Você vai passar – disse ela levantando meu rosto.
_ “Número 207!” – eu olhei para o homem que me chamava – Você é a próxima – disse apontando pra mim e em seguida pra porta.
_Vai conseguir! – ela me deu um beijo na testa e assim eu entrei na sala, confiante.
...
_O que vai cantar mocinha? – perguntaram-me.
_Tudo bem – disse ele anotando – Pode começar.
Sorri e olhei pra baixo. Por alguns instantes, conseguia ouvir a voz de minha mãe dizendo que iria conseguir.
_Fé, você vai conseguir – sussurrei pra mim mesma.
...
_Eu passei! Eu passei! – gritava enquanto saia da sala em meio às lágrimas.
_Eu disse que conseguiria – ri enquanto nos abraçávamos.
...
Entramos no carro e fomos até nossa casa. Eu ainda estava alterada, não conseguia parar de chorar ou de ler repetidamente “Aprovada (o)”.
_Onde estamos indo? – perguntei após perceber que o caminho era diferente.
_Surpresa – disse minha mãe sem tirar os olhos da estrada e o sorriso do rosto.
Paramos em frente ao Starbucks.
Saímos do carro e entramos no mesmo.
_SURPRESA! – gritaram as lindas pessoas que estavam convivendo comigo (e que vivem me fazendo passar vergonha ¬¬).
As outras pessoas que estavam ali olhavam com uma expressão de “nossa, que gente doida é essa?”.
_Valeu gente – disse.
_Vem, tem um monte de gente que quer te dar os parabéns – disse minha mãe pegando em meu braço e me levando até uma mesa onde a maioria das pessoas já estavam sentadas.
_Parabéns pequena – disse meu tio bobão Steve, que era meu pai de consideração – Se eles não tivessem te aprovado, não saberiam o que estavam perdendo.
_Para, eu nem sou tão boa desse jeito.
_É sim, você que lerda demais pra acreditar – disse minha prima (filha dele, que também é praticamente a minha irmã), me abraçando – Parabéns Nie.
_Porque ainda me chama de Nie? Sabe que eu odeio – disse assim que nos soltamos.
_Por isso mesmo. É meu dever como irmã postiça – eu ri quando ela mostrou o enorme sorriso tipo o XD – Ih, olha quem tá vindo pra cá – virei-me.
Era exatamente ele. Era o cara pelo qual eu era afim á anos.
Sam, esse era o maldito nome que toda vez me vinha na cabeça antes de dormir e depois de acordar.
Ele não tinha nada demais, mas todas as garotas gostavam dele, desde as nerds as populares.
Ele era bronzeado, tinha braços definidos e tinha um cabelo encaracolado, mas só nas pontas, isso porque ele usava um cabelo meio tigela, sei lá.
Ele era jogador de futebol americano, o que fazia dele popular.
Resumo: ele é super popular e as garotas caem aos seus pés. Ele é do tipo que bate em nerds e não tá nem ai se uma garota ama ele, ele só quer pegar e pronto.
_Tchau – ela se virou e foi até a mesa.
_Oi... – percebi que ele não lembrava meu nome.
_Annie – disse.
_É, – ele riu brevemente e eu forcei um pouco a risada – Parabéns Annie, não sabia que cantava tão bem a ponto de passar no X-Factor. Você sempre preferiu não participar do show de talentos.
_Pois é, eu sou tímida e pá – ele riu.
_Vim aqui pra te dar os parabéns e te convidar pra ir lá em casa, vai ter uma festa. Vai querer ir?
_Talvez sim, talvez não.
_Ok, qualquer coisa me liga – disse me entregando um pedaço de papel com seu número e dando um sorriso, que pra mim, lindo e escroto – Tchau – eu acenei e ele foi embora.
Olhei o pedaço de papel amarelo várias vezes, até que a escrota apareceu, fazendo eu guardar o papel no bolso de trás da calça.
_E aê?
_Nada, só me deu os parabéns – me virei e ela veio atrás.
_Eu sei que ele te chamou pra uma festa e te deu o número do telefone dele. Eu não sou burra não meu bem – disse se colocando na minha frente.
_Eu nunca disse que você era burra Nessa.
_Mas pensou – disse apontando.
_Eu sei o que você quer, e sim, você vai comigo. Eu não aguentaria ficar sozinha com um monte de gente bêbada do meu lado – ela riu.
_Me conhece bem, hein? Então eu vou se deseja tanto a minha presença.
Apenas ri e ela se retirou.
Retirei o papel do bolso e olhei, pensando no que iria fazer.
Será que eu vou mesmo?
...
Notas finais
malikisses :*
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