Notas iniciais
Gente, recebi só 2 coments no ultimo cap. Obriga a : - internautateen - Heeyduuds

Pov. America

Ainda estava com Maxon. Eu não queria sair de lá nunca mais. Eu não suportava a idéia de voltar para aquele lugar, omde só tinha gente falsa. Não queria nem olhar a cara do Justin, muito menos a do rei.

Quando amanheceu eu e Maxon voltamos para o castelo. Na verdade eu fiquei deitada no jardim, para ninguém desconfiar que Maxon e eu passamos a noite juntos.

Pouco tempo depois me “encontraram” e me levaram de volta para o palácio.

Minhas criadas fizeram um vestido lindo. Ele era roxo com detalhes em cristais. Pentearam meu cabelo e fizeram cachos nas pontas e colocaram minha coroa.

Justin apareceu para irmos juntos. Enquanto nós íamos até o salão principal ele começou a falar:

– Sabe, minha princesa, ontem eu quase morri quando soube que você desapareceu. Sorte minha que te encontraram no jardim. – ele diz e faz uma cara falsa de tristeza.

– É... mas se você sentiu tanto a minha falta por que não me procurou ?

Ele ficou quieto o resto do percurso. Quando entramos na sala de jantar o Rei chamou todos os empregados e anunciou:

– Hoje é um dia de luto. Nosso querido Rei Clarkson Schreave faleceu ontem a noite. Peço que hoje todos se vistam de preto. – o Rei disse.

~ Algumas horas depois. . . ~

Pov. America

Fui para o estábulo. Eu precisava falar com Maxon. Depois que o rei deu a notícia de que o rei Clarkson foi assassinado por um sulista Maxon saiu do salão. Depois passei o dia todo procurando ele.

Quando entrei no estábulo Isaac me viu.

– O que deseja princesa? – ele disse e fez uma reverência.

– Senhor, não precisa fazer reverência nem me chamar de princesa. – disse – o senhor viu o Théo?

– Ele está no quarto dele America. – Isaac disse e me apontou uma porta de madeira.

Entrei no cômodo. Era bem pequeno, mas dava para viver ali.

– Théo? – chamei pelo nome falso, já que Isaac ainda podia ouvir o que eu falava.

– America. – Maxon me chamou e eu o abracei. Conversamos sobre o pai dele, sobre Kriss agora ser a rainha e sobre o que faríamos.

Ouvimos o som do alarme. Alguns rebeldes conseguiram vir para França e estavam atacando o palácio. Escutei o som de um tiro e senti uma dor tremenda. Depois disso tudo ficou preto.

Acordei na ala hospitalar. Justin estava do meu lado e me encarava contrariado. Maxon estava do outro lado e me encarava com um olhar de dor. Uma médica me disse:

– Sinto muito Majestade. A senhorita perdeu seu bebê.

Tudo ficou preto outra vez. Desmaiei.

~ Um mês depois . . . ~

Criadas corriam em volta e mim para arrumar meu cabelo, pintar minas unhas, arrumar meu vestido, hidratar minha pele, e me deixar perfeita. Hoje era o dia do meu casamento com Justin. Apesar dos meus protestos o Rei da França me obrigou a casar com o filho dele. Ele ameaçou tirar a proteção da minha família. E eu ainda estava triste com a perda do meu bebê. Justin não me dirigiu a palavra falando para o país intiro que eu havia perdido o herdeiro.

Olhei mais uma vez meu vestido. Ele era simples com uma faixa preta na cintura. Do lado esquerdo da faixa preta havia duas flores brancas. Ele era tomara que caia.

Deixei meu cabelo em um coque e fizeram uma maquiagem leve.

Depois que me arrumei eu estava na porta da igreja com meu pai. Ele me olhou e perguntou:

– Você realmente quer se casar com ele filha?

Minha família pensava que eu realmente queria me casar com Justin. Mal sabiam eles que estavam sendo ameaçados.

– Claro pai. Estou muito feliz. – disse com um sorriso. Odiava mentir para meu pai.

As portas se abriram e eu e meu pai fomos em direção ao altar. A cerimônia começou.

Depois de tudo aquilo que o padre fala ele disse:

– America, é de livre e espontânea vontade que você aceita o Príncipe Justin como seu esposo, para amá-lo e respeitá-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, todos os dias de sua vida até que a morte os separe? – o padre me perguntou.

– Sim. – respondi a contragosto.

– Príncipe Justin , é de livre e espontânea vontade que você aceita a senhorita America como sua esposa, para amá-la e respeitá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, todos os dias de sua vida até que a morte os separe?

– Sim. – ele disse e se virou para mim. Trocamos os votos e colocamos as alianças.

– Se alguém nessa igreja tem alguma coisa contra essa união, fale agora ou calasse para sempre.

– Eu! – Maxon e uma mulher falaram ao mesmo tempo.

– Eu tenho uma coisa contra! — a mulher falou. – Justin não pode se casar com essa aí.

– Por que não jovem ? o padre perguntou com uma calma invejável. Percebi que Justin encarava a mulher com os olhos arregalados.

– Meu nome é Raquel. Eu sou filha da Dama de companhia da Rainha. – disse a mulher.

– E – ela continuou – ele não pode ser casar porque eu estou grávida dele.

Toda a igreja ficou em silêncio. Me virei para Justin e gritei:

– Isso é verdade?

Ele se limitou a balançar a cabeça afirmando.

– Viu? Ele não pode se casar. – Raquel disse.

Notas finais
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