Behind Blue Eyes

1 Behind Blue Eyes


Notas iniciais
Olá pessoas :3 Escrevi minha primeira One Shot, meu primeiro Lemon e minha primeira Orginal.Espero que gostem...

Dan Campbell era o melhor aluno da sala do 3º ano do ensino médio. Mas odiava transparecer que era o melhor e o mais inteligente. Odiava quando os alunos enriqueciam seu ego, mas que humilhavam colegas de sua classe.

Era chamado por amigos próximos de humilde, pois quando precisavam de uma ajuda em tal matéria, lá estava ele. Pronto para ajudar qualquer um que fosse.

Ele amava ensinar os outros. Não sabia o porquê, muitos o criticavam, pois diziam que queria mostrar sua superioridade em relação aos outros da sala. Mas estavam totalmente errados. Dan só ensinava por puro prazer, e gostava de ver como alguém que tinha dificuldade, entender tal matéria. Por isso sonhava em fazer Medicina, e conseguir ser professor do mesmo curso.

Mas escondia um segredo. Podia ser o mais inteligente, mas odiava o fato de não ter ninguém para amar. Como era gay, e não deixava transparecer sua sexualidade, acabou por ficar sozinho.

Nutria uma paixão secreta por um garoto da sala. Mas como é óbvio ninguém, desconfiava. O garoto se chamava Andrew Collins. Suas notas eram sempre na média, e isso acabou por chamar a atenção de Dan, por ser totalmente o seu oposto. Andrew era muito das vezes taxado de burro, pois era um pouco lerdo para entender as coisas, mas não importava e estava sempre a exibir seu sorriso fofo. Ele era um pouco mais baixo que Dan, não tinha um corpo definido, mas era forte. Seus cabelos eram ruivos como o vermelho das chamas, mas os olhos verdes como as florestas.

Era tão diferente de Dan, chegava até a pensar que a frase “Os opostos se atraem” era verdade. Era um pouco mais alto que o ruivo, tendo uma diferença de quatro centímetros. O maior tinha cabelos de cor loiros escuro, comparado à areia molhada pelo mar, e possuía olhos extremamente azuis. Tinha um corpo forte, mas não era definido, e possuía uma tatuagem de asa nas costas, mas novamente ninguém sabia.

[...]

Era aula de Matemática e lá estava Dan, sentado na primeira carteira, prestando atenção em tudo que o professor Nicholas dizia. O professor o chamava de “O aluno aplicado” e morria de vergonha desse apelido. Mas lá no fundo da pequena sala do 3º ano estava o seu oposto. Andrew, sentado na cadeira em uma posição que estava praticamente deitado, além de tentar prestar atenção na aula de Nick, mas os colegas ao seu lado não permitiam, atrapalhando a atenção do ruivo com piadas, aviões de papel e brincadeirinhas.

Desejava ser como Dan. Um garoto inteligente, estudioso e amigável e não o cara taxado de burro por praticamente toda a sala, menos Dan.

Este também escondia um segredo. Ele gostava de Dan, justamente por ser seu oposto, por ser seu único verdadeiro amigo naquele inferno de bullying, por ser o único a não discriminá-lo. Mas sabia que esse amor era impossível, pois sabia que Dan gostava de mulheres.

No fim da aula Nicholas chamou Dan e Andrew para poder conversar com os dois. Já tinha saído todo mundo e estavam apenas os três dentro da sala.

– Dan, eu preciso de um pequeno favor seu. – disse com uma cara séria.

– O que é Senhor Hoult?

– Não sei se Andrew vai aceitar o que estou te pedindo. – disse olhando para o ruivo. – mas é para o seu bem.

– Pode falar Senhor. – respondeu Andrew

– Senhor Campbell, eu sei que você gosta de ajudar seus colegas a entenderem a matéria, e como agora estamos revisando matéria do primeiro ano na minha aula, e as notas do Senhor Collins não estão muito boas, e receio que ele pode não atingir a média na minha prova e não formar. – disse fazendo com que o coração de Andrew se apertasse.

Não, não podia ser verdade, sempre se esforçou, mesmo não tirando as melhores notas, era esforçado o suficiente para atingir a média.

– E-e qual a-a so-solução que você pensou professor? – inadagou o ruivo já gaguejando.

Por mais que Andrew não soubesse, Dan sofria em silencia ao ver que o garoto por qual era apaixonado estava por um triz de não se formar.

– Eu iria pedir para que Dan lhe ensinasse a matéria. Já que ele é o aluno com as notas mais altas em minha matéria, além de entendê-la toda. – respondeu por fim o professor. – Você está disposto Dan?

– Mas é claro Senhor Hoult. – disse um pouco animado. – Você aceita Andrew?

– Sei que preciso, e você é o melhor na matéria. – respondeu tentando fazer com que seu coração não acelerasse só de passar mais tempo com o garoto. – Eu aceito sim. – disse para Dan.

Os dois se despediram do professor e estavam indo para a portaria do colégio. E Dan queria mostrar toda a sua felicidade que estava sentindo. Só via o garoto nas aulas, seria ótimo estudar com ele.

– Começamos amanhã, pode ser? – indagou o ruivo.

– Mas é claro.

– Meus pais estão em um cruzeiro de 1 mês, e não há como eu sair de casa. – dizia o pequeno. – será que amanhã você poderia ir embora comigo? Você almoçaria lá em casa, e depois estudamos. O que acha?

– Não há nenhum problema. Hoje aviso minha mãe e lhe envio uma mensagem no Facebook lhe confirmando.

– Okay. Espero sua mensagem. – respondeu Andrew, enquanto apertava a mão esticada de Dan.

Já no carro, a caminho de casa, não podia esconder mais a felicidade, dando risinhos bobos e sentia seu coração pulsar mais forte de tanta felicidade que sentia naquele momento. Estava ainda mais empolgado com Kids Again que tocava em uma rádio qualquer.

Não muito longe dali, já em casa, Andrew também não pode mais esconder sua felicidade. Colocou Alive da Krewella num volume razoavelmente alto. Ele se sentia mesmo vivo, deitado na cama pensando no loiro e dando risinhos bobos, risos de pessoas que estão apaixonadas.

[...]

Dan adorava a cidade em que vivia, Claremont, por ser uma cidade menor. Com apenas 35.500 habitantes aproximadamente, era uma cidade bem calma, onde todos praticamente se conheciam. Mas teria que abandonar a tranqüilidade da pequena cidade para se mudar para San Francisco para cursar medicina. Sabia que a mensalidade era cara, mas para o pai dizia que ia bancar tudo, pois está fazendo a felicidade de seu filho. Sua família era considerada rica, pois o pai tinha uma rede de hotéis em Las Vegas e ganhava um bom dinheiro. Mas para a felicidade do loiro, não moravam em Las Vegas, sua mãe e ele moravam em Claremont e o pai, separado de sua mãe, morava na “Cidade que não dorme”.

[...]

Já era 12h30min, horário em que o 6º horário da escola acabava. Uma hora sagrada e bem bagunçada, pois todos saiam correndo da escola direto em direção ao centro da cidade para terem alguma diversão. Mas naquele mesmo dia ia levar Andrew para a casa e lá estudarem.

– Já está pronto Dan? – perguntou Andrew que sorriu ao ver que Dan levou um susto enquanto guardava suas coisas no armário.

– Sim, estou. – respondeu dando também um sorriso ao ruivo. – Pegou os seus livros de matemática de revisão?

– Claro. – disse abrindo um sorriso que fez Dan derreter. – Não sou burro de esquecer eles. Você ainda vai querer almoçar na minha casa?

– Se ainda estiver em pé o que me falou ontem.

– Lógico que está. Só espero que goste da minha comida.

– Não sabia que cozinhava.

– Você não sabe nada sobre mim ainda. – disse piscando para Dan. -Então vamos, temos que estudar muito. – adiantou-se vendo que acabava de dar bandeira para o loiro.

A casa de Andrew não era longe da escola, apenas dez minutos de carro ou meia hora a pé. Dan se apaixonou ainda mais ao olhar o ruivo ao seu lado, no banco do passageiro. Seus cabelos avermelhados balançavam com o vento, e não possuía palavras para descrever o quão belo o menor estava.

Comeram parmegiana e batata frita no almoço. Dan comeu tudo maravilhado com a habilidade do ruivo na cozinha.

– Realmente cara. – falou com a boca um pouco cheia. – Você poderia montar um restaurante, de tão boa que é sua comida.

– Muito obrigado. – respondeu sorrindo. Por que toda vez que sorria o coração de Dan palpitava? – Eu pretendo seguir com o restaurante que meu pai possui em San Diego. – disse maravilhado. – mas para ir morar com ele preciso terminar o ensino médio.

– Entendo. Acho que estamos tendo uma coincidência aqui. – disse rindo.

–Qual? Você quer ser chef também? – indagou confuso.

– Não, sou um desastre na cozinha. – respondeu sorrindo que dessa vez fez o coração de Andrew palpitar. – Mas quero pretendo cursar medicina na University Of California em San Diego.

– Medicina? Você daria um ótimo médico.

– Obrigado. – respondeu sorrindo novamente. – Sabe tive até uma ideia aqui.

– Qual é?

– Sei que não somos tão próximos, mas como ambos vamos para San Diego, poderíamos dividir um apartamento. O que acha? – perguntou com esperanças de que o ruivo dissesse sim.

– É uma ótima ideia, já que meu pai ainda vive aqui e teria que ir para San Diego sozinho. Vai ser bom ter alguém conhecido lá. – respondeu a pergunta sorrindo.

– Então no fim do ano quando você receber suas notas e se eu for aprovado discutimos isso. – respondeu com um ar mais sério. – Agora está na hora de estudar.

– Claro, só vou lavar as vasilhas que sujamos.

Dan realmente estava feliz. O ruivo aceitou seu pedido para que morasse com ele em San Diego, seria ótimo ter o garoto por quem é apaixonado por perto.

Após lavarem as vasilhas sujas pela refeição, trataram de ir para a sala para que pudessem estudar. Revisaram a matéria que Andrew tinha mais dificuldade e Dan tentava ao máximo, acabar com as dúvidas que o outro tinha, mas essas eram muitas.

– Andrew, estou vendo que iremos precisar estudar mais. Suas dúvidas são muito frequentes e você precisa entender a matéria para assim assumir o restaurante do seu pai. Há algum problema se nós estudássemos três vezes por semana? Pois as provas são daqui a duas semanas.

– Não há problema nenhum. Mas como lhe disse, meus pais estão em um cruzeiro e só voltam uma semana após o término das aulas. – disse sério. – Se não houver problema se você toda vez almoçar aqui porque não tem como eu ir para a sua casa.

– Sem problema nenhum. Mas agora já é tarde e terei que ir para a casa, para chegar a tempo de jantar com minha mãe. – disse levantando e juntando suas coisas e se dirigindo a porta da casa. – Vou indo, te vejo na aula. – disse abraçando o ruivo.

– Até amanhã. – respondeu Andrew tomado por um rubor.

[...]

– Onde esteve a tarde toda meu filho? – perguntava a mãe Elizabeth, que sempre era preocupada com o único filho que tinha.

– Esqueceu que te falei que iria estudar com o Andrew?

– É mesmo, acabei por esquecendo disso. E vai ser fácil ou mais algum dos casos impossíveis?

– Nem um nem outro. Ele é muito bom na matemática, mas acaba por confundir fórmulas e essas coisas, é o que atrapalha ele. – disse sorrindo ao lembrar-se de quão fofo Andrew ficava com cara de pensativo.

– Então é ele?

– O que tem ele?

– O menino que você gosta.

Certo, aquilo não estava em seus planos. Como a mãe descobrira? Ele tentava ao máximo não deixar transparecer sua sexualidade.

– Vejo que lhe peguei de surpresa querido.

– Lógico. Desde quando sabe? Por favor, não conte a meu pai.

– Meu filho, uma mãe conhece o filho que tem. Você nunca namorou e vamos dizer que olha para as meninas com certo desinteresse. Fica encabulado quando vê algum homem pelado. Mas sei que está gostando desse tal de Andrew simplesmente por ter esse sorriso bobo de apaixonado quando falava dele. Uma mãe percebe de tudo meu filho.

– E você não vai me expulsar de casa?

– Por que expulsaria? Você é meu filho e te amo independente da sua opção sexual. Isso é sua vida, não a minha.

– Obrigado por me apoiar mãe.

– Sempre vou meu filho.

Ficar sozinho em casa não era uma das coisas preferidas que Andrew gostaria de fazer numa sexta à noite. Ele queria uma companhia, mas não qualquer uma. Queria que Dan estivesse aqui com ele, queria encher aqueles lábios com beijos. “Porque é tão difícil de alguém me amar?” “Porque tenho que amar justo ele?” essas eram as perguntas que fazia para si mesmo. Mas pelo menos ficara feliz que amanhã na parte da manhã iria ver o garoto.

[...]

– Andrew, vamos lá, você consegue. – disse rindo. – é apenas trigonometria. Não é tão difícil.

– Pode parar de rir de mim? — disse sorrindo. – assim quem sabe eu aprenda.

– Mas é muito fácil, olha só. A lei dos cossenos tem uma fórmula que é “a²=b²+c²-2bc.cosseno de ”.

– Isso não é o que eu chamo de fácil.

– Eu sei, mas vamos lá, você consegue.

Dan comemorou ao ver que Andrew conseguiu fazer um exercício de trigonometria utilizando as fórmulas, sem sua ajuda.

– Aeeee, parabéns, é assim que eu gosto. – disse abrindo um sorriso maior ainda. – Agora vamos fazer outro exercício.

– Ah não. – disse fazendo beicinho. – deixa pra depois vai.

– Não mesmo. – respondeu. – vamos, se fizer e acertar eu peço uma pizza como nosso jantar.

– Mas e sua mãe?

– Eu falo para ela que vou jantar aqui.

– Tá, aceito o desafio. – sorriu. – mas não pense que me convencer é tão fácil assim.

Como o prometido Dan comprou uma pizza, era de calabresa com frango, uma combinação para muitos, estranha, mas era ótima na opinião dele. Ambos comeram até ficarem de barriga cheia. Aceitou o pedido que o ruivo fez para assistirem a um filme para que descansassem. O filme escolhido foi As Vantagens de Ser Invisível. Era um filme perfeito na opinião do menor, pois se identificava com Charlie.

De repente Dan deita no ombro do ruivo, possuindo uma cara um tanto cansada. Andrew não queria deixar aquela oportunidade passar, olhou pára o lado e viu os olhos azuis do loiro e percebeu que seus lábios estavam a centímetros de serem selados.

Andrew resolveu seguir seus instintos e avançou no maior, selando seus lábios. O menor achou que Dan o xingaria mas o que fez o surpreendeu, puxou sua cabeça para mais perto aprofundando o beijo. Dan não conseguiu se segurar, era emoção para um loiro só. O que seguiu foi uma batalha de línguas que há muito tempo se desejavam. Mas tudo chega ao fim com um toque no celular do maior.

“-Alô?

– Filho já está vindo? Porque já está ficando tarde.

– Sim mãe, já vou.”

– Sua mãe? – perguntou o ruivo

– Era. Ela quer que eu vá embora porque já está tarde.

– Mas ainda vai voltar para me ensinar segunda? – perguntou com uma cara um tanto triste.

– Vou ruivinho, não vou te deixar na mão.

Reuniu suas coisas e pegou a chave do seu carro, mas ao sair segurou Andrew e lhe roubou um beijo, rápido mas apaixonante.

– Até mais.

– Até.

Em casa Dan sorria mais que uma criança no circo, não podia acreditar que finalmente tinha beijado o garoto que tanto amava. Ainda não acreditava e toda vez que se lembrava da cena dava sorrisos bobos.

– O que aprontaram para estar com esse sorriso? – indagou com um sorriso.

– Nada demais. Só descobri que a pessoa que amo, também me ama.

– E como descobriu?

– Estávamos assistindo a um filme e quando deitei minha cabeça no ombro dele, ele me beijou. Mas não fizemos nada além disso, até porque a senhora me ligou.

– Ai Deus, desculpa filho não queria atrapalhar.

– Não atrapalhou em nada. Agora já está tarde, vou tomar um banho e dormir.

– Boa noite.

– Boi noite querido.

[...]

Segunda à tarde e estava fazendo um calor dos infernos. Andrew falara com Dan para que trouxesse uma roupa de banho para depois dos estudos nadarem um pouco.

Realmente, Andrew na opinião do loiro tinha uma bela bunda, marcada pela sunga preta. Estava sentado na escada da piscina, quando o ruivo aparece de surpresa e lhe rouba um beijo.

Esse beijo foi diferente dos outros. Começou como um beijo calmo, apaixonado, até que o menor parou.

– Danion, eu queria lhe falar que há muito tempo venho me apaixonando por você, por ser o único que não fica me criticando, quando percebi estava totalmente apaixonado por você, mas não sabia se era recíproco.

– Andrew, meu ruivo. – ambos sorriram com o “meu”. – eu venho nutrindo uma paixão por você, simplesmente por ser ingênuo, bobo e fofo. Cada vez que te via era uma tortura, pois queria te tocar, queria te beijar, mas este ato era impossível. Mas agora te tenho aqui. Eu te amo, Andrew, eu te am...

Não teve tempo para completar o que ia dizer, pois o ruivo lhe roubou novamente outro beijo. Começou calmo e apaixonado, mas logo ficaram mais quentes, beijos ardentes e apaixonantes. Agarraram-se ali mesmo na água. As mãos de Dan passeavam livremente pela nuca, costas do menor, parando nas nádegas e as apertando, e ouviu um gemido dele. As mãos de Andrew marcavam as costas do loiro, queria marcar aquilo que era seu. Sentia o membro do ruivo tocando o seu. Seus beijos continuaram ardentes, até que o ar se fez necessário para ambos e tiveram que separar os lábios.

– Você quer continuar isso Dan? – perguntou ciente do que iriam fazer.

– Sim, e você?

– Mais do que minha vida.

Dan e Andrew saíram da piscina e enxugaram para adentrarem na casa. Ao chegar ao quarto do ruivo, o colocou apoiado na parede e começou a beijar o pescoço, não se importava que no outro dia ficassem marcas, queria mostrar que Andrew pertencia a ele. Em meio aos amassos caíram na cama. Os contatos entre os dois corpos os fizeram dar um suspiro de prazer.

Andrew começa a beijar o pescoço de Dan, arrancando suspiros do loiro. Foi beijando a trilha até chegar à sunga do maior. Sabia o que viria e sabia o que tinha que fazer. Simplesmente desceu a sunga do maior e abocanhou o membro, fazendo o maior gemer de prazer com aquele toque, logo sentiu a mão dele afundar em seus cabelos o guiando. Não podia deixar que o outro chegasse ao ápice, portanto parou o que estava fazendo, tirou sua sunga e beijou novamente o loiro, o fazendo sentir o próprio gosto. Ambos gemiam de prazer quando os membros se encostavam.

Dan sabia o que iria vir agora. Beijando o menor o girou até que o ruivo ficasse de bruços e com o lubrificante que tinham ali, foi pacientemente encaixando o membro na entrada. Conseguiu ver a dor que o menor sentia e quis parar.

– Acho melhor não continuarmos.

– Não fale isso, logo minha dor vai sumir e virá o prazer.

Ainda mais paciente encaixou o membro todo no menor. Após alguns minutos, já acostumado com o maior dentro de si, começou a rebolar, sinal de que o loiro já podia começar com os movimentos. Começou com movimentos leves, mas que logo Andrew estava clamando por “mais forte” e aumentou a intensidade com que se movia. Logo não aguentando mais de prazer, o menor derramou todo o seu líquido no lençol, mas pelo visto o maior ainda demoraria para atingir seu ápice.

Após uns quinze minutos, o ar no quarto já estava quente e pesado. Andrew arqueando as costas chegou ao seu ápice pela segunda vez. Não aguentando o prazer que sentia Dan, gozou ali mesmo, dentro de Andrew, e caiu exausto ao seu lado. Beijaram, mas dessa vez mais calmo, mais apaixonante.

– Dan, eu te amo.

– Também te amo meu ruivo.

E assim tomados pelo cansaço dormiram ali mesmo, juntos.

Notas finais
E aí? O que acharam? Ficou bom? Pretendo escrever uma segunda parte, mas só se a história obtiver um bom desempenho, bem é isso.COMENTEM e olha ai a continuação : http://fanfiction.com.br/historia/479497/Behind_Our_Love/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!