Behel - Cronicas de outro mundo.
11 Os contos de Behel
Notas iniciais
Historias devem ser contadas para que o passado não fique em branco.
A maioria dos contos de fadas são contados pelas mães aos seus filhos, e nesses contos existem os bonzinhos e os malvados. Assim como em chapeuzinho vermelho um história na qual uma menina sai na floresta sozinha e acaba encontrando um lobo que fala para ela ir por outro caminho. Se pararmos por um segundos e prestarmos atenção na história, esta ensina a criança a não andar sozinha e não falar com estranhos, e sempre obedecer os pais. As maiorias das histórias tem algo por trás, algo que a criança deve aprender.
Contudo existem historias, que não tem algo por trás, historias onde o final não é feliz, nem mesmo algo que faria com que uma criança dormisse em paz sem ter medo disso anoite. Lendas sobre monstros e criaturas horripilantes. Mas não importa o tipo de história, sempre vão despertar a imaginação de quem conta a história e de quem a escuta.
A história que aqui lhes conto os adultos já não se lembram mais, e as crianças nunca ouviram, para alguns esta é apenas uma história, ou um conto de fadas, para outros estas são lembras e seu passado.
Agora imagine um mundo lindo, verde, cheio de flores, árvores, animais, e criaturas mágicas. Criaturas que cuidavam deste mundo, impedindo que algo o destruísse ou afetasse o planeta. Mas como nem tudo é bom, existiam também uma espécie diferente das demais, um espécie que se achava superior a qualquer outra, por este motivo esse que se denominavam humanos habitavam a maior parte do planeta. Mas algo que nenhuma criatura ali poderia ter percebido era que humanos também tinham poderes, e essas criaturas eram dependentes desses poderes, por este motivo os humanos eram importantes para eles. Os poderes que os humanos tinham, o poder que fortalecia qualquer criatura existente era a imaginação, os sentimentos, toda aquela felicidade e amor.
O mundo era só maravilhas, mas ninguém sabia que humanos não sentem apenas coisas boas, eles também são capazes de sentir coisas ruins, como raiva, ódio, ganancia, ciúmes e inveja. Disso nasceram mais criaturas, criaturas desprezáveis e nojentas, foram chamados de Duskis. Os Duskis começaram a invadir o territórios das primeiras criaturas que lá habitavam, tomando tudo aquilo que era bonito e bom para eles, matando e destruindo o que era de mais belo no planeta.
Não foi de uma vez que os Duskis foram tomando conta e se multiplicando cada vez mais, eles eram diferentes. Hoje em dia, as espécies deles tem nomes que conhecemos de histórias. Lobisomens, Metamorfos, Vampiros, entre outros. Isto são Duskis, criaturas da noite, monstros que se importam com sigo mesmo, e só trazem o mal, nascidos dos sentimentos maus dos humanos, a única coisa que precisam é apenas mais tristeza, medo e sofrimento para se fortalecerem. Duskis matavam tanto os Inues quantos os humanos. Inues por serem bons não importavam o que acontecia ainda tentavam fazer o que achavam certo, tentavam convencer os Duskis e acabavam sendo enganados.
Com o passar do tempo os humanos não estavam mais aguentando o que estava acontecendo, e usaram todo o resto da esperança que tinham e foram até as montanhas pedir ajuda. De início nada aconteceu, mas com o passar do tempo, eles perceberam que o Duskis estavam desaparecendo, e o que era bonito estava voltando. Os humanos não sabiam a quem agradecer, nem porque aquilo estava acontecendo, então foram até a floresta perguntar para as fadas, as fadas por serem boas e verem pureza em todos disse que foram espíritos que ajudaram, espíritos que estão no planeta desde o início e que nunca haviam aparecido.
Os dias voltaram a ser apenas de fartura e beleza para todos, mesmo com os sentimentos ruins que os humanos tinham, os espíritos estavam cuidando disto, e em troca disso os humanos faziam oferendas de comida para os espíritos. Um dia esses espíritos apareceram para os humanos, todos os sete espíritos de uma vez. Os humanos ficaram espantados com o que viram, não era exatamente o que eles esperavam. Os espíritos eram feios aos olhos dos humanos, eram assustadores, assim como os Duskis eram. Depois de serem acusados de serem Duskis, Duskis que matavam os outros para serem mais forte, e assim conquistar a confiança dos humanos para no final matá-los. Os espíritos voltaram a se esconder, sentiram vergonha de suas aparências, sentiram o quão repugnantes eles eram. E por isto sentiram medo, medo de nunca serem aceitos pelos humanos. Sentir medo é algo que os espíritos nunca poderiam ter sentido, seria melhor se os espíritos e os humanos nunca tivessem se visto, pois do medo dos espíritos nasceram os Krotz.
Com o sumiço dos espíritos os Duskis voltaram, e junto a eles os Krotz, ambos destruindo tudo que viam pela frente. Aquilo que uma vez foi algo para se orgulhar, algo que era tão lindo algo bom, deixou de existir, as florestas morreram, as fadas sumiram, nos mares não se encontravam mais sereias. Nada que era bom e bonito existiam mais, tudo virou história.
Os espíritos não aguentavam aquilo, mas ele também não queriam mais aparecer, não queriam ser vistos, por isso eles ensinaram magia para os humanos, para que eles mesmos pudessem se proteger, pudessem lutar contra o mal e trazer o que era bom de volta. Foi o que aconteceu, os humanos começaram a se proteger sozinhos, mesmo não sabendo da onde o poder havia vindo, agora pertenciam a eles e eles usariam como bem entendessem. Os humanos se tornaram fortes, e não precisavam mais de Inues e nem de espíritos, eles conseguiam comida sozinhos, eles lideravam o planeta, eram apenas eles no planeta.
Humanos são uma espécie egoísta e não importa quanto eles tenham sempre vão querem mais, e mais. Querem poder, querem ser o poder, querem ser aquilo que existe de mais forte no planeta. Então com os Duskis desaparecidos, e nada mais para lutarem contra, começaram a lutar entre si, lutas por comida, território e riqueza começaram, usavam a magia que haviam aprendido, usavam tudo o que tinham para se destruir com a desculpa de que era para o bem maior, e qual seria esse bem maior, se a maioria estaria morta?
Os espíritos ficaram com muita raiva daquilo, ficaram tristes porque o tudo aquilo que antes existiam foi destruído por uma espécie que não dá a mínima para o planeta, humanos eram piores que Duskis, Krotz, ou qualquer outra criatura. E os espíritos sabiam o porquê. Sabiam que desde o início a culpa foi dos humanos, a origem dos Duskis, e a origem dos Krotz, tudo foi causado pelos humanos. Tudo porque eles eram a espécie sobressalente do planeta. Os espíritos decidiram tirar a magia, mas já era tarde, pois aqueles humanos que aprenderam a magia haviam tido filhos, e esses filhos tiveram mais filhos. E era impossível tirar algo de alguém que já nasce sabendo. Estava no sangue, a magia já estava fazendo parte da espécie humana.
Um dos espíritos chamada Fidel queria exterminar os humanos, falava que aquela era a melhor coisa que eles poderiam fazer para salvar o que havia restado. Claro que os outros discordaram. Diziam que aquilo era absurdo e que se fosse feito eles estariam sendo iguais a eles, eles estariam sendo iguais aos humanos, algo que eles desprezavam.
“O humanos não nascem assim, eles se tornam assim com o passar dos anos” – Yoko era um dos espíritos que mais se importava com os humanos, ela dizia que ele podiam amar, e ser diferentes. Yoko representava o espirito do nascimento.
“Não fales asneira Yoko, você sempre foi a favor deles, sempre amou os humanos” – Kam era totalmente diferente de Yoko, ele não gostava dos humanos, a única coisa que Kam pensava era em ficar sozinho. Kam era o espirito da água e tudo aquilo que ela traz.
“O que está querendo dizer Yoko? Acha que podemos fazer alguma coisa?” – Lui era calmo, e inteligente, representava o espirito da caça e dos animais selvagens.
“Estou querendo dizer que que se interferirmos desde o nascimento...”
“Podemos muda-los” – Dryen era a mais inteligente de todos, representava o aprendizado e a infância. – “Podemos pegar um recém-nascido, ensina-lo nos mesmos, e fazer com que ele seja diferente.”
“Não gosto dessa ideia, a gente podia continuar quietos na nossa e nem ligar para o que os humanos fazem.” – Nai não ligava muito para o que acontecia, mas se sempre podia contar com ele. Nai representava a brisa, dependendo do dia, poderia ser o vento que destrói tudo.
“Então estamos esperando o que? Vamos descer até onde eles moram e vamos roubar um bebe humano” – Ren era forte e representava a família.
Todos eles decidiram que Kam deveria descer, pois de todos ali, kam era o que era mais frio para tirar um filho de sua mãe, pois os outros não teriam coragem ou acabariam matado alguém. Kam assumiu a forma de um tigre gigante branco durante a noite e passou de casa em casa procurando a criança que ele levaria, até que chegou em uma casa em que havia dois gêmeos. Kam assumiu sua verdadeira forma e olhou os gêmeos, um deles estava dormindo e o outro estava acordado. Kam olhou para aquele bebe não adormecido e sentiu algo que ele nunca havia sentido antes. Quando o bebezinho sorriu e agarrou a mão de Kam, Kam sabia que deveria ser aquela criança qual deveria levar. Quando Kam foi pegar o bebe, o outro acordou e se assustou ao ver Kam e então começou a gritas e chorar, Kam ficou irritado com o bebe. E pegou o outro embrulhou em um pano e pendurou em seus pescoço. A mãe das crianças levantou e viu Kam com seu filho então começou a gritas, acordando a todos. Kam virou as costas e assumiu a forma de um tigre outra vez e fugiu. A mãe das crianças correu atrás dele nas ruas gritando e avisando a todos que os espíritos haviam voltado e estavam levando seu filho.
Os humanos começaram a procurar os espíritos por todos os lados, para ter a criança de volta. Então acharam, ou melhor, os espíritos se deixaram ser achados.
“Essa criança será criada por nós, será diferente de vocês... Ensinaremos ela e um dia ela liderará vocês”
Os espíritos ergueram uma muralha para separar os humanos deles e ter um lugar seguro para criarem a criança. Os humanos se revoltaram e fizeram de tudo para atravessar aquela muralha, mas era impossível, nada passava, nem mesmo voando.
Os espíritos passaram todos os seus poderes paras a criança e o ensinaram como deveria usar. Ensinaram tudo que ele precisava saber. Os anos passaram e o pequeno Brian Bellford cresceu.
Neste 25 anos que se passaram, o mundo do outro lado dos muros, se acabou, não havia mais verde, animais, comida nem água potável. As doenças tomaram conta da população, eram tantas mortes que os humanos começaram a cremar os corpos, uma morte atrás da outra, a primeira causa da morte foi por gripe, uma gripe que se espalhou, se transformando em uma epidemia. As guerras sessaram e algo surpreendeu os espíritos, os humanos haviam se juntado por uma causa maior, haviam se unido, de tudo, eles haviam se tornado uma para conseguir combater a doença.
Os muros da grande muralha se abriram. Os humanos se juntaram em uma grande tumulto para ver o que estava acontecendo, para alguns o dia em que aqueles muros se abrissem seria o dia em que todo o sofrimentos e mortes acabariam, para outros seria o fim, o apocalipse. Mas para um pessoa em especial seria o dia que veria seu bebe outra vez.
Todos ficaram em silencio apenas esperando para ver o que iria acontecer com aqueles muros abertos. Em meio a fumaça eles conseguiam ver alguém em pé, parado, um homem alto e forte, atrás dele vaiam-se mais sete criaturas, muito grandes.
As pessoas começaram a comentar entre si, sobre o que, ou quem seria aqueles. Alguns deles já sabiam, ou mais novos apenas haviam ouvido historias, e outros se preparam para lutar.
O homem começou a andar em direção às pessoas, as criaturas permaneceram paradas apenas observando, o que iria acontecer. As pessoas estavam com medo, como qualquer humano eles temiam algo ruim e sempre destruíam aquilo que era diferente e ou novo, então atacaram. Atacaram com tudo que tinham, armas de fogo, e magia, usaram tudo, mas nada funcionou. Tudo que havia sito lançado contra o homem que se aproximava ignorando os avisos para se afastar e dizer o que queria, apenas desapareciam no ar, era como um punhado de pena sendo jogado contra o vento.
— Vejo que vocês, humanos, são muito receptivos. – O homem parou de frente a eles e sorriu, ele era muito bonito cabelos negros e olhos azuis como o céu, o rosto liso como o de um bebê e a pele que parecia brilhar com os raios de sol. – Devo me desculpar por não ter me apresentado de imediato, mas queria saber qual seria a reação de pessoas como vocês ao se depararem com algo como a mim.
Todas as pessoas estavam quietas sem dar um pio, não por que queriam, mas porque o homem diante deles havia retirado a voz de todos. As pessoas tentavam falar, mas não conseguiam, tentavam se mexer, mas eram como bonecos. Até mesmo a magia deles havia sumido.
— Perdoem-me por isto, mas se deixar vocês falaram ou se mexerem, irão me atacar sem dúvida. – O homem suspirou. – Me chamo Brian Bellford, e.... Como irei dizer isso a vocês? Serei seu novo rei, e deverão me obedecer. Agora deixarei que algum de você se pronuncie.
Uma pessoa do meio da multidão apareceu na frente de Brian, diferente de todas as pessoas que estavam ali nem Brian nem o homem na frente dele estavam surpresos, pois o dois sabiam quem cada um dele era. Brian estava em frente ao seu irmão gêmeo.
Os irmãos conversaram por algum tempo, em um lugar separado da multidão. Evan era líder de guerra, e muitas pessoas obedeciam e admiravam ele pela liderança, nesses anos ele lutou para cuidar das coisas que ele considerava boas, proteger as pessoas. Agora que as guerras cessaram Evan estava trabalhando em pesquisas, para descobrir como achar a cura para doença.
Evan levou Brian até sua casa para que pudesse ver a mãe, que estava doente e morreria logo. Brian passou dois dias com a mãe e o irmão até que a mãe veio a óbito. Foi feito uma grande homenagem para Berrera, um velório. Tudo muito bonito.
Brian ajudou as pessoas com a cura da doença, e no fim eles conseguiram. Houve uma grande festa para comemorar, e as pessoas estavam começando a respeitá-lo. Após a cura, Brian fez com que árvores crescessem e trouxe os animais de volta. Ele só não podia trazer os Inues, pois eles era criados a partir dos sentimentos humanos. Mas já era tarde pois todos haviam sido extintos. A água se tornaram potável outra vez, para a restauração do planeta em pelo menos 50% durou cerca de 5 anos. Neste tempo Brian construiu um reino e o chamou de Behel.
Os espíritos moravam no castelo e eram melhores amigos de Brian, sempre que eles iriam aparecer para os humanos, assumiam formas de animais, Dragão, Tigre, Grifo entre outros. Brian entre todos os humanos de todo o mundo escolheu 8 pessoas para receberem um poder de cada um dos espíritos, aprender coisas que apenas eles poderiam saber, segredos que poderiam ter um efeito catastrófico. Entre as oito pessoas estava Evan, o irmão gêmeo de Brian.
Brian casou-se com Elizabeth, e foram muito feliz por 3 anos, antes que ela engravidasse pela primeira vez. Todo o reino fez uma festa quando os pequenos gêmeos nasceram, o primeiro nasceu 7 horas antes do outro, essa diferença de tempo acabou fazendo com que um nascesse em um dia e o outro no outro dia. O primeiro bebê tinha os olhos azuis acinzentados, um brilho especial, era agitado e sorridente. O segundo bebê era quieto e tinha os olhos azuis como o mar.
Evan também se casou, sua esposa se chamava Alicia. Alicia era muito bonita e tinha um poder especial. Diferente de todos, ela não havia nascido com magia e sim uma habilidade. Alicia podia persuadir pessoas, e roubas coisas pelas apenas conversando. Alicia nunca gostou dos espíritos, nem mesmo de Brian. Alicia teve dois filhos, e achava que merecia mais, merecia mais do que uma casa e riqueza, ela achava que Evan deveria ser o rei de Behel, achava que eles eram apenas segunda opção em tudo. Foi quando Alicia começou a persuadir Evan, e tirar a memorias boas que ele tinha de Brian, deixando Evan vazio e sem sentimentos. Alicia dizia que a culpa de todas as mortes que haviam ocorrido era toda de Brian. Juntos Alicia e Evan convenceram milhões de pessoas do mesmo.
“O REI DE BEHEL DEVE CAIR E UM NOVO SUGIR”
Depois de tanto tempo Brian havia entendido o que era ser uma família, e não queria lutar contra seu irmão nem contra as pessoas, ele estava fazendo de tudo para evitar uma guerra, não queria que tudo que ele havia lutado para construir desmoronasse daquele modo. Sua esposa estava grávida pela segunda vez, e seu terceiro filho prestes a nascer. Uma guerra não poderia acontecer.
As muralhas foram erguidas mais uma vez, e os espíritos assumiram sua verdadeira forma para proteger o futuro de Behel. Os sete guardiões tomaram a frente, diziam que não deixariam nada acontecer, que impediriam qualquer um de entrar nos muros.
Evan fazia parte dos guardiões então sabia de coisas que muitas pessoas não sabiam, então usou este conhecimento para fazer com que a muralha desaparecesse. Behel já não era mais o lugar mais seguro do mundo. E com a guerra eminente Brian deixou Elizabeth no castelo e tomou a frente da batalha contra seu irmão e seu exército. A guerra deu início, eram milhões de pessoas contra Brian, os 7 guardiões e os espíritos. Brian já não era o mesmo não estava tão forte quanto antes, nem mesmo tão jovem. Havia gasto muito dos seus poderes para restaurar o mundo.
Os céus adquiriram um cor avermelhada e a terra começou a quebrar, todos os animais fugiram para muito longe da onde estava acontecendo a guerra, o mar ficou violento e tempestades começaram. Era uma luta de deuses, acontecia morte atrás de morte. Então no meio da luta Brian parou, seus olhos encheram de lagrima e ele deu um grito, todos pararam. O rei estava no chão chorando, e tudo havia parado, até mesmo o ar havia perdido sua essência. A vida para todos deixou de fazer sentido, os sentimentos ficaram embaralhados, todos sentiam a dor que Brian estava sentindo. Era como se o tempo tivesse parado.
Brian se levantou e começou a andar em direção ao castelo lentamente, ele pedia ajuda para os espíritos, mas não havia nada que eles poderiam fazer. Evan começou a rir loucamente, partiu para cima de Brian desferindo um golpe com a sua espada contra as costas de Brian, fazendo com que a espada atravessasse.
— BRIAN ESTÁ MORTO... – Gritou Evan, empurrando ainda mais a espada. – E AGORA EU SEREI SEU REI!
Brian se virou com a espada atravessando seu peito, então a retirou, agarrou no pescoço de Evan e o decapitou. Depois foi levado por Kam até o castelo, o mais rápido que puderam. Quando chegou lá, viu a cena que não queria jamais ver. Elizabeth estava não chão ensanguentada com o pescoço cortado. E Alicia estava em pé ao lado dela, segurando a filha de Brian, recém nascida em uma mão e um faca na outra mão.
— Parabéns Rei Brian, você tem uma filha.
Brian foi até o corpo da esposa, mas nada poderia ser feito.
— Você a matou! – As palavras quase não saíram de sua boca.
— É o que parece... – Alicia sorria.
— Matei Evan, culpa sua... milhares de pessoas morreram por culpa sua...
Alicia partiu para cima de Brian desferindo a faca em seus ombro.
— Onde está sua força agora, Reizinho?
— Não posso morrer, e deixa você no controle... – Brian estava perdendo muito sangue, ele não iria sobreviver, nem mesmo Kam que era o único que estava com eles poderia fazer alguma coisa.
Foi quando todos os guardiões passaram a escutar o que Brian falava.
“Tenho algo a pedir a todos você. Aqueles que não possuem família, ‘Camila, Marco, Jonas’, cuidem dos meus filhos por favor, não deixe nada a acontecer a eles. Camila você será responsável por escrever sobre a história deste mundo, para um que um dia as crianças saibam da verdade.
Dylan, Amy, Adam, Mary, vocês devem ir para suas famílias e ficar com elas, perdoe-me, mas não irão lembraram de tudo, apenas o bastante para que fiquem seguros.”
Os olhos de Brian começaram a brilhar intensamente, e toda a gravidade começou a desaparecer, fazendo com que as coisas flutuassem.
— O que está fazendo? – Gritou Alicia.
— Acabando com o mundo que conhece, e se eu fosse você, iria agora até onde Dominic e Daniel estão... Seus filhos irão ficar sem mãe, se você não for agora, e você nãos os verá mais.
Alicia soltou a bebezinha no ar, e conseguiu sair dali. Marco, Jonas e Camila apareceram no local onde o rei estava, os três pegaram as crianças e ficaram ao lado do rei.
O rei pediu para que todos saíssem, mas nenhum obedeceu, sabiam o que ia acontecer e queriam permanecer ao lado de não apenas seu rei, mas sim de seu melhor amigo até o último minuto.
O rei fechou os olhos e então todo o mundo pode ouvir suas palavras, o rei tinha um história para contar, e todo o mundo iria escutar.
“Esta é uma história de um mundo onde não existe magia. Um mundo onde a inteligência fez com os grandes feitos evoluíssem, e então a tecnologia irá se sobressair. Onde tudo aquilo que existe ou existiu neste mundo seja apenas história, lendas e contos. O mundo sobre o quão estou contando, assim como este os humanos são a espécie sobressalente, monstros, criaturas magicas e outras coisa não existem. Um mundo no qual deverão aprender a viver, e cuidar do que irão ter.”
Enquanto o rei contava a história sobre este mundo novo, uma nuvem gigante e negra ia tomando conta do horizonte, trazendo com sigo um chuva que em vez de destruía ia construindo, estruturas gigantescas, prédios, arranhásseis, ruas de asfalto iam se formando, e as pessoas que estava ali mudavam de roupas e aparência, alguns homens passavam a usar terno e gravata, veículos apareciam nas ruas, mulheres estavam lindas e elegantes.
Antes que a chuva chegasse ao castelo ouvia-se um grande barulho no céu. Um avião que saiu da grande nuvem passou por cima do castelo. Brian sorriu, com o pouco de força que restará deu um beijo em cada um de seus filhos e disse que os amava. A chuva então finalmente chegou ao castelo, Camila, Jonas e Marco desapareceram diante dos olhos de Brian. Em volta de onde ele estava o que era o hall do castelo, agora era a entrada de um hospital. Muitas pessoas vestiam branco e corriam pelos corredores gritando. A última coisa que Brian escutou foi.
— Não deixem que o presidente morra. Este é um hospital e é a obrigação de vocês salva-lo!
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