Begin Again - Lost Stars

23 A D.R. almost enlightening


Notas iniciais
HaHa! Pensaram que eu não ia postar mais capítulos esse ano? Estou tão feliz de ter conseguido terminar esse capitulo, principalmente esse que eu queria escrever desde o primeiro que postei aqui no Nyah! (risos) Mal posso esperar para ver a reação de vocês! Bom não vou me ater muita as minhas explicações sobre demora, pois vocês que leem as notas inicias sabem que eu estava no final do meu ultimo ano letivo (Acabou! UHHHHH! mal posso acreditar! *risos maniacos de uma doida desvairada*), sem contar os vestibulares que me deram uma surra da qual ainda estou tentando me recuperar. Isso sem contar o puta bloqueio criativo que eu tive para esse capitulo, Voces vão entender quando lerem. Enfim, acredito que agora vou conseguir postar mais regularmente com um minimo de um capitulo por mês, embora eu deseje escrever muito mais para partir para a segunda temporada que promete muito. Contudo muita ainda vai rolar até chegarmos lá(risos). Agradeço a Beatriz Antunes, Fisio, Jennifer Blackwolf, Lara, Simone SRReis, e Clary Herondale Salvatori Swan; Muito obrigada pelos comentarios, florzinhas! Desde já agradeço a compreensão de vocês pela minha demora. Sem mais delongas, boa leitura!

Bella Swan.

Assim que Stefan abriu a porta pulei em sua direção grudando nossas bocas sofregamente. Ele emitiu um ruído de surpresa cambaleando alguns passos, tentando nivelar seu equilíbrio que no momento era a única coisa que nos impediu de ir ao chão. Suas mãos se firmaram em minha cintura de forma gentil, mas sem nos afastar. O fato dele não ter me rejeitado, deu mais confiança para que eu entrelaçasse meus braços no seu pescoço, abrindo a boca para aprofundar aquele beijo. Ele retribuiu, mesmo que ainda parecesse um pouco relutante.

Seu hálito tinha gosto de creme dental, o que me fez concluir que ele já me esperava acordado. Nada diferente do comum, já que ele sabia que hoje era dia de corrida. Minhas costas se chocaram contra a parede dura, mas as pontadas do impacto só me fizeram puxá-lo mais contra mim. Meus dedos se infiltraram em seus cabelos macios, puxando-os de leve na nuca o que arrancou lhe algo parecido com um ronronar. Um meio sorriso se formou em meus lábios devido a isso, secretamente estava adorando bagunçar aquele topete sempre arrumado.

Stefan mordiscou meu lábio inferior de forma provocante, suas mãos tocando minha pele nua por debaixo da blusa, causando-me arrepios com a diferença de temperatura. Mal contive o suspiro. Aquilo era bom, muito bom. Não me recordava de nenhuma vez que houvesse dado amassos tão quentes com Edward antes, o que talvez tenha me feito exceder um pouco ao tentar remover sua camiseta.

— Hmm... O que está fazendo? — questionou Stefan entre nossos lábios colados.

— O que parece que estou fazendo?— devolvi com voz rouca e a respiração errática, voltando a atacar seus lábios com voracidade esperando que ele me respondesse de outra forma.

Minha investida, no entanto, se mostrou fracassada quando ele diminuiu a velocidade do beijo, transformando-o em selinhos que ele distribuiu pela linha do meu maxilar até parar e me olhar profundamente.

— Eu não sei. Mas tenho certeza de que, para uma corrida matinal, eu não preciso ficar sem roupa.

Olha até que eu não me oporia a essa ideia, uma voizinha maliciosa nos confins da minha mente confidenciou. Bufei ao me desvencilhar de seus braços e lhe dar as costas tentando de me recompor da melhor maneira possível. A irritação fazia meu nariz coçar de forma incomoda, fazia-me querer socar seu tórax até que a frustração desaparecesse. O que era aquilo?

— Porque fez isso?— indaguei ao virar-me novamente. Stefan, que ajeitava a camiseta amarrotada no corpo, pareceu pego de surpresa pela pergunta abrupta.

— Tenho certeza de que deveria ser eu a fazer esta pergunta. — O ar de divertimento expresso em suas sobrancelhas arqueadas me fez cerrar os punhos. O pior é que o desgraçado não estava nem um pouco errado.

— Não, não, não, não! Foi você... você quem retribuiu!— Acusei, apontando-lhe o indicador ao me sentir acuada com seu comentário. Sabia que estava soando incoerente, mas não conseguia frear o sentimento desconhecido queimando em minhas veias.

— Ãhm... Sim, mas porque não se rejeita uma garota que chega te beijando desse jeito.— defendeu-se ele, parecendo um pouco confuso com a minha inexplicável irritabilidade.

Voltei-me para a parede com um grunhido, socando-a repetidamente e com força para ver se conseguia extravasar aquele sentimento que me sufocava e fazia lagrimas se acumularem nos cantos dos meus olhos. Eu já parecia patética o bastante para piorar as coisas com uma crise de choro. Mordi o lábio inferior como se para buscar forças para reprimir a ação. Droga, tinha sido tão difícil juntar a coragem necessária para um ato ousado como aquele, esforço esse que se mostrou em vão. Deus, devo ter parecido uma vadia me jogando quase que literalmente em cima dele.

— Ei, ei, ei! — exclamou Stefan ao segurar meus antebraços girando-me para ele, deixando meus braços cruzados entre nossos corpos.— Calma, porquê esta tão irritada?

— Porque será, não é mesmo?— desvencilhei-me de suas mãos com rispidez, meus dedos latejavam quando limpei o canto dos olhos não querendo demonstrar fraqueza.— Talvez porque certo alguém está jogando extintor na porcaria das brasas quando na verdade deveria deixá-las queimar!— gesticulei um pouco energética, eu deveria estar parecendo uma doida varrida e não poderia me importar menos com isso.

Ele piscou algumas vezes parecendo assimilar minha frase.

— Não sei se entendi muito bem o que você quis dizer com essa metáfora. — admitiu com cautela, provavelmente temendo minha reação explosiva de minutos atrás. Fechei os olhos com força comprimindo meus lábios por ele parecer estar se esquivando. Era uma pergunta tão simples, ele queria mesmo me forçar a dizer com palavras o que já estava subentendido? A metáfora estava claramente associada com o que acabara de acontecer.

— Estou falando do fato de você ter parado quando estamos quase chegando aos finalmentes. — esbravejei jogando as mãos para o alto, quando na verdade queria estapear minha testa.

Stefan arqueou as sobrancelhas, para desviar o olhar em seguida, o entendimento parecendo enfim alcançá-lo. Ele suspirou pesadamente, as mãos emaranhando seus cabelos ainda mais, até seus olhos intensos se fixaram aos meus.

— Isabella — começou, parecendo ter cuidado em escolher as palavras.— Isso por acaso tem haver com a sua discussão de ontem com Lauren e Jessica?

Sua pergunta certeira me desconcertou com um efeito de balde de água fria, desfazendo minha postura altiva.

— Não. — Minha voz saiu em um fiapo. — É claro que não. — empreguei mais certeza ao cruzar os braços na frente do corpo, rodando os olhos como se ele houvesse falado uma idiotice.

Okay... Na verdade tinha tudo a ver com a minha discussão com as duas. Isso porque horas mais tarde, quando meu sangue esfriou, comecei a ter noção do que minha ação naquele corredor poderia ter causado. Lembrava-me bem dos meses que sucederam meu aniversario, de como os malditos boatos e comentários ‘’engraçadinhos’’ tinham contribuído para tornar as coisas ainda piores para mim, até o momento em que aprendi a usar a mascara de indiferença para me defender.

A situação toda seria facilmente contornável com o fim das aulas, só que ainda faltava umas duas semanas letivas com os professores fechando as notas. Parecia pouco tempo para um boato se consolidar, porem, eu conhecia a vaca influente que Jessica era. Poderia até faltar como iria fazer na próxima semana, porem me sentia incomodada em fazer isso. Se bem que o que pensei no momento foi algo como: ’’Nem que o inferno congele, vou faltar amanha como uma maldita covarde depois de ter enfrentado tão bravamente aquelas peruas’’.

Eu era mesmo uma franguinha covarde, o que não queria dizer que elas necessariamente precisavam saber disso.

Deveria ter lembrado que minha reputação já era uma porcaria e que um boato a mais ou a menos não melhoraria minha imagem. Contudo, ninguém se lembra de coisas importantes quando está de cabeça cheia. Não. Em geral só tenta encontrar uma solução rápida que resolva tudo de uma vez. Foi o que eu fiz ao concluir/decidir que o boato se tornaria mentira caso eu não fosse mais virgem. Nem eu mesma sei como cheguei aquele raciocínio ilógico, porque não era como se elas pudessem provar que eu era virgem, nem se descessem minhas calças no meio do refeitório. Eu podia culpar completamente minha privação de sono pela péssima decisão.

E agora, sob a mira do olhar inquisitivo de Stefan, me senti como uma aluna, quando levanta a mão de forma impulsiva para responder a pergunta do professor, sem ter entendido a matéria direito. E então percebe o quão idiota foi, contudo já é tarde demais para voltar atrás porque todo mundo já te viu com a mão levantada. Naquele momento tudo o que você pensa é:’’ porque eu não fiquei no conforto da minha cama?"

— Tem certeza?

— Sim. — engoli em seco, tentando não desviar o olhar.

— Okay, então não tem o porque insistirmos nesse assunto, não é mesmo? — ele deu tapinhas camaradas em meu ombro, a expressão despreocupada. — Me espere aqui, só vou trocar de roupa para irmos correr.

Filho da mãe! Pensei, ao segurar seu pulso para impedi-lo de subir as escadas. Isso era injusto, completamente injusto! Ele sabia que eu queria saber muito mais o motivo dele relutar em dormir comigo, do que ele queria saber a razão da minha decisão, e jogou isso contra mim me deixando numa encruzilhada, pega pela própria armadilha. Ele me conhecia bem o bastante para saber que eu era o tipo de pessoa que ficava remoendo assuntos, sem conseguir deixar para lá.

— Você fez de propósito. — acusei estreitando de leve os olhos.

— Fiz. — admitiu sem vergonha nenhuma, com um pouco de orgulho mal disfarçado. — E então? — ele revezou olhares entre minha mão em seu pulso e meu rosto, o que me fez solta-lo e recuar um passo.

— Digamos que... Talvez...— comecei com dificuldade, ainda não querendo dar o braço a torcer— Esse acontecimento tenha uma pequena parcela de influencia na minha decisão.

— Pequena?— arqueou a sobrancelha.

— Minúscula.— insisti ao juntar o polegar e indicador para exemplificar.

— Acho que outra DR cairia muito bem. — concluiu ao me guiar até o meio da sala, onde ocupamos lugares em sofás opostos e nos encaramos, como dois executivos prestes a discutir sobre uma fusão de empresas.

Encarei os moveis a nossa volta para não precisar encará-lo nos olhos. Puxa, esse lugar é enorme! Ele deve ter um puta trabalho para limpar tudo sozinho... Stefan pigarreou, entrelaçando as mãos apoiadas nos joelhos, depois de um tempo desconfortável em silencio, claramente indicando que deveria ser eu a iniciar.

— Acho tudo isso uma puta palhaçada.

— Comunicação é algo necessário em relacionamentos, ajuda a lidar com as crises e divergências que eventualmente surgem. — explicou ao gesticular. — Tenho certeza de que se as pessoas arranjassem um tempo para colocar as cartas na mesa, diminuiria muito a taxa de términos e traições.

— Sabe o que deveríamos fazer?— indaguei ansiosa, ao ignorar seu mini-discurso, chutando meus tênis para fora dos pés. — Deixar tudo isso de lado como você sugeriu. Poupa tempo e evita dor de cabeça desnecessária. — Sim, essa ideia parecia muito mais promissora.

— Percebe que está tentando fugir de um assunto que você mesma levantou?— indagou arqueado a sobrancelha com cinismo.

Sim, e eu ainda estava sofrendo os efeitos dessa péssima decisão, pensei ao gemer arrastadamente ao me esparramar no sofá macio, sentindo um pouco de conforto para meus músculos rígidos de tensão, e cobrindo os olhos com as mãos.

— Não há vergonha nenhuma em bater em retirada de uma guerra perdida. — Minha voz saiu abafada, mas mesmo assim ele pareceu entender porque riu soprado. Abri uma fresta entre os dedos para observá-lo porque Stefan ficava encantador rindo, ainda mais daquele jeito com o cabelo todo bagunçado e a camiseta ainda meio amarrotada.

— Você é incrivelmente boa em desviar o foco dos assuntos, não? — concluiu ele depois de se recuperar, a expressão se suavizando. — Vamos lá, não seja tão difícil. Para a sua discussão com Lauren e Jessica ter influenciado em alguma coisa, você tinha que estar refletindo sobre isso antes, a questão é: desde quando?

— Por que isso importa, afinal?

— Porque isso também me envolve. — seu tom foi cortante, embora não tenha elevado o tom de voz, como se já estivesse cansado das minhas respostas escorregadias. — Escute, independentemente do que aquelas duas tenham te dito, não existe motivos para apressarmos as coisas estando apenas dois dias juntos.

— Apressar as coisas?— repeti arfando uma risada cetica ao me ajeitar sobre o sofá para ficar sentada e arrumando os fios do meu cabelo atrás da orelha. — Stefan, você está se ouvindo? Não é como se estivéssemos namorando para de alguma forma estar apressando as coisas! Você me propôs um acordo de sexo, o que acha que eu deveria esperar disso? Que você quer transar comigo! Percebe o quão sem sentido é você relutar em fazê-lo?— exclamei em um sussurro encolhendo os ombros e abrindo os braços em exasperação.

— Eu sei, Eu sei, eu sei.— concordou ao esfregar ao redor dos olhos, de forma ansiosa, antes de fixá-los em mim. — É da sua virgindade que estamos falando, e eu sei que a primeira vez é um momento importante para cada garota. Eu só... — ele parou como se soubesse como externar seus pensamentos.—... não queria que parecesse que eu estava te pressionado para fazer algo para a qual você não se sentisse preparada

Foi impossível não me derreter vendo Stefan tão sem jeito ao dizer aquilo. Nunca pensei que ele se preocupasse sobre como seria essa experiência para mim. Esticando-me em sua direção busquei a sua mão, sentindo a pele um pouco áspera e quente, o metal gelado do anel no seu anelar. Seus dedos se enroscaram entre os meus, entrelaçando nossas mãos, seus olhos se fixando naquele gesto com uma emoção que não pude identificar

— Stefan isso é muito fofo, mas idiota também. — constatei com um meio sorriso vendo-o franzir as sobrancelhas pela contradição em minhas palavras. — Tudo bem que você possa ter sido um pouco invasivo, mas nossa amizade se construiu por conta dessa sua qualidade de ficar invadindo espaços alheios. Alem do mais, eu nunca aceitaria nada se não quisesse também.

— Tem razão. — ele anuiu soltando minha mão, seus dedos tentaram ajeitar os cabelos em um gesto nervoso. — Tudo bem, você quer transar, e podemos fazer no momento que se decidir. O que eu gostaria é que você tivesse conversado comigo a respeito antes, porque foi essa dificuldade de comunicação que nos levou a esse impasse.

Stefan tinha razão, apesar de passarmos a maior parte do dia juntos ainda sentia dificuldade de me comunicar, de me abrir com ele. Seu pedido me parecia bastante razoável, por isso não vi problemas em concordar.

— Okay.

Mordo o lábio inferior, ainda incerta do que fazer. Certo, ele não tinha negado fogo, só estava chateado por eu não ter conversado a respeito. Já que aquela situação havia se desenrolado por conseqüência minha, talvez devesse tomar as rédeas definitivamente. Limpando o suor das minhas mãos na minha calça de moletom, me levantei do sofá passando por cima da mesinha de centro que nos separava e sentando no seu colo de frente para ele, sentindo meu rosto ruborizar de leve pelo constrangimento. Okay, ser sexy mas não vulgar, sexy mas não vulgar. Você acabou de sentar no colo dele, acho que acabou de ultrapassar essa linha. Cale a boca.

As mãos dele se prenderam em meu quadril, impedindo qualquer movimento que eu viesse a fazer. Contudo ele só teve alguma reação mesmo, quando eu levei minhas mãos a bainha da camiseta revelando o sutiã de renda preta ao retira-la.

— O que...?

— Eu quero fazer, Stefan.— Fui direto ao ponto. Assim como ele tinha se cansado das minhas respostas esquivas, eu estava cansada de todos os seus rodeios.— E eu quero hoje, de preferência agora.

Suas mãos subiram para minha cintura, seus dedos causando formigamento em mim. Ele fechou os olhos, deitando a cabeça no encosto do sofá e soltando um suspiro cansado.

— Você não facilita nem um pouco as coisas, Isabella. — a voz dele saiu um pouco mais rouca que o usual, ele semicerrava os olhos nublados agora para me olhar.

— Não, é você que está complicando tudo. Pensei que essa fosse a minha função.— brinquei ao levar a mão a minha cabeça e puxando o elástico, meu cabelo caindo em cascata até um palmo abaixo dos ombros. Apoiando meus braços dos dois lados da sua cabeça me inclinei sobre ele antes de continuar. — Eu quero... Você quer... Porque está tão hesitante? Você não pareceu hesitar quando ficou com aquela ruiva na boate.— Eu não sabia da onde tinha resgatado aquele argumento, mas percebi que realmente me incomodava com aquilo.

O canto esquerdo dos seus lábios se curvou para cima, o que me fez me perguntar se ele captou a acidez em minha última frase. Provavelmente sim, eu não era tão discreta em disfarçar essas coisas.

— Eu nunca tirei a virgindade de uma garota antes. — Aquela não era a afirmação que eu esperava ouvir, porém parecia ser verdadeira. Aquilo certamente deveria ser um pouco intimidador para um garoto como ele.

— Não vou pedir para ligar para mim no dia seguinte, se quer saber. — garanti com bom humor, antes de confessar também: — É até um pouco tranqüilizador isso, o fato de que será a primeira vez de algo para nós dois.

— Acho que não sei exatamente o que fazer.— Ele riu nervosamente.

— Só... me beije como você faz com as garotas que pega na boate.

— A essa altura pensei que já me conhecesse o bastante, para saber que com você tudo é diferente.— me olhando profundamente, ele quebrou o pequeno espaço que ainda restava entre nós dois, grudando nossos lábios e dessa vez eu sabia que era pra valer.

Sua boca era mais experiente e guiava-me nos movimentos com mestria, deixando-me facilmente sem fôlego. Suas mãos sem pudores serpenteavam pelas minhas costas roçando no fecho do sutiã, brincando com o elástico, sem fazer questão de retira-lo. Não me fiz de regrada, ao me ajeitar confortavelmente em seu colo, sentindo um certo volume abaixo que comprovada que ele não era tão indiferente a mim. Infiltrei minhas mãos por deixo da camiseta, sentindo suas costelas se expandirem sob meus dedos em função a sua respiração, os músculos rijos e em alto relevo em sua pele.

Suspirei entre seus lábios porque ele era muito bom no que fazia. Suas mãos desceram passando pela minha bunda sem nem um pouco de descrição, posicionando-se por fim em minhas coxas com um aperto firme. Ele deu um impulso e estávamos em pé, eu em seu colo enquanto ele andava. Com o movimento nossas bocas desagradaram, mas não me importei; cruzando minhas pernas em sua cintura e afundando o rosto na curva de seu pescoço, um riso estupidamente bobo escapando de meus lábios. Stefan tinha um equilíbrio invejado para descordenados como eu. Segurava-me como se eu fosse uma almofada e não se deselequilibrou em momento algum enquanto subia as escadas.

Quando chegamos ao topo pulei para o chão, meus pés apressados enquanto seguia para seu quarto em uma alegria selvagemmente infantil. Stefan foi mais ágil em me prensar contra a porta que eu quase batera na sua cara. Seus lábios dessa vez foram para o meu pescoço, sua respiração quente na minha orelha quase desfaleceu. Tive que firmar minhas mãos na sua camisa para não cair.

Mas afinal, porque diabos ele ainda estava tão vestido?Ah, não. Definitivamente precisávamos equilibrar esse placar.

— Tira a camisa. — pedi sem fôlego.

Ele obedeceu, colocando as mãos sob a bainha da sua camiseta terra cota e a tirando pela cabeça. Eu o observei a forma em que seus músculos se contraíram com o movimento antes de liberarem aquela pele dourada sobre o abdômen trincado de Adônis. Deus, chegava a ser ridículo a forma em que ele era bonito.

— Gostando da vista? — havia um brilho malicioso em seus olhos, como se gostasse de me ver o secando de forma quase obscena.

— Claro, embora preferisse que você tivesse feito isso de forma mais lenta de preferência com uma musiquinha sensual para entrar mais no clima. — Respondi de mesma forma encarando-o por debaixo dos cílios.

— Vou me lembrar disso da próxima vez.— prometeu ao caminhar como um predador em minha direção, colocando os braços dos dois lados da minha cabeça, no entanto antes que ele alcançasse minha boca, desviei passando por debaixo de seu braço e virando-me para ele.

— Então isso aqui é uma pequena amostra do que está por vir.— e dizendo isso lhe arremessei meu sutiã, caminhando até a cama com o rosto queimando. Não fazia ideia de que conseguia ser provocativa desta forma e apesar de um ínfimo constrangimento me sentia poderosa, desejada. Eu estava amando isso

O meu plano de andar sedutoramente até a cama esperando que ele me seguisse ala nossa performance de Grease, falhou miseravelmente quando ele puxou minha perna quando eu engatinhava até os travesseiros fazendo-me cair de bruços. Não era bem aquilo que eu estava imaginando. Senti seus dedos no meu pé e panturrilha, o que fez uma crise de risos se apossar de mim, fazendo-me virar e me contorcer com as cócegas. Quando a crise desapareceu, notei Stefan me encarando com as sobrancelhas arqueadas, suas mãos segurando as barras da minha calça de moletom de cabeça para baixo.

Certo, aquela atitude parecia mais condizente com a situação, ainda sim havia um ar meio zombeteiro nas suas feições como se zombasse de mim. Mordendo o lábio, empurrei-lhe com o pé antes de engatinhar até os travesseiros.

Senti a cama afundar enquanto ele se movia, até sua sombra se sobressair a minha projetada nos lençóis e sua presença se tornasse mais forte a minhas costas, porem não me virei. Sua mão retirou o cabelo de um dos meus ombros, que já começará a se grudar em minha pele. Ele distribuiu uma série de beijos da metade da minha coluna até a nunca que me arrepiou completamente, tornando o calor entre minhas pernas quase insuportável. Senti seus lábios se arrastarem pelo meu pescoço, sua respiração atingindo minha pele úmida.

— Você tem me provocado muito para alguém tão inexperiente.

Inexperiência não era sinônimo de inocência. Embora não tenha chegado ao extremo de ver vídeos completos, eu já havia lido algumas coisas... E se aquele ditado de que a vida imita a arte for verdadeiro significa que eu tinha um bom embasamento. Técnico, mas já era alguma coisa.

Em vez disso, eu disse:

— Significa que eu ainda me lembro das suas lições.

Ele riu e eu me virei em sua direção o olhar baixo, pois me sentia exposta com o colo e seios amostra, eles eram pequenos e me sentia um tanto simplória. Stefan ergueu delicadamente meu rosto para encarar seu rosto sereno, embora seus olhos me queimassem com a luxúria que transmitia. Seu olhar me fez perceber que não importava o que eu achava sobre meu corpo, aos seus olhos eu era linda.

Colocando as mãos sobre seus ombros me apoiei sobre os joelhos, grudando nossos lábios sem ter o empecilho da altura por ele estar sentado também. Sua mão se infiltrou por entre meu cabelo, segurando minha cabeça no lugar enquanto ele dominava os movimentos outra vez. Seus lábios deixaram os meus passando pela minha linha do maxilar e atacando meu pescoço. Inclinei para trás, ofegando, buscando deixar aquela área a sua disposição, sua mão sustentando meu peso quase que completamente.

Seus lábios desceram pelo meu colo, os dentes raspando na clavícula. Eles chegaram a um de meus seios, sua língua rodeou a auréola antes de abocanhar com voracidade. Meus olhos se arregalaram de surpresa, um ruído agudo transpassando meus lábios. O. Que. Era. aquilo? Sem duvidas era estranho, mas tão bom que eu não me importei. Eu só queria que ele continuasse com aquele maravilhoso trabalho

Na ânsia de que aquela sensação estupenda se prolongará, eu o puxei para cima de mim, caindo de costas na cama, segurando sua cabeça no lugar. Por sorte Stefan não se abalou com a mudança de posição, poderia ter causado um acidente doloroso para mim. Ele se posicionou entre minhas pernas, deixando que eu sentisse seu volume através do pouco decido que nos separava.

Eu mal conseguia respirar, meu corpo inteiro queimava de dentro para fora. E as coisas não melhoraram nem pouco quando ele começou a friccionar nossas intimidades. Arranhei suas costas dos ombros até o final de suas omoplatas, tentando extravasar o que eu sentia, Stefan soltou um som grave próximo ao meu ouvido. O quarto estava frio mas o contato de nossas peles me aquecia. Desci minhas mãos até sua bunda por debaixo de sua boxe, sentindo aquelas bandas macias e gostosas de apertar. Foda-se eu queria fazer aquilo a muito tempo. Stefan soltou um som grave muito parecido com uma risada que me fez estremecer até os dedos do pé.

Aquilo era muito bom, mas não estava com mais paciência para aquela enrolação que chamavam de preliminar, eu queria mais ação. Stefan parecia querer a mesma coisa, visto que ele desceu sua língua por entre os meus seios até minha barriga, rodeando meu umbigo com um teatro úmido, brincando com o elástico da minha calcinha. Sua respiração bateu contra a minha intimidade quando ele desceu a calcinha pelas minhas pernas, fazendo-me tencionar imediatamente.

Ele não ia fazer aquilo que eu estava pensando, não é? Não era possível que ele estivesse prestes a fazer aquilo, pensei ao encarar o teto nervosa. Ele não fez, mas se afastou o bastante para remover sua boxer. Okay, então chegara à hora. Seria naquele instante. Eu só precisava ficar calma. Calminha. Super calma.

Ele voltou para a cama com um sorriso divertido nos lábios.

— Você pensou em tudo, não é?— dirigiu um olhar significativo para minha virilha, fazendo-me enrubescer ao perceber que ele se referia a minha depilação.

— Nunca foi uma opção sair de mãos vazias.— Brinquei enquanto ele se inclinava sobre mim, seu membro cutucou minha entrada quando ele se posicionou entre minhas pernas. Lembrei-me então de um detalhe importante que não poderia deixar passar.—Você tem camisinha, não?

Tudo o que eu não precisava era trazer uma criança pro mundo por idiotice momentânea.

— Não precisamos, sou estéril.— ele admitiu como se estivesse falando sobre o clima, e não de algo que poderia lhe afetar num futuro um pouco distante.

— Okay...— estiquei a palavra sem saber lidar com seu descaso sobre isso, movendo meus olhos para qualquer lugar que não fosse o seu rosto a minha frente. — Hmmm... Você tem alguma doença sexualmente transmissível?

— Serio?— Ele arqueou a sobrancelha se afastando para o lado, e embora não parecesse raivoso, seu tom tinha uma pontada de incredulidade de alguém com orgulho ferido de receber uma pergunta daquelas.

Aulas de como quebrar o clima, por Isabella Swan. Primeiro, se contorça como uma minhoca quando o cara tentar tirar sua calça. Segundo, questione sobre DST’s na hora H.

— Foi mal, mas você é alguém com uma vida bem agitada. E... argh! Desculpa, essa é só uma pergunta que minha mãe mandou fazer quando tivemos A Conversa, então ignore a diarréia verbal que eu estou soltando agora, você não precisa me responder eu confio em na sua palavra. — tentei contornar a minha burrada, ao me sentar com medo de que tivesse estragado tudo depois de tê-lo convencido.

— Eu sempre uso camisinha, se quer saber. E faço exames regularmente. Porem, como você é virgem não vi o motivo para usar desta vez. — disse balançando as pernas para fora da cama. — Mas se você se sentir segura podemos usar, ou quem sabe deixar essa historia para outro dia, eu vejo como esta nervosa.

Ah!, não! Não mesmo. Ele não ia fugir outra vez, nem que eu tivesse que amarrá-lo a cama para tirar aquele maldito lacre das minhas partes baixas. Movendo-me agilmente com uma determinação tirada de sei la da onde, me posicionei sobre seu colo impedindo-o de se levantar. Apoiando-me sobre os joelhos de cada lado de seu quadril, eu me inclinei em sua direção o bastante para sentir sua respiração, rodeando seu pescoço com meus braços e sentindo-o me cutucar como antes. Em um movimento rápido, antes que a coragem se dissipasse ou ele tivesse a chance de me impedir, me sentei sobre ele.

Houve um segundo de silêncio onde nos dois arfamos ao mesmo tempo. Ele, em resposta ao movimento repentino. Eu, em reação a dor lacerante que me atingiu, quando ele deslizou para dentro de mim.

— Isso dói.— foi a única coisa que consegui sussurrar, estática com os olhos arregalados temendo que ao me mover intensificasse a sensação. Puta. Que. O. Pariu.

— Você é louca.— concluiu ele, piscando algumas vezes como se tivesse dificuldade de assimilar o que tinha acontecido. Seu tórax subia e descia grudado ao meu, devido respiração ofegante. Suas mãos que apertavam o lençol da cama serpentearam até meu quadril, em uma reação quase automática.

— Isso dói muito.— frisei em um choramingo, fechando os olhos e mordendo meu lábio inferior tentando reprimir a careta. Minha intimidade ardia pela invasão abrupta.

— É obvio, ninguém monta em cima de um cara na primeira vez. — seu tom de era de recriminação, ele soava verdadeiramente irritado. — Essas coisas tem que ser feitas com cuidado. O que você estava pensando? Que eu ia fugir?

Era o que parecia.

— Eu sei, Eu sei. Só pensei que as coisas seriam mais fáceis se acontecesse de uma vez, sabe como é? Quando se arranca um curativo rapidamente para impedir a dor. Claramente não funcionou.— Grunhi desgostosa, enterrando minhas unhas nos seus ombros em busca de um alivio, querendo machucá-lo um pouquinho também por estar ralhando comigo.

Contudo, esse gesto só pareceu arrancar risos nervosos dele. Eu o encarei, incrédula que ele estivesse rindo da minha cara naquele momento. Ao perceber a seriedade nas minhas feições seu riso morreu.

— Tudo bem, acho que se eu... — Suas mãos ergueram um pouco meu quadril, e ao ouvir o ruído estrangulado que escapou da minha garganta, ele me largou.

Respirei fundo tentando conter os tremores do meu corpo. Nos livros sempre era doloroso quando a mocinha não estava relaxada. Tentei aplicar minhas técnicas de respiração usadas na yoga para ajudar, mas não estava fácil.

— Tudo bem, pode se mover agora. Mas seja delicado, okay?— ao vê-lo abrir a boca um tanto contrariado, acrescentei:— E se continuar insistindo nesse negocio de deixar para depois, eu juro que te prendo a cama para terminar isso eu mesma, entendeu?

— Sim.— foi o que disse tentando reprimir a diversão que potencialmente poderia lhe render alguns cascudos. Com as mãos firmes, guiou meu quadril para cima e para baixo no ritmo de suas investidas.

Era estranho. Aquela ardência inicial se revelou mais como um desconforto do que uma dor de fato verdadeira, como se meu corpo estivesse avisando que havia um objeto estranho ali. Como se Stefan estivesse me cutucando por dentro, como um cisco fazia a um olho. Porém eu podia senti-lo pulsar dentro de mim, se mover. Afundei meu rosto na curva do seu pescoço, respirando forte contra a sua pele, puxando de leve os cabelos da sua nuca.

A medida em que os movimentos progrediam, o incomodo passou a se transformar em algo mais... Era difícil de explicar, não era como se a desconforto passasse e sim como se surgisse certo prazer no ato. Como se eu tivesse uma veia masoquista que apreciasse a sensação crescente. Aquilo se tornou bom o bastante para que eu passasse a ajudar nos movimentos de subida e descida, ignorando o enrijecimento dos músculos pelo movimento repetitivo.

Minha respiração estava afetada o que tornava difícil respirar com a boca fechada, o cabelo grudada na minha pele e meus seios se friccionassem em seu tórax quente, causando-me maior prazer. A respiração dele atingia meu ouvindo, e a curva do meu pescoço. Tornou-se difícil reprimir os sons desconexos que queriam escapar da minha garganta, Stefan por outro lado não parecia se importar. Suas mãos apertavam forte minha cintura quase ao ponto de doer. Mas eu estava extasiada demais com a sensação que se expandia no meu baixo ventre para me importar com os hematomas que surgiriam depois.

Stefan então parou, eu não tive tempo de abrir a boca para protestar, pois ele se moveu tão rápido que tudo o que me escapou foi um ruido abafado, quando minhas costas bateram no colchão de lençóis macios de forma brusca. Levei a mão ao rosto para tirar o cabelo que havia voado para minha cara, pude ter cuspido alguns fios também Ele me observou com humor, apoiando os braços ao lado da minha cabeça, invadindo-me com uma única investida. O ruído que saiu da minha boca foi alto o bastante para que eu a tampasse por reflexo.

E o som pareceu o incentivar, pois ele aumentou o ritmo como desejasse me arrancar mais gemidos.

O ritmo frenético me deixou sem escolha se não entrelaçar minhas pernas na sua cintura, enrolando um braço em seu pescoço e fincando a outra mão no colchão para conseguir apoio. Suor se formava em minha testa, o mundo inteiro quente como se houvesse se transformado em uma sauna gigante. Minha mente parecia nublada por uma névoa quente e acolhedora. A cama chiava em um som vergonhosamente sugestivo, graças ao bom Deus Stefan não tinha vizinhos.

A sensação pareceu crescer como se eu tivesse em um vagão subindo em uma montanha russa, com aquele friozinho na barriga ao caminhar para o topo. A respiração de Stefan pareceu ficar mais errática, os sons que saíam de sua garganta, mais graves. Ele então pareceu alcançar seu ápice, parando por um instante antes de estremecer com um longo grunhido. Ele descansou sobre mim sem apoiar seu peso, a cabeça entre os meus seios, suas pernas embaralhadas as minhas. Tinha certeza que ele podia ouvir as batidas rápidas e descompassadas do meu coração.

Respirei fundo algumas vezes tentando me recompor, acariciando seu cabelo. Meu corpo inteiro pesava com os músculos pesados de esforço, como quando eu corri pela primeira vez, em um tipo de exaustão que me deixava sonolenta, mas era muito bom cair no sono facilmente naquele in. Podia sentir o leve desconforto na bexiga, porém estava com preguiça de levantar para ir ao banheiro e quebrar aquele clima gostoso. Meu corpo esfriou aos poucos dando-me percepção da brisa gelada que arrepiava os pelos dos meu braços, embora Stefan fosse um ótimo cobertor humano.

Ele se afastou para o lado quando me remexi, em busca de mais conforto, causando um certo vazio físico quando saiu de dentro de mim. E um pequeno desconforto, que não se comparava áquele inicial ao ato.

— Uau.— foi tudo o que eu consegui dizer ao continuar encarando o teto. Eu não havia chegado ao pico para qual estava caminhando, contudo ainda continuava sendo uma experiência incrivelmente prazerosa. E cansativa também. Mesmo que minha respiração e ritmo cardíaco já tivesse se estabilizado, não tinha certeza se conseguiria chegar a escola sem um guindaste para me levantar.

— Pois é — Stefan tinha um sorriso orgulhoso nos lábios quando me puxou para seu peito, passando o braço sob meu pescoço. Seu cheiro estava forte, mas não ruim.

— Não sabia que era tão intenso... e rápido.— Era inegável que as percepções sobre o ambiente a minha volta se anuviaram, o que causou a impressão de que o momento tinha se arrastado. Parando para pensar agora quanto tempo tinha durado? Dez, quinze minutos? Com os amassos talvez maia hora.

— ‘Taí uma das mentiras midiáticas que gostam de retratar como verdade nos filmes e livros.

— Mas isso foi incrível! Eu me sinto incrível! — exclamei ao me esticar acima dos lençóis, virando-me para ele com uma animação que começava a vencer o cansaço. — É sempre assim?

— Prefiro acreditar que só eu causo esse efeito nas mulheres. —lançou-me uma piscadela cafajeste, que lhe rendeu uma cotovelada no estomago pela gracinha.

— Idiota. — lhe repreendi tentando conter o humor que ele me provocava. Ele sempre soltava essas perolas para satirizar minha primeira impressão a seu respeito, que lhe rendera o apelido de garoto problema, que já estava praticamente extinto devido ao desuso. Abaixei meu tom de voz, um tanto acanhada quando lhe perguntei: — Será que... podemos fazer outra vez?

Ele gargalhou girando-me para cima do seu corpo, movimento esse que me arrancou um gritinho estridente, antes que ele esmagasse seus lábios nos meus outra vez.

Vou considerar como um sim.

Notas finais
Alguém ai tá vivo depois dessa? Talvez eu tenha esquecido~ sarcasmo on~ de colocar um certo Aviso, segue abaixo: Este capítulo tem conteúdo inapropriado para menores se você não gosta ou se ofende eu me pergunto porque leu essa historia com classificação para maiores de 18 anos? aconselhável ler com calma para que não perca nenhum detalhe, e de preferencia, longe de outras pessoas pois pode causar palpitação, reações estranhas e combustão espontânea'' Ha! è claro que eu tinha que fazer surpresa sobre isso não é mesmo, até porque foi bem difícil de escrever, mas estou contente com os resultados. Aposto que vocês não imaginaram uma primeira vez assim não é mesmo? tentei fazer o mais real possível, o que excluía certo romantismo que não seria tão condizente com a situação. Lembem-se que eles ainda são só amigos, okay? por isso esse cap foi mais descontraído. Alguém ai morreu com essa frase do Stef: ''A essa altura pensei que já me conhecesse o bastante, para saber que com você tudo é diferente.'' Porque eu tive um pequeno piripaque! Bom feliz natal atrasado a todos e um ótimo ano novo também! Nos vemos em janeiro com a próxima postagem, amores! Blown kisses,Mia!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.