Beauty And The Beast
3 Selfish, you're selfish.
Notas iniciais
Então amores, espero que estejam todos bem, podem imaginar a Lianna como a Lily Kurk, espero que gostem do novo capítulo e boa leitura!
P.O.V Elena
A morena observou todo o caminho e quando enfim chegou a pequena cidade, horas depois de ter saído de casa se ajeitou no banco. – Já estamos chegando? — Perguntou ansiosa e o motorista apontou o topo da montanha, onde dava para se avistar uma mansão, mais parecida a um castelo.– É logo ali, quinze minutos da cidade.- O homem.- respondeu, fazendo batuque com os dedos no volante. – E por que um local tão isolado? — indagou curiosa. – Não pense nisso como uma grosseria, mas você vai ter que aprender a fazer menos perguntas. — Respondeu. – E porque? — Perguntou fitando o topo da montanha. – Porquê o chefe não gosta.- Suspirou e a fitou rapidamente. — Aceite meu conselho, por favor.– Ok, tudo bem, obrigado. — Ela encostou a cabeça na janela se calando e apenas observando o local. O tempo parecia se arrastar e Elena já estava mais do que entediada dentro daquele carro, logo seu pensamento a levou de volta aquele diálogo que havia tido a poucos minutos, fazer algo sem questionar? Seria sem dúvidas uma tarefa árdua, afinal desde que ela era ela questionava tudo e todos. O carro parou e só se deu conta quando o rapaz abriu a porta do carro e quase a fez cair. O homem riu e ela rolou os olhos saindo do carro.– Não tem graça. — Bufou coçando os olhos e então viu uma loira, estonteante sair correndo e abraçar o motorista. – Stefan Forbes Salvatore, eu vou te matar! — Ela disse com os olhos marejados. — Pensei que algo tivesse acontecido. – Ei, ei, calma princesa, eu me atrasei um pouco, você sabe que vaso ruim não quebra, não sabe?- Stefan falou doce beijando a testa da loira que respirava aliviada.– Imbecil.- ela bateu nele se soltando do abraço e enfim notando a morena.- deuses, desculpe, eu sou Caroline, você deve ser Elena.- Disse estendendo a mão para Elena, que a segurou e se deixou ser guiada para dentro. — O nome dela é Lianna, está no quarto, não quis que ninguém entrasse, é igual ao pai.- Riu.– Irei resolver isso. — Falou sorrindo e parou na porta junto com a loira.– Vou te deixar a vontade com ela, qualquer coisa é só chamar. — Ela disse saindo.– Posso entrar? — Elena perguntou abrindo a porta e viu a garotinha, encolhida, chorando em cima da cama.- Ei pequena...- ela encostou a porta se aproximando, sentando na cama e abraçando a pequena. — Vai passar querida.– Eu quero o meu papai.- ela fungou se agarrando a Elena, naquele momento ela sentiu um aperto no coração, que diabos para aquele homem poderia ser mais importante que a própria filha? P.O.V Damon Aflição, aquela palavra definia perfeitamente o que ele sentia. Damon escondia o rosto nas mãos, queria poder sair de seu confinamento, e como queria, mas... Lucinda abriu a porta do quarto, tirando Damon daquele transe.– Como ela está? — Franziu o cenho, respirando fundo. – Bem melhor agora que Elena, a nova babá chegou, ela sabe cuidar de crianças. — Disse docemente, como de costume. — E é linda, você deveria vê-la, ficaria encantado. – Pelo menos isso.- Suspirou aliviado e ergueu a sobrancelha fitando a senhora.- Você não perde a chance de tentar me empurrar para cima de uma mulher não é? Pois bem, vamos ter essa conversa mais uma vez, no dia que ela me ver ela foge dessa casa.- falou amargurado.– Criança minha, não seja tola.- a velhinha tocou a cicatriz no rosto do homem, e então os olhos do homem se encheram de lágrimas. — Nem todas as mulheres são como Rosalie, sabe que eu lhe considero meu filho, criança, e lhe digo isso como uma mãe, não se feche para o mundo dessa forma, a cada dia está pior e vai piorar.- ela beijou a testa do homem e saiu do quarto. Damon passou longos minutos parado ali, perdido em seus pensamentos "nem todas as mulheres são iguais a Rosalie" essa frase se repetia em sua mente e então ouviu as fortes batidas na porta o fazendo dar um pulo da cama.– O quão egoísta e patético você consegue ser? Ela é sua filha! Sua responsabilidade e você está virando as costas pra ela! Ela só precisa de um abraço. — A mulher do outro lado da porta gritava, batendo na porta frustrada, seria ela, Elena?
Notas finais
Espero que tenham gostado, se possível favoritem a história, acompanhem e comentem, xoxo.
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