Notas iniciais
Ei aqui estou eu mais rapido que da outra vez. Porem antes de começar o cap resolvi explicar umas coisas que alguns de vocês queridos leitores não estão entendendo. 1- A Clove morreu? Sim ela morreu no cap 22, mas como todos sabem a Clove é a principal junto de Cato, então eles não podem morrer ainda no meio da fiquei, mais como eu sou meio ou completamente louca resolvi matar ela. Mas tinha que trazer ela de volta, então eu resolvi voltar no tempo, um pouco antes de ela levar o bendito tiro que tirou sua vida e fiz ela fugir quando Cato mandou e chamar ajuda. Eu não poderia fazer ela voltar a vida depois que todos notaram que ela tinha morrido, porque ela ser meio que zumbi, porque para mim só zumbi volta a vida. 2- Quem é o cara do cap anterior? Ele é um novo personagem, um personagem que resolvi colocar agora porque o casal esta se resolvendo, e ele meio que ficara entre eles. Bem acho que é só, qualquer duvida me digam no reviews ou pelo mp. Beijossssssssss e boa leitura.

POV CLOVE

Eu queria poder ter visto mais, mas não deu tempo porque assim que Cato me viu olhando para ele, correu para tampar a parte de seu rosto com a mascará para eu não ver mais.

Isso me deixou decepcionada, porque eu achei que agora que estávamos bem ele iria me deixar ver aquela parte do rosto mais não, eu acho que me enganei.

Cato parece que nunca confiaria em mim para mostrar a parte de seu rosto coberta, a parte de seu rosto que parece ter uma coisa horrível que o machuca muito.

Tentei ao máximo fingir que aquilo não me importava mais não sei se deu certo.

Desviei meus olhos do Cato e foi então que notei o pobre motorista que eu pedi ajuda ferido no chão.

Corri em direção a ele preocupada, e me sentindo culpada, porque fui eu que o chamei para estar ali, fui eu que fiz ele vir tentar ajuda Cato para agora acabar com um tiro no ombro.

Coloco minha mão aonde ele levou um tiro para precionar o ferimento em quanto o socorro não chega.

_Por favor aguente, por favor.- Peço ja com lagrimas nos olhos, e com ambas as mãos molhadas do sangue do pobre homem.

Ele olha para mim com os olhos demonstrando o quanto aquele ferimento esta doendo, me fazendo me sentir mais culpada, muito mais culpada que eu me sentiria se ele somente tivesse levado uma surra, tudo bem que se isso acontecesse eu também não gostaria nada e me sentiria culpa mais seria menos porque pelo menos ele não estaria correndo risco de vida.

Eu não sei em que momento, mais quando aconteceu eu fiquei desesperada, lá estava ele o motorista que eu pedi ajuda e que ele sem ser obrigado veio e ajudou, la esta ele sem respirar, sem se mexer e com os olhos abertos.

Eu não sei o que acontecei no momento seguindo, pois fiquei paralisada com aquela cena, com a cena dele com os olhos abertos me encarando e me culpando.

Minhas mãos tremiam, e quando os paramédicos chegaram tiveram que me tirar de lá, porque sozinha eu não consiguiria, minhas pernas pareciam gelatinas, e eu não conseguia me firmar de pé.

Foi então que eu apaguei, não sei oque acoteceu mais com o homem em que me ajudou e que eu nem me lembrar do seu nome eu lembrava, e que provavelmente tinha uma familia filhos, e eu tirei isso dele quando pedi ajuda ao envez de eu mesma ajudar.

[...]

Acordo, e a primeira coisa que faço é levantar minhas mãos acima do meu rosto, e quando eu a vejo toda suja de sangue seco, desato a chorar, eu desejava que fosse um sonho, ou melhor um pesadelo, e não que realmente aquilo tivesse acontecido.

Me viro para o lado e vejo Josh deitado dormindo com lagrimas secas na bochecha.

Fico olhando para seu belo rostinho, e novamente me lembro que aquele homem poderia ter filhos e que agora os pequenos poderiam estar chorando assim como Josh provavelmente estava antes de dormir.

Num pulo saio da cama, e corro para o banheiro, desesperada para lavar minhas mãos, me sentindo culpada e suja.

Mas quando mais eu lavo as mãos mais parecia suja então ligo o chuveiro e entro nele de roupa e tudo mesmo.

O sangue se misturavam com a água e ia pelo ralo, e eu fiquei todo momento olhando isso esperando que não tivesse mais sangue a sair.

Mas parecia que não pararia mais de sair, parecia que acada vez que me esfregava mais sangue tinha no local, meus braços estavam ambos vermelhos assim como o resto do meu corpo.

Comecei a me desesperar, e cada vez me esfregava mais, vendo que aquilo só piorava comecei a chorar mais.

Então foi oque eu vi que piorou tudo, ou oque eu imaginei que vi, o homem me olhando com aqueles olhos sem vida e me olhando como se me culpasse por tudo.

Foi como se aquela imagem acendesse o pavio e tudo explodisse, e eu comecei a gritar mandando que ele saisse dali, que me deixasse em paz.

O pavor, medo, e a culpa foi tanto que novamente tudo ficou preto, e simplesmente me deixei ser levada pela escuridão.

CONTINUA!!!!!!!!!!

Notas finais
Espero que tenham gostado. Beijosssssssssssssssssssss