Beauty And The Beast
5 Acidente
Notas iniciais
Clove
Deixei a prima dele com cara de boca, aposto que ela esperava que eu fizesse uma cena só porque eu vi ele junto um dia depois do casamento, mais eu não me importo eu não o amo, e sei que ele não me ama, então não vou fingir que me importo, ele não se deitando como a força esta bom, então para isso não acontecer ele tiver que se deitar com outras ele que faça bom proveito.
Dou as costas a eles e vou para o jardim, me sento no banco, e começo a desenhar primeiro as flores, depois as borboletas, o céu, e assim vai, em quanto desenho até me esqueço do Cato e da prima dele.
Só entro novamente quando sinto fome, e esta próximo ao horário do almoço.
Chego a sala de jantar e vejo Cato e a prima dele a mesa, ignoro a presença deles e vou até o banheiro lavar a mão, com meus cadernos em baixo do braço.
Volto a mesa e eles ainda estão lá, e parecem ter uma conversa agradável, me sento a mesa em no mesmo lugar onde senti para o café, e coloco o caderno em cima da perna.
O almoço é servido e como silenciosa assim como eles, que resolveram calar a boca, ainda bem porque a voz da prima dele que não sei o nome porque fiz questão de esquecer quando conheci é muito chata, mais minha alegria dura pouco porque ela resolve falar comigo.
_Então queridinha dormiu bem?.- Pergunta ela, sinto uma imensa vontade de pega o meu garfo e enfiar nela quando ela me chama de queridinha, mais respiro fundo e respondo com toda calma do mundo.
_Melhor impossível.-
Ela me olho como se me analisasse.
_Oque isso em seu colo?.- Nossa ela é tão burra que não sabe oque é um caderno?, e porque diabos ela quer saber oque é?
_Meu caderno de desenho porque?.- Pergunto não me interessando pela resposta, continuo a comer e nem olho para ela ou para Cato que esta quieto.
_Você desenha?.- Pergunta ela.
_Não eu tenho um caderno de desenho porque eu não desenho.- Digo irônica, senhor a burrice é tanto que tenho até medo de ser contagiosa.
_Posso ver?.- Pergunta ignorando minha ironia, penso mais resolvo mostrar, largo os talheres e pego o caderno e entrego para ela, a mesa é aquelas compridas mais estamos sentados um próximo do outro, então não preciso me levantara para lhe entregar o caderno.
Ela começa a ver e parece impressionada, e isso me faz sorrir.
_São bons.- Me diz quando ia me entregar o caderno, mais Cato pegou antes de mim, e começou a ver, odeio esse jeito dele de não demonstrar oque pensa, ele olho todos demorando em alguns.
_Você desenha bem.- Diz me entregando o caderno, pego e coloco no colo, nem agradeço a ele.
_Teve aulas?.- Pergunta a prima dele.
_Não precisei.- Respondo dando de ombros, eu desenho desde pequena, e mamãe dizia que esse era um dos muitos talentos que eu tenho, lembrar dela me faz sentir tanta saudade.
_Licença, senhora Ludwig a senhora tem visita.- Disse uma das empregadas, me levanto pedindo licença, e vou até a sala onde estavam dois homens de terno, estranho mas não digo nada.
_Pois não?.- Pergunto assim que chego na frente, eles me olham, e em seus olhares para são de pena, e isso me deixa mais confusa, Cato e a prima dele resolvem aparecer.
_Clove Fuhrman?.- Pergunta e concordo com a cabeça, nem penso em corrigir eles.-_Sentimos muito em informar que seu pai foi encontrado morto em sua casa.- Quando ele disse isso, meu mundo pareceu que iria desmoronar a qualquer momento, eu fiquei paralisada e não conseguia pronunciar nenhuma palavra, eu somente olhava para o rosto deles, esperando que falassem que fosse uma brincadeira ou coisa parecida, mais ele ficaram quietos.
Então eu senti lagrimas escorrendo e sai correndo, não me importei quando escutei Cato me chamando, somente corri, as lagrimas já embasavam meus olhos, e por isso não vi o carro que veio em minha direção, só senti uma pancada e meu olhos se fecharam, nesse momento eu desejei que morresse para poder ficar junto de meus pais.
Continua !!!
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