Notas iniciais
Eu queria ter postado antes, mas simplesmente não pude. Eu gostava do Cory, não do Finn e sim do Cory. Eu não o achava bom cantor, bom ator, bom dançarino, não o achava bonito, mas havia algo nele que eu simplesmente gostava. Fico triste com tudo isso e espero que ele esteja em um lugar melhor agora.

- Então, quando vocês voltaram a cidade?

Quinn se inclinou e apertou o rosto contra a divisão da patrulha que separava a frente e a caçamba para olhar o relógio no painel.

- Não tem nem 12 horas.

Nem mesmo 12 horas e ela já havia conhecido os pais de Rachel, fora verbalmente agredida por sua ex-melhor amiga, brigou com Rachel, e foi presa… nem 12 horas. Ela ainda tinha quatro dias.

Rachel deixou cair a cabeça para trás contra o assento.

- Meus pais vão me matar. Margaret vai me matar. — Ela sentou-se o mais rápido que pode, com as mãos algemadas atrás das costas. Puck disse que eram necessárias devido ao protocolo, mas ela achava que era uma parte de uma fantasia doentia que ele estava imaginando. — Você pode imaginar o que os jornais vão dizer?

Quinn riu e imitou a voz do âncora do jornal.

- Poucos dias depois de ganhar um Tony e um Grammy a premiada artista Rachel Berry foi programada para ser fotografada pela fotógrafa Quinn Fabray, as duas foram presas por direção alcoolizada, não possuir qualquer tipo de documento, seja a carteira de motorista ou os documentos do carro. As duas foram detidas em sua cidade natal… — Ela parou quando realmente percebeu o problema. Isso iria expor elas. Poderia não ser a situação amorosa em que se encontravam, mas sim o passado que as unia. Elas iriam atrair olhares curiosos que não eram desejados.

Rachel leu a expressão no rosto de Quinn e a chutou levemente.

- Yeah!

A loira pensou rapidamente.

- H-hey, Puckasaurus… — Ela murmurou em seu ouvido e o novato tentou esconder seu sorriso. — Eu sei e respeito que você seja agora um agente da lei… — Apesar de você ter quebrado quase todas elas . — E eu nunca iria te pedir para ignorar a nossa…

- Nossa? — Rachel perguntou, mas Quinn ignorou.

Puck olhou por cima do ombro para ela, ainda pressionada contra a divisória, e sorriu.

- Você ainda está preocupada com a sua reputação depois de tudo o que passamos? — Ela revirou os olhos. Não era realmente com a sua reputação que ela estava preocupada. Ela não tem que estar diante de um público como Rachel fazia. E à taxa que ela e Rachel estavam progredindo, elas não estariam prontas para assumir um relacionamento a midia quando voltassem. — Eu vou fazer o que puder para manter isso quieto, se… você sair comigo na sexta à noite.

Quinn tirou o rosto da dividida.

- Você quer um encontro? — A loira perguntou com espanto.

- Yeah. Você me dispensou na escola e agora quero te mostrar o que você está perdendo.

Ela olhou para Rachel, que estava visivelmente irritada com o pedido e, obviamente, não ia ser capaz de ficar quieta por muito mais tempo. Quinn sabia que Puck iria manter o seu segredo até que elas estivessem prontas para que o mundo soubesse, mas ela também se lembrou do que ele disse sobre o novato sentado ao lado dele.

- Puck, eu estou saindo com alguém.

Ele deu de ombros e olhou para fora da sua janela.

- Sim, Eu também, e daí?

Ela revirou os olhos e sorriu.

- Você nunca vai mudar. E por causa disso, mesmo que eu não estivesse namorando ninguém, nunca daria certo entre nós. Desculpe, mas não.

- Oh, vamos lá, baby. — Ele se declarou olhando no espelho retrovisor. — Esqueça o babaca por uma noite e eu te garanto que você nem vai lembrar o nome dele na manhã seguinte.

- Bater punheta é tudo o que você vai ter, Puckerman. Ela disse que não.

Puckerman olhou por cima do ombro para a diva frustrada e abriu um largo sorriso.

- Alguém se sentiu preterida. Posso te ajudar com isso Berry. — Ela olhou friamente para ele, mas ele continuou a sorrir. — Ainda é um pouco estranho ver vocês duas juntas, ainda mais defendendo uma a outra. Então, novamente, é provavelmente um pouco estranho me ver no banco da frente de um carro da polícia.

Isso era verdade. O mistério era como as mulheres conseguiam achar a cela mais confortável do que a parte de trás da viatura de Puck. Era uma sala quadrada simples com três lados feitos de blocos de cimento cinza, enquanto o quarto lado era preenchido por barras de ferro. Embora na aparência a cela fosse fria, ambas estavam gratas que ela era de fato bem aquecida.

- Eu não posso acreditar em você. — Rachel resmungou pela centésima vez sentada em estilo indiano no banco que se alinhava na parede de trás, olhando para as barras em frente a ela.

- Vendo o lado positivo, eu não acho que eles realmente possam te acusar de nada. Seu nome é limpo, portanto, não têm porque ter algum registro de seu envolvimento. Puck só está te mantendo aqui para te chatear.

Rachel apoiou a cabeça contra a parede para olhar a loira sentada à sua direita.

- Como é que você está tão calma? Você acaba de ser preso e pode acabar passando um tempo na cadeia.

- Você vai me custar você?

Rachel franziu a tes e ajeitou a cabeça para fora da parede, fixando seus olhos em Quinn.

- O quê?

- Se eu fosse para a cadeia, você me deixaria? Você acharia muito difícil estar ligada a alguém com uma ficha criminal?

A morena bufou e voltou os olhos para as barras.

- Não seja ridícula. Claro que eu não iria te deixar.

Quinn deu de ombros e imitou a fixação de Rachel nas barras.

- Então, por que eu deveria estar preocupada com alguma coisa? Não vai prejudicar meu relacionamento com você e não tem nenhum efeito sobre a minha capacidade de tirar fotos.

Rachel pensou sobre isso por um minuto e a cela ficou em silêncio, exceto pelos sons de suas respirações.

- Te invejo. Gostaria de poder estar tão calma e indiferente sobre isso. Pronta para enfrentar o que vier pela frente e não me importar com as consequencias, desde que eu tenha o que é mais importante.

- Mas o que é importante para você exige que você se preocupe com o que acontece. Isso afetaria sua carreira e sua carreira é tudo para você. Você precisa protegê-la. Isso é algo que eu entendo perfeitamente.

A diva inclinou a cabeça para o lado e a descansou no ombro de Quinn, a loira inclinou a própria cabeça a descansando sobre a de Rachel.

- Não é tudo para mim. Não mais.

- Awwww… isso é tão doce.

- Não estrague o momento. — Rachel advertiu com um leve tapa na coxa de Quinn antes que ela pegou a mão da loira na dela e entrelaçou seus dedos.

- Então… se os seus pais vão matar você, e você realmente não fez nada de errado… o que vão fazer comigo? — Rachel tentou segurar o riso, mas ele rapidamente evoluiu para uma gargalhada onde a diva teve que pousar a mão livre sobre os músculos que começaram a doer. — Só para você saber, você está me deixando nervosa.

- Uh… — O riso de Rachel desapareceu lentamente enquanto ela lutava para recuperar o fôlego. — Eu não estou inteiramente certa sobre qual vai ser a reação deles em ter que nos tirar da cadeia na nossa primeira noite aqui, mas eu acredito que eles provavelmente gostam mais de você do que do Chris.

O leve sorriso que Quinn havia exibido durante o ataque de risos de Rachel se desmanchou.

- Provavelmente?

Rachel assentiu com a cabeça.

- Se você fosse eu e amanhã não fosse Ação de Graças, eles iriam te deixar aqui por pelo menos 24 horas, apenas para que a realidade da situação batesse em você. Mas eles não vão fazer isso agora. Ou se fizeram, uma vez que eles me salvem eles também vão te salvar.

Quinn colocou o braço em torno do ombro de Rachel, suas mãos ainda unidas, e puxou-a para beijar-lhe a cabeça.

- Obrigada. E eu sinto muito por ter te colocado nessa confusão, para começar.

- Se você realmente sente muito então faça algo pra mim… — Quinn arqueou uma sobrancelha diante da fala de Rachel. — Beije-me. Eu não ganhei o meu beijo de verdade no parque, então você pode começar com isso.

O canto da boca da loira se revirou em um sorriso enquanto ela puxava a diva para mais perto, um beijo suave que foi se aprofundando lentamente. Ela abaixou as mãos até os joelhos de Rachel e virou a morena para encará-la por um ângulo melhor, Rachel colocou as mãos sobre a clavícula de Quinn e a empurrou um pouco para trás.

- É melhor você não estar tentando ter relações comigo enquanto estamos sentadas em uma cela de prisão.

A loira mordeu o lábio inferior e sorriu antes de tomar a boca de Rachel, beijando-a com a mesma profundade e ternura como antes.

- Porque… — Rachel continuou empurrando a loira de novo. — Se você estiver, eu teria certamente que te lembrar sobre o ambiente insalubre onde estamos atualmente, não podemos precisar quantos frequentadores bêbados ou até… hmmm.

O típico discurso de Rachel foi cortado de por um beijo mais forte que parecia sugar o ar de seus pulmões e ela cedeu aos doces lábios da loira. Rachel deslizou as mãos para cima da clavícula de Quinn deslizando os dedos sobre seu pescoço e em seu cabelo. Quinn apoiou uma mão no banco entre a diva e a parede e inclinou-se ainda mais no beijo enquanto sua mão livre acariciava o lado da diva, engolindo seus gemidos enquanto suas línguas dançavam.

- Bem, eu estou contente de ver que o seu pequeno problema com a lei fez como que vocês fizessem as pazes.

Ambas as meninas pularam colocando uma certa distancia entre elas e timidamente se viraram para a parede de barras. Kevin abriu um largo sorriso, aparentemente, ainda sobre a influencia do alcool, enquanto Elijah parecia muito menos impressionado. Rachel deu a seu pai descontente um sorriso fraco enquanto Quinn se afundou na vergonha de ter sido pega fazendo o que estava fazendo e onde estavam fazendo. Os dois balançaram a cabeça e se viraram para sair, para que pudessem assinar a papelada. Ainda de pé, incrédulo,Puck, a boca aberta e os olhos arregalados. Quinn deu-lhe um sorriso diabólico antes que ela se inclinou para trás e beijou Rachel na bochecha.

Sua boca finalmente se fechou e seus lábios se curvaram em um sorriso de satisfação quando ele abriu a cela e permitiu que as duas mulher saíssem.

- Então… você está saindo com alguém? — Ele perguntou com uma sobrancelha arqueada observando Quinn levar Rachel para fora da cela pela mão.

- Yep… e eu não compartilho. — Puck inclinou a cabeça para o lado e murmurou “porra” expressando sua decepção.

- E Noah… — Rachel puxou a loira para pararem na frente de seu velho amigo. — Isso é o que queremos evitar que a impressa descubra. Então, se você pudesse…

Ele deu um sorriso genuíno e acenou com a cabeça. Ele sempre foi um cara bom lá no fundo.

- Mas eu quero ver outro beijo. – As duas mulheres olharam para ele, mas ele era inabalável. – Beijem-se ou eu vou vender a história. E você sabe que eles pagariam bem por todas as informações que eu possa fornecer. Noites de embriaguez. O bebê. Quem perdeu a sua virgindade com quem. Quem eu leve pra cama enquanto seu pais não estavam em casa. Quem tomou drogas para melhorar o desempenho no Glee Club… — Rachel engasgou com a memória. — Eles iriam pagar um bom dinheiro por toda essa merda. Tudo o que estou pedindo é outro beijo.

- Oh, pelo amor de… vem aqui.

Rachel bufou e puxou Quinn para outro beijo, não cheio de paixão como en suas outras carícias expontaneas, mas o suficiente para fazer o homem infantil feliz.

Ele sorriu satisfeito enquanto seguia o casal para fora na parte principal da delegacia.

- Eu também exijo que eu esteja presente na próxima vez que vocês duas tiverem.

- Não! — Eles gritaram em uníssono.

- Eu só vou assistir… sem tocar… pelo menos sem tocar vocês.

- Não!

- E que tal com uma webcam ou algo assim?

- Não!

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- Então, por quanto tempo eu vou receber aquele olhar do Elijah? — Quinn perguntou quando desistiu de tentar secar os cabelos e caiu na cama de Rachel.

Ela pediu desculpas várias vezes na delegacia e na volta para casa. Ela também insistiu em pagar os custos das fianças. Ela não podia fazer muito mais do que isso.

- Ele vai superar isso, eventualmente. — Rachel disse se inclinando sobre a cama e beijando a loira levemente. – Vou tomar um banho, agora que você saiu. Ainda sinto o fedor daquela cela em mim, me sinto nojenta.

- Você sabe que você poderia ter se juntado a mim durante o meu banho.

Rachel revirou os olhos quando ela entrou no banheiro.

- Eu acho que você já empurrou a sua sorte o suficiente hoje. Deixar os meus pais nos ouvir fazendo sexo só iria te deixar ainda mais na geladeira com eles.

Quinn sorriu com a idéia, mas ela desapareceu assim que Rachel fechou e trancou a porta do banheiro. Ela realmente estava empurrando sua sorte. Ela se lembrou que os pais de Rachel não a conhecia, como Rachel fazia… ou… tanto quanto Rachel fez. Eles conheciam as histórias de horror do colégio, a "conversão" repentina de sua filha para o estilo de vida homossexual, e agora uma prisão, que resultou na apreensão de um de seus carros, uma fiança de US $ 1.500, e sua licença suspensa por 90 dias. Quando soube da ultima informação, ela se sentiu imensamente grata por viver em Nova York e ter táxis em todo o lugar. Os ultimos acontecimentos não estavam melhorando a visão de seus sogros sobre ela.

Ela não sabia se ela estava se perdendo em seus pensamentos ou se ainda era o alcool fluindo através de suas veias, embaralhando seus pensamentos, mas ela não conseguia pensar em uma maneira de corrigir a situação que não fosse apenas manter-se quieta. Ela tinha Rachel, não queria estragar tudo. Se os pais da diva reprovassem, Quinn temia que Rachel teria que reconsiderar a ideia de levar esses relacionamento adiante. Ela estava bastante certa de que Kevin gostava dela. Eles tinham muita afinidade. Eram observadores que sabiam ler as pessoas e descobri se eles gostavam delas antes que elas sequer abrissem a boca. Ela o entendia, e ele parecia entendê-la. Elijah por outro lado a deixava nervosa.

Ela deitou-se na cama e olhou para o teto, muito preocupada com seus pensamentos até mesmo para adormecer.

- Você ainda está acorada?

Quinn levantou a cabeça e, em seguida, sentou-se enquanto Rachel saia do banheiro com calças de moletom largas e uma blusa branca justa, obviamente sem sutiã. A loira acenou com a cabeça, incapaz de encontrar as palavras.

-Bom… então… — Rachel estava no pé da cama, inclinando seu peso ligeiramente para frente, apoiando-se nos joelhos de Quinn.

De repente, Quinn colocou os braços ao redor da cintura da diva e a puxou para se sentar na cama

- Então… devemos conversar sobre o que aconteceu hoje. Como… você estar apaixonada por mim agora?

Rachel sorriu corando de leve, havia se esquecido sobre essa confissão.

- Eu sei que é um grande passo, e não devemos falar sobre isso assim, mas tudo o que eu disse é verdade.Você me surpreende Quinn Fabray. E não ouse rolar os olhos para mim. É a verdade.

- Eu pensei que você achasse a minha nova modéstia algo adoravel? — A loira brincou quando ela se virou para Rachel a derrotando contra o colchão pairando sobre ela.

- E eu acho. — A diva confessou entre os beijos fracos que Quinn ia carinhosamente salpicando em seus lábios, cada um ia se tornando mais forte. — Mas também me sinto arrasada saber que você não enxerga tudo o que eu vejo em você.

Quinn permaneceu no último beijo, segurando o lábio inferior da diva equanto se perdia no sabor doce que ela exalava antes de solta-lo. Ela olhou para Rachel, os olhos devoravam o rosto da diva.

- O que você pensa quando você faz isso? Quando você olha para mim desse jeito? — Rachel perguntou timidamente enquanto ela traçava uma linha pela coluna do pescoço de Quinn com o dedo indicador.

- É brega. — A loira avisou, mas Rachel só encolheu os ombros.

- Diga-me de qualquer maneira.

- Eu… — Ela lutou para encontrar as palavras certas. — Eu estou olhando para você. Tipo, realmente olhando para você. Memorizando cada centímetro do seu rosto assim… — Ela parou de falar e não queria nada mais do que esquecer aquela conversa completamente. Era incrívelmente brega.

- Você está corando? — Quinn revirou os olhos e tentou rolar para a cama, mas a morena a seguiu e elas acabaram em sua posição original, com Rachel em cima de Quinn, o seu peso leve sendo sustentado pela loira. – Me diz.

- É apenas um monte de coisas. — Quinn corou mais profundamente.

- Como?

- Como… até sexta-feira eu nunca tinha tido a chance de realmente olhar para você. Olhar tão profundamente em seus olhos. Uma coisa que me matou lentamente ao longo dos anos era que eu tinha começado a esquecer os detalhes de como você era. Quero memorizá-los agora, então eu só posso fechar meus olhos e ver você como se estivesse na minha frente… é brega… mas é isso.

Rachel sorriu timidamente, enquanto a loira se esforçava para esconder o rubor que queimava em seu rosto.

- Se eu soubesse disso, eu teria colocado alguma maquiagem. Eu não quero que você se lembre de mim assim.

- Engraçadinha. Como eu disse antes, você é mais bonita quando você não tenta.

Rachel revirou os olhos e tentou rolar para o colchão, mas a loira a seguiu assim como a diva tinha feito, alternando as suas posições.

- Você esta sempre cercada de belas mulheres qe você, obviamente, se sentiu atraída no passado. Eu não me comparo a elas.

- Baby, você nãp precisa se ​​comparar a elas.

Mas ela queria ser equiparada as mulheres cujo o trabalho era simplesmente ser deslumbrantes. Ela sempre iria querer ser como elas, mesmo que Quinn não tivesse confessado seu passado promíscuo com as modelos. Rachel virou a cabeça para o lado, longe dos olhos preocupados de Quinn.

- Por que eu?

A loira parou tentando absorver a pergunta. Ela estava falando sério?

- Por que não você? eu amo tudo sobre você. Você é apaixonada, talentosa, ambiciosa, carinhosa, compreensiva, genuína… se estamos falando de aparência, eu tenho uma lista de motivos também. Vamos começar de baixo e vir subindo ok? Você tem as pernas mais incríveis que eu já vi e eu sonho constantemente em toca-las. Uma bunda que eu poderia apertar o dia todo. Seu corpo está em perfeita forma. Seus peitos são surpreendentes. — Rachel bateu a mão da loira para longe enquanto ela acariciava seu seio e apontou o dedo indicador para o rosto da loira a repreendendo.

Quinn sorriu e continuou a sua lista, abaixando a boca para o pescoço de Rachel.

- Você tem um pescoço cheiroso que apenas pede para ser beijada. — Então, ela beijou lentamente. — Seu sorriso perfeito ilumina qualquer quarto. Seus lábios me enchem de tesão. — Rachel corou antes de Quinn tomar os lábios que havia acabado de elogiar para si. — Seus olhos me derretem. Seus cabelos são lindos. E sua pele é tão macia. Então… por que não você? — Quinn pairou sobre a diva e esperou que ela parasse de corar para que ela pudesse responder. Depois de alguns segundos de silêncio, Quinn acariciou o pescoço da morena. — Huh? Por que não você, baby?

- Bem… — A diva finalmente começou em um tom arrogante e brincalhão. — Alguém certamente sabe como fazer uma mulher abaixar as calças.

Quinn ergueu os quadris de Rachel e olhou para baixo entre seus corpos.

- Você não tirou a calça.

- Elas irão sair na primeira chance que tivermos. Nós apenas temos que pegar meus pais sairem de casa antes.

- Não pense que eu não vou cobrar isso de você. — Quinn brincou pressionando outro beijo nos lábios que ela havia suplicado para saborear por muito tempo.

- Por favor, cobre.

Notas finais
Até