Beautiful When You Don't Try
14 Capítulo 14
Notas iniciais
A última vez que Rachel acordou ao lado de Quinn, ela tinha velado seu sono com cautela, temendo que a loira acordasse assustada com tanto zelo. Mas agora ela estava tão relaxada que deixou os olhos vagarem lentamente sobre as formas da loira. Ela era como um anjo enquanto dormia, Rachel já havia decidido. Ainda mais agora, que ela estava deitada de barriga para baixo com uma das mãos apoiadas no colchão póximo ao seu rosto e os cabelos loiros fluindo sobre o travesseiro que ela abraçava com o outro braço, ela estava tão calma e pacífica. Rachel só ouvia a respiração lenta e calma tão concentrada que sua própria respiração havia se sincronizado com a da amante.
Ela sentiu um leve incomodo em seu coração, quando pensou nos seus tempos de escola e o que a sua versão juveni teria pensado se elas estivessem estado juntas naquela época. Ela teria sido capaz de ver além da líder de torcida mal-intencionada que era alvo de desejo de todos e ter enxergado a educada e gentil mulher, vulnerável e sensível que ela vê agora? Ela não teria sido capaz. Rachel sempre soube que Quinn utilizava-se do ataque para evitar que suas feridas abrissem mais, mas ela não teria sido capaz de ver além dos muros que a loira havia erguido do loiro, e vergonhosamente, ela não teria sequer tentado.
Sete anos foi um longo tempo para terem amadurecido, ela estava consciênte disso depois da ultima semana, fora um tempo muito longo, mas fora um tempo necessário para ambas. Quinn teve que aprender a cair, pelo menos derrubar algumas de suas paredes, enquanto Rachel aprendeu que precisava olhar mais atentamente para as pessoas, procurar um pouco mais além das respostas que ela queria. Ela aprendeu que algumas pessoas são exatamente o que elas aparentam ser, mas algumas são mais complexas para se entender. Quinn era uma dessas pessoas.
O encontro com Santana deixou em Rachel a sensação de que ela havia apressado as coisas, e empurrado Quinn em algo que ela não estava preparada. A loira ainda tinha um monte de demônios para enfrentar em Lima que Rachel não havia se dado conta, mas a loira nunca hesitou em concordar em voltar com a diva. Agora Rachel estava confusa com forma que deveria aborar para lidar com a sua situação. Estas eram todas as questões com as quais Quinn teria que se confrontar uma vez que elas saissem ao público e tivessem um monte de repórteres curiosos atrás da sujeira, mas o melhor era que Quinn enfrentasse tudo isso agora ou seria adiar o anuncio do namordo delas? Estas férias realmente estava forçando-as a aprender uma sobre a outra e desenvolver a base de seu relacionamento. Não teve aquela introdução para falar das suas cores e comidas favoritas, o que lhe deixa nervoso ou as histórias da infância e adolescência. Isso elas já conheciam. Elas estavam caindo de cabeça nas grandes questões. E isso era horrivel.
Rachel ficou de lado enquanto observava a loira, deslizou a mão direita pelos lençóis frios até Quinn, hesitou antes de traçar o contorno da mão da loira com um dedo. Seus grandes olhos castanhos analizaram o rosto de Quinn tentando captar qualquer sinal de perturbação antes de continuar. Ela moveu seu dedo médio pelas juntas da mão de Quinn, apenas acariciando a pele, para depois passear pelas costas de sua mão. Rachel estava acostumada a pensar que intimidade era apenas sexo, mas estar com Quinn lhe fez perceber que algo tão simples como um toque poderia ser cem vezes mais intimo do que o próprio sexo. Seus sentidos não estavam alvoroçados e selvagens como quando no calor da paixão, mas estavam canalizados e focados naquele singelo toque, naquela sensação que lhe envolvia. Agora ela entendia a necessidade que Quinn tinha em tocar. Era como se ela tivesse se perdido a muito tempo atrás, e ao tocar a outra percebia que havia se encontrado naquele instante. Ela sentia tudo e ao mesmo tempo não era capaz de ter o suficiente.
Ela tirou a mão e se sustentou em seu cotovelo, movendo-se levemente para encostar seus lábios nos macios e rosados de Quinn, mas nunca a beijando. Ela com leveza se abaixou para escovar seus lábios contra o pulso da loira antes de se arrastar em seu ritmo lânguido pelo antebraço colocando um beijo na curva de seu braço antes de avançar. Quanto mais perto do ombro de Quinn ela chegava, mais frequentes e apaixonados os beijos se transformavam causando alguns movimentos na loira. Rachel, em seguida, moveu a mão livre para o outro lado do corpo de Quinn se preparando para virar a loira.
- Bom dia. — Quinn cumprimentou com um sorriso tímido e quente enquanto se espreguiçava um pouco.
Rachel a estudou da mesma forma como ela fez desde que acordou, memorizando seus traços antes de se inclinar e lhe dar um beijo suave nos lábios.
- Bom dia. — Ela beijou a loira de novo, deixando com que as carícias de seu lábios se aprofundassem até Quinn estender a mão e acariciar o rosto da diva, aprofundando ela mesmo o beijo.
Rachel moveu seu corpo se deitando pela metade sobre a loira, forçando com que ela virasse completamente ficando de costas na cama. Ela não acelerou de mais não querendo se levar pela paixão, ela queria a doçura que encontrou na boca de sua namorada, então elas levaram o seu tempo. Seus sentidos divididos entre os lábios macios e doces e a mão que a loira tinha escorregado de seu rosto para a lateral de seu corpo, levemente deslocando o tecido fino de sua blusa.
Rachel passou a língua sobre o lábio inferior de Quinn lentamente e foi concedido o acesso dentro de sua boca enquanto a loira dobrou os joelhos para os lados do corpo Rachel. A mão direita foi explorando acompanhada por outra, cada uma coms dedos fantasmas explorando o tecido branco que cobria o tronco da diva. Quinn passou as mãos espalmadas sobre a pele exposta do abdomen trabalhando da diva engolindo o gemido que a morena soltou em sua boca.
- Seus pais? — Quinn perguntou com a voz ofegante de desejo enquanto Rachel mudava os seus beijos para baixo da linha da mandíbula.
- Eles sempre saem pra caminhar nos dias de folga.
- Graças a Deus. — A loira suspirou levemente quando Rachel finalmente fez seu caminho até o pescoço em um ritmo dolorosamente lento.
Ela esperava para acelerar as coisas quando correu as palmas das mãos para cima sob o restantes da camisa da diva e embalou os seios com as mãos quentes. Rachel reagiu com um grito abafado, o hálito quente em seu pescoço provocou arrepios na espinha de Quinn, mas a diva manteve seu ritmo. Quinn tentou motivá-la novamente, apertando a carne macia, com mais força, apertando levemente os mamilos endurecendo entre os dedos. Rachel só grunhiu.
- Por favor. Preciso de você. — Quinn pediu.
A diva deixou sua respiração quente e ofegante bater na clavícula da loira antes de beija-la levemente.
- Tempo. Quero tempo.
As sobrancelhas de Quinn se franziram e seus quadris se empurraram para cima diante da negação, Rachel ignorou, passando os beijos e lambidas suavez em toda a parte superior do tórax, em seguida, a coluna de seu pescoço para provocar o outro lado da mesma forma. Ela queria sentir cada centímetro de Quinn. Quando ela chegou a orelha da loira e brincou com a língua, cedendo um pouco e mudou a mão sob a camisa de Quinn para dar-lhe um pouco do contato que ela estava querendo. Os músculos do estômago se tencionaram e seu peito arfava com o toque. Ela estava desesperada por isso.
Rachel moveu-se rapidamente para baixo na cama, levantando a camisa de Quinn apenas o suficiente para expor seu abdomen e começar a bombardea-lo com beijos lentos, se afastou quando terminou retirando a camisa da loira. Sua boca parou na parte inferior dos seios de Quinn, provocando a pele sensível com seus toques suavez antes que ela tomou o mamilo em sua boca. A loira arqueou pelo toque, desesperada por mais, sua namorada rodou sua língua molhada em círculos preguiçosos. Ela resmungou em sua frustração, mas choramingou a cada mordiscada ocasional.
- Rachel… — Sua voz era um maltrapilho assim como sua respiração. A morena olhou para cima sem remover a boca ocupada e viu os olhos verdes suplicantes travados nos dela com urgência. Ela se levantou e com força capturou a boca da loira novamente, com as mãos ocupada em empurar o tecido pesado do moletom de Quinn para baixo suas coxas. – Sim…
A diva se apressou, distribuiu beijos molhados e quentes no pescoço da loira ofegante e entre o vale dos seios, diminuindo a frequencia e os demorando cada vez mais, continuou a tirar a roupa de dormir completamente. Como seus beijos chegou abaixo do umbigo, Rachel passou as mãos até as pernas da ex-líder de torcida e as levantou sobre os ombros. Ela massageou os músculos exteriores de suas coxas enquanto ela mergulhava para rapidamente encontrar o clitóris inchado da loira, lentamente pincelou sua lingura contra ele obrigando Quinn a segurar seus cabelos. Ela sacudiu a língua sobre o feixe de nervos e sorriu enquanto a loira contrariou os quadris para fora da cama a cada conexão rápida e firme. Ela não iria durar muito.
A diva enganchou seus braços ao redor das coxas de Quinn e se puxou para mais perto enquanto chupava seu clitóris para dentro e para fora entre seus lábios macios e sentiu os músculos das pernas da loira começarem a tremer. Ela olhou para cima para ver Quinn morder o lábio inferior e jogar a cabeça para trás, arqueando as costas para fora da cama, mas não cedeu. Ela chupou furiosamente até que a loira gritou seu nome em êxtase e convulsionou incontrolavelmente contra o colchão, os movimentos foram cessando enquanto Rachel aplicava contínuos pelos leve pelo corpo da loira até a boca rosada.
- Você está ficando boa nisso. — Quinn comentou através de um sorriso radiante e olhos semicerrados enquanto Rachel beijava seu pescoço novamente.
A diva riu em seu ouvido soltando a respiração quente.
- Do que você está falando? É natural. — Quinn assentiu com a cabeça e lambeu os lábios no mesmo momento em que Rachel decidia deixar a sua marca no pescoço dela. — Agora, vamos tomar um banho antes de meus pais cheguem em casa.
~ / ~ / ~ / ~ / ~ / ~
As meninas tinham tomado banho, se vestido e se aventurado escadas abaixo, estavam no processo de produzir o café da manhã quando os dois homens entraram pela porta da frente. Kevin foi o primeiro a entrar na cozinha, cumprimentando Quinn com um sorriso caloroso e Rachel com um beijo na testa.Elijah permaneceu na porta da cozinha com o jornal local, em suas mãos, que ele cerimoniosamente jogou sobre a mesa quando Quinn sentou-se com sua xícara de café.
- Parabéns. Você está no jornal. — Quinn olhou para ele interrogativamente antes de pegar o jornal. — Na seção de “Relatórios da Polícia”. — Ele salientou apontando para a parte inferior da página. — É a parte do jornal onde o departamento de polícia relata todas as chamadas que eles investigam e prisões que eles fazem. Você é a primeira da lista.
E ela era.
Dizia: Detenções feitas na quarta-feira, 21 novembro, antes das 22h. Quinn Fabray de Nova York, detida e retida por dirigir sob a influência de alcool, e a incapacidade de fornecer uma carteira de motorista válida além da posse de veículo sem o registro adequado.
- Uma grande maneira de anunciar sua chegada, você não acha? — Elijah comentou antes de se virar para cumprimentar sua filha, cujo coração foi para a loira no momento.
Esta não era a maneira que ela precisava que as pessoas soubessem que ela estava de volta na cidade, muito menos receber esse tratamento de seu pai. Com certeza, se essa não tivesse sido a primeira vez que Quinn encontrava os pais de Rachel provavelmente Elijah teria feito exatamente a mesma coisa que ele havia acabado de fazer. Embora teria sido com humor e não condenação.
Quinn soltou um longo suspiro antes de pousar o jornal de volta a mesa. Pelo menos não mencionava Rachel. Isso foi um grande alivio. Agora, ela só esperava que ninguém iria realmente ler o jornal de hoje afinal era Ação de Graças. Ela estava um pouco surpresa que havia sido impresso, sendo um feriado.
- Eu não posso expressar o quanto estou triste por isso. Nunca fui presa antes. Eu não sou normalmente o tipo de pessoa que estraga tudo… — Além de ter ficado grávida aos dezesseis anos. — Eu não faço uma grande estupidez a quase uma década.
Kevin estendeu a mão e apertou a mão que ela mantinha sobre a mesa enquanto ela passava a outra mão pelo próprio rosto. Ele olhou para seu marido, que estava de costas para o casal e, em seguida, olhou para a loira.
- Não deixe que ele te culpe. Quando começamos a namorar e até mesmo depois que nos casamos, eu tive que tirá-lo da prisão diversas vezes, mas vamos guardar essas histórias para outro momento.
Ela agradeceu com um sorriso de gratidão. Ela definitivamente pode gostar de ter Kevin por perto. Rachel beijou a bochecha dela com o mesmo incentivo com o qual se sentou e pegou o jornal.
- Então… você também estragou tudo quando conheceu os pais de Adrianne?
Quinn riu.
- Eu definitivamente sei me envergonhar se é o que você pergunta. Eu não sou muito boa sobre pressão aparentemente, mas isso aqui… — Ela deu um tapinha no jornal. — …leva o prêmio. Quando conheci os pais de Adrianne eu apenas arruinei uma toalha de renda que estava na família a pelo menos três gerações.
Rachel deixou a boca se entreabrir diante do choque enquanto Kevin cobria o próprio rosto diante da vergonha da loira.
- Oh, meu Deus… a mãe dela deve ter te odiado não? – O homem alto perguntou olhando por entre os dedos, apenas para ver Quinn negar com a cabeça.
- Na verdade não. De alguma forma, e eu não tenho ideia de como, ela se encantou comigo. Marie me adorava pelo simples fato de que eu era desajeitada e nervosa. Uma mulher incrivel. O pai dela é foi outra história, mas foi principalmente porque eu era uma mulher e estava namorando a sua filha.
Kevin roubou um pedaço de pão da filha do outro lado da mesa e sentou-se, ouvindo com interesse.
- Ele não sabia que ela era gay?
Ela assentiu com a cabeça enquanto engolia um gole de café.
- Ele sabia. Ele sabia desde que ela tinha dezenove anos, então ele já sabia a cerca de seis anos. Acho que ele ainda pensava que um dia ela apenas iria virar hetero. Ela não tinha levado ninguém para apresentar a eles por mais de um ano, então eu suponho que ele imaginou que o seu desejo havia se realizado. Foi o momento em que eu apareci na porta da casa dele.
- Ele foi difícil?
- Ele tentou. Ele falou tudo o que achou que deveria falar, sobre toda a questão da falta de profisionalismo de namorar o seu chefe, e que eu poderia estar me aproveitando da sua menina. – Rachel e Kevin inclinaram a cabeça ao mesmo tempo demonstrando compreenção. – Mas não era exatamente assim. Eramos amigas e ela me ajudou bastante a me encontrar no mundo da fotografia. Não trabalhavamos juntas até que eu passei a ganhar mais notoriedade no ramo, foi quando eu a contratei oficialmente para ser minha assistente. Foi bastante dificil vê-la ser subordinada a mim sendo que ela é três anos mais velha. Mas eu acho que isso foi apenas um pequeno vislumbre da minha insegurança da época da escola, idade nem sempre tem que signifcar superioridade.
- Pelo menos ele não foi tão desagradavel com você. Quando Elijah e eu conhecemos as famílias um do outro a situação ficou feia.
Quinn cerrou os dentes se lembrando.
- O caminho que a situação deveria seguir era exatamente para ficar feio, mas Adrianne não é o tipo de mulher que se deixa afrontar ou deixa alguém que ela gosta seja afrontado na frente dela. Teve uma pequena gritaria na sala enquanto eu e Marie ficamos na cozinha. Eu ouvi tudo na verdade. Ele começou gritando com ela do porque ela insistia em ser daquele jeito, em ser anormal e ficar em um “canto do mundo” que não tras felicidade a ninguém. E ela gritou de volta falando sobre a ACLU e os seus artigos e estatísticas. Eles gritaram um para o outro por uma boa meia hora.
Elijah bufou uma risada, ainda de costas para o trio.
- Então, de acordo com o que você disse ontem e agora, esta mulher, Adrianne, é forte em suas convicções, auto-confiante em suas crenças, ligeiramente abrasiva, pois para ela, protege aqueles com os quais ela se preocupa e apoia a ACLU… — Ele virou-se para Quinn. — Sua ex-namorada com certeza parece muito com Rachel.
A sala ficou em silêncio enquanto Rachel e Kevin processavam a comparação, enquanto Quinn encontrova o olhar de Elijah, ele estava confiante. Ela sabia qual seria o rumo da conversa agora.
- Em muitos aspectos, sim. Ela é muito parecida com Rachel. No entanto, isso não significa o que você quer dizer.
- Não? — Ele pediu um pouco presunçoso.
Ela balançou a cabeça.
- Não, Rachel não é uma tapa buraco. Ela não me faz lembrar de Adrianne. Eu disse ontem que eu tinha sentimentos por Rachel há muitos anos. Foi Adrianne que me fez lembrar de Rachel. Ela sabia que não tinha toda o meu afeto, mas não posso negar que o fato delas serem muito parecidas não tenha sido o que me chamou a atenção. As duas são muito diferentes. Adrianne me lembrou de Rachel, mas ela não era Rachel.
Ele lentamente se aproximou e tomou o último lugar na mesa, com os olhos colados nos dela. Ela viu o que ele estava pensando. Ele não gostava dela. Ele não confiava nela. Tudo o que ele viu quando ele olhou para ela era a líder de torcida loira que queria atenção e usou sua filha para obter isso. Ele viu a filha de Russell Fabray. Ela tinha explodido e a primeira impressão havia retornado para lhe assombrar.
- Sr. Berry… — Isso chamou a atenção dele. Ela não podia usar seu primeiro nome sem que houvese alguma igualdade entre eles, e obviamente, isso não existia. — Eu entendo a sua hesitação em nos dar a sua aprovação. Também entendo porque o senhor acha que é difícil confiar em mim e confiar nas minhas intenções. Ainda tenho muito o que mostrar e provar para que o senhor pense em mim de uma maneira diferente. No entanto, eu gostaria muito de ter a chance de mostrar, ou para dizer se o senhor preferir, o quão forte é o que eu sinto pela sua filha. Não farei nada além de responder as perguntas que o senhor quiser me fazer, e irei dizer a mais profunda verdade. Eu preciso que o senhor confie em mim para amar e proteger a sua filha com todo o meu coração.
Naquele momento, ela não tinha certeza do que causou isso, mas ele podia perguntar qualquer coisa, não importa quão pessoal ou sensível fosse o tema, e ela iria responder com sinceridade e sem hesitação. Seus muros pareciam ter desaparecido sob o olhar da desaprovação. Ela faria qualquer coisa para que isso funciona-se. Ela e Rachel iriam precisar do apoio e da aceitação de Kevin e Elijah durante a dura saída delas para o público. Rachel precisava disso.
Ela colocou sua caneca de café na mesa e reclinou-se contra a cadeira, mantendo o seu olhar confiante.
- Pergunte-me qualquer coisa.
Fale com o autor