Astoria terminou de beber o líquido de gosto questionável. Aquela era uma serendipidade de Caecilius: a poção feita com múltiplas coisas nojentas e que amenizava os sintomas mais brutos da maldição. Basicamente, era o que fazia com que ela não gritasse desesperadamente de dor. Funcionava bem, embora ainda estivesse em fase de teste e ela fosse a única cobaia.

— Você não precisava ter voltado tão rápido. – ela reprovou e Draco fez um esforço para não girar os olhos.

— Certo. – sibilou.

Astoria tornou a deitar.

— Pare de agir como se eu estivesse morrendo.

— Eu o faria se, de fato, você não estivesse!

Notas finais
palavra do dia: serendipidade (que, de acordo com o google, se refere às descobertas afortunadas feitas ao acaso)