Notas iniciais
Esse é o desafio que eu mais gosto do nyah (e o unico que a preguiça/tempo me permitem participar) e cá estou eu, novamente com Draco e Astoria, porque eu não me aguento. Espero que a leitura seja divertida (ou algo perto disso). Quando eu comecei a escrever (há cinco minutos) eu decidi considerar algumas informações contidas em Cursed Child (na verdade, é uma informação só: a maldição que a Astoria carrega como doença irremediável). No entanto, não é preciso ler e/ou gostar do roteiro da peça para ler e/ou gostar desse draminha aqui. Acho que é isso :) Tudo será explicado ao longo da história, eu espero, mas se tiver alguma coisa importante a ser acrescentada, deixo nas próximas notas. Abraço!

Draco atravessou o corredor a passos firmes. Caecilius estava parado em frente à porta de madeira como se fosse um segurança, quando na verdade era o medibruxo da família. Ele tinha um aspecto franzino e olhos azuis muito claros e dóceis que contrastavam com suas sobrancelhas permanentemente franzidas, quase vis. Às vezes, Draco sentia que gostava mais dele do que dos próprios pais.

— Ai está você, Sr. Malfoy. – e tentou uma espécie de sorriso.

— Como ela está? – Draco inquiriu, dispensando formalidade. A pontada de desespero em sua voz fez com que o doutor abrisse a porta ao invés de responder.

Notas finais
Palavra do dia: vis Desejo do dia: um excelente Outubro pra vocês ♥