Notas iniciais
HEY GUYS! Animados pra segunda temporada da fic? Sim? Não? Talvez? Nunca? hahaha LEIAM AS NOTAS FINAIS, OK?

Ele ignorou completamente os sons de objetos sendo derrubados que vinham do andar de cima e caminhou em direção a garota que aguardava parada a poucos metros da porta de entrada. Ele não só a reconheceu como também sentiu-se incrédulo por ela ainda estar viva.

– Davina! – exclamou, sentindo-se aliviado por Klaus não tê-la matado também. Mas, o seu sorriso bondoso não foi retribuído pela jovem e poderosa bruxa. Em vez disto, ela falou num tom cruelmente moldado:

– Olá, Elijah. Parece surpreso em me ver.

Ele caminhou alguns passos na direção da bruxa, testando qual seria a primeira reação daquela criança.

– E estou. Confesso que imaginava você...

– Morta? Igual Marcel? – o tom dela não era nada acolhedor. Parecia furiosa e o cheiro do ódio praticamente emanava de seu corpo, junto com sua aura carregada de poder.

Ele lembrou-se de sua última disputa com Marcel. Ele tornou-se um problema irreversível em Nova Orleans, então Elijah fez o tinha de ser feito e o que havia prometido quando o exilou. Matou aquele vampiro como havia feito com vários outros, mas Davina nunca seria capaz de perdoá-lo por aquilo. Mais um passo e sentiu a magia dela em torno de si.

O braço esquerdo da bruxa estava esticado e sua mão espalmada na direção de Elijah. Quando ela fechou a mão em punho, sentiu sua tíbia partir-se em dois e caiu sobre os joelhos no chão, urrando com a dor lacerante que sentia nas pernas.

– Elijah! – gritou Elena da porta de mansão Salvatore.

Davina aproximava-se rapidamente do vampiro.

– Davina, você não precisa fazer isso – ele falou num tom brando, tentando negociar. Ficou novamente em pé, sentindo sua perna curar-se instantaneamente. Questionava-se a quem a lealdade de Davina pertencia.

Novamente, seus ossos foram cruelmente quebrados e desta vez, Elena desobedeceu o que ele havia dito para ela fazer e tentou atacar Davina. Visivelmente alterada.

– Elena, não! – ele gritou para ela, em meio as dores que sentia em sua perna, mas de nada adiantou.

A bruxa fez aquele ato parecer patético, ela lançou um olhar que bloqueou os passos de Elena imediatamente e então, ao mover a cabeça, arremessou o corpo da doppleganger na parede ao lado da porta de entrada. Fazendo um sinal negativo em seguida.

– Você se julga tão nobre e honrado, mas mata inocentes quando estes não lhe agradam ou vão contra seus preciosos planos. – ela falou, olhando para baixo. – Alimenta-se de sangue inocente todos os dias para que possa continuar vivo. Afogue-se nele.

Algo dentro do corpo de Elijah começou a borbulhar, não como se estivesse fervendo, mais como se seus pulmões estivessem se enchendo, espontaneamente de líquidos. Tão logo sua respiração tornou-se impossível e ele sentia o gosto do sangue subindo por sua garganta, até que finalmente o cuspiu. Era uma quantidade considerável, muito sangue o afogava, e ele o vomitava repetidas vezes, enquanto seu corpo ficava fraco.

– Elijah! Oh meu Deus! Damon! Alguém ajude! Ela vai mata-lo! – ele gritava a distância, presa na parede, pelo poder extremamente forte daquela garota, condenada a simplesmente observar Elijah vomitar sangue, desesperado pelo ar que já não era capaz de sorver. – Damon! Ajude!

Eram apenas súplicas vazias. Quando Damon finalmente apareceu, ele carregava a adaga em suas mãos e rapidamente alcançou a garota que Elijah havia chamado de Davina. Ele entregou o objeto a jovem bruxa, que utilizando-se novamente de seu poder, fez com que Elijah ficasse suspenso no ar.

Ele ainda cuspia uma quantidade generosa de sangue e enfraquecia a cada jato que saia por seus lábios. Ele arregalou os olhos, sequer podia gritar, então a bruxa o empalou friamente.

Elena chorava desesperadamente e nem percebeu quando as lágrimas grossas e pesadas começaram a escorrer por seu rosto.

– Damon, por que? – ela perguntava, chorosa, repetidas vezes.

O corpo de Elijah começou a enrijecer-se a se tornar cinza, com as veias aparentes por todo o seu rosto, onda há poucos momentos estivera corado. Damon observava completamente pasmo o nível de poder que aquela jovem mulher detinha. Soube naquele exato momento que havia se aliado com a pessoa errada e que ela era uma ameaça. Sentia-se feliz por ter empalado aquele original, mas por outro lado, soube que Elena jamais o perdoaria.

Olhou para Elena, buscando algum perdão, mas o olhar da moça estava incredulamente fixado no corpo desfalecido de Elijah.

Um estalido alto foi ouvido e, em seguida, o corpo de Davina foi o que caiu desfalecido. Por cima do corpo de Elijah. Caroline e Stefan estavam logo ali, tiveram uma chance de observar o show de horrores em silêncio, até aquele momento.

Elena sentiu seu corpo ser liberado do feitiço e correu para amparar o corpo enrijecido de Elijah, que jazia feito mármore no jardim da mansão. O queixo e a camisa branca do Original estavam empapados em sangue e, obviamente ele não se movia. O que a deixou ainda mais desesperada.

– Ele está morto? – perguntou a nenhuma pessoa em particular, esquecendo-se completamente da história que Stefan havia contado sobre a adaga mística. – Elijah?! Por favor, não...

– Elena... – Damon sussurrou e ela elevou os olhos na direção dele. Eles estavam avermelhados devido ao choro inconsolável.

– Se afaste de mim. E dele. Você arquitetou tudo isso! Fique longe de mim! – a voz dela estava embargada e carregada de rancor, ela tentou mover o corpo do Original, para apoiar a cabeça dele em suas coxas, mas fora em vão. Mesmo sendo forte como vampira, naquele estado enrijecido, estava pesado demais.

– Elena, ele não está morto. Está adormecido. Mas não tenho certeza se podemos retirar esta adaga. Já que nenhum vampiro pode empalar o outro, talvez também o contrário também seja impossível – Stefan esclareceu, ajoelhando-se ao lado de Elena. – Vamos leva-lo pra dentro e quando Bonnie chegar, nós tomamos alguma decisão, ok?

Notas finais
Pessoal, a primeira temporada acaba no capítulo 22, ok? (qualquer semelhança com a série é mera coincidência)