Beautiful Eyes
4 Capítulo 4: Era Você
Notas iniciais
LEIAM AS NOTAS INICIAIS E FINAIS
POV CLOVE
O Peeta me mandou uma mensagem explicando o sumiço deles, fiquei bastante preocupada.... aquele Nick é um filho duma... mas fui interrompida por Cato que me tirou dos meus pensamentos
– TERRA PARA ESTHER. TERRA PARA ESTHER. ALGUEM NA ESCUTA? – ele praticamente gritou e eu saí de meus pensametos
– Esther tu chama pra.... – comecei mas ele me cortou
– calma, sem palavrão. – me cortou já rindo –voce tava em outro planeta, foi preciso pedir ajudinha a Esther –disse rindo
– voce ta andando muito com a Kat,– disse divertida – esse negócio de Esther comessou com ela . mas mudando de assinto, pra onde agente ta indo?
– Surpresa. Agora põe o cinto... AGORA, MULHER. RAPIDO QUE TEM UMA BLITZ BEM ALÍ. RAPIDO MULHER, SE EU LEVAR MAIS UMA MULTA NESSE CAARO, EU VO TER QUE COMEÇAR A ANDAR DE BUSÃO– disse/GRITOU e eu desparei para botar o cinto segurando o riso. Porque eu estava assim? Querendo rir pra tudo?
O caminho para esse ‘lugar’ foi hiláriante, agente cantou WE CAN’T STOP da Miley que tocou na rádio, e depois Dark Horse da DIVOOOOOOSSSAAAA da Katy Perry. Pro meu azar, não tocou Talk Dirty do Jason Derulo, se não aquele carro ia virar a louca.
POV CATO
Eu tava nervoso, tentei cantar que nem a Clove tava cantando a viagem toda, e eu estava torcendo para ela não ver o meu desconforto. Eu ia levar ela para uma pracinha... uma, que digamos, é importate para ela.
Quando estavamos perto de estacionar, eu olhei para trás só para ter certeza de que meu violão estava no banco de tras. E sim, eu vou cantar uma musica... nela, está escrito tudo que eu sinto por ela... to nervoso.. e se eu esquecer a letra? E se eu esquecer os acordes? Ai Jesus. Me ajuda
Eu ja estava orando mentalmete para, no estacionar do carro, eu nao bater, nem capotar, nem desmaiar, nem morrer, nem pro Capeta em si aparecer na minha frente. Com uma Graça divina, eu consegui estacionar sem nem bate no carro de frente nem no de trás. Acho que eu tava suando frio quando a Clve viu o meu ‘estado de desespero’ e perguntou
–Cato? Voce ta bem? Olha, voce ta suando frio e eu te juro que to escutando seu coração bater acelerado daqui de onde eu estou sentada –disse
–S-s-sério? –gaguejei
– nao menino. É brincadeira –disse eu agradei a Deus por ela nao estar realmente falando sério.
–chegamos –falei.
Saí do carro, dei a volta por ele e abri a porta para ela sair
–pra que essa mordomia toda senhor Cato? –falou alegre e eu disse
–porque uma garota como voce, merece tudo isso, e muito mais –falei e ela corou.
–porque estamos aqui? –falou obcervando o parque ao seu redor
– tenho que contar uma coisa para voce... mas, me diz, oque voce quer primeiro, se divertir nos brinquedos do outro lado do parque ou que eu fale.... hum... digamos, oque eu tinha para te falar.. –falei todo enrolado.
–difícil escolha, deixa eu ver... brinquedos, ADORO. Mas, esse seu papo de “dizer oque tinha para falar” me deixou curiosa.. ou seja, dois, dois, um, vai á quarta...vcomessou a falar fazendo uma espécie de conta nos dedos que nem ela aguentou, e comessou a rir, oque me fez rir de sua atitude – ta –disse rindo – acho que escolho oque voce tinha para dizer
Aí eu GELEI. Fui no carro que estava do nosso lado, abri as portas da parte de trás e tirei meu violão de lá. Ele ainda estava na capa, mas, mesmo assim, senti olhares sobre minha nuca... estavam obcervando agente, mas fingi que não vi.
–vem – eu disse, segurando ela pelas mãos como era antigamente, entrelaçando nossos dedos.... derepente me bateu uma saudade e tudo aquilo... Coloquei meu violão arás das costas e fomos para um banco pelo meio da praça.
Depois de sentados, eu me ajeitei no banco e abri o fexiclé da capa do violã, e tirei-o de lá. Eu achava aquele violão perfeito, era o mais bonito de todos os meus 6. Era preto e ia ficando marom, e tinha uns infeites nas laterais. Me custou os olhos da cara, mas foi amor à primeira vista.
Olhei para Clove que me obcervava com uma expressão que eu não sabia decifrar, e disse:
–olha, Clove, eu sei que voce não quer mais nada comigo nem nada, mas... voce não sai da minha cabeça. Eu ja tinha me acostumado com esse vago na minha vida e no meu coração, mas, desde que a faculdade que eu cursava egou fogo e eu fui transferido para a faculdade que voce estuda, eu nao consegui mais me controlar... eu fiz essa musica para voce... eu não sei se voce vai gostar, ou não, mas... apenas escute. Se quiser ir embora depois, ou nunca mais falar comigo, eu vou entender.. passei a semana compondo ela, espero que goste.
Olhei para o meu violão e comecei a tocar
POV CLOVE
Eu nao acredito, ele ia cantar uma musica para mim? Ele que compôs? Aí ele começou
Tenho uma história pra te revelar
Um segredo que eu não posso mais guardar
Tente ouvir prestando muita atenção
Só uma coisa peço, não se assuste não
só com esse primeiro paragrafo, meu coração se apertou.. sua voz era bonita... meia rouca em certas partes da musica, oque só me deixava mais hipnotizada por ele e por essa musica e ele continuou
Antes de te conhecer eu já te amei
Antes de te amar eu já me apaixonei
Sofri tão calado
Guardei as palavras
Entre o medo e a verdade
Eu olhava para ela, e ela não me via
Falava o tempo todo dela, e ela não sabia
Pesquisei seu endereço, flores eu mandei
Um cartão anônimo escrito: te amei!
No dia seguinte, quis me aproximar
Peguei o ônibus que ela iria pegar
Na próxima parada ela embarcou
E com olhar apaixonante ela me olhou
Ai meu Zeus. Ele tava falando da NOSSA história. Derrepente flashes começaram a passar pela minha cabeça... o cartão que ele mandou que estava realmente escrito “te amei!”, o ônibus.. a conversa.. as flores.. eu ja não sabia onde eu estava, só sabia que ele estava se declarando para mim numa música. Meus olhos já estavam cheios e lágrimas... eu ia chorar, mas não podia, podia? Eu relmente não sei. Mas quando dei por mim, algumas lágrimas já estavam escorrendo pelo meu rosto. Eu nao sabia se era de felicidade ou de raiva.
Era você,
A menina dos meus sonhos que eu me apaixonei
A menina que as flores e o cartão eu mandei
Pra anunciar que era amada mesmo sem saber
Admirada, muito antes de te conhecer
Me perdoe esse tempo todo sem falar
Bem antes de te conhecer
Você vivia a vagar
Nos meus porões, nos pensamentos meus
Até que um dia dentro do ônibus aconteceu
As nossas vidas se encontraram, obrigado meu Deus!
E depois a musica se repetia.. a essas horas, as lágrimas corriam soltas pelo meu rosto e eu me sentia muito frágil por estar chorando alí. Na frente dele.
Ele encerrou a musica, ainda olhando para mim, esperando algum movimeto, alguma palavra, ou simplismente ir embora... mas não, eu não sabia oque fazer.
Derrepente, eu vi flashes dos nossos beijos, e eu pensei em escutar ele... mas então, vieram outros flashes, o do beijo com aquela vaca. As palavras “traição” e “não de chances para ele” estavam me consumindo. Eu ja estava puta de taiva, poonta para ir embora, mas a voz da Kat passou pela minha cabeça “uma trégua Clove, lembre-se, eu não implico com Peeta, e voce não faz isso com o Cato. Dê uma segunda chance para ele”
Eu estava em conflito sobre quem escutar, eu deveria escutar o Cato ou simplismente deixar ele aqui, plantado sem nenhuma resposta? “Ahh Kat, que encruzilhada eu estou, esgora?” Falei para mim mesma... eu ja estava sem tempo, e precisava responder ele... SEJA OQUE DEUS QUISER.
– Cato – comecei, e vi ele ficar branco, oque seria uma hilário se eu não estivesse em guerra com as duas vozes na minha mente, me fazendo decidir a que opção escolher
–eu sei, eu sei que voce não quer mais nada comigo Clo, mas, eu gostaria de explicar oque aconteceu naquela tarde, se voçe não quiser escutar é so dizer que eu. –começou.
Oque era aquilo? Algum tipo de brincadeira? Piada? “OK, JA PODEM SAIR TODOS CO AS CAMERAS” gritou uma voz na minha mente. Eu vou ter que infrentar isso uma hora, ou eu ia passar mais uma noite em claro, sem dormir, pensando em mil formas de explicaçoes que ele daria.
– Cato, eu quero escutar a sua explicação, chega de me esconder. Eu preciso saber a verdade, voce ainda me ama? –perguntei e a parte ignorante da minha mente respondeu “ não, imagina. Ele fez essa música pra deboxar da tua cara” falou irônicamente.
–Clove, eu sempre te amei, aquela brincadeira de mal gosto foi ideia do Lucas, como ele gostava de voce, ele planejou aquilo com a Sara para me tirar de voce. Eu juro, juro por tudo que é mais sagrado que não beijei ela. É verdade, acredita em mim, me perdoa – ele disse quase chorando... caraca, ele tava falando a verdade, dava para ver naqueles olhos.. eu nunca vi ele chorar.. AR MARIA E AGORA? OQUE EU FALO?
–Cato, eu acho que voce já tem a ideia de que eu nunca deixei de gostar de voce. Eu fiquei muto abalada, e mudei até de faculdade –eu ia estudar na mesma faculdade que ele, mas isso aconteceu tão rápido que eu mudei.. como tinha cido aceita em 3 faculdaes, só escolhi outra – voce não tem que pedir desculpas, eu que fui uma burra não prestando atenção na vadia da Sara, ela tava sendo tão amiguinha minha, me perdoa?
–eu nao tenho que te perdoar em nada, se fosse eu, teria ficado muito pior que voce – disse
–duvido –falei para tentar tirar aquele ar tenso, oque funcionou porque ele riu
–voce nunca vai cansar de fazer essas piadinhas fora de hora não é Clovinha? –falou sorrindo
– É LEO VALDEZ NO MEU SANGUE –falei me referindo a um livro mitológico que eu lia, mas na mesma hra o cato parou
–quem é esse? –falou enciumado
– meu noivo –falei mostrando um anel que eu coloquei que mais parecia uma aliança e ele parou na mesma hora
–e-e-e-eu na-ã-o sab-bia que voc-ce tinha compromisso, desculp-a –falou gaguejando e na mesma hora me deu um ataque de risos que deixou ele com a maior cara de ponto de interrogação
–oque foi? Falei alguma coisa – falou ele, toda a sua cor se esvaiu e seu rosto e eleestava pálido, oque nao ajudou nas minhas risadas
–nã-a-o –tentei falar entre risos– seu.. sua.... sua expressão.. é hilária –tentei falar entre os risos
–porque?.. –perguntou meio enciumado ainda com a coisa do Leo
– Meu amor, Leo Valdez é um personagem de um livro –falei divertida e ele corou até a raiz
–eu.. não sabia.. desculpa.. –disse abaixando a cabeça
–percebe-se né amore. Mas tá, parei –falei, mas isso nao durou muito porque logo voltei a rir
– super que voce parou– falou ironico– agora sério: voce me da uma segunda chance?
Engasguei e parei de rir na mesma hora
“não” foi a resposta do meu conciente, mas eu sentia tanta falta dele... eu iria sim dar uma segunda chance para ele, todos merecem
–claro que dou. Afinal, todos precisam de uma segunda chance não é? –eu disse sorrindo e ele finalmente pareceu relaxar e sorriu para mim.
Aquele sorriso mo completou, como há muito eu não sentia.. o sorriso dele era tão perfeito, as covinhas, o jeito como o rosto dele ficava.. o brilho nos olhos...
–ótimo, voce não sabe como eu to aliviado por voce ter me dado uma segunda chance, prometo não te decepcionar –disse alegremente– vamos nos brinquedos? –ofereceu –eu pago
Onwt, agora ele ia pagar ingressos para nós brincármos nos brinquedos do parque?
–eu não pedi a sua opinião para deixar eu pagar ou não,vou pagar e pronto, não vou te perder denovo –disse e eu... eu... nao existem palavras para descrever oque eu estou sentindo agora...abri um sorriso imenso, e quando ele pegou na minha mão para me levar pro outro lado do parque, eu senti aquele choque percorrer etre os meus dedos e depois todo o meu corpo... meu impulso foi unico, puxei ele pelo braço e o beijei não um beijo rápido e quente, foi lento e calmo.. como para apreciar, e desfrutar de toda a saudade que eu sentia dele
Quando nos separamos, ele abriu o maior sorriso para mim, e eu para ele. Nessa hora, comessou a tocar a música Happy do Pharrel Williams e por mais que seja coencidência, a letra dela se encaixava direitinho em tudo que eu estava sentindo agora.
Fale com o autor