Beautiful Dreams
2 Capitulo 2 - Rosemary
Acordei suado, muito suado, então dei um pulo da cama, e fui para o banheiro tomar uma ducha, a única coisa em que eu conseguia pensar era nela, na garota misteriosa, então, após um tempo, saindo do chuveiro, me visto e desço a escada correndo, indo em direção a porta.
— Aonde você vai menino? – Gritou minha mãe da sala de estar, que teria levado um susto com meus passos altos.
— Andar por ai mãe, foi a senhora quem disse que eu deveria apreciar a cidade. – Eu disse com um leve sorriso, após, peguei meu casaco e sai, e só ouvi a ultima coisa que minha mãe teria me dito.
— Não chegue tarde!
Bati a porta de casa e me retirei, na vizinhança sai correndo que nem um louco, indo para o ponto de ônibus onde eu tinha visto a menina misteriosa, chega do lá, esperei, até que depois de um tempo, o ônibus finalmente tinha chegado, subi, e sentei-me em um banco la atrás, a espera, foi quando senti a mesma coisa, o mesmo arrepio, foi quando ela subiu, com umas sacolas, fiquei paralisado, até que ela sentou-se a uma cadeira de distancia a mim, então tomei iniciativa.
— Oi, meu nome é Alex. – Eu disse esticando meu braço.
A menina me fitou com seus olhos, então esticou a mão até a minha e me cumprimentou.
— Me chamo Rosemary – Então ela deu um leve sorriso, apertando minha mão, senti um pequeno choque e recuei.
— É, eu sou novo, aqui.
— Eu sei, mas você não devia estar falando comigo.
— Por que? Como assim, não devia?
— Porque sou a estranha da cidade, da família estranha, com pessoas estranhas, cujo todos tem medo, me chamo Rosemary Serafim, bem, agora preciso ir, chegou minha parada, até.
Ela levantou-se e desceu, e eu também desci, peguei outro ônibus, e fui para casa, tudo de que eu precisava era vê-la novamente, mais nada, chegando em casa, nem jantei, fui direto para a cama, estava muito cansado.
— Mas você não quer comer nem um pouquinho meu filho? – Perguntou minha mãe.
— Não mãe, já disse, estou cansado e sem fome, obrigado. – Subi as escadas, e me joguei na cama.
Tive outro sonho estranho, eu via de um lado trevas e do outro luz, e borboletas petrificadas, e uma menina no meio de um jardim, coberta por essas duas auras, a aura negra e a aura luminosa.
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