Notas iniciais
Ei, oi? Alguém se lembra de mim? kkk Bem, sei que faz décadas que eu não posto, mas eu estou aqui novamente :3 Espero que gostem deste capítulo. O próximo, que eu acho que sai hoje, - sai Lais? - Vai ser da Lais :3 Não fale ela ter mais coments que eu... zoa, vocês comentam o capitulo que preferirem :3 Bem, amores, obrigada pelos favoritos e pelos comentarios em todos os capítulos :3 Bem, eu acho que tenho que escrever mais alguma coisa, mas eu não lembro e.e Vejo vocês lá embaixo.

Acordo com alguém chamando-me. O Lugar está muito claro, e ainda escuto zumbidos, como se estivéssemos em um ataque de abelhas.

– Querida, que bom que acordou — Escuto alguém chamar. Não, não sei quem é. Não consigo identificar a voz, e ainda, ela está embaçada. — Suas amigas estavam preocupadas com você, e eu principalmente, uma das minhas fieis escudeiras caiu mais de 200 metros, é obvio que estaria preocupada.

– Circe? — Pergunto.

– Sim, querida?

– Aonde estou? O que aconteceu? Por quê eu cai a mais de 200 metros? — faço-me de sonsa.

Claro que sabia de tudo. Sabia que Circe me hipnotizou, hipnotizou as minhas amigas, elas vez meu amigos virarem porquinho-da-índia, junto com o meu Jason. Tenho que salva-los. Tenho que salva-lo.

Mas a pergunta é: Como? O que uma garota sem magia alguma, apenas, a voz pode fazer conta um batalhão. Contra Circe?

– Você está em casa, querida. Havíamos deixado um dos porquinhos-da-índia escapar, você tentou persegui-lo e acabou caindo da montanha. Ah, querida, nunca mais faça isso. Eu fiquei preocupada — Diz ela. Sim, Circe está falando a verdade. Acredite ou não.

– Conseguiram pegar o Porquinho-da-índia? — Pergunto.

– Sim, era seu amigo, o Valdez. Ele está isolado agora, até porquê, o maldito mordeu a minha mão — diz ela rindo comigo.

– Posso vê-lo?

– Sim, claro. — Diz ela. — Chamarei Reyna para leva-la.

Circe sai do quarto aonde estava, deixando-me sozinha com os meus pensamentos. Esse momento foi tão verdadeiro, Circe sabe que eu ainda não voltei a hipnose, mas porquê esta deixando-me ver Leo?

Ela realmente esteve preocupada comigo, mas o que a de errado com essa doida?

– Vem Mclean — Diz Reyna entrando ao quarto. Como ela pode me tratar assim? Sou sua melhor amiga.

– Rey... — Começo.

– Não, não sou mais a Rey para você, sou apenas a Reyna — Diz ela.

– Tudo bem, Arellano — Digo para irrita-la.

Saímos do quarto e começamos a percorrer vários corredores, todos possuíam guardas em seus postos. Continuávamos andando ate encontrarmos Annabeth agarrado ao Luke. Eles pareciam estar se divertindo, mas eu podia sentir que a Annabeth não estava feliz. Eu via isso.

– Oh. Piper, quer dizer, Mclean — Diz ela.

– Chase. — Respondo igualmente.

– O que ela faz aqui? — Pergunta Luke esnobe.

– Ela é uma de nós. — Responde Reyna.

– Não, não é. Ela nós traiu — Responde Luke olhando-me dos pés a cabeça com nojo.

– Ela não sabia o que estava fazendo — Diz Annabeth — Ela foi possuída por alguma coisa que a vez fugir. Ela é uma de nós. Olho em seus olhos. — O quê tem os meus olhos?

– São a mesma coisa que os nossos, ela é uma de nós, Castellan.

– Poderiam parar de falar com se eu não estivesse aqui? — Pergunto — Pois eu estou, para a tristeza de alguns. Eu quero me vingar do maldito rato que me vez cair.

– Rato que a vez cair? — Perguntam.

– Circe disse-me que eu apenas fui atrás do maldito rato que fugiu, e é por isso que eu cai.

– Oh. Bem. Circe disse isso? — Pergunta Luke. Aceno a cabeça levemente — Oh. Ok. Hã, pode leva-la Reyna. Desculpe-nos Piper.

Não falamos nada. Seguimos para a sala dos "ratos" — Como doí falar isso dos meus amigos — sem Reyna olhar para mim.

– Chegamos — diz ela assim que chegamos. — Circe mandou avisa-la que no primeira gaveta aonde está a gaiola, tem algo especialmente para você.

– Rey... — Digo, mas ela não me ouve. Ou fingiu que não ouviu, indo embora.

Suspiro e vou para o lugar aonde Reyna falou que tinha algo especialmente para mim. Encontro um pequeno bau, era todo detalhado com alguns desenhos em formatos de pombas. Abro-a e encontro um pequeno frasco de contem algo azul, e um bilhete, com os seguintes disse-rês:

Querida, sei que pensas que sou a Bruxa malvada, mas saiba que estou fazendo isso para salva-las. Há forças maiores que as minhas, pois isso, deixo que os salvem. Pingue três gotas na água de seus amigos, e dê para eles beberem — Somente eles.

Espero que saiba que só poderá salva-los. Tenham cuidado.

Circe.

Circe esta nos ajudando? Eu sabia.

Pego o primeiro potinho que possui-a água e deixo cair três gotas do liquido azul. Agora o problema é: Quem é quem?

Lembro-me que Circe disse que Leo estava isolado. Chego perto do único porquinho-da-índia sozinho. Ele está encarando-me.

– Leo? — Pergunto. A única resposta que obtive foi um 'ink ink' — Eu não sei se isso quer dizer sim ou não, mas ok. Se sim, continua bonitinho Valdez. Tome.

Coloco o potinho perto de seu rosto e ele bebe um pouco. Demora apenas 3 minutos para ele começar a se transformar em Valdez novamente.

– Dulçura, sei que sou sexy até como um animal — Diz ele

– Convencido — Diz ela — Leo, preciso que dê isso ao Jason e o Percy, não sei quem é quem.

Leo segue em direção a gaiola cheia de porquinho-da-índia, e pega dois dela. Um deles tem os pelos morenos e os olhos bem verdes, e o ou tem os pelos super claros e olhos azul. Jason!

– Reconheceu, não é, Rainha da Beleza?

– Vamos logo Leo. Não temos o dia todo. — respondo.

– Ok. Ok. — ele pega o potinho e dá para os outros dois. Demora a mesma quantidade de tempo para eles se transformarem.

– Pipes. — Jason abraça-me — O que aconteceu com você?

– O quê? — Pergunto.

– Você está toda esfolada. — Responde Leo — Vou chama-la de Rainha do Barranco agora.

– Isso não tem graça, Leo — digo. — Preciso tira-los daqui.

– Temos que achar a Rey e a minha Annie. — Diz Percy.

– Então cara, sobre ela ser sua... — Leo passa a mão pela nuca em sinal de nervosismo.

– O que quis dizer com isso, Leo?

– O que ele quis dizer Percy, e que, eu fui a única a sair do transe, então não podemos leva-la.

– E que, você a perdeu- Diz ele.

– LEO! — Exclamo. — Eu ia contar, depois, mais ia.

– Não estou entendendo. — diz Percy — O que aconteceu?

– Bem, vocês tem que saírem daqui, vamos. — digo puxando-os para fora.
Péssima ideia. Encontramos Annie e Luke de mãos dadas andando pelo corredor. Automaticamente, pulo na frente de Percy para que ela não tenta chamar atenção. Coisa que aconteceu.

Luke dá um berro, e um alarme — SUPER BARULHENTO — começou a tocar, chamando a atenção de todos os guardas que ali possui-a.

Levo-os para fora. Levando-os direto para Princesa Andrômeda, — Barco que Luke fica feliz em mostrar que é seu — Mas quando chego perto de fugir, começo a sentir tonturas.

– Pips. Pipes, meu amor, vamos — Diz Jason — Vamos ter que ir!

– Não, eu não posso Jason — Digo. — Vá.

– Eu não vou deixa-la aqui — Diz ela pegando-me no colo.

– Não, Jaz, não. — Digo — Se eu for junto, mais cedo eles os encontraram. Vocês tem que partir sem mim. Agora!

–Vamos lá! — Diz Leo -Pips você tem que ir!

– Não! Tenho que salva-las. Não posso sair daqui sem elas, algo vai me impedir, eu sei disto. — digo — Jaz, eu te amo. (N/A: A merda toda adiantou para isso ♥)

– Eu também te amo, Pips — Diz ele dando-me um selinho demorado — Eu vou encontra-la e salva-la, não importa aonde for.

Percy e Leo o levam até a barco. Ele não queria me deixar, eu não queria deixa-los. Mas era necessário. Circe conseguiu me ter novamente. Sou novamente dela. E eu não sei o que é pior. Perder Jason, ou seguir Circe.

Notas finais
Eu, sinceramente, espero que gostem :3 Eu mereço reviews? Acham que eu tenho que melhorar em algo? Mandem reviews? Bjs e até mais