Be Your Hero
19 Fugitivos
Notas iniciais
Acordo com alguém chamando-me. O Lugar está muito claro, e ainda escuto zumbidos, como se estivéssemos em um ataque de abelhas.
– Querida, que bom que acordou — Escuto alguém chamar. Não, não sei quem é. Não consigo identificar a voz, e ainda, ela está embaçada. — Suas amigas estavam preocupadas com você, e eu principalmente, uma das minhas fieis escudeiras caiu mais de 200 metros, é obvio que estaria preocupada.
– Circe? — Pergunto.
– Sim, querida?
– Aonde estou? O que aconteceu? Por quê eu cai a mais de 200 metros? — faço-me de sonsa.
Claro que sabia de tudo. Sabia que Circe me hipnotizou, hipnotizou as minhas amigas, elas vez meu amigos virarem porquinho-da-índia, junto com o meu Jason. Tenho que salva-los. Tenho que salva-lo.
Mas a pergunta é: Como? O que uma garota sem magia alguma, apenas, a voz pode fazer conta um batalhão. Contra Circe?
– Você está em casa, querida. Havíamos deixado um dos porquinhos-da-índia escapar, você tentou persegui-lo e acabou caindo da montanha. Ah, querida, nunca mais faça isso. Eu fiquei preocupada — Diz ela. Sim, Circe está falando a verdade. Acredite ou não.
– Conseguiram pegar o Porquinho-da-índia? — Pergunto.
– Sim, era seu amigo, o Valdez. Ele está isolado agora, até porquê, o maldito mordeu a minha mão — diz ela rindo comigo.
– Posso vê-lo?
– Sim, claro. — Diz ela. — Chamarei Reyna para leva-la.
Circe sai do quarto aonde estava, deixando-me sozinha com os meus pensamentos. Esse momento foi tão verdadeiro, Circe sabe que eu ainda não voltei a hipnose, mas porquê esta deixando-me ver Leo?
Ela realmente esteve preocupada comigo, mas o que a de errado com essa doida?
– Vem Mclean — Diz Reyna entrando ao quarto. Como ela pode me tratar assim? Sou sua melhor amiga.
– Rey... — Começo.
– Não, não sou mais a Rey para você, sou apenas a Reyna — Diz ela.
– Tudo bem, Arellano — Digo para irrita-la.
Saímos do quarto e começamos a percorrer vários corredores, todos possuíam guardas em seus postos. Continuávamos andando ate encontrarmos Annabeth agarrado ao Luke. Eles pareciam estar se divertindo, mas eu podia sentir que a Annabeth não estava feliz. Eu via isso.
– Oh. Piper, quer dizer, Mclean — Diz ela.
– Chase. — Respondo igualmente.
– O que ela faz aqui? — Pergunta Luke esnobe.
– Ela é uma de nós. — Responde Reyna.
– Não, não é. Ela nós traiu — Responde Luke olhando-me dos pés a cabeça com nojo.
– Ela não sabia o que estava fazendo — Diz Annabeth — Ela foi possuída por alguma coisa que a vez fugir. Ela é uma de nós. Olho em seus olhos. — O quê tem os meus olhos?
– São a mesma coisa que os nossos, ela é uma de nós, Castellan.
– Poderiam parar de falar com se eu não estivesse aqui? — Pergunto — Pois eu estou, para a tristeza de alguns. Eu quero me vingar do maldito rato que me vez cair.
– Rato que a vez cair? — Perguntam.
– Circe disse-me que eu apenas fui atrás do maldito rato que fugiu, e é por isso que eu cai.
– Oh. Bem. Circe disse isso? — Pergunta Luke. Aceno a cabeça levemente — Oh. Ok. Hã, pode leva-la Reyna. Desculpe-nos Piper.
Não falamos nada. Seguimos para a sala dos "ratos" — Como doí falar isso dos meus amigos — sem Reyna olhar para mim.
– Chegamos — diz ela assim que chegamos. — Circe mandou avisa-la que no primeira gaveta aonde está a gaiola, tem algo especialmente para você.
– Rey... — Digo, mas ela não me ouve. Ou fingiu que não ouviu, indo embora.
Suspiro e vou para o lugar aonde Reyna falou que tinha algo especialmente para mim. Encontro um pequeno bau, era todo detalhado com alguns desenhos em formatos de pombas. Abro-a e encontro um pequeno frasco de contem algo azul, e um bilhete, com os seguintes disse-rês:
Querida, sei que pensas que sou a Bruxa malvada, mas saiba que estou fazendo isso para salva-las. Há forças maiores que as minhas, pois isso, deixo que os salvem. Pingue três gotas na água de seus amigos, e dê para eles beberem — Somente eles.
Espero que saiba que só poderá salva-los. Tenham cuidado.
Circe.
Circe esta nos ajudando? Eu sabia.
Pego o primeiro potinho que possui-a água e deixo cair três gotas do liquido azul. Agora o problema é: Quem é quem?
Lembro-me que Circe disse que Leo estava isolado. Chego perto do único porquinho-da-índia sozinho. Ele está encarando-me.
– Leo? — Pergunto. A única resposta que obtive foi um 'ink ink' — Eu não sei se isso quer dizer sim ou não, mas ok. Se sim, continua bonitinho Valdez. Tome.
Coloco o potinho perto de seu rosto e ele bebe um pouco. Demora apenas 3 minutos para ele começar a se transformar em Valdez novamente.
– Dulçura, sei que sou sexy até como um animal — Diz ele
– Convencido — Diz ela — Leo, preciso que dê isso ao Jason e o Percy, não sei quem é quem.
Leo segue em direção a gaiola cheia de porquinho-da-índia, e pega dois dela. Um deles tem os pelos morenos e os olhos bem verdes, e o ou tem os pelos super claros e olhos azul. Jason!
– Reconheceu, não é, Rainha da Beleza?
– Vamos logo Leo. Não temos o dia todo. — respondo.
– Ok. Ok. — ele pega o potinho e dá para os outros dois. Demora a mesma quantidade de tempo para eles se transformarem.
– Pipes. — Jason abraça-me — O que aconteceu com você?
– O quê? — Pergunto.
– Você está toda esfolada. — Responde Leo — Vou chama-la de Rainha do Barranco agora.
– Isso não tem graça, Leo — digo. — Preciso tira-los daqui.
– Temos que achar a Rey e a minha Annie. — Diz Percy.
– Então cara, sobre ela ser sua... — Leo passa a mão pela nuca em sinal de nervosismo.
– O que quis dizer com isso, Leo?
– O que ele quis dizer Percy, e que, eu fui a única a sair do transe, então não podemos leva-la.
– E que, você a perdeu- Diz ele.
– LEO! — Exclamo. — Eu ia contar, depois, mais ia.
– Não estou entendendo. — diz Percy — O que aconteceu?
– Bem, vocês tem que saírem daqui, vamos. — digo puxando-os para fora.
Péssima ideia. Encontramos Annie e Luke de mãos dadas andando pelo corredor. Automaticamente, pulo na frente de Percy para que ela não tenta chamar atenção. Coisa que aconteceu.
Luke dá um berro, e um alarme — SUPER BARULHENTO — começou a tocar, chamando a atenção de todos os guardas que ali possui-a.
Levo-os para fora. Levando-os direto para Princesa Andrômeda, — Barco que Luke fica feliz em mostrar que é seu — Mas quando chego perto de fugir, começo a sentir tonturas.
– Pips. Pipes, meu amor, vamos — Diz Jason — Vamos ter que ir!
– Não, eu não posso Jason — Digo. — Vá.
– Eu não vou deixa-la aqui — Diz ela pegando-me no colo.
– Não, Jaz, não. — Digo — Se eu for junto, mais cedo eles os encontraram. Vocês tem que partir sem mim. Agora!
–Vamos lá! — Diz Leo -Pips você tem que ir!
– Não! Tenho que salva-las. Não posso sair daqui sem elas, algo vai me impedir, eu sei disto. — digo — Jaz, eu te amo. (N/A: A merda toda adiantou para isso ♥)
– Eu também te amo, Pips — Diz ele dando-me um selinho demorado — Eu vou encontra-la e salva-la, não importa aonde for.
Percy e Leo o levam até a barco. Ele não queria me deixar, eu não queria deixa-los. Mas era necessário. Circe conseguiu me ter novamente. Sou novamente dela. E eu não sei o que é pior. Perder Jason, ou seguir Circe.
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