Be What You Want...
3 O orfanato
Notas iniciais
espero que gostem!!!! :D
O orfanto era uma casa velha, provavelmente da época dos dinossauros (eheh). Era mesmo muito velha e estava praticamente a cair aos pedaços. Se calhar era uma daquelas casas que por fora são uma desgraça e por dentro são todas super luxuosas e com todas as coisas na ultima moda.
Não sei o porquê de esta habitação ser um orfanato, pois era uma casa media e, provavelmente, incapaz de acolher muitas crianças como um orfanato real faria. E para me deixar mais desconfortavel e com o bixinho a dizer que aquilo não era um orfanato, não se via nem um fantasma…. Estava completamente deserto, como se nunca lá tivesse habitado criança alguma.
*Ahhh… onde raio me meteram?!* pensei chateada por ter que estar a porta da casa, porque de orfanato não tem nada, de um desconhecido ou varios.
Caminhei ate ao portao da frente da casa, que provavelmente se lhe tocasse cairia como peças de um puzzle.
Ao passar o portao reparei que a parte da frente da casa era cor de rosa quase a chegar a branco, tinha tres janelas, uma pequena, que deveria pertencer ao sotao, e duas grandes e tambem, como em todas as casa e esta não era exceçao, havia uma porta de entrada. Esta era de ferro pintada de castanho mas com a tinta já a sair, só por acaso via se mais do ferro do que da tinta castanha.
Por uma das janelas, a que não tinha a cortina toda fechada, podia se ver uma parte de uma sala e um grande sofa castanho. A verdade era que a parte de dentro era mais luxuosa que a parte de fora, mas não era nada de extravagante.
Tambem havia, ao pe da casa e a frente dela, vasos com flores. Algumas mortas, algumas vivas, algumas secas, algumas molhadas por qualquer liquido, mas havia flores e tambem no meio dessas flores, como sempre, havia ervas daninhas e trevos, muitos trevos. *Se eu ficar aqui adoraria procurar um trevo de quatro folhas…. Eu bem mereço ter um pouco de sorte!!!* pensei mais entusiasmada do que estivera a momentos atras.
Chegei a porta de entrada e com um bocado de medo, pois eu não sabia o que me iria acontecer, toquei a campainha.
-Ahahahahahahahahahahha- comecei a rir e não conseguia parar.- Mas quem é que põe um som de uma vaca como campainha?!- disse ainda a rir.
A campainha, como já disse, era o som de uma vaca a mugir. Não sei porque mas isto fazia me mais lembrar um zoo ou um circo do que um orfanato e com o aspeto da casa bem que podia ser mesmo um circo.
Ao ouvir a porta a ser destrancada e a abrir, parei de rir automáticamente e assumi uma postura rigida, para não mostrar o medo que sentia e a tristeza ( pois se ainda se lembram, eu fui abandonada pelos meus pais.).
— Sim!? Quem és, pequena?!- perguntou me o senhor que me abriu a porta. Pela voz parecia ser um senhor já com certa idade, o que na minha linguagem queria dizer que era UM VELHO CAQUETICO E MAL HUMORADO, mas este, só por acaso, não me falou mal… ele ate que me falou de uma forma bondosa.
- Pequena o tanás!!- digo no modo defensivo e rispidamente ao mais velho.- O meu nome é Marta Swen e acabei de ser deixada aqui pelas pessoas aquem eu chamava de pais.- continuei a falar rispidamente e respondi a pergunta que ele me tinha feito antes.
-Ah sim!! Estava a tua espera!!- disse me aliviado.
-Hã!?- digo confusa.
Que é que este velho está a dizer…!? Ele deve ter pirado … como é que ele podia estar a minha espera se eu nunca estive cá?! Será que os meus pais me venderam a este velho demasiado amavem?! Ahhh aonde me meteram….
Ah!! Só por acaso, o velho que me abriu a porta era velho (Claro), tipo aqueles mordomos que nos abrem a porta numa mansao. Mas por mais ridiculo que pareça este velho estava vestido com calçoes de ganga, t-shirt e…. sapatilhas Nike!?
Queres mesmo ver que eu fui parar a um circo?!
-Entre pequena… — disse me dando me passagem para entrar na casa — que logo será tranferida para a Base.- continuou a dizer entendiado.
Ignorei o comentario sobre eu ser pequena, e só por acaso eu NÃO sou pequena, e fiquei confusa . * O que será que ele quer dizer com “ será transferida para a base”!?* pensei um pouco confusa e um pouco desconfiada. A única coisa que eu tinha a certeza era que isso não seria coisa boa.
-Base!?Mas que base!? Isto não é um orfanato?!- perguntei ao velho. Eu estava farta de ter tantas perguntas na minha cabeça e não ter ninhuma resposta entao perguntei lhe isso para ver se lhe sacava alguma coisa mas a resposta não foi bem o que eu esperava.
-Sim é verdade isto é um orfanato. Não este edificio mas outro que tu iras conhecer que tem o nome de “A Base”.- disse me o senhor, ok ele não é mau como os velhos da minha rua entao eu não o vou mais chamar assim.
-E… — disse. Eu sabia que a explicação dele não tinha acabado, mas como eu sabia eu não sei….se calhar é aquilo a que nos chamamos sexto sentido … não sei e tambem não me interessa.
- Este orfanato serve para ajudar pessoas como tu…- disse me ele.
-Como eu ?!- perguntei confusa. Esta agora eu não tinha precebido… como eu?!... isso quer dizer o que?!
-Sim … como tu. Pessoas com poderes subrenaturais ou como eu gosto de dizer pessoas especiais.- disse me orgulhoso. Não percebi porque é que ele estava assim… como se fosse uma coisa para se orgulhar de chamar as pessoas defecientes ( sim … deficientes pk não sou como as pessoas normais) de especiais.- Como tu!! – disse me sorrindo e fazendo me ficar parva.
- especiais?? Eu sou especial?!- perguntei lhe fazerdo me de desentendida- Em quê??? Fazer asneiras … é que só pode …- disse começando a brincar com a cara do senhor e começando a rir descaradamente.
- Não – disse ele rindo tambem da minha piada estupida.- Não te faças de desentendida que eu sei que tens poderes incomuns …. Agora qual é, é que eu não sei …- disse me ele olhando para mim com cara de cachorro abandonado tentando fazer com que eu disse sse qual era.
Raios como é que este senhor sabe o que eu posso fazer?! Tenho alguma coisa escrita na testa, é??
-Poderes incomuns?! Eu ?! Deve estar a confundir me com alguem …- digo fazendo me de desentendida.- Eu só vim aqui para porque os meus pais me deixaram aqui…
- Eu sei .. fui eu que os fiz vir ate aqui…- disse me normalmente como se tivesse a dizer que horas eram.
- Entao os meus pais não me abandonaram ?! Voces é que me rapetaram?!...- disse começando a nao achar piada à conversa.
- Ei eu não disse isso – disse me tentando me acalmar- eu só oriento as pessoas que querem abandonar pessoas especiais … essas pessoas vêm ter aqui — disse apontado para a casa onde nos estavamos. -Esse é o meu poder- continuou a dizer e desta vez disse de uma maneira orgulhosa como se fosse o poder mais fixe do mundo.
-Mas eu não tenho poderes. O que é que eu estou a fazer aqui- disse de maneira inpaciente. Já que eu estava farta desta conversa e tambem de esta aqui em pe.
-Não devias rejeitar ou ignorar os teus poderes . – avisou me ele- Só por acaso ,eles são tu…eles são uma parte de ti.
- Pare de dizer que eu tenho poderes que eu não tenho.- disse, quase gritando, furiosa e receosa que ao me irritar alguma parte do meu corpo se incendia se.
- Queres ver que esta ainda não descobriu o seu poder?! – disse o velho emerso nos seu proprios pensamentos.- Azar ..vamos mas é para a base..- disse me ele e fazer do com que eu fosse a tras dele.
-Diz me uma coisa … na base só há pessoas com poderes??- perguntei lhe pois eu nunca tinha conhecido mais ninguem com poderes tal como eu.
-Claro … na base todas as pessoas são especiais.- respondeu me ele.
* Oque?? Todas ?? Entao eu ia para uma casa ou sei la onde que só tinha pessoas como eu?!* pensei animada.
- Mas porque é que elas estão lá? – perguntei… como eu já tinha dito eu precisava de respostas pois cada vez mais eu tinha um montao de perguntas sem respostas.
- Estao lá para que possam aprender a controlar os seus poderes e outras coisas tambem…- disse me enquando se virava para mim- Por isso é que criamos “ A Base”, para cuidar de pessoas como tu….- continuou a dizer me enquanto abria um enorme sorriso.
Notas finais
E quero review please????
:D
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