Batman vs Arrow
4 Batman vs Pistoleiro
Lucius Fox abria a porta com uma maleta negra em suas mãos, seus cabelos grisalhos e suas rugas em seu rosto pareciam apenas dizer que ele era um homem sem segredos, que o trabalho era sua única vida. Mas na verdade em segredo esse homem escondia milhares de segredos, um deles que ele que ajudou a construir o Batman, forneceu a armadura, os bat-arangues, o carro-tanque que ele usava para ir a um lugar a outro. Fox era um homem inteligente o bastante para fazer você querer se matar quando ele usava sua lógica contra você.
– Desculpem o atraso senhores – ele falou se acomodando na cadeira do presidente, já que Bruce Wayne nem sempre aparecia nas reuniões ele foi colocado como presidente temporário – ele esta no cargo a mais de 4 anos. Colocou a maleta na mesa e se acomodou na cadeira olhando para os outros executivos.
– Podemos começar a reunião. – Lucius ordenou.
Um home robusto grisalho se levantou, ele era velho. Igual a todos os outros em sua volta, mas ele tinha algo diferente sua barriga talvez.
– A empresas Wayne, esta perdendo investidores a uma nova empresa que esta vindo a Gotham City. Essa empresa era uma sócia da empresas Wayne, mas após uma discussão de interesses financeiros, ela se separou criando jus a coisas que são importantes para nossos acionistas e compradores.
– Que empresa é esta, senhor Harrison? – Lucius perguntou, trocando a posição de suas pernas e observando o homem velho.
– Corporação Queen.
– E com o que eles estão lucrando? – Lucius falou com um tom meio que pensativo.
– Armas aplicadas para o futuro, algo como um reator de partículas – Harrison informou.
– Igual a aquele que usaram em Central City? – Fox perguntou já sabendo a resposta
– Sim senhor.
– E como eles pretendem acertar já que o de Central deu errado?
– Eles estão criando um gatilho, que qualquer dano que caia no sistema quando for ligado. Ele poderá ser desligado e toda a energia será sugada para uma usina hidrelétrica, e fornecera energia em grande quantidade para cidade. – Harrison respondeu, parecia que ele tinha estudado bastante o assunto.
– É uma ótima idéia – disse Fox pensando nos seus conhecimentos de Física quântica. – Marque uma reunião com o CEO das corporações Queen, vamos investir nisso.
Harrison assentiu, e se sentou.
– Próximo assunto – Fox falou olhando em volta.
Harrison novamente se levantou, Fox revirou os olhos para um velho Harrison se levantava muito rápido.
– Precisamos discutir sobre reabrir o ciências aplicadas.
– Isso está fora de cogitação – Fox falou tentando encerrar o assunto.
Agora foi a vez de outro entrar no assunto, um homem um pouco mais novo que os demais.
– Você não esta pensando direito, todos os nossos outros concorrentes tem um Ciências aplicadas, por menor que sejam o deles. Eles estão lucrando com diversos governos e sócios que são nossos também. E nós que temos ainda mais recursos, podemos lucra muito mais que todos eles juntos. E ainda assim ajudar o mundo. Você sabe disso, Sr. Fox. – David era inteligente, e Fox sabia disso seria difícil debater contra ele. Ainda mais com todos os outros o apoiando em questão a isso.
Fox não podia abrir o Ciências aplicadas porque era de lá que ele fornecia os instrumentos que o Batman usava, e se alguém descobrisse Fox pegaria perpetua ou até mesmo a morte.
Só havia uma alternativa, e ele não gostava nem um pouco. Mas se ele não há fizesse todos iriam ficar contra ele. E um CEO temporário era melhor do que um CEO temporário onde todos os executivos o odiariam.
– Tudo bem senhores, o Ciências aplicadas será aberto. – Fox se rendeu. – Mas será construído um novo, pois o antigo estava com problemas e por isso foi fechado. Semana que vem tragam para mim idéias para o trabalho, tragam um novo Ciências aplicadas. E se eu não gostar das suas idéias, não será aberto. Não me desapontem ou melhor não se desapontem – Fox terminou, e todos se seguraram para se dar um urro de vitória, já fazia uns dois anos que eles queriam abrir o Ciências Aplicadas, e Fox sempre fez jogo duro e eles desistiam.
– Agora vamos a um restaurante comemorar a vitória – Harrison se levantou, e Fox novamente revirou os olhos.
Um segurança atravessou a porta, com uma arma engatilhada em seus punhos. Ele suava que nem um porco, ele apontou a arma ao Lucius e falou:
– Você não vai a lugar nenhum, Sr. Fox. – O homem era bem alto, Lucius o conhecia ele tinha sido contratado a um bom tempo para servi de segurança no edifício. Fox ficou surpreso, ele até confiava sua vida aquele homem. E agora ali estava ele apontando a arma em sua direção.
– O que esta acontecendo, garoto? – Fox perguntou sentindo um arrepio subir pela sua coluna.
– Todos vocês para fora – O homem gritou e todos os executivos saíram apressados, sem fitar o homem, nem mesmo olharam para o Lucius.
– Tem homens que não gostaram do seu trabalho como presidente, e me mandaram te matar – O homem falou, passando a mão na testa tirando o suor que escorria lá.
– Escute, filho. Você não precisa fazer isso, largue essa arma. Vamos conversar. – Fox falou se aproximando calmamente.
– Não ele está com a minha família, eu tenho que te matar. Desculpe senhor – Ele relutou e ergueu a arma com os olhos cheios de lagrimas. Fox fechou os olhos, e um tiro saltou e algo caiu bem forte no chão.
Fox abriu os olhos, e viu o homem que estava o ameaçando no chão com um tiro na cabeça, na porta apareceu uma figura estranha – o outro segurança – ele tinha trocado o tapa-olho de pirata e colocou um mecanismo que era como um tapa-olho, mas tinha um circulo vermelho no lugar do olho que o fazia enxergar. Uma arma estava em seu antebraço com um gatinho que ia até a palma da sua mão.
– Pistoleiro se apresentando senhor. Esse filho da puta me apunhalou, achando que foi forte o suficiente para me desmaiar por muito tempo. Agora esta morto permanentemente – Fox se sentou observando aquela figura, no seu pescoço havia duas tatuagens com o nome de alguma pessoa, mas Fox não conseguiu ler.
– Obrigado senhor, eu acho – Fox falou.
–Você acha? Acabei de salvar sua vida, matando o filha da puta que queria tirar ela do senhor. E você acha? – Lawton levantou a arma – E eu acho que deveria mata-lo agora, você não acha também?
– Sua missão é proteger ele, se não quer que sua coluna exploda. – Uma voz soou no ouvido de Lawton. Ele manteve a arma erguida.
– Desculpa chefa – Lawton abaixou a arma – Seu dia de sorte velho, a patroa gostou de você pelo jeito. Se bem que eu preferia trepar com uma mulher-largato, do que ver aquela gorda pelada.
– Eu ouvi isso – Amanda Waller falou com um tom ríspido no fone que estava nos ouvidos de Lawton. Lawton soltou um sorriso, “era para ouvir mesmo” ele pensou.
– Perdão chefa, sempre achei sua barriga a mais sexy de todas – Lawton levantou um pouco a arma apontando de Lucius a porta – Vamos embora antes que alguém venha atrás de você.
Uma vidraça foi estraçalhada uma figura negra a atravessou, chutando Lawton contra a parede, a parede fez pequenas fissuras com o forte batida das costas de Lawton
– Vai embora Lucius – A voz saiu forte era mais uma ordem a uma sugestão.
Lawton tentou se levantar mais sua coluna e sua cabeça doíam muito.
Ele murmurou no interfone.
–Missão comprometida, o morcego esta aqui. – Lawton ergueu a arma e atirou. Acertou Batman na barriga para tentar retarda-lo, se demorasse mais um pouco Batman conseguiria desviar da bala.
Batman parecia não ter sentido a bala ele avançou com toda a fúria para cima do pistoleiro, pegou na gola do palito de Lawton e o levantou deixando o pistoleiro cara a cara com ele.
–Por que a Waller queria o Gordon morto? – O pistoleiro sentiu a fúria do Batman na voz, ele estremeceu.
– Não fomos nós que matamos o comissário – Lawton tentou resolver na conversa
– Foi vocês sim, só vocês que iriam elaborar aquele ataque. – Lawton desistiu de conversar.
Deu um chute com sua perna esquerda no joelho direito de Batman o fazendo ficar sobre um joelho, depois deu uma cruzada no rosto do Batman, que por pouco não conseguiria desviar. Batman deu uma cambalhota para frente sentindo a dor do tiro, jogou um Bat-Arangue na arma que Lawton tinha no antebraço, agora Batman tinha sua vantagem.
Avançou para cima de Lawton uma sequencia de socos, cruzado de esquerda, cruzado de direita, soco direto no peito. Lawton conseguiu se defender, dos três golpes e tentou um soco. Batman se abaixou rodopiando e dando uma rasteira em Lawton, se levantou pegando Lawton novamente pela gola e o jogou na mesa de madeira.
Lawton amaldiçoou o morcego.
Batman veio para cima com seu ódio cego.
– Agora vocês todos irão pagar, começando por você Pistoleiro – Batman deu um potente soco tentando atravessar Lawton, mas ele foi mais rápido rolou para o lado direito rodou e deu um potente chute na cabeça de Batman. Batman se chocou contra a mesa e meio tonto caiu.
O Pistoleiro se jogou no corpo do segurança morto arrancando a arma que estava em sua mão, e sentiu uma puta dor na carne e nos ossos de sua mão. Batman havia jogado o Bat-Arangue e atravessou a mão de Lawton. Batman se levantou indo em direção ao homem que se afastava dele com a mão sangrando. Batman foi para cima Lawton tentou um soco, mas foi parado e recebeu três socos diretos no rosto. Ele sentiu o seu nariz quebrando, o sangue escorrendo cobrindo seu rosto. Batman o ergueu sobre a vidraça quebrada, ameaçando que ia joga-lo.
– Hoje você morre. – Batman falou com firmeza.
– Não, não – Floyd Lawton gritou – Eu te conto o que eu sei.
Batman assentiu com raiva nos olhos, o puxou e o jogou no chão.
– Fale – ordenou
Ouviu-se um algo sendo jogado, algo de aço com fibras de carbono. O som era similar ao Bat-arangue, mas nesse era um pouco mais alto. Batman se agachou no ultimo instante, quando um boomerang passou por sua cabeça. Olhou para a porta e viu um homem com uma roupa negra, em sua barriga vários boomerang. Batman sentiu raiva de si mesmo, por não ter percebido a chegada daquele homem. E mais uma vez por quase um triz, Batman deu um mortal para trás caindo em cima da mesa, o boomerang havia voltado.
– Tudo que vai volta – O capitão boomerang disse com um sorriso no rosto. – Vamos embora Floyd rápido.
Capitão boomerang esperou o Pistoleiro passar, jogou um boomerang no Batman, não para acertar só para o afastar e deu certo. Depois jogou três granadas explosivas e com um sorriso no rosto saiu correndo falando:
– Boa sorte Bat – ele atravessou o corredor o mais rápido que pode.
Batman saiu correndo e pulou na vidraça segurando sua capa e o curto elétrico que sua luva soltava quando encostava na sua capa, o podia fazer planar. “Cortesia de Lucius” ele pensou, e ouviu uma explosão da sala de reuniões.
“Espero que eles saibam que ainda não acabou”.
...
Capitão Boomerang levou o pistoleiro a uma van, uma unidade móvel da A.R.G.U.S. Ele cuidou da mão do Pistoleiro, e a enfaixou.
– Waller quer falar com você, o computador está pronto já.
Floyd assentiu e foi ao computador, ligou o monitor e a web can. E depois de alguns segundos, apareceu na tela uma mulher morena, com um rosto que até o próprio Diabo iria temê-la, bem acima do peso que só deixava ela com uma cara ainda mais má.
– O que o morcego queria, Floyd? – Waller perguntou diretamente, sem querer saber se ele estava bem.
– Ah, oi Chefa. Tudo bem? Eu estou bem também, obrigado pela preocupação – O pistoleiro adorava brincar, mesmo gostando nem um pouco da Amanda Waller.
– Pouco me importa se você esta bem, você é um agente nada mais que isso. Lembre-se que você pode ser facilmente substituído – Ela falou com o mesmo rosto de sempre. – Agora me fale o que o Morcego queria.
– Se vingar do assassinato do Comissário Gordon. – Floyd contou amaldiçoando aquela vadia – E pelo jeito que ele estava, conversar com ele é pedir para morrer.
– Vamos ter que enfrentar ele então, se você diz o que é verdade. – Amanda falou pensativa.
– Eu prefiro que você exploda minha nuca do que me colocar contra aquele homem de novo. – Amanda olhou cogitando a hipótese de explodir Lawton, mas logo se lembrou que iria precisar dele.
– Não Lawton, ninguém do Esquadrão vai enfrentar ele. – Amanda afirmou.
– Vigilantes como o Batman, se enfrenta com outros vigilantes. – Amanda desligou a transmissão depois disso.
Se voltou os olhos para os agentes que trabalhavam na sua frente, e falou para quem quer que fosse que ouvisse.
–Mandem chamar o sr. Queen, tenho uma missão para o arqueiro. — Amanda ordenou.
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