Notas iniciais
Só dois reviews no ultimo cap. Magoei(brinks). Conversamos lá em baixo. Boa leitura.

Eu sai do hospital antes de Thomas. Ele ficou uns dias a mais para observação, mas de qualquer forma ele não voltaria comigo. Eu fui para casa do John por insistência do mesmo.

Quando tinha saído era de manhã e como John é um homem muito gentil ele me abandonou sozinha em casa. Eu não tinha nada para fazer e ligar a TV parecia uma boa opção.

“Ultimo escândalo:

Axl Rose, roqueiro famoso da década de 90 com Guns N’ Roses, 49 anos acaba de sair do hospital com seu primogênito. Thomas Redemption Rose que nasceu na tarde do ontem com quase 4 quilos. A mãe não foi vista, mas o papai de primeira viagem parecia tão feliz que não se importou com os flashes sobre o pequeno. Não foi possível ver o rosto do bebê”

Eu estava bebendo água, bom o copo do John tinha acabado de quebrar. Eu passei o resto do dia vendo todos os canais falaram sobre o filho de Axl Rose. Coitadinho tão pequenininho e já tinha que aturar aqueles urubus fotógrafos (Axl tinha uma relação muito amorosa com os paparazzi). Os canais faziam especulações sobre quem era a mãe, o significado do nome. Por que Redemption? Foi assim durante uma semana ate Axl ir em programa para esclarecer tudo.

“- Você é papai, como esta se sentindo? – A apresentadora estava planejando arrancar o coro do Axl com as perguntas.

- Eu acho que todo mundo que conhece o Guns sabe sobre minha vida, inclusive que era para mim ter um filho de quase 21 anos hoje. – O Axl deu uma patada bem boa nela.

- É o assunto do momento e a pergunta que não quer calar: Quem é a mãe? – Definitivamente ela não estava jogando para perder. Eu confesso que fiquei um pouco ansiosa em saber a resposta.

- Ela é uma mulher importante na minha vida e na do Thomas. Realmente eu dei muita sorte em encontrar alguém assim. – Ele ficou um pouco desconcerto em responder.

- Voces tem algum tipo de relacionamento? – Essa apresentadora era muito curiosa.

- Ela é mãe do Thomas e eu sou o pai. Simples. – 2X0 Para Axl.

- Vai parar com a carreira para acompanhar o Thomas? – Eu adoraria saber essa resposta também.

- Não. Acredito que pais normais continuam trabalhando e isso não afeta em nada a vida de seus filhos. Isso claro tirando o fato de eu não ser normal, muito menos a mãe do Thomas. – Peraí, como assim eu não sou normal.

- Por que o nome de Thomas Redemption Rose? – Legal ate que enfim uma pergunta inteligente da parte dela.

- Thomas é de família nome de um parente distante, Redemption porque esse menino é uma salvação em nossas vida cada um em nossa maneira, mas salvação. – Ele estava totalmente certo. – Ele é meu herdeiro tem que ter o meu sobrenome.

- Por que a ausência do sobrenome da mãe? – Já falei que detesto gente curiosa?

- Primeiramente para preservar a mãe dele, ele é um bebê não entende essa questão, mas eu não me oporia se ele quisesse por o sobrenome da mãe mais tarde.

- É uma estrutura de família moderna a que você esta criando. O Thomas mora com você, a mãe vai visita –lo, ele convive entre rock stars. O que acha que isso pode fazer a Thomas? – Oh mulherzinha curiosa.

- Hoje em dia as crianças podem ter dois pais, os pais não precisam ser casados, podem ter duas mães, morar com os avos ou tios, o menos complicado é ter pais que não moram juntos, não acha? – 3X0 para Axl.” Eles começaram a falar de outros assuntos como a musica, Slash (que diga de passagem Axl não tratou com hostilidade), ex – namoradas, enfim sobre a vida toda dele.

O que eu queria ele já tinham falado. Axl reviu o contrato e foi feito outro nesse contrato eu tinha direito a visitar Thomas três vezes por semana e outras coisas que eu não li porque fiquei com horrível dor de cabeça.

Eu visitava Thomas três vezes por semana, fielmente. Claro que quando Axl viajava (vulgo ia trabalhar) o pequeno ficava comigo. Ele era o bebê mais lindo do universo. O que eu podia dizer sobre a maternidade? Hum, primeiramente era inexplicável e segundo era terrivelmente poderosa.

Eu protegia aquele bebê com todas minhas forças. Eu adorava olhar seus olhos verdes (apesar deles não me trazerem boas lembranças), adorava mexer em seus cachinhos ruivo-dourados e principalmente adorava apertar suas bochechas gordinhas.

- Você trata esse menino como um ovo, depois diz que eu sou paranóico. – Axl adora ficar em nossas visitas e atrapalhar (mentira!) o momento mãe e filho.

- Você realmente é paranóico com Thomas. – Eu mostrei a língua para o Axl. – Você não viu o que a mamãe fez, né? – Eu me dirigi ao bebê mais lindo do mundo.

- E a loja? – Axl sabia que eu estava um tanto relutante em trabalhar lá mais não tinha escolha.

- John fez um trabalho incrível naquilo. Ele disse para eu fazer um curso técnico de administração para poder trabalhar na loja. Ele disse que esse curso vai me ajudar a definir a faculdade. – Eu falei a ultima parte cheia de emoção. Faculdade me aguarde!

- Às vezes eu esqueço que você só tem 19 anos. – Ele tinha roubado o Thomas de mim e agora o pequeno brincava em seu colo.

- Você esta monopolizando meu filho. – Eu levantei e fui olhar a vista do enorme apartamento. Ele me ignorou.

- Vou dar uma festa na casa do DJ para apresentar o Thomas aos meus amigos e conhecidos. – "E daí, Axl?” Pensei. — Então esteja aqui sexta feira às sete. – Ele me ordenou.

- Eu não tenho direito de não ir? – Eu o questionei.

- Bom pelo que eu saiba meu filho não explodiu da pedra, ele tem mãe. – Ele me olhou com desdenho.

- Ok. – Eu mudei de assunto com uma naturalidade absoluta. – Por que Thomas? Não tinha outro nome em mente? – Eu estava um tanto curiosa. A entrevista não tinha saciado minha curiosidade.

- Era Thomas ou Matthew. Matthew é nome de criança mimada. Thomas é imponente, firme e decisivo. Antes que pergunte se fosse menina seria algo como Dafne, Penélope, Estela... – Ele não concluiu o raciocínio.

- Dafne, Penélope ou Estela, parece que saíram de desenhos animados. Astride é bonito e não esses nomes de meninas mimadas.

- Astride? Intrigante e misterioso. – Ele arqueou as sombras celhas.

- Valentina Astride Rodman, minha avó, satisfeito. Descendência irlandesa, italiana e brasileira. – Ele ia me perguntar uma hora mesmo.

- Brasileira é! As mulheres mais bonitas e exóticas. Não é a toa que você é uma ruiva meio loira e bronzeada. – Ele me analisava agora.

- Falando assim pareço ate uma aberração. – Definitivamente eu não gostava de constatar fatos em voz alta.

- Você é exótica e isso é bom. Diferente do que tem por aí. Sabe qual foi a primeira coisa que pensei quando te vi? – Eu neguei com a cabeça. – Eu nunca vi alguém como ela antes. E depois eu descubro que ela tem uma personalidade forte como leão. Gosto de cultivar pessoas assim perto mim. – Eu não tinha entendido muito bem, mas tudo bem. Os que conviviam co ele diziam que ele era lunático mesmo.

Como Axl tinha inventado essa bendita festa tive que sair para comprar uma roupa e sapato adequado para ocasião. Como Thomas só tinha dois meses, eu não tinha conseguido emagrecer tudo e voltar ao meu peso normal. O jeito foi comprar uma roupa que disfarçasse minhas gordurinhas a mais.

A semana voou. De repente eu me vi na casa do Axl com meu mini roqueirinho esperando para ir a tal festa. A cada do DJ era um pouco longe e mais afastada da cidade foram umas duas horas de viagem ate lá.

Os integrantes do Guns estavam lá, Sebastian Bach, os membros do Aerosmith, os membros do Red Hot Chili Peppers, Ozzy Ousborne, os membros do Faith No More, membros do Cinderella, membros do Go Go Dolls, membros do Bon Jovi, membros do Poison. A casa estava cheia tão cheia que eu não consegui identificar o resto. Não imaginava que ele conhecia tanta gente (tapada eu, hein). Todos vieram cumprimentar o Axl, o bebê e eu (a menos importante, mas todos estavam curiosos sobre mim). A festa durou muito mais do que permanecermos, Thomas apresentava sinais de cansaço então fomos embora.

Era tão tarde que Axl não me deixou ir embora. Tive que dormir lá, mas diferente da ultima vez eu estava sóbria e dormi no quarto de hospedes (empolgante, eu sei). Eu sai de lá depois do almoço porque Axl ficou adiando que eu fosse embora. John tinha ido me buscar.

- Eu podia ter te levado. – Ele estava um tanto relutante em me deixar ir sabe-lá-porque.

- John não se incomoda de vir me buscar. – Eu vestia meu sobretudo e tirava o cabelo de dentro.

- Claro porque seu amigo John é um mártir e faz tudo que você manda. – Ele estava um pouco zangado.

- Eu conheço o John a muito tempo e ele é uma das únicas pessoas no mundo por quem eu dou minha vida. A segunda é meu filho, caso queira saber. – Eu abri a porta, mas Axl me impediu.

- Não corra tão rápido para os braços do seu amiguinho colorido. – Eu identifiquei o sentimento errado. Não era raiva, era ciúme. Eu mal acreditava que comecei a rir. – O que é tão engrado? – Ele perguntava com uma carranca.

- John é gay, afeminado, ou seja-lá-o-que você entende como homossexual. – Antes que ele pudesse rebater a pergunta eu sai do apartamento.

Notas finais
Foi mal a demora. Desculpe os erros (a preguiça um dia me mata). Capitulo grande (meus dedinhos). Gostaram das bandas que apareceram?

Reviews? Indicações(delirei agora)?

Bom eu tenho ideia para uma nova fic e isso vai incluir voces meus leitores lindos. Então sugiro que vocês treinem suas habilidades de escrita e o resto é segredo. Vou começar a falar da surpresa para nova fic no capitulo VI. E eu posto (e escrevo mais rapido) quando recebo reviews (o capitulo VI esta pronto).

PS: Estou escrevendo o capitulo VII e ele esta promentendo.