NARRAÇÃO DO BANGUELA

Todos nós estávamos com medo, nossos amigos estão contra nós, estávamos em guerra de novo, eu reparei o medo dos meus amigos e tentei consola-los.

Banguela- Não se preocupem, vamos dar um jeito.

Dente-de-anzol- Não se preocupe? Encarem os fatos, estamos no fundo do poço, o Wizard pois todos contra nós, acabou!

Eu me enfureci com a situação, tudo aquilo que agente tava passando foi demais, é muita responsabilidade para mim aguentar.

Dente-de-anzol- Banguela, acabou!

Banguela- NADA ACABOU! NADA! Nós fomos leais aos nossos humanos, eramos amigos, inseparáveis! E eu não vou deixar uma droga de um magico destruir isso! Eu vou fazer o Soluço se lembrar de mim, vou fazer todos se lembrarem!

Pula-nuvens- Como?

Banguela- Eu não sei!

Eu encosto em uma rocha e em seguida, sento no chão e ponho minha mão em meu rosto.

Banguela- Eu não sei.

Em seguida, a Tempestade se aproxima de mim e senta do meu lado.

Tempestade- Banguela, eu sei que as coisas estão difíceis, mas ainda há uma esperança, você é o melhor amigo do Soluço, ele nunca se esqueceria de você, você tem que faze-lo se lembrar de você.

Banguela- Como?

Tempestade- Faça algo que o lembre da sua amizade.

Banguela- O que? O QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!

Sem querer, eu soltei meu famoso rugido, que com certeza o povo de Bérk ouviu.

Banguela- Essa não, vão, fujam, eles vão vir em pouco tempo.

Tempestade- Mas...

Banguela- Vai, eu vou ficar bem.

Eles fugiram e se esconderam na floresta e eu esperei os berkianos chegarem.

ENQUANTO ISSO, NA ALDEIA...

Soluço estava afiando sua espada, cheio de ódio, até que ele ouve o rugido inconfundível de um Fúria-da-noite, em seguida, os cavaleiros se aproximam.

Perna-de-peixe- Isso parece que foi um Fúria-da-noite.

Cabeça-dura- É claro que foi, o rugido é inconfundível.

Astrid- E o que estamos esperando? Vamos atrás dele!

Soluço- NINGUEM VAI! Aquele Fúria-da-noite é meu.

Cabeça-quente- Você tá louco? Não pode ir atrás dele sozinho, é suicídio!

Soluço nem deu bola, pegou sua espada começou a andar, mas o Melequentoentrou em sua frente.

Melequento- Soluço, eu sei que está chateado e quer matar aquele dragão, mas pense bem, não vale a pena, magoas e ódio guardadas é a fórmula para tornar uma pessoa ruim, você pensa que está sozinho, mas todos nós queremos ajudar, mata-lo não vai tirar sua dor.

Soluço- Melequento, sai da minha frente!

Ele empurrou o Melequento e seguiu em frente.

ENQUANTO ISSO, NA CLAREIRA...

Banguela estava apreensivo, ele sabia que alguém iria vir atrás dele a qualquer momento. Quando de repente, o Soluço aparece de trás da moita, Banguela fica surpreso de o ver.

Soluço- Eu esperei muito tempo por esse momento.

Banguela- Soluço, não se lembra de mim?

Soluço- Claro que lembro, você matou meu pai e eu vou me vingar!

Soluço tenta o atingir, mas Banguela desvia.

Banguela- Para com isso, esse não é você!

Soluço- O que você sabe sobre mim?!

Banguela- Mais do que pensa!

Soluço continua tentando o atingir com a espada, mas ele continua se desviando.

Soluço- Você tirou tudo de mim! Agora vou te dar o troco!

Soluço o empurra e o prende em uma pedra com a mão direita, enquanto segura a espada em sua direção.

Soluço- É hora de acabar com essa droga!

Banguela- quer dizer que você não se lembra disso?

Banguela ergue sua mão direita, como sua ultima esperança.

Soluço- Claro, eu arranco sua mão e levo como troféu.

Banguela- Não. Não se lembra disso?

Banguela segura em seu polegar direito, foi o comprimento que inventaram antes disso. Soluço olhou para suas mãos e em seguida olhou para o Banguela. Ele arregalou os olhos e soltou sua espada.

Soluço- Banguela? Eu...O que?... O que eu tô fazendo? Me perdoe.

Eles se abraçaram e começaram a chorar. Em seguida, os outros dragões aparecem e quando vem e cana, correm ao emcontro dos dois e se juntam ao abraço.

Soluço- É muito bom ver vocês de novo! Mas e agora? O que vamos fazer?

Banguela- Precisamos fazer os outros lembrarem de quem realmente são.

Tempestade- Como?

Banguela- Tive uma ideia.

MAIS TARDE, NA ALDEIA...

Todos os dragões estavam escondidos, observando a sua volta e viram o Perna-de-peixe olhando uma formiga. Banguela se aproximou dele e assim que o viu se levantou.

Perna-de-peixe- Você é o Fúria-da-noite.

Banguela- Não sei, por que você não olha no Livro dos Dragões.

Ele mostrou para ele o livro dos dragões, o que fez o Perna-de-peixe se lembrar de quem ele era, afinal, ele era a pessoa que mais gostava de estudar sobre os dragões.

Perna-de-peixe- Eu me lembro!

Depois, eles formam procurar os gêmeos, que estavam observando os peixes no riacho lado a lado.

Cabeça-dura- Interessante.

Banguela se aproximou deles em silencio.

Banguela- Interessante é isso.

Ele bateu a cabeça dos gêmeos um no outro, o que os fez se lembrar quem eram. Eles bateram a cabeça de novo em comemoração.

Cabeça-dura- Beleza!

Em seguida, foram procurar o Melequento, dessa vez, o Soluço é que foi falar com ele.

Soluço- Ei Melequento, quanto é 2+2?

Melequento- 3?

Soluço- Acertou!

Melequento- É, Melequento, Melequento, Rey Rey Rey!

Quando ele disse isso, ele se lembrou de quem era.

Soluço- Agora só falta uma pessoa.

Banguela- Essa é osso duro de roer.

Mais tarde, a Astrid estava andando pela aldeia, ela passou por uma casa e no mesmo instante, uma mão a puxa para dentro e em menos de 10 segundos ela estava amarrada em uma cadeira.

Astrid- Soluço? O que tá havendo?!

Soluço- Astrid, me escuta, você não é assim, um magico fez uma lavagem cerebral em você, em todos nós, os dragões são amigos.

Astrid- Você ficou louco! Me tira daqui agora se não...

Antes que ela continuasse, o Soluço a beijou, o que a fez se lembrar de quem era, quando se separaram, eles sorriram um para o outro, enquanto a Tempestade a soltava.

Astrid- O que vamos fazer?

Banguela- Achar o esconderijo do Wizard, tem um livro de feitiços lá, talvez, tenha algo sobre como reverter esse feitiço.

Soluço- Ótimo, vamos lá vikings, peguem seus casacos.

Notas finais
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