Banguela: Coração e alma humana
10 Memórias perdidas
NARRAÇÃO DO BANGUELA
Todos nós estávamos com medo, nossos amigos estão contra nós, estávamos em guerra de novo, eu reparei o medo dos meus amigos e tentei consola-los.
Banguela- Não se preocupem, vamos dar um jeito.
Dente-de-anzol- Não se preocupe? Encarem os fatos, estamos no fundo do poço, o Wizard pois todos contra nós, acabou!
Eu me enfureci com a situação, tudo aquilo que agente tava passando foi demais, é muita responsabilidade para mim aguentar.
Dente-de-anzol- Banguela, acabou!
Banguela- NADA ACABOU! NADA! Nós fomos leais aos nossos humanos, eramos amigos, inseparáveis! E eu não vou deixar uma droga de um magico destruir isso! Eu vou fazer o Soluço se lembrar de mim, vou fazer todos se lembrarem!
Pula-nuvens- Como?
Banguela- Eu não sei!
Eu encosto em uma rocha e em seguida, sento no chão e ponho minha mão em meu rosto.
Banguela- Eu não sei.
Em seguida, a Tempestade se aproxima de mim e senta do meu lado.
Tempestade- Banguela, eu sei que as coisas estão difíceis, mas ainda há uma esperança, você é o melhor amigo do Soluço, ele nunca se esqueceria de você, você tem que faze-lo se lembrar de você.
Banguela- Como?
Tempestade- Faça algo que o lembre da sua amizade.
Banguela- O que? O QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!
Sem querer, eu soltei meu famoso rugido, que com certeza o povo de Bérk ouviu.
Banguela- Essa não, vão, fujam, eles vão vir em pouco tempo.
Tempestade- Mas...
Banguela- Vai, eu vou ficar bem.
Eles fugiram e se esconderam na floresta e eu esperei os berkianos chegarem.
ENQUANTO ISSO, NA ALDEIA...
Soluço estava afiando sua espada, cheio de ódio, até que ele ouve o rugido inconfundível de um Fúria-da-noite, em seguida, os cavaleiros se aproximam.
Perna-de-peixe- Isso parece que foi um Fúria-da-noite.
Cabeça-dura- É claro que foi, o rugido é inconfundível.
Astrid- E o que estamos esperando? Vamos atrás dele!
Soluço- NINGUEM VAI! Aquele Fúria-da-noite é meu.
Cabeça-quente- Você tá louco? Não pode ir atrás dele sozinho, é suicídio!
Soluço nem deu bola, pegou sua espada começou a andar, mas o Melequentoentrou em sua frente.
Melequento- Soluço, eu sei que está chateado e quer matar aquele dragão, mas pense bem, não vale a pena, magoas e ódio guardadas é a fórmula para tornar uma pessoa ruim, você pensa que está sozinho, mas todos nós queremos ajudar, mata-lo não vai tirar sua dor.
Soluço- Melequento, sai da minha frente!
Ele empurrou o Melequento e seguiu em frente.
ENQUANTO ISSO, NA CLAREIRA...
Banguela estava apreensivo, ele sabia que alguém iria vir atrás dele a qualquer momento. Quando de repente, o Soluço aparece de trás da moita, Banguela fica surpreso de o ver.
Soluço- Eu esperei muito tempo por esse momento.
Banguela- Soluço, não se lembra de mim?
Soluço- Claro que lembro, você matou meu pai e eu vou me vingar!
Soluço tenta o atingir, mas Banguela desvia.
Banguela- Para com isso, esse não é você!
Soluço- O que você sabe sobre mim?!
Banguela- Mais do que pensa!
Soluço continua tentando o atingir com a espada, mas ele continua se desviando.
Soluço- Você tirou tudo de mim! Agora vou te dar o troco!
Soluço o empurra e o prende em uma pedra com a mão direita, enquanto segura a espada em sua direção.
Soluço- É hora de acabar com essa droga!
Banguela- quer dizer que você não se lembra disso?
Banguela ergue sua mão direita, como sua ultima esperança.
Soluço- Claro, eu arranco sua mão e levo como troféu.
Banguela- Não. Não se lembra disso?
Banguela segura em seu polegar direito, foi o comprimento que inventaram antes disso. Soluço olhou para suas mãos e em seguida olhou para o Banguela. Ele arregalou os olhos e soltou sua espada.
Soluço- Banguela? Eu...O que?... O que eu tô fazendo? Me perdoe.
Eles se abraçaram e começaram a chorar. Em seguida, os outros dragões aparecem e quando vem e cana, correm ao emcontro dos dois e se juntam ao abraço.
Soluço- É muito bom ver vocês de novo! Mas e agora? O que vamos fazer?
Banguela- Precisamos fazer os outros lembrarem de quem realmente são.
Tempestade- Como?
Banguela- Tive uma ideia.
MAIS TARDE, NA ALDEIA...
Todos os dragões estavam escondidos, observando a sua volta e viram o Perna-de-peixe olhando uma formiga. Banguela se aproximou dele e assim que o viu se levantou.
Perna-de-peixe- Você é o Fúria-da-noite.
Banguela- Não sei, por que você não olha no Livro dos Dragões.
Ele mostrou para ele o livro dos dragões, o que fez o Perna-de-peixe se lembrar de quem ele era, afinal, ele era a pessoa que mais gostava de estudar sobre os dragões.
Perna-de-peixe- Eu me lembro!
Depois, eles formam procurar os gêmeos, que estavam observando os peixes no riacho lado a lado.
Cabeça-dura- Interessante.
Banguela se aproximou deles em silencio.
Banguela- Interessante é isso.
Ele bateu a cabeça dos gêmeos um no outro, o que os fez se lembrar quem eram. Eles bateram a cabeça de novo em comemoração.
Cabeça-dura- Beleza!
Em seguida, foram procurar o Melequento, dessa vez, o Soluço é que foi falar com ele.
Soluço- Ei Melequento, quanto é 2+2?
Melequento- 3?
Soluço- Acertou!
Melequento- É, Melequento, Melequento, Rey Rey Rey!
Quando ele disse isso, ele se lembrou de quem era.
Soluço- Agora só falta uma pessoa.
Banguela- Essa é osso duro de roer.
Mais tarde, a Astrid estava andando pela aldeia, ela passou por uma casa e no mesmo instante, uma mão a puxa para dentro e em menos de 10 segundos ela estava amarrada em uma cadeira.
Astrid- Soluço? O que tá havendo?!
Soluço- Astrid, me escuta, você não é assim, um magico fez uma lavagem cerebral em você, em todos nós, os dragões são amigos.
Astrid- Você ficou louco! Me tira daqui agora se não...
Antes que ela continuasse, o Soluço a beijou, o que a fez se lembrar de quem era, quando se separaram, eles sorriram um para o outro, enquanto a Tempestade a soltava.
Astrid- O que vamos fazer?
Banguela- Achar o esconderijo do Wizard, tem um livro de feitiços lá, talvez, tenha algo sobre como reverter esse feitiço.
Soluço- Ótimo, vamos lá vikings, peguem seus casacos.
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