Balada Maldita.
13 My desire is only the chief.
Notas iniciais
Miami um dia depois...
Gibbs e Tony desembarcaram do avião e foram pegar suas bagagens. Havia uma pessoa esperando por eles no aeroporto.
— Prazer. Frank Tripp. Sou da polícia de Miami. O Tenente Caine me pediu para encontra-los aqui. – Disse Frank apertando a mão de Gibbs e Dinozzo.
— Agente especial Leroy Jethro Gibbs. NCIS. – Disse Gibbs retribuindo o aperto de mão.
— Agente Anthony Dinozzo. Mas pode me chamar de Tony. Sou agente da NCIS também. – Disse Tony.
— Como a Abby está? – Perguntou Gibbs.
— Ela se recuperou bem de ontem para hoje, mas ainda precisa dormir. Por causa da pancada na cabeça. Foi feia e ela precisa se recuperar. – Disse Frank.
— Claro. Podemos vê-la? – Perguntou Gibbs.
— Sim. Venham. Levo vocês ao Miami memorial. Horátio está esperando por vocês. – Disse Frank.
Gibbs e Tony pegaram as malas que trouxeram junto e seguiram para o carro.
Enquanto isso...
Sede da NCIS Washington D.C.
Casa de McGee e Abby.
McGee estava tentando fazer Kelly dormir. A menina estava agitada e não pegava no sono.
— Kelly. Vamos dormir agora? – Disse McGee. – Quer que eu conte uma história?
— Onde minha mãe está? – Perguntou Kelly.
— Eu já te expliquei que ela foi para Miami a trabalho, lembra? – Disse McGee. – Ela volta no fim da semana.
— Ela prometeu me telefonar quando fosse hora de dormir. – Disse Kelly saindo das cobertas.
— Ela deve ter esquecido Kelly. – Disse McGee colocando a garota na cama.
— Eu quero falar boa noite para minha mãe antes de dormir. – Kelly insistia.
— Meu amor. A mamãe sofreu um acidente. – McGee resolveu contar a verdade para a menina. – Ela está no hospital descansando.
Kelly fechou a cara e começou a chorar.
— Vem cá meu amor. – McGee abraçou a filha. – A mamãe vai ficar bem. Ela só bateu a cabeça.
— Eu quero vê-la. – Disse Kelly. – Eu quero ver a minha mãe.
— Ela ainda está em Miami. O dindo Gibbs e o tio Tony estão lá com ela. – Disse McGee. – Ela vai estar em boas mãos.
Kelly havia parado de chorar.
— Quando ela volta? – Perguntou Kelly.
— Logo. – Disse McGee. Ele pegou a garotinha no colo e a consolou.
Kelly adormeceu no colo de Timothy e os dois dormiram juntos.
Miami
Hospital Miami Memorial.
Gibbs e Tony chegaram ao hospital por volta das 20 horas. Frank os levou até o quarto de Abby. Ele bateu a porta e a voz de Horátio deu permissão para eles entrarem.
— Tenente Horátio Caine. – Disse Horátio apertando as mãos de Tony e Gibbs
— Agente especial Gibbs. NCIS. – Apertando de volta mão de Horátio.
— É um prazer conhece-lo. – Disse Horátio.
— Agente Muito especial Anthony Dinozzo. Mas pode me chamar de Tony. – Disse Tony.
— É um prazer conhece-lo também. – Disse Horátio. – Podemos sentar?
— Claro. – Disse Gibbs sentando numa segunda poltrona. Tony procurou uma para ele, mas não encontrou.
— Acho que ficarei de pé. – Disse Tony sarcasticamente.
— Então tenente. Como ela está? – Perguntou Gibbs.
— Foi uma batida forte. – Começou Horátio. – Mas graças a deus é só uma concussão pequena. Sem danos aparentes.
— Quem fez isso? – Perguntou Tony.
— Achei que vocês teriam essas respostas. – Disse Horátio. – Alguém que possa ter algo contra Abby?
— Ela trabalhou em muitos casos. E o único que eu sei está preso há quatro anos. Desde que aquilo... Aconteceu. – Gibbs não se sentia à vontade para contar, mas Horátio descobriria alguma hora.
— O que aconteceu há quatro anos? – Perguntou Horátio.
— Abby foi sequestrada e abusada sexualmente por um terrorista que queria vingar a morte do irmão que foi morto pela NCIS. Ele violentou ela por dois meses até que o capanga dele a libertou drogando o chefe e deixando ela num hospital. O terrorista foi morto por mim quando tentou pegar Abby na minha casa e o capanga foi preso. – Disse Gibbs.
Horátio estava assustado com aquela história.
— Isso é sério? – Perguntou.
— É muito sério. – Disse Gibbs. – O capanga se entregou e pegou quatro anos. Aparentemente ele não guarda nenhum rancor.
— Hum. Isso é bom. Minha equipe está processando a cena. – Disse Horátio levantando da cadeira. – Posso levar vocês lá.
— E quem vai cuidar da Abby? – Perguntou Tony.
— Eric pode cuidar. Ele é um bom CSI e muito responsável. – Disse Horatio
— Ele carrega armas? – Perguntou Gibbs.
— Sim. E sabe atirar muito bem. – Disse Horátio.
— Então pode ser. – Disse Gibbs.
— Ele estará aqui em cinco minutos. – Disse Horátio.
— Então vamos a cena de crime. – Disse Tony. – E quem sabe poderei passar na praia para ver algumas gatinhas.
Tony levou um tapa na cabeça de Gibbs.
— Não viemos aqui para ir à praia Dinozzo. – Disse Gibbs.
— Desculpa chefe. – Disse Tony.
Eric chegou depois de cinco minutos e ficou no lugar de Horátio que levou Gibbs e Tony para o local onde Abby se feriu.
— Ela estava ali em cima perto do microfone quando a bomba estourou. Eric e eu estávamos voltados para a porta quando ouvimos a explosão. Ela estava aqui no chão. – Disse Horátio.
— Quanto esse palco tem de altura? – Perguntou Gibbs.
— Quatro metros. Mas foi uma bomba fraca. – Disse Horátio.
— E como sabe disso? – Perguntou Tony.
— Sou especialista em explosivos. – Disse Horátio.
Erick e Edward estavam comemorando em um bar vendo as notícias sobre a explosão quando a jornalista informou que ninguém morreu.
Ele se levantou e foi até o banheiro. Socou o espelho que rachou, mas não quebrou.
— Vou ter que pegar ela e matar eu mesmo. – Erick disse. A raiva nos olhos dele parecia querer queimar o papel toalha em suas mãos.
Ele saiu do banheiro e ele e Edward finalmente trocaram algumas palavras antes de deixar o bar.
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