Notas iniciais
Yoo minna! Desculpe-nos pela demora para postar esse capítulo, tivemos uns probleminhas com ideias =/

POV Kagamine Rin

Parte I

- Como é o movimento por lá? — perguntei pra Teto

- Ah, é bem tranquilo. — respondeu ela — não vai muita gente lá no nosso período.

- Ah, que triste.

- Mas isso não é bom? Você vai trabalhar menos e vai ficar menos cansada...

- Cansada, eu? Tais palavra podem ser usadas em uma única fras...

-Kagamine Rin! -disse Haku atrapalhando minha conversa com a Teto — Cale a boca. — com sua "formalidade e educação" de professora

-Ok né ... — falei pra Haku e parei de conversar com a Teto, por 2 minutos.

- Mas tem mais alguém que trabalha no mesmo período que a gente? — continuei.

- Ah, tem a Akita Neru. Ela é meio séria, sabe?

- Entendo...

- RIN!- gritou Haku.

- Ta bom, parei — respondi, e depois realmente parei

Parte II

-LEEEEEEEEN!!- gritei quando ele saía da escola. — Nem vai me esperar?!

- Eu ia te esperar no portão pra gente ir embora junto.

- Você se esqueceu que hoje eu começo a trabalhar?

- Aé... que droga...

- Bom, já vou indo... tchau.

- Tchau RinRin.

Parte III

- Boa Tarde. O que gostaria de pedir? — disse para o cliente que havia chegado.

- Vou querer um tempurá.

- Certo, que tamanho?

- Médio.

- Gostaria de pedir algo para beber?

- Vou querer uma sprite de lata azul.

- Ok, tudo fica 600 ienes.

Enquanto o cara tirava o dinheiro do bolso, chamei Neru. Ela meio que era a líder do pessoal que trabalhava com a gente. Aparentava ser muito habilidosa com o trabalho, fazia cálculos rápidos de trocos e conseguia comandar todo mundo que trabalhava lá sem grandes problemas. Apesar de séria e um tanto rígida com o trabalho, todos gostavam dela.

- Neru, onde que fica o dinheiro mesmo? — perguntei pra ela.

- Fica nessa caixa azul embaixo do balcão.

- Ok, valeu.

Recebi o dinheiro do cliente e devolvi o troco. Depois, quando o cliente já estava há uma boa distância, Akita veio falar comigo:

- Não use gírias enquanto estiver atendendo os clientes, pois eles podem achar que crianças imaturas trabalham aqui e não voltarem mais, e se o patrão souber que alguém está desfavorecendo seu restaurante, com certeza despediria essa pessoa.

- Vish... vai ser difícil ficar sem falar gírias haha -notei que falei uma gírias. Tapei a boca com a mão e logo em seguida pedi desculpas.

- Acho que conversar com seus colegas de trabalho formalmente ajuda a se acostumar.

- O... Certo!

Logo em seguida, outro cliente chegou. Nem olhei quem era e deixei pra Teto atender. Meu turno no caixa havia acabado.

Após alguns minutos, Teto veio falar comigo.

- Tem um cliente que quer te ver...

- Hun?! Um cliente?

- É.

Fui lá no caixa, e me deparo com...

-Yuma? — disse surpresa

- Vi você entrando quando eu cheguei... não queria me atender? — disse ele com um tom de sarcasmo.

- Não, claro que não. Mas por que você pediu pra me chamar?

- Então, você tem um minuto pra falar comigo.

- Pode falar.

- A sós.

- Bom... só um instante — virei-me e chamei Neru — Neruuu! Posso sair só um minutinho?

- Como não é seu turno no caixa, pode. Mas se o patrão aparecer você terá problemas. — respondeu ela.

- Volto logo — respondi para Neru. Me virei para Yuma. — Vamos lá fora.