Notas iniciais
A Parte II dessa história pode não ser apropriada para menores de 12 anos... Espero que gostem :)

— Jordan, volta aqui! – Gritou Carly, correndo atrás do garoto. Logo atrás dela, estavam eu e Freddie, andando de mãos dadas. Nós três estávamos levando Jordan para a escola, era o 1º dia dele. Logo que chegamos, demos de cara com a mulher que, provavelmente, eu iria ver sempre na diretoria: a professora.

— Olá bonitinho! Qual é o seu nome? – Perguntou a srita. Keller.

— Meu nome é Jordan Karl Puckett Benson, e o seu? – Perguntou aquela fofura mirim.

— Bom, eu sou a srita. Keller, sua professora. Quantos anos você tem, Jordan?

— Tenho 4, e você é minha o quê?

— Professora, Jordan, aquela mulher que vai te atazanar até você não querer mais, de quem eu te disse – Eu o lembrei.

— Ahhh, é mesmo...

— Ok... Qual tal nós entrarmos agora, Jordan? – Disse a srita. Keller.

— Tudo bem – Ele concordou.

— Ei ei, e o meu tchau? – Eu disse – E não se esqueça do que eu falei, eim...

— Atormente todos, não importa quem seja... Ok mãe, já entendi... Tchau pai, tchau tia Carly!

Os dois acenaram para meu loirinho.

— Venham buscá-lo ás 13:00 – Lembrava a professora. Eram 8:30 da manhã. Ótimo, mais tempo longe do pentelho. Mas ele estava tão lindinho com aquela mochila nas costas... Ok, já chega Sam... Voltando para Freddie e eu: sim, estamos juntos, e noivos. Ele mudou, não é mais o chato de camiseta de antes. Jordan morava comigo, mas vivia no apartamento da Carly. Principalmente com o Guppy Gibson, os dois não se desgrudavam, apesar de Guppy já estar grandinho (12 anos, qual é!) para brincar com um de 4 anos. E Carly? Bem, Carly ainda não se encontrou, mas isso não importa agora. Estávamos voltando para o Bushwell Plaza, quando Carly avisou:

— Pessoal, podem ir, eu vou depois – Disse Carly, virando para atravessar a rua.

— Tudo bem, até mais tarde, então – Eu disse á ela.

Quando chegamos, fomos para o apartamento do Freddie. Como Carly não estava, achamos melhor não irmos pro dela. A mãe de Freddie não estava, para nossa sorte. Logo fui para a cozinha preparar algo, naquela altura, minha barriga parecia um rinoceronte. Estava na pia, abrindo uma embalagem de bacon, quando Freddie me pegou pela cintura, e sussurrou no meu ouvido:

— O que está preparando, coisa linda?

— É só bacon. Vai querer?

— Querer o quê? O bacon ou você? – Ele sussurrou mais baixo

— Pára seu nerd. É claro que é o bacon.

— Não, obrigado – Ele me soltou.

— Sabe de uma coisa? Você fica linda fritando bacon – Ele disse com um sorriso meio duvidoso – Quer ajuda aí?

— Agora é minha vez de dizer não.

— Tudo bem... Estarei no meu quarto, se precisar – Ele deu ênfase no “meu quarto” e saiu.

— Ele é tão besta... – Eu disse para mim mesma

Minutos depois, fui para o quarto dele, onde ele estava todo folgado, deitado na cama.

— E então, resolveu? – Disse ele, com o mesmo sorriso duvidoso.

— Não, seu mala, não quero mais Jordans correndo por aqui. Vim avisar que vou pro apartamento da Carly, ela já chegou – Eu avisei – Vai ficar ai?

— Não, eu vou, mas vá na frente.

— Ok, tchau – Eu disse saindo do quarto.

Notas finais
Comentários? *-*