Bagunçando as Vidas: Conheça Jordan.
9 Capítulo 4.
Notas iniciais
Como eu tinha ficado até tarde na casa da Carly, acordei mais tarde ainda no domingo. Olhei para o relógio: 11:30. Levantei, me arrumei, calcei o primeiro tênis que vi e sai, rumo ao Bushwell Plaza. Quando cheguei, já invadi o apartamento da Shay:
— Nossa Carly, já está acordada faz um milênio?
— Sam, são 12:15 da tarde.
— E aí, o que vai rolar hoje? – Eu perguntei
— Rolar? Rolar o quê? – Carly fez a mesma pergunta
— Um almoço, uma saída, sei lá...
— Sam, menos. Fiquei fora até tarde com seu filho ontem
— Por que quis!
Eu terminei a frase, Freddie abriu a porta e Jordan entrou correndo para mim:
— Mãe! – Exclamou ele
— Oi loiro, como foi a noite com seu pai? – Eu perguntei
— Foi muuuito legal, o papai leu uma historinha para mim antes de dormir
— Que bom! Escute, o Guppy está lá em baixo te esperando. Quando forem subir, venham direto para a casa da Carly, tudo bem?
— Ok mãe! Fui! – Jordan disse saindo
— Tudo bem, o que vocês pretendem? – Carly perguntou, já imaginando.
— Eu vou almoçar com o Freddie na casa dele hoje. A sra Benson foi viajar, e ele está sozinho por uns dias – Eu expliquei e Freddie concordou, fazendo cara de carente, com direito a bico e tudo.
— Sei... Manterei os pirralhos longe de lá.
— Ah, valeu Carly! – Agradeceu Freddie saindo e me levando pelo braço.
Adentramos o apartamento dele, e ele me perguntou:
— Fiz macarronada, gosta?
— Formigas gostam de açúcar? – Eu brinquei
Sentamos no balcão da cozinha e Freddie me serviu. Quando acabamos levantei do banco e disse:
— A macarronada estava uma delícia – Eu elogiei
— Obrigado – Freddie agradeceu levantando do banco – Vou ao banheiro.
— Ok...
Eu andava pelo apartamento, vendo as relíquias que a sra. Benson tinha dentro daquele “museu”. Ela precisava urgente que coisas novas.
— O que está olhando? – Freddie perguntou saindo do banheiro
— Só estou vendo as velharias de sua mãe – Eu disse e Freddie riu – Me desculpe por tudo que aconteceu. Os xingamentos e tudo mais...
— Os xingamentos, os socos, murros, pontapés... – Freddie brincou – É claro, sem problemas, princesa Puckett – Ele disse me puxando para perto dele e me beijando. Freddie começou a desabotoar minha camisa xadrez, quando eu disse:
— Freddie, é melhor...
— O que foi dessa vez?
— Nada. Só estava dizendo que era melhor nós irmos para o seu quarto.
Ele me pegou no colo e me levou até a cama dele, onde ficamos por um bom tempo. Depois, como eu estava muito cansada, eu me cobri com o lençol, e deitei no ombro de Freddie.
— Eu te amo Freddie
— Também te amo Sam.
Logo me lembrei da Carly, que devia estar sofrendo com os meninos
— Freddie, a Carly! – Eu exclamei
— Nossa, é mesmo!
— Preciso ir dar uma força para ela!
— Vai indo, eu vou tomar um banho, e logo chego lá – Freddie disse se levantando
Me vesti rapidamente, atravessei o corredor, abri a porta do apartamento de Carly e lá estava ela, sentada, tranqüila no sofá vendo TV:
— Oh, olá Sam! Como foi? Vejo que bem, porque deu para escutar seus gritos lá da portaria.
— Cala a boca Carly. Cadê os pirralhos? – Eu perguntei preocupada. Se eu conheço bem minha amiga, ela poderia ter matado eles.
— Jordan e Guppy? Estão no estúdio de iCarly jogando vídeo-game.
— Ufa! – Eu exclamei caindo no sofá. Por um minuto eu pensei que não ia ver meu filho nunca mais.
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