Bad Romance
4 Não podes fugir de mim!
(Elisabete)
Mafalda não sabe, mas eu conheço sua mãe desde que ela ficou grávida de Caius Volturi. Ajudei-a a fugir, a seguir vão querer me matar. E sou vampira também. Sua mãe nomeou-me como guardiã da filha.
— Quem é a Mafalda? — perguntou um garoto
— Sou eu! — respondeu desconfiada
— É para ti, mandaram-me entregar...e fazer algo mais! — ela se levantou
— O quê e quem? — quando vejo que o garoto a vai agarrar, levanto-me em demasiada rapidez e levo-a para trás de mim num só movimento. Erro meu claro. Felizmente ninguém ainda tinha chegado ao refeitório, só nós e o grupo do Kol Mikaelsen que não tivemos aulas.
— Quem és tu? — perguntei com raiva
— Não devo dizer! — olhei-o nos olhos e percebi. Foi hipnotizado. Isto é obra de Aro. — Apenas devo raptá-la. — tentou de novo.
— Foge Maffy! — foi o que consegui dizer e olhei para Kol de maneira significativa
(Maffy)
Não estou a perceber nada. Assim que Elisa me disse para fugir, não pensei duas vezes e corri com o envelope nas mãos. Parei já bem longe da escola, abri a carta e li "Querida sobrinha Mafalda, suponho que tenhas conhecido o meu rapaz de recados? Ele é humano como tu, e foi hipnotizado para fazer o que eu mando, ou seja fui eu que a mandei raptar. Sou teu tio Aro Volturi. É bom que te portes bem e sigas minhas ordens, ou a tua cidade se transformará num banho de sangue. Manterei contacto contigo em breve. Não te podes fugir de mim. Com carinho do tio." Lágrimas começaram a escorrer. Tio? Mas até há umas horas achei que não tinha família além da minha mãe, e agora venho a saber que tenho um tio que me quer raptar? Senti uma mão no meu ombro, girei meu corpo para dar um pontapé bem no meio das pernas de quem quer que fosse.
— Calma.. — gritou se defendendo. Meu deus! É o homem que me olhou na escola.
— Afasta-te de mim!
— Calma, não sou teu inimigo! — limpei minhas lágrimas e tentei abrandar minha respiração — Melhor? — suspirei
— Sim.
— Elisabete pediu-me que viesse te ver, é mais seguro, visto que o garoto quis te atacar. A propósito, sou Damon. — sorriu
— Maffy. — sorri de volta — Eu sei quem o mandou... — suspirei
— Quem?
— Lê! — entreguei-lhe a carta.
(Damon)
Li a carta tal como pediu. Então foi o tio dela? Olhei-a confuso.
— Quer dizer que esse teu tio mandou o garoto raptar-te por quê?
— Sei lá. Até há uns dias não tinha familia a não ser minha mãe.
— Terás que falar com ela!
— Filha! — gritou uma voz, a cara da Maffy foi expressiva
— Mãe? — perguntou em dúvida — O que fazes aqui?
— Vim assim que pude! — olhou-me — Olá Damon! — fiquei chocado, ela conhece-me?
— Conhece-me?
— Longa história! — suspirou — Filha tens que ir para casa, vai...
— Mas...
— Eu prometo-te que explico tudo. Damon te leva...por favor?
— Ok mãe! — Levei Maffy até casa dela — E agora?
— Bom suponho que terei que te proteger até ela vir...
— Nesse caso Damon, podes entrar! — entrei
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