Notas iniciais
OLA QUERIDOS ADIVINHA QUEM ESTOU DE FERIAS?????? ISSO MESMO, AGORA VOU TER MAIS TEMPO PRA ESCREVER
ENFIM O CAP NOVO kkkkk espero que gostem etc
E DEIXEM REVIEWS SENAO EU FICO TRISTE RESUS SERIO bjs @giiovannaguedes @haroldoprinceso

É, Brasil, estou de volta.

Desembarquei eu fui direto pegar a mala pra ir pra casa, depois de 14 horas dentro de um avião tudo que eu queria era ver a família e depois acertar as contas com a minha cama. E não do jeito que você esta pensando porque o Harry não esta aqui. Então eu queria só dormir mesmo...

- Mamãe! – falei assim que sai do táxi e a vi me esperando na porta, e corri pra abraca-la – Que saudade!

- Todos sentimos muitas saudades de você, bebe. Venha, vamos entrar, estão todos aqui e eu preparei seu almoço preferido. – entrei e falei com toda a parentada chata, almoçamos e eu tive que contar das coisas de Londres, e do Harry. Depois disso fiquei mal então subi para meu quarto.

- Entra – falei me sentando na cama ao ouvir batidas na porta

- Mana, como você ta? – Amanda, minha prima e “melhor amiga familiar” entrou e se sentou ao meu lado

- Eu não sei, tanta coisa aconteceu esses dias que eu não tive nem tempo de pensar sobre nada. Só sei que ta doendo muito.

- É, eu entendo, mas vai passar, ele ta bem agora. Escuta, eu vou la no cemitério levar umas flores, você quer ir?

- Quero – fomos em seu carro ate o cemitério. Aquele lugar me dava muitos arrepios. Caminhamos ate o tumulo onde agora meu avo ficava, ela ficou um tempo la e depois me deixou sozinha. Sente-me em um banquinho que havia ao lado e coloquei as rosas amarelas em cima do tumulo. Suas favoritas.

- Oi vovô... Gostou das flores? Lembra que você dizia “fique com um homem que lhe der rosas vermelhas, case-se com o que lhe der rosas amarelas”? É, tem alguém que me deu rosas amarelas. Harry. Você iria adora-lo, tenho certeza que se dariam muito bem. Pelas historias que você e a vovó contavam, ele é você quando mais novo. Mas agora eu acho que não o verei tao cedo – eu apertava meu punho contra meu peito, ao mesmo tempo que segurava o colar do vovó — Estou chateada com o senhor, você não cumpriu sua promessa. – falei em um sussurro quase inaldivel devido ao choro forte – mas eu vou cumprir a minha, eu não vou te decepcionar.

Quase uma semana no Brasil e o coisinha mais chata, viu. Minhas bitches em Londres e a maioria dos meus amigos daqui estavam viajando já que era ferias, ou seja, estava abandonada. E daqui a mais uma semana é o Natal. Harry dizia que ia me levar pra passar o Natal com sua família pra "ver como se faz na família Styles"

- Então, você vai pra la com sua família?

- Vou... Gemma perguntou por você, disse que você vai fazer falta... Ah Gigi, esqueci de ti falar, sabe quem vai ai pro brasil?

- QUEM? Fala logo!

- O Ed! Ele vai fazer uns shows ai, ele chega amanha e o show e só no sabado. Então eu pensei de vocês sairem

- Harry eu não sei se é uma boa, não to com cabeça pra sair

- Justamente por isso, vai fazer bem pra você dar uma espairecida. Vai amor, por favor

- Ta, tudo bem, fala pra ele que eu vou

- Ok, mas não vão me amar muito ta. Aquele viado me quer, serio.

- Ah então eu tenho concorrência é?! – falei rindo pela primeira vez

- Talvez... Brincadeira, sou só seu

- Acho bom, Styles

- Pronto amor, ele vai te buscar na sua casa 7hrs. Se divirta, ta bom?

- Vou tentar...

Dormi no telefone com o Harry, acordei de madrugada com um pesadelo. Nos estávamos numa estação de trem, eu estava correndo atras de Harry e ele estava fugindo de mim, no final ele entrou no trem e gritou “acabou”, eu cai no chão enquanto o trem desaparecia e tudo ficava preto. Esperei um horário acessível e liguei pra ver se estava tudo bem, ele disse que sim e me lembrou do jantar com o Ed, eu realmente não queria ir, mas talvez me fizesse bem, como Harry achava. 6hrs e eu fui me arrumar. 7hrs e ele chegou. Oh pontualidade britânica né!

- Eae brasileirinha – falou abrindo a porta do carro pra mim

- Oi Ed, tudo bem? – o abracei e entrei no carro, ele entrou logo em seguida – seu cabelo ainda cheira a maçã

- É, gostou? – assenti – que bom. Harry me contou o que aconteceu, então minha missão é te animar. Aonde quer ir?

- Bom, pra falar a verdade, eu nem tava muito afim de sair, sabe..

- Ok, então que tal nós irmos pro meu hotel? Tem comida boa e uns filmes maneiros... Só pra você sair um pouco do seu quarto

- Opa, comida, eu topo.

- Tem certeza que o Niall não ta ai dentro de você não? — é, também acho as vezes. Chegamos ao hotel e fomos pra aérea da piscina que estava super vazia, sentei numa espreguiçadeira e Ed sentou ao meu lado. Pedimos comida e uns drinks bem loucos, tipo muito mesmo. Ah qual é? Eu não bebia desde Londres e um pouco de álcool no sangue é sempre bom pra ajudar a aguentar essa vidinha.

- Harry mandou eu cuidar de você, não te embebedar

- Olha quem fala, você já tomou mais do que eu

- Não, eu ainda to enxergando tudo muito bem — falou se aproximando perigosamente — por exemplo, você tem um sinalzinho aqui na bochecha — fez carinho com o polegar na minha bochecha e se aproximou mais, eu já sentia sua respiração quente e o halito de vodka — e tem um aqui perto da boca também — depois disso eu só senti seus dedos em minha nuca e seus lábios colados nos meus. Por impulso, dei passagem para aprofundar e beijo e embrenhei minhas mãos em seus cabelos ruivos, eram tao macios. Não mais que os cachos do Harry, claro. O HARRY, CARALHO! Ok, pausa, alguém me fala o que ta acontecendo? Eu bebi, mas não tanto assim pra afetar o meu censo do que é certo. Só fui perceber a merda que eu tava fazendo quando eu já estava deitava na espreguiçadeira com o Ed em cima de mim.

- CE TA LOUCO? — falei o empurrando pelo peito e levantando como um jato

- E-eu n-não sei... me desculpa, serio... eu acho que, sei la, foi mal. Droga, me bosta que eu fiz, desculpa mesmo

- Ta, ta, tudo bem... Eu vou pra casa, tchau

- Espera, eu te levo. Caralho, o Harry vai me matar!

- NAO! Ele... Ele nao pode saber! A gente ja ta tao abalado com isso de um vir pra ca, nao precisa de mais motivo pra brigar... E pode deixar que eu pego um taxi