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15 Amara e os Originais
Notas iniciais
P.O.V. Rebekah.
Toda essa trabalheira por uma garota de dezessete anos.
—O que essa coisinha tem de tão especial?
Estávamos como sempre brigando quando de repente, uma voz fraca e débil é ouvida.
—Porque vocês são sempre tão escandalosos?
—Ah, então está acordada.
—Acredite, a coisa no caixão... não vai te ajudar. Ela vai acabar com a sua raça. Literalmente.
Então, aquela figura entrou pela porta.
—Mãe?
—E ai mamãe, Original? Beleza?
Nossa mãe não respondeu, ela foi até a cadeira onde a garota estava amarrada e a libertou. Então, foi direto para Niklaus, ele abaixou a cabeça. E ela finalmente falou:
—Olhe para mim! Você sabe porque eu estou aqui?
—Você veio me matar.
—Resposta certa.
—Fique quieta.
—Eu bem que queria, mas eu não posso.
—Niklaus você é meu filho e eu estou aqui para perdoar você.
—Cao, não cai nessa não é mentira.
—Calada.
—Você não pode matar ele e mesmo se matar eles todos, pra levar o Klaus junto, eu tenho alguns truques na manga. E esse foi, o meu grande truque.
—E qual foi o seu grande truque?
—Eu precisava salvar a minha ancestral e a raça dos vampiros. Mas, também precisava salvar... o outro lado. Como uma bruxa você deve saber como funciona. Pra manter o outro lado no lugar, eu precisava de algo em que ancorar o feitiço, algo que pudesse durar pra sempre. Então, uni o útil ao agradável. O seu filho, Klaus Anselson, é a âncora agora. Se matá-lo, vai destruir o outro lado.
Ela sorriu e desmaiou.
Esther fez uma cara de desgosto.
—Então estava planejando nos matar.
—Eu amo vocês, meus filhos. Mas, vocês são uma abominação.
—Me perdoe por isso então.
Nik enfiou a mão no peito dela e arrancou seu coração. E então...
—Esther?
Nik gritou de agonia, apertando o peito e caiu no chão. Mas, então passou.
—O que foi isso?
—Eu não sei. Mas, eu juro por Deus que Esther tocou em mim, depois de estar morta.
—Creio que a única pessoa que pode nos fornecer esta resposta está inconsciente no momento.
—Ela não está inconsciente, ela está morrendo.
Elijah pegou-a e forçou seu sangue pela garganta da menina. Então, algo inesperado aconteceu.
Ela tinha presas e as fincou no pulso do meu irmão. Os olhos dela eram de um tom de azul frio como o gelo.
Quando ela percebeu o que estava fazendo, parou.
—Caramba!
A garota se mordeu e ofereceu a Elijah.
—Bebe ai.
—Eu vou...
—Bebe logo!
Ele bebeu. E o ferimento cicatrizou.
—Pronto. Eu preciso me alimentar e comer.
—E qual é a diferença?
A menina pegou uma bolsa de sangue.
—Se alimentar.
Ela bebeu todo o conteúdo, mexeu na geladeira, fez um sanduíche, segurou-o bem na minha frente e disse:
—Comer.
—Me diga o que está acontecendo comigo?
—Ta vendo gente morta?
—Sim.
—Bom sinal. Sinal que funcionou.
—Mas, isso não é tudo.
—Eu vou contar tudo o que quer saber, mas quero uma coisa em troca.
—O que?
—O colar.
—Que colar?
—Aquele.
Ela apontou para o colar no meu pescoço.
—Não!
—Relaxa, eu vou fazer um feitiço de gêmeos. Ela nem vai notar a diferença, eu garanto.

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