Notas iniciais
último capítulo buáááááá sorry por ter demorado a postar, mas minha net caiu e só voltou hoje, então perdão perdão e mais perdão. Sério, eu achei esse capitulo muito fofo! Tenho uma coisa para contar, mas é só nas notas finais. Boa Leitura ♥

Em uma semana, conseguimos organizar a antiga casa dos Mikaelson. Estava tudo de volta aos seus lugares, e algumas coisas foram repostas. Os vampiros não estavam mais comandando a cidade, todos estavam livres.

Era isso que meu pai me fez pensar por quase toda a semana. Descobri, na véspera de Natal, que ele estava planejando para eu tomar conta de New Orleans, ver se assim todos voltassem a confiar na nossa família. O que eu acho é meio improvável, mas não custa tentar, de acordo com ele.

Estava acendendo a última vela, quando percebi que faltava bem pouco para a ceia de Natal. E era impressionante como tudo estava tão bonito.

— Está lindo, Hope. — Kol estava sentado na escada.

— Você podia ter me ajudado.

— Não, deixo as coisas para os mais novos. — ele riu e se aproximou de mim — Deixou o garoto ir embora?

— Ele não é meu para deixa-lo aqui e além do mais, meu pai o castraria. — puxei uma cadeira, não havia percebido, mas Kol tinha uma garrafa de whisky em uma mão e dois copos na outra. Colocou um pouco para ele e depois para mim. — Eu não bebo.

— Sua dor de cabeça passa assim.

— Como você sabe?

— Bem, eu sei o que está passando. — ele virou o copo. — O álcool melhora, vai por mim.

Tomei um pouco e fiz uma careta. Aquilo queimou minha garganta, mas depois parou. O encarei. Kol tinha mais idade que eu, mil anos mais, mas ainda parecia da minha idade, sua mentalidade era parecida com a minha e eu gostava, pelo menos teria alguém impulsivo igual a eu.

— Já estão bebendo? — meu pai apareceu no alto da varanda. — Que má influência, Kol. — os dois riram, meu tio ergueu o copo.

— Claro! — Klaus desceu e parou na ponta da mesa.

— Pensei que não bebia, querida. — joguei meu copo para ele sorrindo.

— Se quisesse beber, era só falar.

— Eu não deveria te deixar beber, é o que os pais fazem, não é?

— Não somos uma família normal. — sorri. — E isso é bom, pelo menos para mim.

Klaus sorriu, ergueu o copo e tomou tudo.

— Assim, apenas espero que ninguém fique bêbado no Natal. — a doce voz de Rebekah soou. A minha tia estava na entrada da casa. — E espero mesmo que saibam onde estão quando eu acender a fogueira.

— Não... — Klaus suspirou revirando os olhos.

— É tradição. — minha tia sorriu.

— É o que? Se não se lembram, eu sou nova nisso tudo, principalmente na parte das tradições de família e tal. — balancei o braço exagerada.

— Hayley não fazia isso? — Klaus ergueu uma sobrancelha.

— Hã, acho que meu Natal mais feliz foi quando eu tinha uns cinco ou seis anos, o resto, eu passava na estrada tentando encontrar uma casa, mamãe não disse? — ergui uma sobrancelha sorrindo fraco.

— Okay, não precisa de dizer mais sobre seus péssimos natais sem a família. — Bekah abraçou meus ombros. — Escreva um desejo e vamos queima-lo na fogueira improvisada para ter sorte.

— Vamos ver se o Papai Noel será generoso comigo. — Klaus sorriu irônico.

— Sua família está reunida e ainda temos convidados, sorria sincero por uma noite. — Kol falou tomando o resto da bebida no copo. — Faça por sua filha.

Me levantei rindo. Fui para a sala de estar, minha mãe estava lá com Freya e Davina. Ao lado, a árvore de natal estava iluminada com alguns presentes de baixo da árvore, a maioria era para mim.

— Suas amigas ligaram. — mamãe disse assim que me sentei ao lado dela.

— Elas vão vir?

— Vão tentar, parece que Caroline não quer muito.

— Você tinha que ir no pescoço dela? — ri seco.

— Sua mãe voou no pescoço de muita gente. — tia Freya comentou. — Igual seu pai. — não segurei o riso. Era realmente engraçado aquilo, mas era verdade.

Comemos um pouco e no fim, queimamos todos os papeizinhos. Mas algo não estava certo para mim. Talvez fosse o que eu tinha desejado. “Mais escolhas”, mas acho que isso não era o que eu realmente queria. Talvez a simples companhia do Pietro.

Para de pensar nele. Ele não é seu foco. Foco, Hope, foco.

Ou talvez ele seja meu foco. É tão estranho isso, sentir isso, sentir falta dele. Mas não é a mesma falta que eu sentia do meu pai.

— Hope? Podemos conversar? — Davina se sentou ao meu lado na escada. Balancei a cabeça confirmando e cheguei para o lado dando espaço a ela. — Uma noite tranquila, não acha?

— Melhor do que minhas lembranças. — sorri e ela segurou minha mão forte.

— Olha, não quero te preocupar, nem nada, mas você, amanhã ou não sei quando, terá um dever importante.

— Que seria?

— Construir o seu reinado. Você sabe que é a próxima rainha do French Quarter, não sabe? E ainda pode ser a regente dos nove clãs. Se você conseguir isso, poderá manter a paz em New Orleans.

— Sempre haverá pessoas que discordam dos discursos.

— Sim, claro, mas pode aparecer alguém mais tarde que te questione. Agora, você precisa se aliar a todos, fazer todos seus aliados e vice-versa.

— Davina, só a ideia faz parecer louca. Não consigo...

— Você é diferente, sabe disse, cada parte de New Orleans está dentro de você e você precisa acreditar que pode fazer alguma coisa. — Davina me encarou. — Hope, você não é apenas a esperança para sua família, mas é a esperança de uma nova era.

— Não quero pensar nisso agora, tudo bem? É Natal e...

— Tudo bem, pense com carinho, ok? — ela sorriu e se levantou. — Ah! Onde está Pietro? Pensei que ele iria morar conosco, ele é um lobisomem muito legal.

— O que? — ergui uma sobrancelha.

— Oh, ele não te contou? Pietro disse que ia mudar a faculdade para cá, a matilha dele também vai voltar para cá, junto com a sua. Se ele não te contou, quando o ver pela próxima vez, ele irá te contar, então finja esta mesma cara, não quero estragar a surpresa. Parece que ele gosta realmente de você.

Sorri e corri para abraça-la.

— Você acha?

— Uhum, um jeito um pouco mais tímido de Kol e eu, talvez.

— Idiota. — eu ri ainda abraçada com ela.

— Sua amiga idiota.

— Hm, talvez, ou minha tia idiota.

— Não tenha cara para ser tia.

— Deveria ter pensado bem quando começou a namorar meu tio. — continuamos rindo.

Faltava pouco para o dia 25, e sabia que minha vida iria mudar depois desse dia, o ano seria difícil, teria de aguenta-lo e esperava conseguir. Novas chances era o que iria precisar, novos meios de me controlar era importante.

Iria precisar de construir uma nova era, um novo reinado. E para isso, precisaria de ajuda, já tenho em mente quem chamar.

Notas finais
Bom, queridos leitores, este foi o final do Back to New Orleans, mas gostaria de saber se vcs gostariam de uma segunda temporada, mostrando como a Hope irá lidar com todo o poder e tals, me respondam, preciso muito saber da opinião de vocês. E LEITORES FANTASMAS, APAREÇAM! ÚLTIMA (talvez) CHANCE DE INTERAGIR COMIGO! ♥ GOSTARIA MUITO DE SABER A OPINIÃO DE VCS ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!