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8 1 DE JUNHO parte 2
Notas iniciais
Kendall, Demi e Logan chegaram duas horas depois. Ela convenceu David a ir para a balada com eles e lá se foi mais uma hora até ele se arrumar. Eles foram a Kiss novamente e as coisas estavam indo como o programado. Demi e David dançavam e se beijavam, assim como Logan e Megan. Jane seguia com o seu plano de sedução, que estava indo cada vez melhor. Kendall por sua vez estava completamente extasiado com a presença de sua musa, que nos últimos tempos, era a maior inspiração de suas canções.
Megan e Logan estavam indo em direção ao banheiro masculino, “matar as saudades”. Durante o caminho eles observam Kendall e Jane rindo juntos e Logan começa a sorrir.
Meg: Do que você tá rindo?
Logan: Deles – aponta – fico feliz que esteja dando certo.
Meg: Ela esta muito afim de ficar com ele.
Logan: Que bom! O Kendall não costuma se apegar assim. Estávamos preocupados de que ele pudesse se machucar... – Meg faz uma expressão seria.
Meg: Ele fica tão abalado só por levar um fora? – sorri nervosamente.
Logan: Não é isso... acho que ele esta apaixonado por ela...
As palavras de Logan ecoam na sua mente. — “Apaixonado? Ele não podia, não por ela... isso não faz parte do plano!” – pensou. Ela olhou para os dois novamente, ela estava cochichando algo em seu ouvido que o fez rir. – “Ela está jogando, Jane está jogando o “jogo da Jane” com o Kendall. E o Kendall está caindo na armadilha dela”. – Ela olhou para ele com atenção e viu seus olhos brilharem, seu sorriso bobo, sua pele corada... – “CÉUS, ELE A AMA!!!!!!!!!” — Não podia ficar sem fazer nada. Puxou o Logan pelo braço e ele por sua vez, não entendeu nada.
Logan: O que foi Meg, você ficou nervosa de repente... onde agente vai? – Logan falou assustado
Meg: Impedir uma tragédia... – disse arrastando Logan pela boate
Logan: Que tragédia?
Meg: Aquela – aponta para Kendall e Jane que ainda estão rindo. – Logan suspira
Logan: O Kendall é cara incrível. Ele é meio galinha, mas quando ele se entrega se entrega pra valer! – Megan faz uma cara de desespero, a cada palavra de Logan, Meg fica mais aflita.
Meg: Precisamos achar o Davie.
Eles procuram o Davie em toda parte, para por fim encontra-lo com Demi em uma das cabines do banheiro masculino.
Logan: Meg o que é que está havendo? — disse mais assustado ainda
Meg: Você já vai saber... – bate com força na porta da cabine – DAVIE!!! – Davie responde de dentro da cabine
David: Estou ocupado!
Meg: É importante... A Jane se meteu em encrenca... – David suspira irritado e sai da cabine com Demi.
David: Eu espero que você tenha um bom motivo para cortar o meu barato!!! — esbraveja
Demi: O que aconteceu com a Jane, ela está bem? – abotoa o vestido.
Meg: Kendall... nós temos que impedir...
David: Por quê? Ela quer dar pra ele e ele quer comer ela, que poderia ser mais perfeito!? – diz ainda visivelmente frustrado. Meg suspira.
Meg: Ele a ama Davie... – diz calma e em tom baixo. David a olha chocado. Ele definitivamente não esperava por aquilo.
Demi: Mas isso é bom não é? Se ele gosta dela, pode dar certo... – olha confusa para David
David: Quando se trata da Jane, alguém sempre se machuca... – diz em tom pensativo.
Logan: O Kendall não vai machuca-la, ele é meu melhor amigo, eu o conheço...
Meg: Esse alguém nunca é a Jane, Logan. – Logan e Demi olham chocados para Megan.
David: De qualquer forma isso não é da minha conta, vamos Demi! – David pega Demi pela mão e se dirige a porta.
Meg: VOCE NÃO VAI FAZER NADA!!? – grita irritada. David volta-se para Megan.
David: POR QUE EU DEVERIA?! – gritou de volta. Megan se aproximou dele e olhou fundo nos seus olhos.
Meg: PORQUE VOCÊ SABE COMO DÓI.... – fala com firmeza. David desvia o olhar e engole seco. – você já jogou esse jogo e você sabe que ninguém ganha no final. Então me diga David: você vai mesmo deixa-la fazer isso de novo? Você quer saber por que deveria fazer isso? Eu lhe digo: Você deve isso a ela... – David fica com os olhos marejados. Demi e Logan não entendem nada.
David: Onde ela está? – sussurra com voz embargada
Logan: Eles... estão no bar...
David sabia como doía. Ele mais do que ninguém sabia jogar aquele jogo e ele sabia como doía.
David soltou a mão da Demi e se dirigiu ao bar. Lá, ele observou aquilo que não queria: Um Kendall entregue, rendido. Completamente a mercê dos desejos de Jane. E uma Jane fria e calculista firme em sua simulação de embriagues, prestes a chegar no ato final de sua peça de horror. Sua aprendiz jogava com perfeição, sem sentimentos, sem piedade, sem dó. Apenas um jogo de sedução e prazer, onde o vencedor era aquele que não saía com o coração partido.
Demi olha para David sem entender — “o que Megan queria dizer com aquilo? O que doía tanto em David que o obrigava a cuidar de Jane como um anjo da guarda? Que jogo era aquele?” — Ela podia sentir a dor nos olhos de David enquanto observava Jane com Kendall. — “Será que ele a ama?”- pensou.
Logan não estava diferente. Sempre achou o relacionamento daqueles amigos intimo demais, controlador demais. Era tudo estranho, cheio de regras e procedimentos, cheio de histórias mal contadas e vícios. Porque havia essa estranha necessidade de controle? Do que eles tinham medo?
Finalmente, Jane se afastou do bar e Kendall ficou sozinho. David olhou ressentido para Megan e se dirigiu ao bar.
Demi: O que ele vai fazer? – pergunta a Megan.
Meg: A coisa certa. – a voz dela era pesarosa. Ela não queria apelar daquele jeito, mas era necessário. Alguém tinha de para-la. E só ele podia fazer isso.
No bar Kendall ainda ria a toa. Se era por causa da bebida ou por causa de Jane, era difícil dizer. Ele só desperta desses pensamentos ao se deparar com David sério na sua frente.
Kendall: E ai Davie... tá tudo bem? – David respira fundo.
David: Cala boca e presta atenção: você gosta mesmo dessa garota?
Kendall: O que? – pergunta confuso
David: Se você gosta dela como parece que gosta, você não pode dormir com ela.
Kendall: O que está havendo David? Do que é que você está falando? – pergunta confuso e visivelmente irritado. David suspira mais uma vez.
David: Ela vai dizer que está se sentindo mal e pedir para você leva-la para casa. No caminho ela vai subitamente perder a chave de casa o que vai levar você a leva-la para sua casa. Chegando na sua casa ela vai ficar com tontura, o que vai fazer você deita-la em algum lugar confortável. E quando você der por si, já vai estar quase sem roupa atacando o pescoço dela. E no dia seguinte, vai estar sozinho, com doces lembranças que não vão se repetir, porque você nunca mais vai vê-la... Mas, se você tiver a fim de se divertir, meus parabéns, sua noite já estava ganha antes de você chegar aqui. Mas presta atenção e pensa bem porque a partir do momento que você deixar ela te usar, ela vai deixar você. – David fala rápido, quase que sem respirar, Kendall o fita chocado, ainda tentando absorver a informação.
Kendall: David, eu realmente não estou entendendo... – David bufa impaciente
David: Quantos copos de bebida você a viu tomar hoje?
Kendall: Sete ou Oito... talvez mais...
David: Esses foram os que você viu na mão dela... Quantos você viu ela esvaziar?
Kendall: Isso é ridículo! Você tá querendo dizer que ela está fingindo se embebedar? – pergunta indignado.
David: Quantos você viu ela esvaziar? – Kendall pensa.
Kendall: Nenhum. – suspira.
David: Se trata-la como um objeto, ela também te tratará como um...
Dito isso, David saiu deixando Kendall com seus pensamentos. Ele não conseguia acreditar. Será que a garota estava mesmo brincando com ele? Mas será que ele se importava? Por que ele não estava apaixonado, certo? Era até melhor que fosse assim, ele não tinha a menor intenção de engrenar um relacionamento agora, por que ele trabalhava muito, não tinha tempo pra DRs (discutir a relação) e crises de ciúmes, nem todas as responsabilidades e compromissos de um relacionamento sério. Mas ele não quer um relacionamento, ele não esta apaixonado. Nem sabia por que estava pensando nisso. E se não era isso que ela queria melhor, assim ele não teria de lidar com toda a chatice por não ter ligado no dia seguinte. Então, se era esse o plano dela desde o inicio, vamos deixar levar. Se for mesmo verdade, é claro. Ele sempre notou o modo como o garoto olhava para ela e de como ele era sempre tão “protetor”, ele podia muito bem estar com ciúmes. Aquela história nem devia ser verdade e se fosse, ele se importava? Ele achava que não. Ele achava... Mas isso já não importava, ele decidiu que aquilo não era verdade e ponto. David estava enciumado e ele tinha uma noite para aproveitar.
David em contra partida, estava perdido em seus próprios pensamentos. Depois de falar com Kendall, olha para Megan de maneira ressentida e sai com Demi. Megan sente uma lágrima escorrer do seu rosto. Logan a abraça, mesmo sem entender e a leva para casa.
Minutos depois a essa grande confusão emocional, Jane volta ao bar sorridente com as bebidas na mão. Ela se desculpa pela demora e entrega a um dos copos a ele. Ele vira o copo inteiro imediatamente, enquanto ela leva o copo a boca sem ingerir quase nada.
“isso é besteira, esquece isso...”. – pensa, reparando na atitude da garota.
Logo eles voltam a dançar. Kendall por um breve momento se esquece da conversa bizarra que teve com o David e volta a se divertir. Pouco tempo depois eles voltam ao bar rindo como loucos. Ele já está completamente bêbado e disperso da conversa desconfortável que teve a pouco, embora o fato dele não ter visto ela esvaziar nenhum copo ainda o incomodasse.
Kendall: Do que nós estamos rindo? – gargalha
Jane: Eu não sei... Acho que alguém está bêbado... – sorri maliciosa e olha profundamente nos olhos de Kendall, que engole seco.
Kendall: Quer comer alguma coisa? – desvia o olhar.
Jane: Quero ir pra casa, acho que bebi demais. Você pode me levar? – Kendall olha para Jane assustado.
Kendall: Ahhh... Cla-cla-claro... – gagueja – vou chamar um taxi...
Era coincidência. É claro que uma hora ela iria querer ir embora. E eles vieram juntos, o que torna obvio que ele teria que leva-la para casa. Isso não quer dizer que ela está tentando seduzi-lo, ela só está sendo gentil certo? Ela trata todo mundo assim... É isso! É isso que ele decidiu pensar enquanto chamava o taxi. Mas isso também não fazia diferença, ele não se importava. Eles só estavam se divertindo. Ele já tinha feito isso antes, só diversão entre dois amigos... Certo? Certo.
Quando o taxi chegou eles sentaram no banco de trás e ela deitou a cabeça no ombro dele. Ele estava incomodado, não que ele se importasse, longe disso, mas alguma coisa estava extremamente incomoda naquela situação. Ele inclina a cabeça para trás e aconchega a bela garota quase adormecida em seus braços. Era difícil raciocinar, tudo estava confuso e o excesso de álcool em seu organismo não ajudava. Jane retira o rosto do ombro de Kendall e revira sua bolsa.
Jane: Droga!!! Você viu minha chave? – Kendall levanta a cabeça incrédulo.
Kendall: Você perdeu a chave de casa? – pergunta ainda sem acreditar no que está acontecendo
Jane: Não sei, devo ter deixado cair... mas não tem problema, eu espero alguém chegar – disse deitando-se em seu ombro de novo.
Kendall: Isso é Los Angeles, não é seguro... – “eu não acredito que vou fazer isso...” – pensou – Vamos lá pro meu a AP...
Jane: Tem certeza? – levantou levemente a cabeça com os olhos meio fechados.
Kendall: Tenho. – “tenho????” – pensou. Encostou sua cabeça sobre a dela e adormeceu.
Era quase de manhã quando os dois entraram no apartamento de Kendall. Ele vinha com ela, parcialmente adormecida em seus braços, pelo menos era o que parecia. Ele a pousou suavemente em seu sofá e se encaminhou a cozinha para beber agua. Ele estava uma pilha, tudo parecia tão casual. Era difícil pensar que havia sido tudo tão friamente calculado como David fez parecer. Ele a olhava se remexer no sofá como uma gata manhosa, totalmente hipnotizado por aquela cena. Como uma predadora poderia parecer tão vulnerável?
Ele colocou o copo na pia e parou ao lado de um dos braços do sofá, de onde ele pudesse olhar para seu corpo de frente. E ali ele ficou uns bons dez minutos parado observando. Jane estava ficando impaciente, há essas horas já era para ele ter começado a acaricia-la pelo menos. Será que esse imbecil está tendo uma crise de consciência? Claro que não. Caras como ele não tem cérebro, quanto mais consciência. Mas qual é o problema dele? Ele a trouxe ali pra isso não foi? Será que ele é gay?
Em um movimento suave, ela ergueu levemente os joelhos, fazendo a barra de seu vestido descer até a altura de sua virilha. Ela ronronou baixinho como se estivesse dormindo e encolheu-se no sofá, deixando para o pobre rapaz uma visão enlouquecedora de suas lindas e grossas coxas. Ele livrou-se da gravata frouxa que estava pendurada em seu pescoço e tirou a camisa, deu a volta no sofá, abaixando até a altura de seu pescoço e começou a beija-lo. Ela virou-se para ele e o olhou profundamente com seus olhos acinzentados, acariciando o seu rosto com ternura. O rapaz fechou os olhos ao sentir seu toque e só os abriu novamente quando todo o seu corpo já estava sobre o dela. Eles começaram um beijo voraz e cheio desejo, mas quanto mais as mãos da garota passeavam pelo seu corpo, mas aquelas palavras martelavam em sua mente:
“...no dia seguinte, vai estar sozinho, com doces lembranças que não vão se repetir, porque você nunca mais vai vê-la...”
“...a partir do momento que você deixar ela te usar, ela vai deixar você...”
“...nunca mais vai vê-la...”
“...Se trata-la como um objeto, ela também te tratará como um......”
“... nunca vão se repetir, porque você acordará sozinho... sozinho...”
“...você nunca mais vai vê-la...”
Ela já havia se livrado do cinto dele e desabotoava o botão de sua calça, quando ele segurou seus punhos com força. Ele a olhou nos olhos e levantando abruptamente de cima dela.
Kendall: Na segunda porta a direita fica o quarto de hospedes, tome um banho. Eu vou deixar uma roupa em cima da cama. Tem toalha na gaveta do armarinho perto do box. Você está muito bêbada e precisa dormir... – disse de olhos fechados de costas para ela.
Jane: O QUE? — exclamou incrédula.
Kendall: Vou fazer café pra gente... – dirigiu-se a cozinha sem olhar para ela.
Ela o olhou mais uma vez, imaginando se ele estava brincando. Mas ele não fazia contato visual. Aquilo não fazia o menor sentido. Ele queria, ela sabia. Mas por que parou daquele jeito? Jane caminhou até o quarto de hospedes e tomou um banho. Enquanto a agua descia pelo seu corpo ela recapitulava os últimos acontecimentos. Mas que diabos havia acabado de acontecer?
Na cozinha, Kendall estava sentado no chão atrás do balcão sentindo-se o ser mais estupido já existente. Ele estava apaixonado. Não havia mais como negar. Ela estava entregue em seus braços e ele a rejeitou porque sentiu medo. Teve medo de acordar sozinho, de não ouvir mais sua voz, de não sentir mais seu cheiro, de não tê-la mais consigo... Ele respirou fundo e fechou os olhos para conter as lagrimas que queriam sair. Só ouvia a cafeteira passar o café e o chuveiro do quarto de hospedes. Aquela maldita agua que deslizava pelo corpo dela, como suas mãos deveriam estar fazendo nesse exato momento. Ele puxou o cabelo para trás com força.
Ele não podia ter se apaixonado, não por ela, não ela...
“MAS QUE ROUBADA EU FUI ME METER?” — pensou.
I Knew You Were Trouble
Once upon a time, a few mistakes ago
I was in your sights, you got me alone
You found me, you found me, you found me
I guess you didn't care and I guess I liked that
And when I fell hard you took a step back
Without me, without me, without me
And he's long gone when he's next to me
And I realize the blame is on me
Cause I knew you were trouble when you walked in
So shame on me now
Flew me to places I'd never been
'Til you put me down
Oh, I knew you were trouble when you walked in
So shame on me now
Flew me to places I'd never been
Now I'm lying on the cold hard ground
Oh, oh, trouble, trouble, trouble
Oh, oh, trouble, trouble, trouble
No apologies, he'll never see you cry
Pretends he doesn't know that he's the reason why
You're drowning, you're drowning, you're drowning
And I heard you moved on from whispers on the street
A new notch in your belt is all I'll ever be
And now I see, now I see, now I see
He was long gone when he met me
And I realize the joke is on me
I knew you were trouble when you walked in
So shame on me now
Flew me to places I'd never been
'Til you put me down
I knew you were trouble when you walked in
So shame on me now
Flew me to places I'd never been
Now I'm lying on the cold hard ground
Oh, oh, trouble, trouble, trouble
Oh, oh, trouble trouble trouble
And the saddest fear comes creepin' in
That you never loved me or her or anyone or anything, yeah
I knew you were trouble when you walked in
So shame on me now
Flew me to places I'd never been
'Til you put me down
Oh, I knew you were trouble when you walked in
So shame on me now
Flew me to places I'd never been
Now I'm lying on the cold hard ground
Oh, oh, trouble, trouble, trouble
Oh, oh, trouble, trouble, trouble
I knew you were trouble when you walked in
Trouble, trouble, trouble
I knew you were trouble when you walked in
Trouble, trouble, trouble
Eu sabia que você era problema
Era uma vez, alguns erros atrás
Eu estava na sua mira, você me pegou sozinho
Você me encontrou, você me encontrou, você me encontrou
Acho que você não se importou e acho que gostei disso
E, quando eu me apaixonei intensamente, deu um passo atrás
Sem mim, sem mim, sem mim
E ela há tempos está longe quando está ao meu lado
E percebo que a culpa é minha
Porque eu soube que você era problema quando você apareceu
Vergonha para mim agora
Voou comigo a lugares a que eu nunca tinha ido
Até me pôr no chão
Oh, eu soube que você era problema quando você apareceu
Vergonha para mim agora
Voou comigo a lugares a que eu nunca tinha ido
Agora estou deitado no chão duro e frio
Oh, oh, problema, problema, problema
Oh, oh, problema, problema, problema
Nada de desculpas, ela nunca verá você chorar
Finge que não sabe que ela é o motivo por que
Você está se afogando, você está se afogando, está se afogando
E ouvi em sussurros na rua que você seguiu adiante
Um novo furo em seu cinto é tudo o que eu sempre serei
E agora vejo, agora vejo, agora vejo
Ela estava distante quando me conheceu
E percebo que a piada é sobre mim
Eu soube que você era problema quando você apareceu
Vergonha para mim agora
Voou comigo a lugares a que eu nunca tinha ido
Até me pôr no chão
Eu soube que você era problema quando você apareceu
Vergonha para mim agora
Voou comigo a lugares a que eu nunca tinha ido
Agora estou deitado no chão duro e frio
Oh, oh, problema, problema, problema
Oh, oh, problema, problema, problema
E o medo mais triste chega causando arrepios
De que você nunca amou a mim ou a ele ou a ninguém, sim
Eu soube que você era problema quando você apareceu
Vergonha para mim agora
Voou comigo a lugares a que eu nunca tinha ido
Até me pôr no chão
Oh, eu soube que você era problema quando você apareceu
Vergonha para mim agora
Voou comigo a lugares a que eu nunca tinha ido
Agora estou deitado no chão duro e frio
Oh, oh, problema, problema, problema
Oh, oh, problema, problema, problema
Eu soube que você era problema quando você apareceu
Problema, problema, problema
Eu soube que você era problema quando você apareceu
Problema, problema, problema.
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