Notas iniciais
Yoo minna!!
Este capítulo será emocionante para vocêes! huahsha
Aviso-lhes novamente para abrir a janela anonima porque coloquei um hiperlink + 18.
Espero que gostem deste hentai que eu fiz, adquiri um novo modelo para fazer essas cenas, comentem depois o que acham!
Sem mais delongas, boa leitura! ;)

Quando a música acabou, outra começou a tocar, porém, esta era mais animada. Ainda mais perfeita para a ocasião! Minhas mãos percorreram sem dó nem piedade pelo seu peito e abdômen definidos. O suor se fazia presente em nossos corpos e eu sentia cada vez mais que minha intimidade pegava fogo. Enquanto eu o provocava, massageando-o, ele sem se controlar, agarrou minhas coxas com força, deixando-me louca com um mísero toque. Um grito abafado escapou de meus lábios, enquanto eu também tentava controlar a respiração acelerada.



– Erza, porque você fe..


– Shiiii!! – Pus o dedo indicador em seus lábios e calei-o. – Não fale mais nada meu amor, só... aproveite ok? Esta noite é sua!

E assim, levantei de seu colo, ficando de pé na cama, permanecendo com minhas pernas em cada lado de seu corpo. Jellal me olhou confuso para logo depois se deliciar com a visão á sua frente. Comecei a fazer o próprio strip-tease como deveria. Tirei a meia-calça primeiro, sensualmente e lentamente, perna por perna. Sentia ele me comer com os olhos e tentando se conter para não me agarrar antes da hora. Depois, foi a hora do sutiã. Demorei ainda mais para tirá-lo, deixando-o louco com a espera. Nem tinha tirado a calcinha ainda quando Jellal me atacou e arrancou o mísero pano da minha parte íntima com os dentes. Sem sequer me dar conta, fui pega de surpresa quando minha intimidade foi atacada pela sua língua bruscamente. Soltei um gemido alto e não parei quando ele começou a estimular meu clitóris. Sua língua era quente, rápida e fatal. Sentia um fogo ardente crescer dentro de mim, que podia explodir a qualquer segundo. Suas mãos agarravam minhas coxas bruscamente, deixando-me ainda mais louca.

Jellal ainda, para provocar, penetrou dois dedos dentro de mim, fazendo-me dar um pulo da cama. Ele riu com a cena, remexendo os dedos dentro do meu canal. Comecei a me contorcer em cima do colchão, o quarto parecia um forno de tão quente que estava. Sentia que o orgasmo estava próximo quando ele colocou mais um dedo lá dentro.

Suas mãos eram ágeis, sabiam exatamente meus pontos mais fracos. Quando eu pensei que não poderia piorar, Jellal começa a chupar meu clitóris enquanto penetrava seus dedos. Não sei como ele conseguiu ficar na posição em que estava e ainda fazendo aquilo. Porém, ele conseguiu me deixar mais louca se possível. Quando o fogo dentro de mim explodiu, uma onda de prazer tomou conta do meu corpo. Tremi dos pés a cabeça, liberando uma gosma branca da minha intimidade. Ruborizei quando ele com seu sorriso maroto concentrou toda a gosma em seu dedo indicador e levou aos lábios. Admito que nem mesmo Sting, nem Natsu nem nenhum outro cara tinha me deixado tão louca quanto naquela noite. Principalmente porque foi a primeira vez em que cheguei ao ápice e gozei ao mesmo tempo. Jellal parecia ler meus pensamentos, veio por cima de mim e me beijou sensualmente. Suas roupas foram parar no chão do quarto e só o que separava minha intimidade de seu membro latejante era sua cueca. Quando ele fez menção de tirar, parei sua mão. Jellal me olhou confuso e eu o puxei para um beijo. Já que ele tinha me deixado louca daquele jeito, era a minha vez de provocar. Tinha lido na internet á um tempinho atrás, um artigo de como deixar os homens loucos ás seus pés. E vi que tinha diversas maneiras para isso, porém, a que mais me chamou atenção foi um movimento em que seu membro ficava entre meus seios, enquanto eu o chupava. O movimento é chamado de espanhola e vi no site que muitas mulheres comentaram que fizeram aquilo com seus respectivos maridos e conseguiram deixa-los loucos.

Sorri maliciosamente para Jellal quando o beijo foi interrompido, e tirei a cueca de vez com uma das mãos livres. De início, ele pensou que eu fosse abocanhar, porém, assim que tirei sua cueca, puxei suas pernas para mim, deixando-as por cima de meu tronco. Ele me olhou confuso mas logo sacou o que eu queria, ajeitando-se em cima de mim.

Seu pênis (+18) foi colocado no meio dos meus seios e abocanhei a cabeça, fazendo um movimento de para frente e para trás. Era meio difícil fazer com que meus seios se movimentassem corretamente sob seu membro, mas depois de um tempo, consegui fazer direitinho. Pela primeira vez, vi Jellal se contorcer na cama, ele gemia alto enquanto eu fazia cada vez mais rápido. Ele apertava meus seios, enquanto os mesmos se arrastavam em volta de seu membro. Mesmo eu que estava fazendo aquilo, comecei a ficar excitada também. Era uma sensação gostosa.

Não muito tempo depois, Jellal gozou e infelizmente foi direto no meu rosto. Isso porque ele não conseguiu se controlar e tirar seu membro da minha boca a tempo. A gosma branca se espalhou até por todo o meu pescoço e parecia que meus seios estavam todos melados também. Jellal de repente, teve uma ideia. Ele não falou, obviamente, mas percebi pelo seu olhar. O maluco me pegou no colo e foi em direção ao banheiro, mais precisamente, ao Box. Ele se jogou lá dentro junto comigo e ligou o chuveiro. Fui imprensada na parede enquanto Jellal me beijava ferozmente, emanando puro desejo. Minhas pernas foram entrelaçadas em sua cintura enquanto ele me equilibrava na parede. A água quente descia por nossos corpos, encontrando brechas para seguir seu caminho até o ralo. Jellal logo não perdeu mais tempo e me penetrou bruscamente, deixando-me totalmente sem ar ao dar um gemido alto. Os movimentos começaram rapidamente enquanto eu ainda era equilibrada na parede. Cravei minhas unhas em suas costas, o prazer se espalhava por todo o meu corpo cada vez mais que ele ia mais afundo.

Ele por sua vez, atacava meu pescoço, com mordidas, lambidas e chupadas. Sem dó nem piedade. Sabia que as marcas ficariam evidentes no dia seguinte, mas isso não importava naquele momento. Só importaria quando aquela tal de Minerva visse e finalmente compreendesse que Jellal é só meu e acabou.

Não sei por quanto tempo ficamos ali, debaixo do chuveiro, transando. Só sei que eu cheguei ao ápice mais rápido e logo depois, Jellal chegou. Tirando seu membro de dentro de mim e quase caindo de bunda no chão. Segurei-o antes que tombasse para trás, seria pecado deixar aquela bundinha linda tocar aquele chão frio!

– Jellal.... você está bem? – Perguntei ofegante, tentando falar com a respiração acelerada. Ele no entanto, parecia pior do que eu. E só assentiu a cabeça antes de quase cair de novo.

Pressionei minhas mãos em sua cintura e o impressionei na parede. Desliguei o chuveiro e com uma mão mudei do quente para o frio, abrindo-o novamente. De tão quente que estava, sua pressão deve ter abaixado, além de que o coitado deve estar cansado de tanto se mexer. Passou alguns minutos e pelo jeito, a água fria batendo em sua cabeça o fez relaxar e melhorar, tanto que ele até abriu os olhos e me agarrou, dando-me um singelo beijo.

– Erza, eu adorei a sua surpresa. – Comentou com a voz baixa. Fazendo com que uma enorme felicidade preenchesse meu coração e como se não bastasse, ainda falou a frase que eu mais queria ouvir o dia todo. – Eu acredito em você, sei que não fez nada com aquele cara... só achei meio estranho você estar no quarto dele, mas se falou que não fez nada...

– E não fiz! – Apressei-me em dizer. O que eu mais queria era ficar de bem com ele. – Eu só fui devolver um cordão de prata.

Por um momento, percebi que Jellal me olhava desconfiado, mas sua expressão se desfez e um sorriso travesso surgiu em seu rosto.

– Você dançando para mim, daquela forma... – Lembrou-me, e logo a vermelhidão cobriu todo o meu rosto.

– Jellal!

– Sabe, eu fiquei maravilhado com aquela cena. Eu nunca vou esquecer-me da surpresa que me fez. – Eaí ele me abraçou, seus braços quentes apertaram toda a extremidade das minhas costas. Senti-me confortável e retribuí o abraço. Permanecendo um bom tempo ali, ainda em baixo do chuveiro, enquanto a água fria caía sob as nossas cabeças. – Obrigado.

Um sorriso que mal cabia em meu rosto se formou, apertei-o ainda mais e sussurrei em seu ouvido.

– Te amo, sabia? – Ele sorriu, e sussurrou de volta.

– Eu também te amo.

O resto da noite prosseguiu-se em clima romântico. Terminamos de tomar banho, com um acariciando e passando sabonete no outro. Arrumamos a cama e achamos um canal que estava passando um filme de comédia romântica, assistirmos ao filme abraçadinhos na cama, de conchinha. Acho que formos dormir lá pras quatro da manhã. Posso admitir que essa foi a melhor noite que tive na minha vida! Sem exageros! Incrível como apenas pequenos atos podem fazer toda a diferença! No meu caso foi um grande ato, mas vocês entenderam!

Porém, o fim da minha noite incrível tão terminou tão bem assim...


A neve fia caía, com uma força incrível, gélida e fofa ao mesmo tempo. Estava na ponte, o local onde eu e Jellal visitávamos todas férias de inverno quando crianças. Não sei o que diabos estava fazendo ali, talvez esperando alguém, porque estava com um presente em mãos. O presente estava num embrulho azul claro, com uns ursinhos de bebê espalhados por toda a extensão. Um enjoo me dominava e sentia que podia vomitar a qualquer momento, além de que, minha barriga parecia estar maior. Como se eu tivesse engordado uns 20 quilos! O céu estava nublado, ameaçando chover a qualquer momento. Minha atenção foi tirada da paisagem quando alguém tocou o meu ombro e instantaneamente minha visão escureceu, a paisagem perdeu a vida e o tremor tomou conta de meu corpo. Porque ali, na minha frente, estava um cara alto, loiro e com um olhar penetrante. Seu nome quase não saiu de minha boca.



– S..ting? – Ele me olhou de cima a baixo, reparando na minha nova fisionomia.


– Olá, Erza. Está a cada dia mais diferente, quase não a reconheci. Mais..- Sting pensou um pouco antes de pronunciar as palavras, e eu temia o que ele ia dizer. — .. linda.

Meu coração deu um salto. Não acredito que estou vendo primeiro cara que amei na vida aqui na minha frente! Logo depois do que ele me fez! Puta que pariu! – O que foi? Você parece pálida. Aconteceu alguma coisa a mais?

Sua mão foi em direção ao meu rosto, porém, parei-a antes de me tocar. Eu não poderia deixar aquele monstro mexer comigo, não seria justo com Jellal.

– Bem, eu só vim aqui conferir seu estado. É que soube que está vomitando toda hora e enjoada. O bebê está bem?

– O quê? – Como ele sabia que eu estava enjoada? E porque citou um bebê no meio?

– Erza, o bebê. Ele está bem?

– Que bebê?

– O seu!

– Eu não tenho um bebê! – Ele me olhou como se eu tivesse acabado de sair de um hospício.

– Hey, você está bem?

– Claro que estou! – Aquela conversa já estava começando a me irritar. Primeiro porque o odeio e segundo, que diabos de bebê ele esta falando?

– Certeza? Se quiser eu ligo para seu ex-marido e quem sabe ele pode te confortar...

– O QUÊ? EX-MARIDO? – Meu deus, será que ele estava falando de... Jellal?

– Erza, você não está bem! Vamos! Eu te levo para a casa dele, não é assim tão longe!

– Não me toque! – Afastei-o de novo e pude notar em seu olhar a preocupação. Fiquei ainda mais confusa. Porque ele estava falando que eu não era mais casada com o Jellal? E o que um bebê tem haver com isso? E porque estava ali, tão preocupado comigo?

– Erza, escute. Ficar assim só piora as coisas para o bebê.

– Que bebê?

– O BEBÊ QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO Á SEIS MESES, PORRA! – Sting gritou, assustando-me. E de repente, a ficha caiu. O embrulho, o enjoo, a barriga grande..

– .. quer dizer que eu estou... grávida?


Acordei de supetão, suando frio e com as mãos tremendo. Que diabos de sonho foi esse? Porém, quando eu ia argumentar comigo mesma, me deparei com uma mesa de café da manhã na cama. Jellal tirou uma foto assim que abri um sorrisão ao ver toda aquela comida preparada especialmente para mim. Protestei ao ver a câmera.



– Jellal! – Imagino até como a foto ficou, eu toda descabelada, com roxos e marcas no pescoço inteiro e nos seios, as olheiras de baixo dos olhos, a boca toda seca e o suor espalhado por todo o meu corpo. Felizmente, Jellal não percebeu que eu tinha acabado de ter um pesadelo.


– Bom dia meu amor! Vamos tomar café da manhã? – Perdi toda a raiva, o nervosismo e a dúvida quando vi seu sorriso novamente, meu deus, estou ficando tão fraca assim? Concordei com a cabeça e fui ao banheiro. Escovei os dentes e troquei de roupa. Trajandouma blusa preta larga, um short jeans escuro e uma sapatilha preta.

Logo sentei á cama ao lado de Jellal e olhei para a mesa de café da manhã. Tinha várias opções para comer e beber e meu marido lindo ainda tinha escolhido tudo o que eu mais gosto. Começamos a comer enquanto víamos televisão, que passava um seriado divertido. Foi bom ter ouvido sua risada gostosa novamente. Ter voltado á tudo como era antes, nossas brincadeiras matinais e os olhares apaixonados. Não havia coisa melhor do que estar de bem com ele novamente. Era como se tivéssemos brigado á meses ou quem sabe dias! E sem me dar conta, esqueci do bendito pesadelo, conseguindo comer á vontade com meu marido!

O nosso momento especial foi interrompido quando alguém bate na porta. Quando eu ia levantar, Jellal me para e rouba um beijo, fazendo menção de fazer tudo para mim. Especialmente naquele dia. Sorri com aquilo, sem saber que meu sorriso poderia sumir á alguns instantes. Jellal ainda estava sorrindo quando atendeu á porta, porém, seu sorriso desapareceu quando viu quem estava do outro lado da madeira. Seu semblante ficou sério e só me lembro de ver alguém gritar e um buquê de rosas ser jogado para dentro do quarto quando Jellal ataca a pessoa do outro lado da porta, que é ninguém menos que Rogue.



Notas finais
UAAU!! Brigaa!! hauhsuahsa
Eaí, gostaram? Próximo capítulo vai ser intrigante! rs
Até lá, deixarei todos vocês curiosos ú.u brinks! Não vou demorar ok?
Beeijos!! ♥
Amo vocês meus lindos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.