Baby I'm Sorry

4 Capitulo 4 - Inauguração


Notas iniciais
Oi gente!! Bom antes de tudo, eu queria pedir desculpas por ter excluído a fic sem avisar... Mas eu estava passando por um momento ruim, eu não estava com condições em pensar na fic, então eu exclui, mas como o momento de crise passou, eu resolvi dedicar esse meu final de semana pra relembrar a história e escrever o capitulo. Bom mas é isso espero que me perdoem... ;-; Ah! E me desculpem se tiver algum erro ortográfico kkkk Boa leitura!!

Aos poucos o restaurante começava a se encher, o ambiente estava bom, a noite esta clara e ventilada, Se Yong conquistava os clientes com truques de magica, Jung Q com sua carisma e rapidez, In Soo se mostrava um ótimo recepcionista, Se Ha ajudava a mãe na cozinha e Gun Woo apenas observava encostado no balcão o movimento no local.

Um casal se sentou em uma das mesas, eles pareciam bem curiosos lendo o cardápio, a moça estava bem sorridente, já do moço que estava a sua frente eu não podia dizer o mesmo, então em um aceno fui ate a mesa fazer meu trabalho.

– Boa noite, em que posso servi-los?

– Vamos querer uma porção de Re Dop Bap. – Disse a moça sorridente, anotei o pedido no bloquinho de papel e olhei para o homem.

– E o senhor? Vai querer algo mais?

– Apenas me traga uma cerveja.

– Qual a marca que o senhor deseja?

– Tanto faz, só quero que esteja bem gelada.

– Como o senhor desejar. — Sorrio. — Irei fazer o pedido, com licença. — Faço referencia e me retiro indo ao balcão onde Gun Woo conversava com Se Yong.

– Se Ha! — A chamo me apoiando ao balcão.

– Qual o pedido Chae? — Ela sai sorridente da cozinha se apoiando no balção de frente para mim, sorrio para ela e arranco a folha do bloquinho lhe entregando.

– Uma porção de Re Dop Bap, e a cerveja pode deixar comigo, eu vou lá conferir.

– Obrigada Chae! — Ela ia se virando, mas parou e voltou a olhar para mim. — Sabe eu estava pensando... No próximo sábado vocês poderiam pensar em fazer uma apresentação ao vivo, vocês são bons nisso.

– É uma boa ideia! — Sorri. — O que acha disso Se Yong?

– Acho uma boa! Vai atrair pessoas, afinal, quem não gosta de uma boa musica ao vivo?!

– Sim! Mas depois conversamos melhor sobre isso. — sorrio já entrando por uma portinha que dividia o balcão ao meio. — Tenho que pegar uma cerveja.

[...]

Enquanto isso não muito longe do restaurante...

– Nos estamos muito perto de entrar em guerra meu senhor.

– Eu já falei, a guerra é minha ultima opção... Primeiro vamos tentar um acordo.

– Mas Sr. Yamato, tentar acordo com eles é impossível!

– Nada é impossível Dr. Morita.

– Mas...

– Mas nada! Agora vamos relaxar e saborear a culinária coreana, sim?

– Como o senhor quiser... — O homem faz referencia com a cabeça para o Sr. Yamato que saiu do carro logo em seguida junto a ele bem em frente ao restaurante.

Quando chegaram à entrada foram recebidos por um garoto simpático e bem vestidos, ele os levou a uma área aberta que era apropriada para fumantes que era o caso deles o restaurante era agradável e parecia estar indo muito bem para o primeiro dia, eles se sentaram a mesa e o garoto disse que ia chamar o garçom para atendê-los e se retirou, enquanto isso via o cardápio e falavam sobre negócios.

[...]

– Gun Woo! — In Soo vinha em minha direção. — Vá atender a mesa número 12, têm dois caras lá! — Ele disse bem rápido e voltou para a entrada.

– Pode deixar! — Digo ajeitando o cabelo e a roupa, pego meu bloquinho de papel que estava em cima do balcão e vou em direção à mesa 12, para a minha surpresa quem estava sentado à mesa era o Sr. Yamato, e agora? O que eu ia fazer como ia aparecer na frente dele assim? Tipo... Oi meu patrão favorito o que vai querer?! Ham?! Não! Não é bem assim que funciona... Mas não tinha jeito, fechei os olhos, respirei fundo e me aproximei à mesa.

– Boa Noite senhores, já sabem o que vão pedir? — Faço a sinal de referencia com a cabeça e Sr. Yamato me olha com surpresa e depois rir.

– Gun Woo! Vejo que alem de matador também é garçom... Interessante... — Ele então volta a olhar para o cardápio, eu apenas fica calado esperado o seu pedido. — Vou querer um Re Dop Bap e você Dr. Morita? — ele diz olhando para o homem a sua frente que também olhava para o cardápio.

– Vou querer uma sopa de macarrão.

– Mas alguma coisa? — Pergunto terminando de anotar o pedido.

– Sim... Depois temos que conversar Gun Woo. — Sr. Yamato diz fazendo um "vá" com a mão, assenti e fui ate o balcão, entreguei o pedido para Se Ha e voltei a me encostar-se ao balcão me perguntando o que o Sr. Yamato queria.

[...]

Já era tarde da noite, todos os clientes já tinha indo embora, a mãe de In Soo estava bastante satisfeita com o resultado da noite, e como agradecimento nos deu comida para a minha alegria, agradecemos e comemos sem deixar sobrar nada, depois ajudamos a limpar o local e aos poucos os outros já tinha indo embora, ficando só eu, In Soo, minha linda Se Ha e tia In Hee, enquanto In Soo conversava com a mãe resolvi ir a cozinha ver se ainda tinha algo sobrando para comer, mas a única coisa que vejo é Se Ha lavando a louça e cantando uma linda musica ao mesmo tempo, eu fico por um tempo estático lhe admirando, como ela podia ser tão perfeita? Na minha visão era tudo rosa com coraçõezinhos a sua volta ate que minha visão magica foi quebrada.

– Se Yong... Fecha a boca, se não vai entrar mosca! — Ela disse me olhando seria e logo começa a rir.

– Isso é impossível quando se esta olhando para a coisa mais bela desse mundo! — Sorrio para ela me aproximando da pia onde ela estava.

– Ai Se Yong... Quando é que você vai parar de tentar algo comigo?

– Ate eu ter algo com você...

– Se Yong...

– É serio Se Ha... Por que você não aceita os meus sentimentos?

– É complicado Se Yong... Você sabe o por que...

– Quem se importa com a idade! Se você tem 18 e eu 16... Isso não importa...

– Não é da diferença de idade que eu estou falando... Você sabe muito bem...

– Sim eu sei... Mais... Pelo menos me dá uma chance... Só uma. — Então ela para de esfregar o prato e olha para mim.

– Se Yong... Eu estou comprometida... — Seus olhos estavam vermelhos, ela fazia força para não chorar, e eu sem perceber já estava chorando. — Por mais que eu quisesse lhe dar essa chance... Seria uma desonra para a minha família...

– Se Ha... — Eu abaixei a cabeça, doía, doía muito ouvir aquilo pela segunda vez, então sinto seus braços se envolverem em mim.

– Me desculpa...

– S-Só me responda uma coisa... — Digo saindo do abraço e a olhando nos olhos. — Você gosta dele? Você o quer?

– Não tenho escolha... — Lagrimas já saiam de seus olhos, nos estávamos bem próximos um do outro, segurei o seu queixo e delicadamente nossos lábios se tocaram, aquele pequeno gesto se transformou em um beijo, um beijo caloroso, intenso, era como se fosse o primeiro e ultimo, e de fato talvez fosse, então ela encerra o beijo encostando a mão em meu peito e olhando para mim se afasta e volta a terminar de lavar a louça com os olhos inchados.

– Isso... Não deveria ter acontecido...

– Se não, então porque não me parou?...

– Eu não sei...

– Mais eu sei... — Me aproximo dela novamente e a abraço por trás. — Eu vou provar para seus pais que posso ser um homem responsável... Você definitivamente será minha...

– Se Yong... Eu... — Quando ela ia dizer algo lhe interrompo lhe dando outro beijo.

– Isso é uma promessa... — Sorrio de leve, e me afasto dela saindo da cozinha ainda com os olhos marejados.

[...]

Caminhávamos-nos pelas causadas vazias de Seul rumo à casa do Chae, hoje era o dia de eu e o Hyung dormimos lá, nos raramente dormimos em casa, já que nossos pais não se importam com a gente, nos andávamos em silencio, então resolvi quebrar esse gelo.

– Hoje foi bem legal né?! Eu gostei bastante de trabalhar no restaurante da tia In Hee!

– Sim Jun Q! Foi realmente muito bom! — Chae sorri para mim bagunçando meus cabelos, então olhou para o Hyung que parecia estar com o pensamento bem longe. — Não é mesmo Gun Woo?

– Uhum!... — Gun Woo apenas seguia em frente sem dar muito bola para o que estávamos falando.

– Gun Woo? — Chae o pergunta novamente.

– Ah! O que? — Ele se vira e olha pra Chae. — Eu respondi "uhum" que é a mesma coisa que um "sim"!

– Aishi... Menino estressado...

– Ora... Ora... O que temos aqui... — Disse um homem aparecendo a nossa frente junto de mais cinco homens. — Temos contas a certar não é mesmo Gun Woo?

– Ah! Qual é Dok! É uma da manhã... Isso são horas para acertar as contas comigo?

– Mas você não perde a oportunidade de ser arrogante né moleque!

– Esse moleque te deu uma surra! — Gun Woo diz com um tom convencido.

– Hyung... Eu estou com medo... — Digo me escondendo atrás de Chae que apenas olha assustado e sem entender.

– Gun Woo... O que esta acontecendo aqui?

– Nada! Apenas CORRE! — Então Hyung, Chae e eu corremos o mais rápido que podíamos e os homens vinham logo atrás da gente dizendo coisas como "não deixem eles escaparem" e "hoje eu mato esse moleque", nos já estávamos na rua da casa do Chae então só precisávamos correr mais um pouco, quando chegamos em frente a porta da casa Chae pegou a chave e abriu a porta, os homem ao ver nos entrando e desistiram, mas nos sabíamos que ele viria atrás do Hyung novamente, trancamos a porta e nos jogamos no chão da sala respirando com dificuldade.

– Gun Woo... — Chae disse ofegante. — Pode me explicar o que foi que aconteceu agora pouco?

– Pode ser amanhã? — Gun Woo senta se encostando à parede. — Eu estou realmente cansado... Tão cansado capaz de dormir aqui mesmo na sala...

– Okay... Mas amanhã você não escapa... — Chae disse se levantando. — Vamos para o quarto já passou da hora da gente ir dormir...

Notas finais
Bom gente é isso!! Espero que tenham gostado! ^^ Comentem! Acompanhem! Favoritem! kkkk Até o próximo capitulo!! Bjs!! E mais uma vez me desculpem!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.