BATMAN - Lendas de Gotham
BATMAN - Lendas de Gotham
BATMAN - Lendas de Gotham
Três anos atrás tive a ideia de um projeto. Seria escrever uma HQ de Batman contando o que aconteceu nos dias que não são mostrados em Ano Um de Miller/Mazzuchelli. Bolei o argumento, diálogos, cenas e enquadramentos. Mas a coisa não andava. Eu estava restrito ao que não foi mostrado na HQ e iria só preencher lacunas. Não vingou.
Mas foi o embrião de outro projeto. Inspirado na série de livros em prosa Contos de Batman, imaginei histórias de detetive com o maior dos detetives (ao lado de um certo Sr. Holmes). A pegada seria mais adulta, mas focada em mistério e suspense. O realismo daria o tom. Algo lembrando as séries de policiais que passam na tv norte-americana. Todos os personagens seriam versões adaptadas de suas contrapartes dos HQs. Algo como o Nolan fez em sua trilogia. A ciência seria o fiel da abalança, mas com algumas liberdades poéticas. Seria tudo original. Iria me inspirar em antigas e novas histórias para manter uma coerência e um certo nível de identificação com o universo do personagem, mas muita coisa seria diferente. Enfim, agora eu parecia ter em mente um projeto mais interessante e fui a luta.
Primeiro pensei no formato, uma série mensal de contos. Eles não seriam muito longos, mas grandes o suficiente para conter uma narrativa com várias reviravoltas. Não queria simplesmente jogar ação para o leitor. Ele precisava saber de onde vinha cada parte da informação. Ao mesmo tempo a leitura deveria fluir. Por isso mesmo o texto passou por inúmeras versões. Desde que coloquei no blog já foram 27 revisões, fora as que ocorreram antes, no meu editor de texto. Mas eu precisava criar uma grande estrutura. Durante as doze edições veríamos 4 arcos de histórias com 3 capítulos cada arco. Todos os arcos contariam uma grande saga, e dentro dos arcos sempre teríamos 3 plots que seriam constantemente substituídos por novos para ir acrescentando peso, personagens e fatos à narrativa. Para elaborar a estrutura utilizei o Paradigma de Leivitz como base, e segui firme com essa estrutura.
Assim fui escrevendo, tendo ideias, mudando de ideia, apagando, escrevendo de novo. Foram três anos em que muita coisa aconteceu. Mas agora vejo que é a hora desse projeto ver a luz do dia, ou melhor, a escuridão da noite.
Ricardo Reis
Autor
Mas foi o embrião de outro projeto. Inspirado na série de livros em prosa Contos de Batman, imaginei histórias de detetive com o maior dos detetives (ao lado de um certo Sr. Holmes). A pegada seria mais adulta, mas focada em mistério e suspense. O realismo daria o tom. Algo lembrando as séries de policiais que passam na tv norte-americana. Todos os personagens seriam versões adaptadas de suas contrapartes dos HQs. Algo como o Nolan fez em sua trilogia. A ciência seria o fiel da abalança, mas com algumas liberdades poéticas. Seria tudo original. Iria me inspirar em antigas e novas histórias para manter uma coerência e um certo nível de identificação com o universo do personagem, mas muita coisa seria diferente. Enfim, agora eu parecia ter em mente um projeto mais interessante e fui a luta.
Primeiro pensei no formato, uma série mensal de contos. Eles não seriam muito longos, mas grandes o suficiente para conter uma narrativa com várias reviravoltas. Não queria simplesmente jogar ação para o leitor. Ele precisava saber de onde vinha cada parte da informação. Ao mesmo tempo a leitura deveria fluir. Por isso mesmo o texto passou por inúmeras versões. Desde que coloquei no blog já foram 27 revisões, fora as que ocorreram antes, no meu editor de texto. Mas eu precisava criar uma grande estrutura. Durante as doze edições veríamos 4 arcos de histórias com 3 capítulos cada arco. Todos os arcos contariam uma grande saga, e dentro dos arcos sempre teríamos 3 plots que seriam constantemente substituídos por novos para ir acrescentando peso, personagens e fatos à narrativa. Para elaborar a estrutura utilizei o Paradigma de Leivitz como base, e segui firme com essa estrutura.
Assim fui escrevendo, tendo ideias, mudando de ideia, apagando, escrevendo de novo. Foram três anos em que muita coisa aconteceu. Mas agora vejo que é a hora desse projeto ver a luz do dia, ou melhor, a escuridão da noite.
Ricardo Reis
Autor
R
Ricardo Reis
Sinopse
Três anos atrás tive a ideia de um projeto. Seria escrever uma HQ de Batman contando o que aconteceu nos dias que não são mostrados em Ano Um de Miller/Mazzuchelli. Bolei o argumento, diálogos, cenas e enquadramentos. Mas a coisa não andava. Eu estava restrito ao que não foi mostrado na HQ e iria só preencher lacunas. Não vingou.
Mas foi o embrião de outro projeto. Inspirado na série de livros em prosa Contos de Batman, imaginei histórias de detetive com o maior dos detetives (ao lado de um certo Sr. Holmes). A pegada seria mais adulta, mas focada em mistério e suspense. O realismo daria o tom. Algo lembrando as séries de policiais que passam na tv norte-americana. Todos os personagens seriam versões adaptadas de suas contrapartes dos HQs. Algo como o Nolan fez em sua trilogia. A ciência seria o fiel da abalança, mas com algumas liberdades poéticas. Seria tudo original. Iria me inspirar em antigas e novas histórias para manter uma coerência e um certo nível de identificação com o universo do personagem, mas muita coisa seria diferente. Enfim, agora eu parecia ter em mente um projeto mais interessante e fui a luta.
Primeiro pensei no formato, uma série mensal de contos. Eles não seriam muito longos, mas grandes o suficiente para conter uma narrativa com várias reviravoltas. Não queria simplesmente jogar ação para o leitor. Ele precisava saber de onde vinha cada parte da informação. Ao mesmo tempo a leitura deveria fluir. Por isso mesmo o texto passou por inúmeras versões. Desde que coloquei no blog já foram 27 revisões, fora as que ocorreram antes, no meu editor de texto. Mas eu precisava criar uma grande estrutura. Durante as doze edições veríamos 4 arcos de histórias com 3 capítulos cada arco. Todos os arcos contariam uma grande saga, e dentro dos arcos sempre teríamos 3 plots que seriam constantemente substituídos por novos para ir acrescentando peso, personagens e fatos à narrativa. Para elaborar a estrutura utilizei o Paradigma de Leivitz como base, e segui firme com essa estrutura.
Assim fui escrevendo, tendo ideias, mudando de ideia, apagando, escrevendo de novo. Foram três anos em que muita coisa aconteceu. Mas agora vejo que é a hora desse projeto ver a luz do dia, ou melhor, a escuridão da noite.
Ricardo Reis
Autor
Mas foi o embrião de outro projeto. Inspirado na série de livros em prosa Contos de Batman, imaginei histórias de detetive com o maior dos detetives (ao lado de um certo Sr. Holmes). A pegada seria mais adulta, mas focada em mistério e suspense. O realismo daria o tom. Algo lembrando as séries de policiais que passam na tv norte-americana. Todos os personagens seriam versões adaptadas de suas contrapartes dos HQs. Algo como o Nolan fez em sua trilogia. A ciência seria o fiel da abalança, mas com algumas liberdades poéticas. Seria tudo original. Iria me inspirar em antigas e novas histórias para manter uma coerência e um certo nível de identificação com o universo do personagem, mas muita coisa seria diferente. Enfim, agora eu parecia ter em mente um projeto mais interessante e fui a luta.
Primeiro pensei no formato, uma série mensal de contos. Eles não seriam muito longos, mas grandes o suficiente para conter uma narrativa com várias reviravoltas. Não queria simplesmente jogar ação para o leitor. Ele precisava saber de onde vinha cada parte da informação. Ao mesmo tempo a leitura deveria fluir. Por isso mesmo o texto passou por inúmeras versões. Desde que coloquei no blog já foram 27 revisões, fora as que ocorreram antes, no meu editor de texto. Mas eu precisava criar uma grande estrutura. Durante as doze edições veríamos 4 arcos de histórias com 3 capítulos cada arco. Todos os arcos contariam uma grande saga, e dentro dos arcos sempre teríamos 3 plots que seriam constantemente substituídos por novos para ir acrescentando peso, personagens e fatos à narrativa. Para elaborar a estrutura utilizei o Paradigma de Leivitz como base, e segui firme com essa estrutura.
Assim fui escrevendo, tendo ideias, mudando de ideia, apagando, escrevendo de novo. Foram três anos em que muita coisa aconteceu. Mas agora vejo que é a hora desse projeto ver a luz do dia, ou melhor, a escuridão da noite.
Ricardo Reis
Autor
Notas adicionais
Todos os personagens citados aqui (exceto personagens secundários) são criações da DC Comics. Essa obra tem objetivo puramente de entretenimento.
Escrito por
R
Ricardo Reis
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 6 de ago. de 2015 10:26
Atualizado em 10 de nov. de 2015 17:43
27128 palavras
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Todos os personagens citados aqui (exceto personagens secundários) são criações da DC Comics. Essa obra tem objetivo puramente de entretenimento.
Autor
R
Ricardo Reis
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 6 de ago. de 2015 10:26
Atualizado em 10 de nov. de 2015 17:43
27128 palavras