B é de Bitch
2 B é de Bitch.
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Segunda parte.
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Chuck agarrou o pulso de B e girou-a impulsionando-a contra o pilar atrás dela e pressionando seu próprio corpo em sua traseira, ele pode sentir o calor queimar como seu corpo foi firmemente encaixado no dela e mesmo através das roupas, queimava. Eles queimavam em uníssono.
“Talvez eu possa lhe esclarecer uma ou duas coisas quando tiver dois dedos enterrados dentro de você little cat.”- Chuck esbravejou quente no ouvido dela.
Ele estava irritado e ele estava com raiva. Como uma simples garota vinha ao seu lugar e falava com ele daquela maneira? Geralmente a mulher pra quem ele teria dito aquelas coisas daria a ele um sorriso e um bilhete vitalício de entrada para sua cama, mas ela, ela foi diferente. Primeiro pareceu confusa e chocada para logo em seguida empinar aquela droga de nariz e repudia-lo. Ela parecia a própria rainha do gelo. Porem havia alguma coisa ali, por debaixo da faixada cuidadosamente construída, Chuck podia sentir, não sabia se era o modo como ela andava, como ela o enfrentava com a cara limpa ou mesmo o modo como respirava, tinha alguma coisa ao redor dela que exalava poder, poder e sexualidade latente e isso fazia algo pulsar em suas calças e suas mãos coçarem com vontade de tocar, pegar e sentir.
Aquela mulher tinha algo, ela tinha de ter, não havia outra explicação para o modo como o deixou louco e irracional, querendo-a mais do que qualquer outra mulher que já conheceu na vida. A admissão desse fato o deixava ainda mais irritado. Como podia uma mulher que mal conhecia e comquem havia trocado nem meia dúzia de insultos afeta-lo assim. Ele rosnou consigo mesmo. Ela não iria afeta-lo assim, não se ele a afetasse muito mais antes disso.
Ele conhecia meninas como ela, e ele sabia como lidar com isso.
Chuck colou sua boca no lóbulo delicado do ouvido dela e deixou seu hálito quente tocar a pele dela. Ele sabia como lidar com garotas como ela.
B sentiu Chuck pressionar-se ainda mais contra sua traseira e conteve um suspiro, tentando controlar sua respiração. Porra! Estava indo tão bem até esse Basstardo resolver que ia toca-la e falar sujo para ela. Inferno. Ela não podia perder o controle dessa situação. Ela é quem conduzia as coisas! Como se zombar da cara dela, Chuck chupou seu lóbulo fortemente fazendo B fechar os olhos.
“Então o little cat acha que pode vir até o meu bar, meu santuário, me dizer um monte de porcarias e esperar que eu não faça nada a respeito? ”- ele sussurrou quente contra seu ouvido – “Deixe me dizer uma coisa little cat. Eu conheço seu tipo, eu sei como garotas como você são. Filhinha de papai de narizinho empinado que não tem nada mais excitante para fazer e então vem para lugares como esse procurar homens como eu para dar alguma diversão ao seu mundinho sem cor. Agora, se excitação é oque você queria little cat, só precisava pedir.” – B já respirava pesadamente. Oh céus! Ele chupando seu lóbulo, falando sujo. Aquilo que ele disse sobre seus dedos... Dois dedos dele dentro dela... isso era demais para B. ela tinha notado suas mãos, suas mãos.. grandes ... grossos... dedos.. Oh céus! Ela estava perdida e nem precisava mais pedir por excitação, ela já a possuía agora.
“Você quer não quer?”– ele riu-se no ouvido dela – “Eu posso ver que sim pela maneira como você esta respirando difícil, fazendo seus seios subirem e descerem com força. Sabe que eu tenho uma teoria de que seus seios são do tamanho perfeito para caber nas minhas mãos? ”– ele sussurrou diabolicamente como traçava vagarosamente uma linha da base do pescoço dela até o inicio do vale dos seios dela com a ponta do dedo, fazendo B fechar os olhos ainda mais com a sensação de formigamento que se apossou da pele onde ele estava tocando.
Mas que raio estava acontecendo ali? B não podia acreditar que ela, uma mulher adulta e treinada estava sucumbindo ao toque desse homem demoníaco, a sua voz arrebatadora e a sua presença devastadora... inferno! Ela era B! E não havia Chuck Bass que pudesse mudar isso!
Como que a zombar novamente dela, ele moeu-se ainda mais contra ela fazendo-a sentir um leve cutucão na curva do bumbum. Oh meu Deus... Ele estava excitado! Ele estava excitado! Ele era grande!
“O little cat perdeu a voz? Outro gato comeu sua língua?”- ele riu novamente – “Eu te deixo sem palavras hein? Aposto que você não pode sequer pensar direito me sentindo pressionado atrás de você. Aposto que você esta tão malditamente molhada que pode escorrer pelos meus dedos. Você é um gatinho muito levado”
Idiota! Babaca! Bastardo! Basstardo!
Esse cara estava fora do seu bom senso se achava que ela, B, ia se submeter a isso e simplesmente deixar ele fazer e falar essas coisas para ela! Ele estava louco se pensava que ela ia dar a ele o gostinho de vê-la desmontando! Ah mas não mesmo!
“Mas oque no inferno você pensa que...?”
B tentou se libertar da prensa que era o corpo dele e sair de seu cativeiro para que pudesse lhe dizer um monte de verdades desagradáveis e dar um belo tabefe naquela cara de pau dele, mas nem tudo saiu como planejado, porque no momento em que ela tentou se livrar dele o aperto só fico mais forte e a pressão era tanta que ela poderia senti-lo perfurando seu traseiro.
“Shhh... querendo fugir little cat? Mas que coisa feia! Primeiro você vem, com essas suas roupinhas curtas e apertadas, esse seu ar fodido de arrogância e fala oque bem te da na cabeça, me cutuca, me provoca, me insulta e quando eu pego você de jeito para o acerto de contas você quer fugir? Mas quanto atrevimento little cat... você deveria saber que não podia mexer comigo, você deve ter ouvido que eu sou problema, mas você não pôde resistir não é? você é atraída para mim, porque você é do tipo que gosta de problemas.”– ele continuava dizendo no ouvido dela, fazendo sua pele arrepiar-se mais a cada palavra, tornando a moagem em impulsos maiores a cada frase, deixando-a cada vez mais louca e excitada de raiva e indignação.
Talvez B até pudesse ceder sem que isso prejudicasse sua missão, talvez até ajudasse, mas o verdadeiro ponto aqui era que ela não queria ceder, ela queria resistir-lhe só para provar que ele estava errado, que ele era não era irresistível para ela, que ela era forte e não fraca. Ela queria resistir-lhe mas duvidava que podia. Porem se ela talvez cedesse, isso não se daria sem luta.
“Você é mais que um problema Bass, você é um imbecil arrogante e você é um porco! Eu tenho nojo de você.”- B cuspiu para ele.
Chuck rosnou. Diabo de mulher tinhosa. Ela estava brincando com fogo e ela ia acabar se queimando.
“Bom, estamos indo para verificar a veracidade dessa afirmação.” – ele rosnou ao mesmo tempo em que suas mãos foram para a barra da saia dela com força e ele pegou perto da costura lateral puxando e rasgando brutamente, fazendo uma fenda aberta até a parte superior da coxa, dando acesso a ela. Com a abertura ele pode escorregar sua mão para dentro do tecido negro e finalmente toca-la, tocar sua pele, sentir sua cremosidade, seus pelos arrepiados e o calor dela e parecia mais maravilhoso do que sequer poderia imaginar. Que diabo de mulher era essa?
Ele então apertou-a e apalpou ela com força, com calor, sentido que ela se derretia sob seu toque. Ele sabia lidar com garotas como ela, little cats nervosos e com garras afiadas.
B estava mole sob o toque daquele homem, ela sentia suas pernas virando gelatina e seu corpo sucumbindo a ele, até mesmo sua mente traidora já começava a pedir por mais e mais forte. E quando o toque dele foi se aproximando do centro entre as pernas dela, ela sentiu o calor dobrar de intensidade e sua respiração se perder, ela puxou uma respiração como os dedos dele foram parar sobre o tecido sedoso da sua La Perla, e soltou o folego sem ar quando ele insinuou seus dedos pelos lados do tecido adentrando sua intimidade sem nenhum tipo de barreira para impedi-lo.
“Humm little cat... mentiroso”- foi tudo que ele disse enquanto sua mão livre afastou a perna esquerda dela e seus dedos seguiram soltos pela umidade dela. “Você esta tão malditamente molhada...” — ele suspirou fazendo-a contorcer-se de tesão. Bastardo filho da puta! Ele estava se aproveitando que era lindo e gostoso e provavelmente muiiito bom de cama... ela não ia lhe dar esse gostinho...
“Pois você pode ter certeza de que...”– ela não conseguiu terminar a frase toda porque então, ele enfiou um dedo profundamente dentro dela. B lutou com seus pulmões por ar nesse instante. – “Não é por sua causa.”– ela conseguiu soltar, mas as palavras soaram como um gemido estrangulado até mesmo para seus próprios ouvidos.
“Sera que não mesmo?”– ele zombou enfiando um segundo dedo na umidade acolhedora dela e começando a movimenta-los.
B estava fora da sua mente, fora da sua racionalidade, fora do seu bom senso e provavelmente fora do planeta, perdida em algum lugar da atmosfera. A sensação dos grandes, grossos dedos dele era maravilhosamente enlouquecedora e quando seus dedos moviam-se lá dentro ela sentia como se fosse desmoronar a qualquer momento, mas ainda não queria ceder por completo.
“Nem aqui nem na China Bass...”– ela gemeu miseravelmente quando ele encontrou seu ponto G, o ponto dentro dela, um pequeno ponto que significava tudo e que a fez ofegar.
“Ah... mas aqui sim... bem aqui não é? Aqui nesse lugarzinho... Onde meus dedos estão fodendo você”– ele moveu a ponta dos dedos sobre esse ponto especifico dentro dela e a fez lamentar e gemer baixinho quando o tocava.- “Pare de querer arranhar little cat, quando tudo que você realmente quer fazer é miar para que eu te de meu leite.” – ele sussurrou porcamente no ouvido dela e B podia sentir que estava vindo, a lenta construção da sua excitação, sua boceta já estava começando a dar leves contrações, ela já podia sentir isso...
E então assim como veio, se foi. A sensação perdida dos dedos dele.
Chuck tirou seus dedos de dentro dela apenas para que pudesse vira-la de frente para ele. Ele queria ver seus olhos enquanto estava desesperada pelo que ele podia dar a ela, ele queria ver ela sucumbir e pedir e implorar pelo que ele estava oferecendo. Uma pequena mistura de céu e inferna em uma dose incrivelmente alucinógena.
B sabia como estava parecendo, suas bochechas deviam estar coradas, ela tremulava e seus olhos deviam estar implorando, ela odiava isso, parecer estar implorando, parecer tão fraca, mas nesse momento era tudo que ela devia estar aparentando, fraqueza e necessidade, de Chuck Bass.
Chuck enlaçou uma mão na curva interna do joelho direito dela e levantou-o até seu quadril, a fenda na saia ajudando muito no movimento, ele manteve sua mão segurando a coxa dela enquanto a outra mão subiu para firmar o rosto dela para ele, para fazê-la olhar diretamente em seus olhos e oque viu no olhar dela foi surpreendente e arrebatador.
Era puro desejo. Cru e exposto no olhar dela para que ele pudesse ver claramente, desejo de se entregar, de se perder nele e de sucumbir e cair e se afogar nas sensações. Chuck adorou isso, mas junto com todo esse desejo desinibido havia outra coisa, relutância. Ela relutava em ceder, ela não queria admitir, ela não queria perder. Ele sorriu, ele a faria se entregar, ele a levaria a um ponto em que a derrota seria a única e prazerosa saída para ela.
Sua mão desceu do rosto dela sem aviso e foi parar de baixo da saia mais uma vez, seus dedos invadindo sua calcinha e se afundando no calor úmido dela de uma única vez. B fechou os olhos por um momento e gemeu, o som fazendo maravilhas nas calças de Chuck.
“Humm little cat... esta tão molhada que chega dar agua na boca...”– ele comentou olhando nos olhos recém abertos dela, olhos escuros de luxuria. Deixou o próprio olhar passear sobre o rosto dela, ela era realmente uma tentação, muito além das suas pernas e coxas e personalidade excitante, mas seus olhos chocolates, seu cabelo castanho e seus lábios cheios e brilhantes eram atrativos fora do comum, o chamando para ela. De repente ele fixou seu olhar nos lábios bem feitos quando começou a movimentar seus dedos dentro dela novamente, ouvindo um pequeno suspiro por parte dela. Seus lábios se abriram minimamente e ele pode avistar a língua dela, adornando os lábios carnudos, molhando-os que estavam secos e então lembrou-se da primeira vontade que teve ao vê-la, de primitivamente morder a boca dela.
Aproximou seu rosto do dela e o perfume de flores e citros invadiu suas narinas o levando a um devaneio momentâneo. Era um cheiro maravilhoso. Chuck foi chegando mais perto, apurando mais sua respiração para pegar melhor o cheiro dela até que seus lábios estavam minimamente se tocando.
“Me diga seu nome”- ele exigiu como ela conseguiu pronunciar um fraco “B” e Chuck vincou a testa por um instante com esse jogo de iniciais, porem ele não tinha tempo ou vontade para discutir agora.
“Então B, garotinha do papai, eu sei oque você quer e eu posso balançar seu mundo. Com apenas uma mordida e eu posso leva-la a loucura e fazer você parecer tímida em comparação a como você vai ficar quando eu fazer você perder o controle. Eu posso fazer tudo isso. Me deixe fazer isso apenas essa noite, porque por apenas uma noite não pode ser tão errado. E por apenas essa noite eu vou fazer você virar uma garota má.”- ele sussurrou de encontro aos lábios dela e mordeu levemente o lábio inferior dela puxando-o e soltando em seguida. – “Com apenas uma mordida.” – e então movimentou seus dedos fortemente dentro dela. – “Com apenas um toque.” – e então ele firmou a testa com a dela e olhou dentro de seus olhos. “Com apenas uma estocada profunda dentro de você. Eu posso abalar todo o seu mundo e fazer você se perder.”- ele declarou ainda olhando fixamente nos olhos dela, suas bocas muito próximas.
E então B fez a única coisa que podia fazer, porque ela simplesmente não podia resisti-lo. Ele simplesmente a fazia perder o controle. B aproximou seus lábios aos dele por vontade própria e beijou-o, engatando ainda mais a perna ao redor da cintura dele e apertando-o contra ela, tomando seus lábios com força, com vontade. Chuck gemeu no beijo e atacou os lábios dela com fúria, tocando, provando, invadindo lhe a boca com sua língua intrusa, com promessas silenciosas de como essa língua sinuosa podia movimentar-se em qualquer lugar do corpo dela. Suas línguas se encontraram dentro das bocas e duelaram com garra uma com a outra, enroscaram-se e chuparam-se em total loucura. B podia sentir seus olhos revirarem sob as pálpebras com as sensações que a língua dele estava causando. O beijo passou a ser desesperado e um estava indo sobre o outro com vontade sobre-humana até que Chuck foi acalmando as coisas e passou a chupar lhe os lábios dela com os seus, os dedos ainda firmemente enterrados em sua boceta, ele mordeu novamente seu lábio inferior e puxou-o fortemente até solta-lo.
“Com apenas uma mordida.. little B.”- ele disse soltando seus lábios e olhando para ela. B sabia oque ele estava fazendo, sabia oque aquele olhar no rosto dele dizia. Ele estava pedindo permissão, estava questionando silenciosamente se ela tinha certeza. B admirou-se com essa faceta de Chuck Bass, até onde sabia ele era um canalha sem escrúpulos que só queria um buraco quente e úmido para enterrar-se, mas esse homem a frente dela, ele estava mostrando muito mais, ele estava lhe pedindo permissão para entrar, mesmo que ele já tivesse invadido. Mesmo assim era admirável, porque de alguma maneira lá no fundo B sentiu que se ela lhe negasse, ele se retiraria, porém o mero pensamento dele sair sem terminar com toda essa tortura deixava B desorientada.
Ela colocou as mãos em concha no rosto dele. - “É tudo que eu quero big C.”- B respondeu simplesmente e Chuck sentiu seu ultimo fiapo de controle se esvaindo como seus dedos começaram a em enterrar-se furiosamente dentro dela e ela começou a gemer mais intensamente.
“Então me diga little B. Me diga oque você quer.”- ele exigiu. B apenas gemeu um pouco mais fechando os olhos.
“Diga little B. Diga oque você quer. Oque você precisa que eu faça com você, apenas peça.”– ele continuava exigindo e B encontrou-se irritada. Como ele ousa exigir tal coisa dela nessa altura do jogo. Não havia maneira que ela estava admitindo oque queria dele...
“Diga B! diga o meu nome.”- ele animou-a – “Diga Chuck eu quero você. Diga little B!”- ele exigiu mais fortemente enfiando os dedos o mais profundo permitido dentro dela. B gemeu alto e prolongado. Basstardo!
Então ela teve uma ideia. Ele queria ela para admitir oque queria dele? Pois bem, ela até poderia admitir, mas seria do jeito dela, sempre era. Ela olhou sacanamente para ele, colocou as mãos em sua nuca e chegou seus lábios próximos aos dele, olhando em seus olhos.
“Chuck Bass.”– ela gemeu – “Eu quero você... para me foder.”– ela suspirou e viu o olhar de Chuck enegrecer de uma forma que considerava impossível.
Todo o sangue do corpo de Chuck foi para algum lugar no sul, para a extensão mais necessitada do seu corpo com ela falando sujo para ele, gemendo vulgaridades. Seu pênis pulsava como uma bomba pronta para explodir e ele iria explodir no calor morno de little B.
Chuck tirou suas mãos de cima dela fazendo B quase perder o equilíbrio e ter dificuldade para se firmar antes que suas mãos estavam sobre ela novamente, agarrando seu pulso e arrastando-a junto com ele para uma sala que ela nem sabia que existia num pequeno corredor ao norte do grande salão. Ele adentrou a pequena sala mobiliada com apenas uma mesa de madeira grande e duas poltronas pretas de coura além dos quadros que adornavam duas das paredes, a sala mal iluminada por pequenos abajures. Chuck trancou a porta a chave e arrastou-a para perto da parede mais próxima antes que B pudesse pensar ou respirar e quando B deu-se conta ele já estava pressionado contra ela novamente levantando sua saia para a cintura dela e levando-a louca de desejo de que fosse tudo realmente resolvido rápido, sua excitação estava no topo, tinha sido construída lentamente e agora era tão dolorosa que B achava que poderia desmaiar a qualquer instante e então ele veio com suas mãos todas sobre ela e sua calcinha rendada La Perla, fazendo-a em pedaços e B lamentou como o tecido raspou contra seu feixe de nervos no movimento.
“Era uma das minhas preferidas...”– B reclamou.
“Você não vai precisar dela quando andar perto de mim...”– Chuck devolveu – “Então little B me quer para fode-la? Vamos ver oque eu posso fazer sobre isso.”– ele rosnou elevando novamente sua perna a enganchar-se na cintura dele e abriu o zíper da calça deixando-a cair até a altura do joelho e libertando sua ereção majestosa para que B pudesse admirar. Não era de se estranhar que ela quase sentiu perfura-la momentos antes, Chuck Bass estava sem cuecas! E ele não era grande, ele era enorme! E ele era lindo! Sua ereção gritante e imponente elevada de seu corpo, com uma cor levemente rosada, totalmente circuncisado e com sua cabeça de cogumelo brilhante com o liquido que vazava vagaroso sobre a ponta. Ela poderia dizer que Chuck mal podia esperar.
Chuck posicionou a ponta da sua ereção na entrada de B acomodando-se entre suas pernas antes de soltar sua coxa direita e mover suas mãos para as nádegas delas firmando-as e levantando B no ar para que encaixasse as duas pernas no quadril dele.
“Eu te foderia na poltrona e te deixaria me cavalgar... mas eu estou louco pra te comer contra a parede desde que eu te vi e eu posso deixar você ter o comando mais tarde little B”- Chuck murmurou antes de realmente ajeita-la melhor nos braços e finalmente, finalmente, se enterrar no calor dela ao som de uma musica que tocava sobre um cara que fazia garotas boas virarem más.
“Eu vou fazer você virar má little B”- Chuck prometeu como retirava seu pênis de dentro dela e adentrava novamente. B não duvidava que isso fosse verdade, porque estava montada em cima dele e já podia pensar na próxima vez que ele mencionou... Oh Deus! Poltrona... cavalgar... Bass.
B puxou uma respiração longa antes de soltar o ar todo de uma vez quando Chuck bateu no fundo dela, oh fuck! Não fosse ela estar tão molhada ele teria arrebentado-a com a sua grandeza. Ele ficou um minuto parado dentro dela então, percebendo que ela precisava se acostumar com seu tamanho. Era um pouco desconfortável no inicio, mas conforme acostumou-se B podia senti-lo todo, deliciosamente quente dentro de si.
Chuck começou a se movimentar, devagar no inicio, lenta e langorosamente, fazendo B gemer de leve em seu ouvido, mas conforme o movimento foi assentando dentro dela, B não queria nada lento, muito menos langoroso.
“Eu disse que te queria para me foder Bass e não para fazer amorzinho comigo”- B provocou irritada ao que Chuck forçou o aperto dos seus braços nela e suas costas contra a parede e começou a bater fundo dentro dela, com força, furiosamente.
“Little B gosta de ser fodida então, gosta de rápido e forte, assim?”– ele provocava enquanto batia fundo dentro dela, saindo e entrando em velocidade enlouquecedora. B agarrou seus ombros e seus cabelos da nuca, elevando sua cabeça para traz até encostar na parede, movendo suas pernas quadril acima de Chuck, esfregando-se nele. “Você é muito safada minha little B, como uma pequena fêmea no cio que só quer um macho para se enterrar dentro de você e abrir sua carne até que sua boceta esteja latejando.”- ele começou a falar ainda mais sujo para ela.
“Como ousa dizer tais coisas para uma dama como eu Bass?”- B reprovou quando Chuck apalpou ainda mais seu traseiro.
“Uma dama que deixa um garoto-problema fode-la contra uma parede numa sala escura como se não houvesse amanhã.”- ele sussurrou e nem podia acreditar que estava conversando coisas sórdidas com uma mulher durante o sexo. Essa mulher era totalmente fora do padrão e o deixava completamente alucinado. “Estou mentindo?”
B não poderia responder, e não porque seu orgasmo estava na borda e ela não conseguia mais segurar-se e sim porque ele estava certo, ela era como uma cadela no cio ansiosa para que Chuck Bass viesse fode-la e fazê-la vir como nunca veio antes.
Chuck sorriu seu arrogante sorriso de canto como ele constatou que sua little B não tinha argumentos para ele e ele poderia também ficar intrigado sobre o porque de estar chamando ela de sua little B. Mas ele estava ocupado pensando e sentindo outras coisas, como por exemplo as paredes úmidas de B convulsionando ao redor dele e apertando tão deliciosamente que seu sêmen estava sendo drenado fortemente das suas bolas. Chuck queria, mas não poderia mais segurar e quando B começou a gemer furiosamente desesperada ele não conseguia mais se conter.
“Oh Chuck! Oh... Deus! Oh foda! Fuck! Foda-me Chuck!... mais forte Chuck… Oooh Chuck! Eu vou... Chuuck!”- ela gritou com seus dentes cerrados e seu grito se tornou desesperado como Chuck continuou a enfiar-se ainda mais dentro dela enquanto ela estava no topo do seu orgasmo, dando a ela um novo orgasmo consequente que explodiu dentro dela o dobro de sensação e a fez apertar tão firmemente ele que tudo que Chuck pôde fazer foi segura-la o mais forte possível e beija-la com fome quando derramou-se dentro dela gemendo “Little B” e sentia os líquidos quentes dela misturar-se aos seus próprios. Ele sabia como lidar com mulheres como ela e a resposta era simples. Sexo. Selvagem e contra a parede da sala escura mais próxima. Chuck sentia seu ego inflar em arrogância.
Eles ficaram por um momento assim, pressionados contra a parede, Chuck encaixado em B e com o rosto enterrado na curva do pescoço dela sentindo seu perfume intoxicante. Suas mãos seguravam ela firmemente ainda e seu nariz fazia pequenos círculos lentos na pele do pescoço dela. Ele pensou por um momento que sua Little B era a mulher mais intrigante, exótica, fascinante e gostosa que já conheceu, além de ser espirituosa e de ter paredes que apertam maravilhosamente bem. Ele sorriu novamente antes de um pensamento novo assalta-lo.
Não poderia Chuck Bass estar caindo no amor, poderia? Ele sorriu contra o pescoço dela com a ideia. Mas tinha de admitir, uma vez somente ou uma noite apenas com essa mulher era muito pouco para ser tudo oque ele queria dela.
Chuck ouviu B suspirar e sentiu suas pequenas mãos desembrenhar-se de seus cabelos negros e descerem para sua nuca, para a base traseira do pescoço, movimentando-as levemente, como uma caricia despreocupada. Ele teria se preocupado com isso se estivesse com qualquer outra garota, ele a largaria rapidamente fazendo-a cair de bunda no chão e debochando dela por sequer pensar que Chuck Bass a deixaria acaricia-lo depois do sexo. Porem nesse momento, agarrado a sua little B, Chuck não tinha vontade de estar em qualquer outro lugar do mundo, ou fazendo qualquer outra coisa senão sentindo as mãos dela fáceis sobre sua própria pele.
De repente as pequenas mãos de B saíram do pescoço dele e foram em concha para seu rosto e então ela beijou a têmpora direita dele como um carinho tão intenso e tão intimamente acolhedor que fez Chuck erguer a cabeça para olhar pra ela. Oque no inferno tinha essa mulher que o fazia sentir essas coisas?
Ela estava olhando para ele com os olhos cheios de querer e simpatia, cheios de doce. E seus polegares estavam fazendo círculos nas laterais do seu maxilar. Ela sorriu timidamente para ele fazendo seu coração inchar.
“Você esta bem?”- B perguntou e ele sentiu como se ela tivesse roubado a fala dele.
“Estou.”– ele sorriu minimamente e beijou de leve o queixo dela antes de sair de dentro dela e apoia-la cuidadosamente no chão de madeira nobre. Ele ainda pode ouvir o resmungo de B quando perdeu o contato dele.
“Por mais que eu adore estar enterrado completamente dentro de você, sem previsão para saída, eu preciso ir cuidar da festa, tenho que inspecionar isso, não posso perder o controle.”- ele sorriu para ela como explicou a importância de suas funções no VVB’s.
B ajeitou sua saia detonada como pôde em suas pernas e desamarrotou a blusa o quanto conseguiu e no fim nem ficou tão ruim, a fenda aberta por Chuck deu a ela um ar mais sexy do que antes, além é claro da aura de sexo que pairava sobre sua cabeça sinalizando um acabei de ser fodida em letras garrafais de neon azul. Ela poderia gritar agora e manda-lo para o inferno, Sim isso seria o certo a se fazer com um cara que tinha forçado ela contra uma parede e induzindo-a a fazer sexo casual e violento. Mas B sabia que para o plano que ela tinha essa noite, ficar próxima a Chuck Bass só poderia ser lucro. Tanto para o plano quanto para ela mesma... B fechou os olhos para afastar esse ultimo pensamento e alisou sua saia uma ultima vez.
Chuck também ajeitou suas roupas antes de virar-se para B.
“Humm... little B. quero te dizer que não se preocupe quanto a... bem, eu ter gozado dentro de você, eu estou limpo, não é porque eu sou dono deste lugar que saio com todas as mulheres que vejo.”– Chuck começou a explicar – “Quanto a isso não se preocupe, mas temos um problema sobre... controle de natalidade.” – Chuck anunciou.
B estava estática. Porra! Como é que ela foi fazer isso?! Como é que ela foi esquecer de usar camisinha?! Com um cara que ela mal conhece?! Com um conquistador que sempre tem uma garota diferente em sua cama?! Com o cara que ela estava para arruinar.
“Oh-Meu-Deus... ” – B murmurou – “Você tem certeza que não tem nada? Certeza absoluta?”– B questionou começando a ficar paranoica.
“Claro que tenho! Faço os exames a cada 15 dias, não saio com qualquer uma que vejo por ai e sempre me cuido, hoje foi... uma fatalidade.”
“Vê-se que sempre se cuida e não sai com todas que vê por ai, por isso é que mal me olhou e já estava com o pênis na mão não é? Porque você se cuida!”- B esbravejou.
“Assim você me ofende little B! Eu sempre me cuido sim! E eu não saio com qualquer uma! Você não... não é qualquer uma!” – Chuck irritou-se – “É diferente.”- ele confessou.
“Diferente como?”- B aquiesceu-se.
“Eu não sei... é só... diferente... e agora eu preciso que você venha comigo, eu preciso ficar de olho nisso, os rapazes são uma vergonha em quesito administração e já teríamos falido se eu deixasse na mão deles.”- Chuck se evadiu e B resolveu deixar passar, afinal ela estava indo para ferrar com ele. O pensamento desanimou-a por um segundo, porem depois ela lembrou-se do porque de estar aqui desde o começo, tinham pessoas lá fora, pessoas contando com ela, ela era a rainha desse jogo de xadrez, Queen B. e tudo que precisava fazer agora era dar o xeque mate em King C.
“Certo, eu também tenho que cuidar de algumas coisas.”- ela disse rapidamente, só notando sua gafe logo em seguida quando ele a olhou desconfiado. – “Eu... tenho que encontrar as garotas... elas devem estar me procurando...”- ela acrescentou.
“Humm, um clube de little girls da minha little B.” – Chuck brincou. – “Deixe-me adivinhar. J e V?”
“E S também. Você é bom nisso. Já conhece as meninas?”- B sorriu um pouco desconfiada.
“Só J e V na verdade. Conheci elas hoje mais cedo, vieram até mim para um preto-dourado.”– Chuck disse. – “Mas afinal qual é a das inicias? Sempre sem nomes, só iniciais.”- Chuck estava curioso sobre isso desde o momento em que conversou com a loura.
“É... bem, longa historia... e não estamos com tempo agora, você tem coisas pra fazer... eu tenho que encontrar J e V... e S também.”- B disse nervosamente.
“Tem razão. Outra hora você me conta essa longa historia. Nós teremos tempo para isso mais tarde.”- Chuck sorriu e B duvidava tristemente disso.
“Sim. Outra hora.”- B concordou timidamente como viu Chuck abaixar-se e pegar sua La Perla que estava em fiapos de renda no chão, ele empurrou-a e em seu bolso, fazendo um pequeno blush surgir nas bochechas de B. ele sorriu novamente e passou os polegares no rosto dela.
“É simplesmente lindo quando você cora.” – B sentia-se miserável.
Chuck arrastou-a para fora do quarto do mesmo modo que tinha arrastado-a para dentro mais cedo. Eles pisaram na borda pista e Chuck pegou firmemente na mão de B e ela sentiu o calor se irradiar por todos os seus dedos. Céus, esse homem sabia como fazê-la sentir-se quente. Ele a fazia perder o controle e quase mandar tudo por agua abaixo fazendo coisas estupidas como transar com um cara que ela mal conhecia e nem mesmo se proteger. B sabia que estava fodida além do sentido literal. Ferrar com ele, era tudo que ela tinha que fazer. Xeque mate e vitória. Ela sabia que conseguiria, mas para isso precisava empurrar para baixo essa pequena pontada de angustia que vinha em seu peito cada vez que pensava que tinha que acabar com ele. Ele, Chuck Bass, o cara que a fez sentir tantas coisas em apenas um par de horas... B chacoalhou a cabeça e se obrigou a não pensar dessa maneira, ela estava ali para isso e ela ia fazer isso, mesmo que significasse ser uma grande traidora, uma bitch.
Bitch, bitch, bitch... Afinal B deve ser mesmo de Bitch.
“Ei, os rapazes estão jogando pôquer ali com as suas amigas, se bem me lembro são elas não são? Vamos lá.”- Chuck apontou para a mesa bem no centro do grade salão onde B pode ver os rapazes com S, J e V, dançando e bebendo animadamente enquanto um par de dados rolava solto sobre o verde da mesa.
Chuck puxou-a pela mão até lá e a apresentou a todos os seus amigos. Como se ela não conhecesse a fixa completa de cada um deles... B sorriu amavelmente para todos e riu quando Chuck informou que não precisaria apresenta-la as garotas uma vez que eram todas amigas. B deu um aceno para as meninas do outro lado da mesa e foi para o lado de S que estava absorvida em Dan Humphrey. B estreitou os olhos, se não soubesse que S era tão ou mais responsável e comprometida com tudo isso do que ela própria, B poderia dizer que S estava saindo da linha com Humphrey e isso não poderia acontecer. B suspirou, ela mesma tinha saído da linha com Bass e agora estava condenando S quando ela não tinha feito sequer a metade do que ela própria fez. B começou a se preocupar realmente. Os rapazes eram legais e amáveis e divertidos e todas elas estavam absorvidas por eles. J estava na ponta contraria da mesa com a boca grudada no ouvido de Eric enquanto ele acariciava sua cintura com uma mão fácil. V estava em seu lado direito com os olhos brilhando em direção de Archibald enquanto ele lhe falava alguma besteira e tomava um grande gole da bebida dela fazendo V rir histericamente, jogando a cabeça para traz. Oh Deus. B pensou, isso tinha que ser feito de uma vez, antes que elas não conseguissem e isso seria um problema enorme, G não gostaria nada disso.
B chegou mais perto de S e tocou a frente da blusa dela fazendo S se virar para ela. “S precisamos fazer isso logo. Oque você tem?”- B sussurrou apenas para os ouvidos de S.
“Eu não tenho muita coisa, Dan apenas me disse que os V.I.Ps estão sendo tratados como pessoas realmente importantes hoje a noite e á uns 5 minutos atrás ele foi desembalar algo. É tudo que tenho B.”- S informou.
Yes. B pensou. S era ótima! B sorriu para ela.
“É isso S! Eu sei como descobrir isso. Temos apenas que esperar e ficar de olho nas pessoas mais Vips de Manhattan que estão aqui e alguma hora alguma coisa vai aparecer. Fique de olho em todas as pessoas importantes que você conhece, eu vou avisar as meninas.”- B informou.
“Certo B, e enquanto isso relaxe e se divirta um pouco, não vai te fazer mal, estamos todas alertas, é só um pequeno relaxamento, antes de termos que acabar com essa maravilha toda.”- S lamentou olhando ao redor e B tinha que concordar que seria uma pena não aproveitar esse lugar antes que tudo isso acabasse.
“Certo S, vou colocar as meninas em alerta e depois podemos... relaxar.”- B sorriu sacanamente para S. – “Humphrey hein?”
“Eu já ganhei 500 dólares dele no pôquer, eu sou muito boa com as cartas.”- S sorriu e depois suspirou. — “Se ele não fosse um menino mal...” — as duas riram.
B andou até onde J e V estavam e sorriu para os rapazes.
“J, S e eu já descobrimos como funciona o esquema. Tudo que vocês tem que fazer é distrair os meninos e ficar de olho quando nas pessoas Vips deste lugar. Qualquer passo em falso, qualquer coisa diferente e nós podemos agir, avise a V e se vocês virem alguma coisa, blackberry.”- B disse para J que assentiu seriamente com a cabeça. B foi andando e de repente virou-se novamente para J. – “Mas enquanto nada aparece... nós podemos nos divertir um pouco...”– B sorriu e J retribuiu sorrindo e levantando o copo para B.
B agarrou o copo de J e andou novamente para o lado de S, onde Chuck e Dan estavam rindo e gritando um para o outro com copos de whisky nas mãos e jogando dados.
“Ei little B, venha para cá me dar sorte! Humphrey esta me passando a perna por causa da boa sorte de S!”- Chuck gritou animadamente para B e ela sorriu tomando um longo gole da sua bebida, ela podia até não estar de folga, mas a missão dessa noite lhes permitia um álibi forte para poder beber. B foi até o lado de Chuck e ele colocou uma mão em sua cintura.
“Bass hein? Little B”- S brincou ao ouvido de B.- “Ele é problema B.”
“Ele é perigoso, mas eu conheço o tipo dele S.”- B se gabou, ela sabia lidar com homens de todos os tipos, inclusive os do tipo Chuck Bass. S sorriu para ela, sabendo que B era completamente capaz de lidar com alguém como Bass, não foi atoa que ele olhou para ela entre todas as quatro e entre todas as outras na sala. B sabia oque fazer e quando fazer e para sua sorte, S ficou com alguém fácil de lidar, Dan seria definido como um amor, se não fosse um dos meninos maus... S sorriu, elas sempre eram atraídas para meninos maus e elas sempre se sobressaíram, esta noite não seria diferente.
Chuck jogou uma mão de dados sobre a mesa e os rapazes riam felizes, cada um abraçado a sua garota. B pensou por um momento como seria se elas realmente fossem suas garotas e eles pudessem ser todos amigos. Dan jogou outra mão de dados sobre a mesa e ele e S soltaram um gritinho quando perceberam que a mão deles era maior do que a de Chuck e Dan pegou o rosto de S entre as mãos e lhe deu um rápido beijo nos lábios, logo depois S se jogou em um profundo abraço com Dan. B observou a cena e lamentou que realmente não podiam ser todos amigos. Apenas não podiam.
Humphrey ficou muito animado em tirar 600 dólares de Chuck, dando-os a S e dizendo que sua divida estava saudada e que ela poderia ficar com os 100 dólares em troca de um beijo mais tarde. Então Dan saiu e foi para a mesa de som e de repente uma musica alta começou a estourar nas enormes caixas de som, a mesma musica que tocou quando Chuck e B... bem, quando estavam tão grudados que não poderiam reconhecer quem era quem. Os rapazes simplesmente enlouqueceram. B reconheceu a musica como sendo algum som maneiro de alguma banda de rock alternativo com o nome de Cobra Starship como B descobriu depois.
Todas as pessoas começaram a dançar e pular na batida da musica e então os rapazes começaram a berrar o refrão da musica um para o outro como Dan se juntou a eles e todos pulavam a vários centímetros do chão.
I make them good girls go bad – Eu faço boas garotas virarem más.
I make them good girls go bad – Eu faço boas garotas virarem más.
You were hangin in the corner with your five best friends – Você estava no canto com suas cinco melhores amigas.
You heard that i was trouble but you couldn't resist – Você ouviu que eu era problema mas você não pôde resistir.
I make them good girls go bad – Eu faço boas garotas virarem más.
I make them good girls go (good girls go) – Eu faço boas garotas vivarem (boas garotas virarem)
Os meninos cantavam e pulavam em roda delas, rindo e brincando e Chuck pegou B pela cintura e encostou sua testa na dela.
I make them good girls go bad – Eu faço boas garotas virarem más.
I make them good girls go bad – Eu faço boas garotas virarem más.
You heard that i was trouble but you couldn't resist – Você ouviu que eu era problema mas você não pôde resistir.
Ele cantou para ela olhando em seus olhos, oque fez os pelos da nuca de B arrepiarem-se por completo. A intensidade no olhar de Chuck dizia tantas coisas que o peito dela deu um pequeno salto e ela tentou sorrir autenticamente para ele. Bitch, bitch B... ela lembrou-se e sorriu para ele o melhor que ela pôde. B começou a dançar e pular com meninos e as garotas, para esquecer por um segundo do que estava por vir.
I was hangin in the corner with my five best friends – Eu estava no canto com minhas cinco melhores amigas.
I heard that you were trouble but i couldn't resist – Eu ouvi que você era problema mas eu não pude resistir.
B ouviu a letra da musica e sentia seu corpo inteiro vibrar com os acontecimentos da noite e então ela desejou poder apenas se divertir um pouco sem pensar, somente sentir, os ruídos da musica, o vibrar das pessoas, o calor de Chuck... B sentiu-o abraça-la e dançar com seu corpo, as palavras da musica sendo delineadas nos lábios grossos dele, ela sorriu e pôs-se a cantar e pular com ele.
E assim elas mataram mais uma boa parte de tempo, só pulando e cantando e jogando com os rapazes, se divertindo com eles. B quase pôde se esquecer do turbilhão de coisas que estava por vir como Chuck e as pessoas a sua volta a faziam rir e se sentir viva. Chuck lhe dava pequenos beijos ocasionais e fazia divertir-se além da conta, eles até mesmo acabaram por ganhar duas mãos de dados sobre S e Dan, oque rendeu a B um faminto e bem conduzido beijo que a fez ficar tonta e sorrir. Eles também ganharam uma mão de Eric e J.
Nate e V estavam apenas alienados, em um tal grude que mal podiam notar oque se passava. B se perguntou o quanto isso podia interferir em sua missão, as meninas estavam distraídas demais, ela mesma quase se distraiu completamente. B estava observando V e Nate da sobre pista acima da mesa onde todos os outros estavam e iria começar a preocupar-se mas então Chuck abraçou seu corpo por trás.
“Minha little B, eu tenho que ir ver algumas coisas, mas não vou demorar. Não saia daqui que eu vou trazer algo para você.”- Chuck piscou para ela antes de beija-la no pescoço levemente. “Humphrey.”- ele chamou Dan e os dois saíram, subindo as escadas para o primeiro andar do bar e parando na porta. Chuck falou alguma coisa para Dan e saiu pela porta. Humphrey então voltou a descer as escadas e foi para a mesa de som, colocou os fones e começou agiu normalmente como se estivesse animando a festa. Se B não tivesse tanta experiência nisso ou não fosse tão perspicaz ela nem teria notado quando Dan virou rapidamente para Eric – que de alguma forma tinha ido parar do lado da mesa de som – e apenas assentiu com a cabeça.
B desconfiou imediatamente e sentiu no âmago dos ossos que a hora tinha chegado. Fingindo estar dançando como todos os outros ela puxou uma respiração e se auto fortalecendo, B pegou seu blackberry e já ia fazer contato com S quando uma mensagem da própria chegou em sua caixa de entrada.
*Dan soltou a informação.*– era oque dizia a mensagem e outra chegou logo em seguida.
*O DJ tem seu pacote.*- a segunda mensagem dizia e B sorriu. S era ótima e adorava esse modo como ela escrevia suas mensagens de contatos, com códigos que nem a C.I.A. entenderia se não soubesse exatamente do que se tratava.
*XOXO.*- B digitou sorrindo, ela sabia exatamente como conseguir o pacote de Humphrey.
B guardou seu blackberry no bolso e desceu até a pista de baixo do salão e saiu andando pelas pessoas dançando até chegar á mesa de som e tocar no braço de Dan.
“Dan, eu preciso que você me de um dos pacotes.”– ela disse simplesmente e Dan olhou desconfiado para ela fingindo não saber do que se tratava, mas B estava preparada para isso também. – “Chuck me disse que eu poderia vir pegar um deles com você já que sou a pessoa mais V.I.P. para ele de todo esse lugar.”- B sorriu amavelmente e soube que tudo tinha corrido como planejado quando Dan tirou um pacote branco de uma mochila que estava na cadeira atrás dele e entregou-o a ela. B sorriu novamente olhando para o pacote branco e amassado com as letras V.I.P. escritas nele, deu um rápido aceno para Dan e saiu andando.
Logo que ela abriu o pacote para checar o sorriso em sua face dobrou de tamanho. Bingo.
Ela pegou seu blackberry e digitou uma mensagem para G que continha apenas três palavras.
*Confirmado. Lança-Perfume.*– A resposta veio segundos depois.
*Estamos entrando.*
B selecionou os contatos de S, V e J para uma mensagem grupal.
*Eles estão entrando.*- ela digitou e recebeu simples Oks de J e V enquanto S escreveu espirituosamente.
*Não posso esperar para ver a cara deles!*- B podia sentir o tom diabólico de S e sorriu para isso. Era mais fácil ser fria sem Chuck por perto. Era hora do show.
Chuck estava terminando de moldar uma fatia grossa de limão para colocar na borda fina de uma bela taça que pretendia oferecer a uma bela garota quando sirenes foram ouvidas e então tudo virou um turbilhão e uma bagunça.
Chuck apenas estava ciente de colocar a taça sobre o balcão quando policiais entraram pela porta do VVB’s e o renderam gritando para ele fazer silêncio e que tudo oque dissesse poderia ser usado contra ele eventualmente e então depois, ele estava sendo jogado contra o piso frio do chão do bar e pessoas estavam começando a sair pela porta do subsolo correndo e tropeçando em seus próprios pés com a intenção de fugir. Chuck pôde ver a agitação, pessoas correndo e gritando, mulheres com sapatos nas mãos e policiais por todo canto. Ele notou tudo isso com a cabeça ainda firmemente plantada no piso, ele só a levantou quando viu seus outros três amigos, seus parceiro-irmãos, serem arrastados porta a fora, rendidos como ele e sendo jogados no chão ao seu lado enquanto os policiais exigiam silencio.
Chuck estava em um choque momentâneo e não tinha ideia do que estava acontecendo e a ficha ainda não havia caído quando todas as pessoas já tinham saído e ele viu a loura e a morena com quem tinha falado no começo da noite — J e V ele conseguiu lembrar — passarem calmamente por eles, olhando-os e sorrindo tristemente para eles antes de saírem para fora do bar e então uma outra mulher passou por eles, S, a morena de cabelo curto que estava pendurada em Humphrey a noite toda, Chuck a reconheceu, porém faltava nela o sorriso que manteve até poucos minutos atrás e agora ela vestia um colete por cima das roupas, preto e rechonchudo, muito parecido com um colete a prova de balas e que tinha letras bordadas na traseira. Chuck tentou entender oque estava acontecendo olhando para aquelas letras no colete da mulher que estava agora encostada no balcão falando com um dos policiais, mas não teve tempo porque nesse momento um par de sapatos laranjas escolheu para deslizar diante do seu nariz, desfilando para os olhos dele verem e zombando dele logo que Chuck levantou a cabeça.
Seus olhos encontraram ela desfilando seus magníficos sapatos laranjas, vestida em uma porra de colete a prova de balas com letras bordadas na traseira, exatamente igual ao da outra mulher e então as letras ganharam foco e sentido para Chuck. Divisão de Narcóticos. Raiva subiu ao rosto de Chuck em forma de calor e ele podia sentir-se pegando fogo como ele notou que além disso ela também usava um distintivo.
Porra! Ela havia enganado ele! Chuck não podia acreditar! Ele deixou que ela o fizesse perder o controle. Chuck odiava perder o controle.
Ele olhou para ela com os olhos em fúria como ela andou até o lado da morena de cabelo curto encostada ao balcão e tocou levemente sobre a borda da taça sobre ele, a taça que era para ela essa noite. Chuck havia concebido especialmente para sua little B. Sua especialidade, um Cosmopolitan feito sob medida e que ele oferecia á pessoas extremamente especiais para ele, ele nunca tinha dado um a uma mulher, pelo menos não a uma que ele desejasse levar para a cama, a única outra mulher que tomou um cosmopolitan Bass foi sua madrasta Lily que ele considerava como uma mãe. E agora ele tinha feito um especialmente para ela e que continha um limão fixado na borda da taça em formato de “B”.
Sou mesmo um idiota! Ele pensou quando a viu correr o dedo pela borda da taça e depois pelo B moldado em limão, ela tocou levemente e então pegou a base da taça, fechando os olhos e levando-a aos lábios carnudos.
Chuck puxou uma respiração. Aqueles lábios que lhe deram tanto esta noite e que ele podia reviver em detalhes vividos observando como se moldavam a taça e sorviam o liquido. Ele olhou para ela, parada, magnifica segurando uma taça e vestindo um a droga de distintivo!
B abriu os olhos e pode sentir o gosto cítrico do cosmopolitan deslizando em sua língua. Ela sabia oque tinha significado. O drink e principalmente o “B” talhado em limão. Inferno! Isso a faria sentir remorso por um bom tempo. Essa porra de homem realmente sabia atormentar sua alma desde o momento em que colocou seus olhos sobre ela. Porém, ela não podia permitir que ninguém notasse isso, ela não podia permitir que Chuck Bass sequer imaginasse essa possibilidade e isso a deixou com medo, ele era muito bom em tudo oque fazia e ela não foi exatamente um modelo de frieza e racionalidade para esconder perfeitamente suas emoções quando ele a tocou ou a beijou ou até mesmo olhou para ela. B estava indo para mudar isso.
Ela olhou para o lugar no chão onde ele estava rendido, olhando diretamente para ela e vacilou por um instante. Os olhos dele tinham tanta raiva que davam medo, mas também tinham outra coisa... decepção, e foi isso que atingiu B em cheio quando ela olhou para ele, porem ela não podia recuar e oferecer armas para ele agir contra ela, ela tinha que mostrar que isso não significava nada, que tudo não significou nada, ele não significou nada.
B pegou a base da taça mais firmemente entre seus dedos e vestiu um sorriso de plena arrogância no rosto quando levantou a taça para Chuck como se brindasse a ele, jogado e rendido no chão. Isso era cruel. Era oque ela tinha que fazer. Isso era oque ela era. Afinal ela era...
“Blair Waldorf!” – Georgina Sparks, a chefe da divisão de narcóticos central, saudou. – “Muito bem! Chuck Bass e sua turma! Eu estou orgulhosa de você!” – Georgina disse apertando a mão dela e sorrindo. Blair não gostava muito da mulher, mas tinha que admitir que Georgina Sparks era tão boa em manipular situações quanto ela própria. – “A partir de agora é por nossa conta. A divisão do centro agradece por toda a operação bem sucedida.” – Georgina disse ganhando um aceno por parte de Blair e então andou através do corredor e parou próximo aos rapazes. – “Parece que Charles Bass e sua turma não são inatingíveis! Pegos por belos pares de saias, o maior clichê mundial! Vocês vão ser enquadrados na delegacia até segunda ordem, ou até papai Bass intervir e tirar o primogênito e sua gangue da cela.” – Georgina zombou para Chuck e saiu andando pelo corredor. – “Vamos lá rapazes, vamos limpar este lugar!” – ela sinalizou para três dos policiais próximos que a seguiram pela porta até o subsolo.
Chuck olhou novamente para Blair e rosnou. Blair Waldorf! É claro que ele conhecia o nome dessa vadia de algum lugar! Blair Waldorf, chefe da divisão de narcóticos do sul de Nova York. Inferno! Por isso somente iniciais para os nomes! É claro que se ela tivesse lhe dito seu nome inteiro, que ele se lembraria dela, quem não conhecia ou não se lembraria do nome Waldorf e suas garotas? Ela era conhecida como a mais respeitada e temida policial no sul, ela e sua equipe composta por mais três. J de Jenny Humphrey que ironia devia ser parente de Dan se notasse o mesmo sobreno, V de Vanessa Abrams e S de Serena Van der Woodsen que ironia da ironia, era irmã de Eric Van der Woodsen e muito provavelmente sua meia irmã, já que a mãe dela tinha casado com seu pai, mas Chuck ainda não tinha conhecido ela, não até agora. Mas ele sabia que não iam se dar bem, uma vez que ela acabara de dar a ele uma passagem de ida para a cadeia. Mal a conhecia e já sentia muito mais que ódio de irmão por ela.
Ela concluía a equipe Waldorf. Nada passava por elas, nada passava por Blair Waldorf. Carregamentos inteiros de maconha, quilos intermináveis de pílulas de ecstasy, incontáveis quantidades de pedras de crack... absolutamente nada. Toda operação em que o nome Waldorf estava incluído era realizada com o mais absoluto sucesso. E então ele era mais uma operação para ela. Ela o havia enganado com seu jeito atrevido, seu cheiro doce e seu gosto inebriante e no fim ele era apenas trabalho para ela.
Chuck rosnou novamente.
Blair deu as costas a Chuck tentando ignorar o ódio em seu olhar e como seu peito se estrangulou com o pensamento de ele realmente, realmente, odiá-la. Será que isso seria para sempre? Ele a odiaria e a olharia com aquele olhar sempre que se cruzassem por ai pelo resto da vida...? Ela não sabia responder. Tudo que Blair sabia era que não tinha forças para enfrentar aquele olhar no momento. Chuck Bass havia caído e tudo estava acabado, ele estava acabado e não somente ele. Eles estavam acabados também.
“Como você esta B?”- Blair ouviu chamar.
“Eu vou ficar bem Serena, eu só ... tudo vai ficar bem.” – Blair tentou sorrir para a colega de trabalho e melhor amiga. Ela olhou um momento por cima do ombro para onde Chuck continuava deitado com um olhar mortífero e suspirou.
“Alegre-se Queen B! Deu tudo certo afinal! Todo o seu trabalho com Carter... tudo isso.”- Serena exaltou e Chuck fechou os olhos com força. Carter tinha que estar metido nessa porcaria toda. Por isso ele tinha sumido justo hoje! Chuck só não gostaria de estar sob a pele de Baizen quando colocasse suas mãos nele.
“Apenas... não deixe isso te afetar, foi só mais um trabalho, isso é... tudo oque foi.” – Serena falou colocando a mão sobre o ombro de Blair e ela podia dizer que a amiga estava tentando convencer a si mesma quando pegou um olhar da amiga sobre Dan.
Então bastava. Elas fizeram oque tinha que ser feito e não havia razão para se sentirem assim tão miseráveis por garotos que fizeram por merecer seus lugares ao chão. Blair sabia que elas fizeram o certo e sabia que como chefe do departamento, cabia a ela tomar conta de qualquer situação e de qualquer eventual problema. E suas garotas envolvidas tão intensamente com esses rapazes encrenqueiros – além dela própria – era um eventual problema. Blair não podia se intimidar, ela tinha que fazer algo sobre isso. Ela tinha que dar a cartada final. O verdadeiro xeque-mate sobre King C.
Blair agarrou a borda da taça em suas mãos e seguiu até o homem caído no corredor que havia preparado um drink especialmente para ela. Ela parou em frente á Chuck Bass e se agachou para baixo, seu rosto agora no nível exato para encara-lo, ela apoiou a taça com o “B” de limão no chão na frente dos olhos dele. Ela sabia que de alguma maneira iria quebrar o coração de Chuck. Ela só tinha que fazer isso. Ela o encarou.
“Você queria me fazer virar uma menina má Chuck Bass...” – ela pronunciou e ele não disse não uma palavra como ela continuou.- “Seu único erro, foi não saber que eu já sou uma.”- Blair disse olhando maldosamente para os olhos dele e pegando o limão da borda da taça para leva-lo aos lábios e chupa-lo.
“Cadela.”- Chuck rosnou e Blair sorriu falsamente quando se levantou e voltou para o balcão ao lado de Serena.
“Levem-nos para fora e revistem todos eles, não sabemos oque um Bass pode esconder...” – Blair provocou olhando friamente para Chuck.- “...ou seus amigos.”- ela finalizou dando sinal para alguns policiais levarem os meninos para fora do bar.
Como Blair viu os meninos sendo arrastados para fora do bar e pegou ainda um olhar mortal de Chuck na direção dela, no momento em que eles saíram de vista, ela se apoiou no balcão e encostou a testa no vidro frio suspirando. Isso foi mais difícil do que ela esperava.
“Foi mais difícil do que todas nós esperávamos...”- Serena disse compreensivamente. – “Se eles não fossem tão...”- ela suspirou sonhadora. – “Enfim B, acabou, esta feito e nós não somos nada erradas sobre isso.”– Serena tentou tranquiliza-la.- “Força B, nós vamos superar isso em conjunto, nós quatro como sempre fomos, por cima de tudo e de todos.”- Serena sorriu quando Blair levantou a cabeça.- “Isso B! Você é Blair Waldorf! Força é seu nome do meio!”
“Obrigada S eu não sei oque seria de mim sem você.”- Blair agradeceu sinceramente. Serena era seu alicerce de superação, realmente não sabia oque faria sem ela.
“Certo. Agora tudo que tem que fazer é assinar esses papeis. Jenny e Vanessa já foram para o departamento preparar o resto da papelada para abrir o inquérito contra o Vitrola. Então só precisamos dar nossas permissões e elas cuidarão do resto.”- Serena informou. – “Graças aos céus não preciso lidar com a parte burocrática! Sou mais uma garota de ação mesmo.”– Serena sorriu. – “E estou caindo de cansaço!”– ela suspirou.- “Assine isso B até que vou lá fora checar uma ultima vez as coisas e ver meu irmão.”– Serena disse entregando a caneta para Blair e dando beijo na cabeça dela antes de sair.
Serena pisou fora do bar em sua jaqueta dos narcóticos e seu distintivo brilhando, tomou algumas informações com o policial mais próximo e decidiu que evitaria falar com Eric, ela não tinha mais energia para discutir com o irmão por hoje, ela cuidaria disso pela manhã.
O policial deu-lhe todas as informações e garantiu a ela que nada havia sido encontrado com rapazes, além dos lança-perfumes dentro do bar, Serena agradeceu as informações e encaminhou o policial para falar com G, ela pretendia caminhar para o carro em seguida sem ter de falar com o irmão, não queria nem olhar para ele hoje. Ela estava desgastada e decepcionada.
Ela estava andando de cabeça erguida e olhando somente para frente quando Eric decidiu que discutir com ela era uma saída.
“Serena! Como você pôde...?!”- ele começou tocando o braço da irmã como ela passou em sua frente. Serena se livrou da mão de Eric com um safanão.
“Como eu pude?! Como você pôde!”- Serena esbravejou – “Eu não vou discutir com você agora Eric! Eu vou deixar você ir para a delegacia por agora e não vou mover um dedo para mudar isso. Amanhã de manha eu voltarei a conversar com você e vou deixar você sair para enfrentar a fúria da mamãe, então acho que você deveria me agradecer por não chamar ela agora mesmo e ter que ver a decepção em seus olhos!”– Serena recitou para Eric que baixou a cabeça e não disse mais nada.
“E você”. – Serena disse se movendo para frente de Dan.- “Não me olhe com esse olhar acusador!”- ela disse dando um leve tapa no rosto de Dan, fazendo ele virar o pescoço para o lado e andando alguns passos antes de se virar de volta.- “Você não tem nenhum direito!”- Serena cuspiu.
Nesse momento Blair saiu de dentro do bar em seus sapatos laranjas e avistou Serena parada em frente aos quatro garotos com uma expressão severa. Blair andou até ela evitando olhar para Chuck Bass.
“Eu vou para casa agora S, se cuida e me liga amanha.”- Blair disse a Serena e deu um leve beijo no rosto da amiga e as duas começaram a andar através das poucas gotas de chuva que caiam na noite, em direção a seus respectivos carros.
Blair ouviu alguém resmungar “Vadias sacanas!” e sabia que isso tinha saído da boca de Humphrey, mas ignorou. Foi só quando ela ouviu Chuck cuspir um “Com certeza!” que Blair olhou por cima do ombro na direção dele.
O olhar frio e mortal continuava estampado na face de Chuck e ele retorceu seus lábios para Blair quando ela olhou para ele. Mas se Chuck achava que ela iria dar mostra do quanto aquele olhar a afetava, ele estava muito enganado.
Blair sorriu diabolicamente. “B é de Bitch”- ela disse lentamente para que ele pudesse ler seus lábios.
Chuck estreitou os olhos perigosamente na direção dela e tinha um aviso escrito claramente lá. Era como se ele estivesse lhe dizendo “Eu vou te pegar Waldorf!” E Blair sabia, ela sentia que isso não estava acabado e que ela não conhecia nem a metade do menino mal que Chuck era.
Olhando para os olhos dele, Blair teve certeza de que, diferente de como ela pensou, ela e Chuck não tinham acabado, eles não estavam feitos. Tinha a sensação de que estavam só começando.
Ela olhou uma diretamente nos olhos escurecidos de raiva dele e sorriu amável, torcendo os lábios em um sorriso atrevido, como quem dizia “Ameaças não me assustam Chuck Bass, porque eu sou uma garota má.”- e então se virou e andou para seu carro batendo a porta com força e deixando um Bass muito irritado contra o vidro frio do exterior do seu bar, com as mãos presas atrás das costas e fungando em sua raiva.
Blair nem pôde ouvir quando um furioso “Bitch!” saiu através dos lábios de Chuck antes dele ser levado e jogado junto com seus três amigos no banco de trás de um carro de policia.
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