Aí Se Eu Te Pego!
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Capítulo dedicado a gabhi_cullen
sei que está curto e não o melhor capítulo,mas vou tentar melhorar no próximo!
Quando o beijo terminou, não tive coragem de dizer nada, apenas olhei bem em seus olhos e fugi como a covarde que era. Corri o mais rápido que pude, escutei-o chamar por mim, porém eu não voltei, não podia. Tudo o que estava acontecendo era errado e a única forma de parar aquilo era indo embora.
Sem ao menos perceber me vi dentro do aeroporto. Não tinha documentos, nem nada assim, porém meus dons provavelmente seriam suficientes para impedi-los de me barrarem, por isso segui caminho até o balcão mais próximo.
- Good Morning, Can I help you? — Disse uma piranha qualquer com o pior inglês que já havia escutado. Imagine o Joel Santana falando em inglês divida o nível o por mil e você vai encontrar o inglês dela.
- I need a flight to Richmond or Virginia Beach, already. — Falei grossa.
- Essas vadias "gringas" mal educadas!
- Eu falo português, sabia minha querida? Eu tomaria cuidado com o que você fala.
- Me desculpa, não foi minha intenção te ofender.
- Pois algo me diz que essa foi exatamente sua intenção e acho que o gerente vai ficar muito feliz de saber disso.
- Por favor, senhora. Eu preciso desse emprego,mil desculpas prometo que isso não vai se repetir!-Falou a mulher quase chorando me fazendo rir, era tão bom ter o poder em minhas mãos. Fazer com que as pessoas façam exatamente o que eu quero.
- Não vou falar nada, mas tome cuidado com o que fala. Nunca se sabe com quem se está falando.Pode ser um vampiro.
- Vampiro?K Pelo amor de Deus, senhora. Como se existissem tais criaturas!
- Tem certeza que não?Pois posso te provar o contrário. Só se quiser.-Disse olhando bem em seus olhos compelindo-a.
-Eu quero. -Puxei a até o que parecia ser um quarto de limpeza e a ataquei. Sentia o seu pavor e isso me acalmava eu tinha o total controle sobre a sua vida.Estava nas minhas mãos matá-la ou não.Ao menos nisso era eu quem mandava e não meus estúpidos sentimentos.
Antes que a matasse parei, a compelindo a esquecer tudo que havia feito passar a pouco. Peguei minha passagem e fui embora, me sentindo um lixo. Um lixo por precisar quase matá-la para me sentir bem. Eu estava mudada e não gostava nem um pouco disso.
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