Aí Se Eu Te Pego!
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Boa leitura!
beijos
- E aí, sentiu minha falta? — Perguntei a Michel.
- Claro que sim, eu te amo, Usifofa!
- Lá vem você de novo com esse apelido.
- Mas você gosta tanto dele! – Falou ele com um sorriso cínico nos lábios.
- Tudo bem, Tiririca.
- Sabe, que eu até gosto desse apelido!
- Gosta? Que bom, porque vai ser assim que eu vou te chamar.
- Gosto, me lembra a você.
- Você, tem que parar com isso. Se continuar fofo desse jeito vou acabar gostando do seu maldito apelido e não é uma coisa que eu quero que aconteça.
- É exatamente isso que eu quero Usifofa! — Sussurrou no meu ouvido, causando arrepios em todo o meu corpo.
- Sabe de uma coisa, Tiririca. Eu acho que a gente devia ir para algum lugar mais particular matar a saudade. O que acha?
- Porque não mata aqui mesmo? — Falou ele me beijando.
- Isso é um perigo, Michel. Não sugira uma coisa dessas que eu posso acabar aceitando.
- Porque não aceita então? — Disse mais uma vez colado ao meu ouvido, tornando cada vez mais difícil resistir a ele.
- Porque imagina o perigo todas essas biscates olhando o seu corpo nu e a sua desempenho ao vivo, elas poderiam tentar roubá-lo de mim.
- Como se elas tivessem algumas chance.
- Eu sei que elas não têm. Sendo que se uma delas ousar se aproximar de você as coisas podem não acabar bem pra ela.
- Dá tchau para os seus amigos então antes de nós irmos.
- Não é necessário. Vamos embora!
- Para onde você está me levando?
- Segredo. Só me segue!
- Que casa é essa?
- Digamos que é a humilde residência dos Salvatore.
- Porque me trouxe aqui?
- É aqui que nos vamos...
- Ah... — O agarrei com força exatamente como no dia anterior o arrastando até o quarto de Stefan, rindo internamente da surpresa que ele e a Chatelena teriam quando chegassem da noitada.
- Como me encontrou?- Falei assim que mais uma vez transamos.
- Você, comentou comigo de Mystic Falls e eu usei meus poderes de “Jumper “para chegar aqui rapidamente.
- “Jumper”? Añh? Que droga é essa que você tá falando?
- O filme: “Jumper”.
- Ainda não sei do que você tá falando?
- Esquece, eu estava só brincando vim de avião mesmo.
- Ah... Mas o que é um jumper?
- É o nome das pessoas que se tele transportam em um filme.
- Você, é um deles?
- Claro que não só brincadeira.
- Ia ser legal ter um namorado que se tele transportasse. Será que existem Jumpers mesmo?
- Se existem vampiros, tudo é possível.
- Tchau, vou atrás de um namorado “Jumper”! — Falei me levantando.
- Não vai mesmo!
- Porque não? Passagem de avião é muito cara, sabia!
- Porque você me ama demais para arrumar outro namorado.
- Sabe de uma coisa?
- O quê?
- Você, tem razão.
- Sobre o quê?
- Eu te amo.
- O quê?
- Eu te amo te amo, te amo, te amo e te amo.
- Sabe de uma coisa?
- O quê?
- Eu te amo mais!
- Não, eu te amo mais!
- Eu te amo mais!
- Eu te amo mais! Fui eu que larguei toda minha vida atrás de você.
- E fui eu que acabei completamente com a minha reputação.
- Acho que estamos empatados, fada.
- Eu sou sua fada?
- Minha fada do amor, a única que fez mágica com o meu coração.
- De onde você tira essas coisas? Se continuar não vou saber mais o que responder.
- Não precisa responder. Estar aqui já basta.
- Sobre isso...
- O quê?
- Eu te amo, mas ainda não acho seguro você ficar comigo.
- Como assim? Já disse que confio em você.
- Mas eu não confio em mim.
- Eu tenho confiança o bastante para nós dois.
- Além do mais, eu tenho medo do Klaus e do que minhas outras inimizades possam fazer com você. Eu não sou uma pessoa boa, tenho muitos inimigos.
- Me transforme, então.
- Não posso fazer isso.
- Porque não?
- Acabamos de nos conhecer.
- E o que quê tem?
- É só isso que você quer então? Por isso se aproximou de mim. Só quer que eu te transforme?
- Claro que não.
- Eu sou uma boba mesmo.
- Kath, me escuta eu te amo, só pedi para me transformar, porque achei que assim poderíamos ficar juntos, mas se não quer fazer isso não posso e nem vou obrigá-la.
- Você, me ama mesmo, então?
— Amo.
- Desculpa por desconfiar de você.
- Sem problemas. Você passou por muita coisa é normal ter dificuldade em confiar nas pessoas. Só quero que saiba que eu sempre vou estar aqui. — Ele me abraçou e sem entender muito eu comecei a chorar. Em desabafo a todos aqueles anos que por orgulho eu não me permiti chorar. Eu quero afastá-lo, mas não sei mais se sou capaz de fazê-lo.
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