Notas iniciais
Nesse capítulo não tem muita comédia,é mais sobre o romance deles,porque se eu não andar com o romance deles a história pode ficar sem sentido.Nos outros capítulos a comédia volta.
Boa leitura!
beijos

- E aí, sentiu minha falta? — Perguntei a Michel.

- Claro que sim, eu te amo, Usifofa!

- Lá vem você de novo com esse apelido.

- Mas você gosta tanto dele! – Falou ele com um sorriso cínico nos lábios.

- Tudo bem, Tiririca.

- Sabe, que eu até gosto desse apelido!

- Gosta? Que bom, porque vai ser assim que eu vou te chamar.

- Gosto, me lembra a você.

- Você, tem que parar com isso. Se continuar fofo desse jeito vou acabar gostando do seu maldito apelido e não é uma coisa que eu quero que aconteça.

- É exatamente isso que eu quero Usifofa! — Sussurrou no meu ouvido, causando arrepios em todo o meu corpo.

- Sabe de uma coisa, Tiririca. Eu acho que a gente devia ir para algum lugar mais particular matar a saudade. O que acha?

- Porque não mata aqui mesmo? — Falou ele me beijando.

- Isso é um perigo, Michel. Não sugira uma coisa dessas que eu posso acabar aceitando.

- Porque não aceita então? — Disse mais uma vez colado ao meu ouvido, tornando cada vez mais difícil resistir a ele.

- Porque imagina o perigo todas essas biscates olhando o seu corpo nu e a sua desempenho ao vivo, elas poderiam tentar roubá-lo de mim.

- Como se elas tivessem algumas chance.

- Eu sei que elas não têm. Sendo que se uma delas ousar se aproximar de você as coisas podem não acabar bem pra ela.

- Dá tchau para os seus amigos então antes de nós irmos.

- Não é necessário. Vamos embora!

- Para onde você está me levando?

- Segredo. Só me segue!

- Que casa é essa?

- Digamos que é a humilde residência dos Salvatore.

- Porque me trouxe aqui?

- É aqui que nos vamos...

- Ah... — O agarrei com força exatamente como no dia anterior o arrastando até o quarto de Stefan, rindo internamente da surpresa que ele e a Chatelena teriam quando chegassem da noitada.

- Como me encontrou?- Falei assim que mais uma vez transamos.

- Você, comentou comigo de Mystic Falls e eu usei meus poderes de “Jumper “para chegar aqui rapidamente.

- “Jumper”? Añh? Que droga é essa que você tá falando?

- O filme: “Jumper”.

- Ainda não sei do que você tá falando?

- Esquece, eu estava só brincando vim de avião mesmo.

- Ah... Mas o que é um jumper?

- É o nome das pessoas que se tele transportam em um filme.

- Você, é um deles?

- Claro que não só brincadeira.

- Ia ser legal ter um namorado que se tele transportasse. Será que existem Jumpers mesmo?

- Se existem vampiros, tudo é possível.

- Tchau, vou atrás de um namorado “Jumper”! — Falei me levantando.

- Não vai mesmo!

- Porque não? Passagem de avião é muito cara, sabia!

- Porque você me ama demais para arrumar outro namorado.

- Sabe de uma coisa?

- O quê?

- Você, tem razão.

- Sobre o quê?

- Eu te amo.

- O quê?

- Eu te amo te amo, te amo, te amo e te amo.

- Sabe de uma coisa?

- O quê?

- Eu te amo mais!

- Não, eu te amo mais!

- Eu te amo mais!

- Eu te amo mais! Fui eu que larguei toda minha vida atrás de você.

- E fui eu que acabei completamente com a minha reputação.

- Acho que estamos empatados, fada.

- Eu sou sua fada?

- Minha fada do amor, a única que fez mágica com o meu coração.

- De onde você tira essas coisas? Se continuar não vou saber mais o que responder.

- Não precisa responder. Estar aqui já basta.

- Sobre isso...

- O quê?

- Eu te amo, mas ainda não acho seguro você ficar comigo.

- Como assim? Já disse que confio em você.

- Mas eu não confio em mim.

- Eu tenho confiança o bastante para nós dois.

- Além do mais, eu tenho medo do Klaus e do que minhas outras inimizades possam fazer com você. Eu não sou uma pessoa boa, tenho muitos inimigos.

- Me transforme, então.

- Não posso fazer isso.

- Porque não?

- Acabamos de nos conhecer.

- E o que quê tem?

- É só isso que você quer então? Por isso se aproximou de mim. Só quer que eu te transforme?

- Claro que não.

- Eu sou uma boba mesmo.

- Kath, me escuta eu te amo, só pedi para me transformar, porque achei que assim poderíamos ficar juntos, mas se não quer fazer isso não posso e nem vou obrigá-la.

- Você, me ama mesmo, então?

— Amo.

- Desculpa por desconfiar de você.

- Sem problemas. Você passou por muita coisa é normal ter dificuldade em confiar nas pessoas. Só quero que saiba que eu sempre vou estar aqui. — Ele me abraçou e sem entender muito eu comecei a chorar. Em desabafo a todos aqueles anos que por orgulho eu não me permiti chorar. Eu quero afastá-lo, mas não sei mais se sou capaz de fazê-lo.

Notas finais
reviews?