Ao ter a fé testada sem jamais deixar de acreditar, testemunhei pequenos e robustos milagres. Ao perder minha mãe, restando-me apenas um bitafe e poucas fotografias, aprendi a valorizar a memória. O que ninguém pode apagar. Ou não deveria poder.

Obliviate: feitiço cruel com seus alvos. Todavia, naquela ocasião, foi atroz com sua executora.

Foi um ano difícil, no qual pouco interagimos, mas sei que foi ali que ela precisou acreditar no infundado, a despeito dos argumentos utilizados para defrontar-me. Executando o feitiço, precisou crer que um dia, contra tudo o que existia, conseguiria revertê-lo.

Isso eu chamo de "fé".

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.