Azul

1 1 - Hipnotizado.


Notas iniciais
Meu casal favorito! sz

Uma oneshot simples. Eu apenas quis escrever sobre eles, que são minha paixão!

Uma historia confusa, porem, me diverti muito escrevendo ela!

Talvez não chame muito a atenção por ser simples. Mas espero que gostem sz

“Preenchendo um espaço, queimando um capítulo da sua vida”.


Ele me irrita, ele é o ser mais irritante desse mundo. Ele é a pessoa que mais me incomoda. O estranho é o fato de ele me incomodar tanto!



“Esse era o lugar onde só você conhecia”.



Mas o que é mais entranho, de fato, é de eu gostar muito de estar ao seu lado, mesmo discutindo inúmeras vezes e trocando apelidos insultantes.



“Indo embora; assistindo às cinzas enquanto elas caem”.



Algo nele não me incomoda! Todas as vezes que estamos sozinhos, nesse vasto azul, sentir o cheiro de colônia e cigarro me faz ficar feliz dele estar por perto. Mesmo que ele fume o tempo todo, isso não me desagrada. Sei que ele é um monstro como qualquer outra pessoa dessa tripulação.


Estamos sozinhos cuidando do Sunny. Seu sarcasmo comigo não me incomoda. Ele está sentado ao meu lado na mesa da cozinha com o seu cigarro nos lábios. Talvez eu o esteja encarando demais, ele está tagarelando vários xingamentos a mim, mas eu apenas ignoro e continuo vendo seus lábios se mexendo, irritado.


“Olhando dentro dos seus olhos eu posso sentir você se rastejando em minhas veias, como pegar o primeiro nascer do sol”.



Não sei por que me incomodo tanto quando ele age como um idiota quando vê uma mulher. Eu realmente não suporto!


Percebo que ele suspira e para de falar. Seu olhar concentrado olhando para o nada em sua frente. Ele apenas quer fingir que não existo.

Levanto-me e saio do convés até o deck. Irritou-me saber que eu era um incomodo em sua cozinha.

Talvez eu durma até eles voltarem, mas acho que com ele eu não voltarei a estar tão perto. Sento e encosto-me à parede do convés a parede de onde eu acabei de sair.

O céu e o mar estão azuis. A ilha verde com uma pequena vila. Não sei o que eles foram fazer lá, também não me interessa saber. Aqui eu tenho a paz, a brisa e o azul.

A porta se abre, ele me olha e nesse mesmo momento senti tudo fazer sentido. O vento movia seus cabelos que caiam sobre seu olho esquerdo. O imenso azul atrás dele. O cheiro de colônia e cigarro. Fez-me congelar.


“Hipnotizado”.



– O que está olhando marimo idio...


Não sei por que ele parou de falar antes de terminar sua frase. Ele deixou o cigarro cair. Talvez reparasse que talvez eu tenha congelado ao ver a cena. Ele é bonito, magro e alto. Misturando esse vasto azul atrás dele, é como se tudo combinasse. O vento, ele e o azul.

Seu olho direito brilhava. A Franja cobria seu olho esquerdo e se movia com o vento. Levantei-me e me aproximei dele. Ele tentou recuar um passo atrás.

– Zoro, ei! Você está estranho hoje!

– Não estou estranho. – tentava me aproximar.

– O que quer de mim? Você está querendo brigar? – ele parou e fez a cara brava de costume.

– Não! – encostei minha mão em sua bochecha, o percebi ficando vermelho.

– O que está fazendo? – Sanji disse essa frase completamente sem jeito.

– Nem eu sei! – me aproximei mais, Sanji continuava parado. – Você é quente! – passo meus dedos por seu cabelo.

– Claro que sou! – ele estava vermelho. – Se estou vivo, minha temperatura será quente! – ele desviou o olhar. – Sua mão que é gelada.

– Está te incomodando?

– O que mais me incomoda é que eu não desgosto de você me tocando! – ele levantou o olhar para mim. – Seu idiota!

Ele deu um tapa em minha mão, a afastando de seu rosto. Fiquei sem reação quando ele entrelaçou seus braços em meu pescoço e encostou seus lábios nos meus.

Segundo se passaram quando eu agarrei sua cintura com meus dois braços e aprofundei o beijo. Nossas línguas, nossos lábios e nossos corpos se encostavam.


“Parta os céus, enterre a verdade, esqueça do tempo”.



Não sei a que me levou a o ver desse jeito, a querer toca-lo e mesmo assim não me sentir satisfeito.


Esqueci de todo o resto do mundo. Esqueci o que já passei e onde estamos agora. Apenas me foco no azul, o calor do corpo dele e os lábios. Seu cheiro me deixa completamente louco!


“Esses eram os anos que nós tentamos deixar pra trás”.



Ele usava uma camisa azul com risca de giz, uma calça branca e seu intoxicante e excitante cheiro.


Eu comecei a automaticamente abrir os botões da camisa dele. Mesmo que eu o olhe como um cara insuportável, vendo ele com o rosto vermelho, respiração ofegante e com a camisa com todos os botões abertos me deixa sem controle. Em um movimento rápido, tiro completamente a camisa branca que uso agora.

Percebo o olhar dele para meu corpo, percebi que isso é uma aceitação do que iria acontecer.

Deslizo sua camisa pelo seu ombro a derrubando no gramado do deck. Seu corpo masculino não é um problema, pelo contrário, inesperadamente é muito bonito. A pele dele é mais clara que a minha e é inesperadamente muito macia.

Agarro-me no corpo dele, com meu braço direito agarro a pele de suas costas com desespero. Com minha mão esquerda levanto seu queixo e o beijo descendo minha língua em seu pescoço.

– Seu marimo pervertido! – disse Sanji ofegante.

– Acho que quem é o pervertido aqui nisso tudo é você seu cozinheiro pervertido. – mordo a pele de seu pescoço sem colocar força e puxo um pouco de sua pele, o fazendo soltar um abafado gemido. – Foi você quem me convidou a isso!


“O que quer que sejamos, eu ainda lembro de como éramos”



Ao deita-lo na grama, abro o botão da calça dele. Mas reparo em seu pálido abdômen, não consigo resistir ao ver também seus mamilos enrijecidos. Envolvo seu corpo com meus dois braços e mordisco seu mamilo direito, o fazendo gemer um pouco mais alto.


Sua boca entreaberta, respiração descompassada e olhos também entreabertos. Tomei distancia o suficiente para vê-lo por completo.

A calça estava mais em baixo que o normal, mostrando poucos pelos dourados e uma cueca branca. Rosto corado, sua franja que cobria seus olhos estava para trás, deixando suas duas sobrancelhas a mostra. Eu acho até bonitinhas o jeito de elas serem. Seus olhos brilhavam em um olhar que me fez derreter.

Eu estava com medo de estar sendo muito bruto, mas sei que seu corpo é forte. Sei o suficiente que ele poderia me dar a chute a qualquer hora. Estou com a guarda baixa, pois ele me fez ficar assim!

Ele estende seus dois braços em minha direção, entrelaçando eles em meu pescoço, me puxando para perto dele.

– Está arrependido marimo? – ele deu um sorriso sarcástico.

– Acho que eu não me arrependeria de nenhum jeito! Apenas te apreciava melhor. Cozinheiro de merda!

Ele me puxou para mais perto de si, fechando lentamente seus olhos e abrindo lentamente sua boca de um jeito provocante. Tomar seus lábios não era mais o suficiente, eu quero mais!

Lábios macios e úmidos, respiração forte e sua língua passeando em minha boca, deslizando em minha língua.


“Às vezes quando estou com você, esses sentimentos desmoronam, assim como quando nossos sonhos colidem”.



O corpo cálido dele arrepiava com cada beijo que eu dava no pescoço dele. Meus beijos desceram lentamente, até parar abaixo de seu umbigo. Ele não segurava os gemidos e às vezes se contorcia pelo arrepio causado pelos beijos, lambidas e mordidas.


Senti meu rosto queimar ao ver o volume em sua cueca branca. Abaixei a cueca o suficiente para deixar seu membro de fora. Estava enrijecido e molhado. Engoli em seco e senti meu membro se apertar mais ainda dentro de minha calça.

Nunca antes havia feito isso com um homem. Eu sabia como o fazer se sentir bem, e eu queria muito fazer isso para satisfazer a mim mesmo também.

Lambi a ponta de seu membro, onde estava molhado. Não me desagrada o gosto, pelo contrario. Ele dá um alto gemido quando faço isso. Passo a mão na barriga dele e olho para ele. Seu membro pulsava, eu realmente queria virar ele de costas e... Bom, preciso o fazer se sentir bem antes.

Deslizei minha boca em seu membro, fazendo movimentos. Ele ofegava e dava gemidos abafados. Ele colocou a mão na boca para abafa-los.

– Quero te ouvir!

– Não seu idiota! Tenho vergonha.

– Vamos ver se aguenta segurar por muito tempo!

Continuei a aumentar o ritmo dos movimentos e tirava por completa a calça dele. Parei e me levantei. Levei alguns dedos a minha boca, para molha-los. Peguei as duas pernas de Sanji e a levantei, fazendo me mostrar tudo, tudo mesmo.

Coloquei um dedo em seu orifício. Foi ai que ele deixou seu alto gemido sair. Quando entrou, comecei a fazer movimentos e a sugar novamente seu membro.

Gemidos altos, isso estava me deixando no limite. Coloquei outro dedo, quando os movi dentro dele, ele fez uma expressão interessante. Congelou por um momento, com o rosto completamente vermelho. Logo em seguida começou a gemer alto e a dizer “Onde você relou?”. Sinal que cheguei ao ponto certo dele.

Abria meus dois dedos dentro dele, para acostuma-lo. Seus altos gemidos me deixaram no limite. Abaixei minha calça o suficiente para deixar meu membro para fora.

– Não quer que eu te molhe? – perguntou ele ofegante.

– Acho que já estou molhado o suficiente.

Levantei mais ainda as pernas dele e tirei meus dedos de dentro dele. Coloquei lentamente meu membro dentro dele. Ele gemia alto quanto mais eu entrava dentro dele. Até que realmente entrou inteiro dentro dele, mesmo que esteja muito apertado. Isso realmente me surpreendeu!

– Vou me mover... – minha respiração estava ofegante e minha voz falha.

– Espe... Ah! – comecei a me mover antes de ele terminar de falar.

Eu fazia movimentos contínuos de vai e vem e aumentava cada vez mais o ritmo. Deitei sobre o corpo dele e agarrei sua cintura com meus dois braços. Continuava a me mover e beijava a pálida barriga dele.

Levantei-me novamente, continuando os movimentos e comecei a subir e descer minha mão pelo membro dele.

Ele gemia muito alto e dizia que estava chegando quase lá. Na verdade eu também estava quase em meu limite. Quando o vi tremer e a chegar ao limite, também não consegui mais me segurar. Logo em seguida deitei em cima dele.


O carreguei e o levei ao banheiro. Nós tomamos banho juntos e acabamos fazendo mais uma vez. Ele estava lindo virado de costas para mim no chuveiro, não resisti e acabei penetrando ele novamente. Depois de certas caricias em baixo do chuveiro.


– Zoro... – a voz dele estava falha – esse será nosso segredo!

– Sim! – eu beijava o pescoço dele e segurava a perna dele apoiada em meu ombro – Você quer namorar comigo?

– Eu sempre te achei irritante, mas é meu jeito de amar você!

– Eu sei bem como é isso! Eu sei que é o jeito de eu demonstrar que gosto de voc... Calmai, você disse amar? – congelei quando me dei conta.

– Sim! Eu amo você – ele corou -, se não jamais te deixaria entrar em mim do jeito que está agora!

Lembro-me de que estávamos no meio de algo interessante, até ouvir o escândalo do Luffy de longe. Nos separamos em um pulo e eu me lavei rápido e coloquei a roupa. Fui o mais rápido que pude ao deck e sentei no meu lugar de costume. Logo Sanji apareceu também no deck e todos já estavam dentro do navio.

Luffy reclamava de fome, Nami reclamava da idiotice do Luffy e Usopp também parecia irritado. Todos passaram por nós apenas reclamando do Luffy.

Mas tanto eu quanto Sanji percebemos um sorriso no Rosto de Robin quando nos viu. Ambos de cabelos molhados, cheirando a sabonete. E provavelmente corados e estranhamente quietos. Entendemos que ela descobriu que não caímos no mar por uma briga e muito menos fomos ao banho juntos por que apenas queríamos lavar as costas um do outro. Percebi Sanji ficar sem jeito, ela apenas colocou o dedo indicador na frente de seus lábios e sorriu, passando por nós e seguindo o resto dos idiotas.

– Sanji! Comida! Carne! – Gritava Luffy para Sanji.

– Certo, certo! – ele passou por mim, e quando todos entraram na cozinha, ele correu os poucos centímetros que nos distanciava e me beijou.

Um beijo rápido, porem me fez querer arrasta-lo para algum canto. Ele voltou ao seu caminho, olhou para mim e mexeu seus lábios como se estivesse falado: “Te amo, seu marimo idiota!”.

Corri até ele e o segurei pela cintura, disse em seu ouvido: “Também te amo, seu cozinheiro depravado!”. O soltei e entramos na cozinha juntos.


Notas finais
Usei a musica Mesmerized do Lifehouse no meio da fic - olá musica favorita o/.

Eu poderia ter deixado a historia mais comprida, mas ia ser muito agua com açúcar .-.

Apenas uma oneshot fica melhor para essa fic.

Enfim, espero que tenham gostado! Obrigada por ler ♥