Ele cutucava as unhas, as cutículas, observava-a pelo reflexo do vidro de sua janela enquanto Ochako dirigia lançando a ele um olhar com suas famosas pitadas de tibieza. Ela reclamou, claro, do silêncio de tanto tempo antes dele retornar ao lar. Mas como ele iria explicar que sua saída de lá fora justamente por dois dos colegas de classe?

“Shoto assumiu a agência do pai, sabia?”

Sim, ele sabia.

“Bakugo trabalha com ele.”

Sim, e isso ele também sabia, para seu desespero e um leve voo de borboletinhas no estômago.

“Deku!”

Mas ainda era vergonhoso demais admitir umas paixonites antigas!