Awake
17 Lar
Notas iniciais
Oii meninas!
Desculpem a demora, mas tão enrolada por aqui! Não tenho tido tempo para nada ultimamente! Desculpem, desculpem!
Primeiramente, queria agradecer NOVAMENTE por todos os REVIEWS!MUITO OBRIGADA MENINAS!! Vcs são minha gasolina, meu combustível!!!Sem vcs, não existe essa autora! :) Obrigada!! MUITO!!
O nosso agradecimento especial vai para ► Lih-Cullen ◄, que deixou uma review super linda e especial para Awake!! Obrigada linda :) vc fez uma autora muitoooo feliz!!!
Meninas, leiam a nota final. Sobre o próximo capitulo, spoilers e sobre Beta.
Beijos e boa leitura!!
Eu estava enlouquecendo.
Acreditava completamente que Alice Cullen – minha adorada irmã – estava testando cada um dos meus limites.
A semana havia sido infernalmente tentadora – muitas saias, vestidos e blusas provocantes. Alice vestia Isabella no único intuito de me torturar, e eu a amaldiçoava por isso. Meu doce anjo havia se rendido às suas escolhas, esperando agradar-me de alguma maneira.
E agradava.
Agradava a mim e ao outro ser não-inteligente entre minhas pernas.
Muita coisa exposta. Muita Pele branca, sedosa, perfumada e minha...
Sedas que cercavam e grudavam contra o corpo de Isabella, pulando diante dos meus olhos e maltratando minha ereção constante.
Eu não conseguia lembrar-me de passar um dia inteiro sem uma ereção. Meu pênis estava condenado à sentença de morte.
Eu amava Alice – Deus sabe que sim – mas às vezes, aquele ser tão pequeno conseguia superar-se na irritabilidade.
Além da tentação constante, eu poderia afirmar com quase certeza que ela havia acampado em minha casa. Ela roubava minha bonequinha durante todo o dia – no intuito de escolherem uma nova casa, nova decoração e novas roupas. Os momentos a sós eram raros, e normalmente, meu anjo estava tão esgotado que desmaiava na sala de jantar.
Eu a carregava entre meus braços, deixando-a descansar para mais um novo dia ocupado com minha irmã.
Em uma semana, máximo de intimidade que havíamos alcançado eram alguns beijos mais quentes e uns amassos extremamente rápidos. Alice sempre surgia. E eu estava novamente amaldiçoando e agradecendo pela sua presença.
O freio havia sido bom – um espaço para que eu pudesse administrar o meu desejo e ser tão calmo e paciente o quanto precisava ser. O incidente da última vez não poderia se repetir.
Nós não havíamos conversado sobre o acontecido – mas eu havia me contentado em evitar qualquer contato futuro entre meu amigo sem cérebro e Isabella.
Eu não sabia dizer quantas casas eu havia visitado em uma semana – definitivamente, mais do que a maioria da população o faria em tão pouco tempo. Alice tinha o dom de fazer as coisas acontecerem de forma extremamente rápida – e eu duvidava se aquela criatura era realmente humana. Sua velocidade e energia, definitivamente não eram.
Enquanto Isabella desmaiava diante a tela do computador onde ela estava tomando aulas por tempo indeterminado, Alice pulava ao seu redor com um relatório completo sobre cores em tom pastel.
Tinha apenas um detalhe que eu deveria agradecer imensamente a minha irmã na última semana – a idéia genial de colocar Bella para receber aulas on-line. O computador estava sendo um aliado perfeito, e eu não poderia ser mais grato à tecnologia por isso. Ele estava me dando algum tempo – tempo para que meu plano fosse completo, e para que Bella e eu pudéssemos tocar nossas vidas sem preocupação.
Eu empurrei meus cabelos rebeldes de volta ao topo, respirando profundamente quando pensava em meu plano. Uma semana. Alguns e-mails de J.Jenks, e nenhum prazo para a execução. Não poderia demorar muito – eu estava indo visitar o que Bella e Alice chamaram de “casa perfeita” e não queria começar uma mudança com mentiras.
Ignorei meus pensamentos, dirigindo meu carro até o portão de entrada. A propriedade escolhida era cercada por muros e um portão eletrônico acinzentado. Senti-me satisfeito e seguro pelo impacto inicial que o imóvel causava. Por mais que eu gastasse toda a herança de minha avó, sabia que aquele lugar poderia ser onde eu criaria meus filhos. Onde passaria o resto da minha vida. Onde amaria minha bonequinha pelo resto dos meus dias. Onde eu a faria minha, e entregaria minha vida a ela de todas as maneiras possíveis.
Tinha que ser perfeito.
Acelerei meu carro ao redor da propriedade, observando o grande jardim que nos cercava. O tamanho do lugar era impressionante – não absurdamente grande, mas certamente espaçoso o suficiente para criarmos uma prole numerosa. Desci do automóvel, observando as varandas que cercavam a entrada principal. O sonho americano.
A casa era branca, totalmente avarandada no segundo andar, cercada por grama verde e um jardim fenomenal. Enxerguei de relance um pedaço de piscina nos fundos.
Absolutamente perfeito. Torci para que água fosse quente – ou não poderíamos explora-la com frequência. A idéia de ter Bella em um biquíni, na nossa piscina, trouxe borboletas para meu estomago.
Não é hora para isso, amiguinho. Relaxe.
Eu falei para meu pênis que ameaçava despertar. Era cedo demais para isso. Cedo demais para uma ereção. Subi as escadas da minha provável residência, me deliciando com os detalhes da casa impecável. Era extremamente iluminada, e a decoração parecia ter sido feita por algum consultor de Hollywood. Era o misto entre o clássico e o contemporâneo. Porém, era completamente calorosa e acolhedora. Eu sorri ao imaginar meus anos com minha bonequinha ali. Continuei meu trajeto, enquanto escutava a voz aguda de Alice guiar meu caminho. Dei algumas espiadelas, observando o espaço, percebendo o quão amplo e perfeito aquele ambiente era.
Definitivamente, ela seria nossa.
A voz de Alice tornava-se mais forte e audível enquanto eu me aproximava. Senti como se um soco tivesse encontrava meu estomago, quando adentrei um dos quartos, e Isabella entrou no meu capo de visão.
Não tive como conter as reações do meu corpo ao vê-la.
Um short jeans, extremamente curto, se apoderava de suas coxas brancas. Uma blusa frouxa estava jogada contra seus ombros, enquanto eu a via morder os lábios e corar insanamente. All Star branco completava o cenário. Suas pernas moviam-se nervosamente de frente para trás, enquanto ela apoiava suas mãos sob a cama. Os olhos inocentes brilhavam em minha direção.
A maldita visão do paraíso.
O sangue correu todo em direção aquele ponto latejante abaixo da minha barriga.
Porra.
Meus olhos fuzilaram Alice, enquanto a via conversar animadamente com um homem de cabelos grisalhos.
Onde estava a porra do meu controle?
O que eu poderia fazer diante daquilo?
Eu era só um homem. Deus, eu não tinha superpoderes, ou era especial de alguma maneira para passar por aquele tipo de provação.
A única atitude que conseguia invadir meu cérebro era arrastar Isabella para um dos cômodos, e fode-la sem limites. Com todas as palavras sujas incluídas no pacote.
O maldito pervertido queria tanto acabar com aquele sofrimento, pôr um fim em toda a espera.
A voz de Alice retirou-me do meu transe de luxúria. Mas meus olhos ainda estavam completamente hipnotizados pela garota sentada à minha frente.
- Então, Edward? O que você acha?
Eu vi Bella castigar seus lábios com mais violência, enquanto Alice apertava meus braços.
- Edward? Você está aí?
Eu voltei meus olhos para os dela, encarando-a sarcasticamente.
- Aparentemente sim – Eu respondi com veneno. Você odeia meu pênis? Ou melhor, você me odeia? Por que todo maldito dia você me faz ter uma ereção? Eu estava perto da insanidade. Queria desgraçadamente dizer aquilo para ela. Minha irmã, minha pior inimiga.
Alice riu levemente, enquanto o homem esticava as mãos em minha direção.
- Sr. Cullen, certo? Sou o Sr. Skinner, o corretor imobiliário. Gostou do que viu?
Eu dei uma risada sem animação, ouvindo sua pergunta. Eu gosto muito do que vejo, mas a casa era a última coisa que eu conseguia focar em minha mente. As pernas de Bella, seus seios pequenos, os gemidos implorando pelo meu toque; Eu rocei meus olhos, forçando-me a voltar para realidade. Eu entreguei minhas mãos a ele, dando um leve aperto. O pobre homem não precisava ser culpado pelo meu estado.
- A casa é realmente esplêndida – Eu respondi com a excitação transbordando dos meus olhos. – Muito bonita.
Alice sorriu eletricamente, dando um levo pulo.
- Então, vocês quer falar com a sua namorada sobre isso? Assim vocês podem decidir, e então falaremos sobre valores.
Eu ousei olhar para Isabella, que ainda corava furiosamente, e espalhava suas mãos sobre a barriga.
Ficar sozinho com meu anjo, não seria uma má ideia. Eu não iria fazer nada – só saciar-me o suficiente para uma boa hora de diversão no banheiro mais tarde.
Eu me convenci que faria isso. Certo. Eu controlaria o pervertido.
Não o deixaria ganhar.
- Claro. Isso seria adorável. – Eu disse, enquanto fazia um sinal para que Isabella viesse em minha direção. Ela levantou-se trêmula, tropeçando levemente em seus pés. Corri minhas mãos apoia-la, e a pele quente do seu braço queimando sob o meu.
Eu não iria controlar, mas não estava importando-me com qualquer outra coisa naquele momento. Meu cérebro estava dominado pela necessidade. Eu só precisava ficar sozinho com ela, e deixar minha língua passear pela sua pele pulsante.
- Então, vocês querem dar uma última olhada? Edward não viu quase nada! – Aliceodeiameupênis disse inocentemente, enquanto meus dedos corriam ansiosamente pelos cabelos de Bella. Meus olhos completamente focados em seus lábios.
- NÃO! Eu já vi o suficiente. Só preciso...err...conversar com Bella sobre a compra – Eu olhei para eles rapidamente, enquanto o corretor partia do ambiente, e Alice mantinha-se paralisada. – A sós, Alice.
A minha irmã bufou, puxando uma longa respiração.
- Mas Edward, eu queria-
Eu a cortei.
- Alice, preciso falar com Isabella. Por favor, saia. E feche a porta.
Bella balbuciou algo que não foi sonoro, enquanto minha irmã arrastava os pés irritadamente para fora do quarto. Eu suspirei em alívio, olhando para minha bonequinha que fazia um pequeno bico nos lábios.
- Então... – Eu quebrei o silêncio entre nós.
- Enfim sós... – Meu anjo sorriu alegremente, colocando seus braços macios ao redor do meu pescoço. – Eu vi isso em um filme. “Enfim sós”. Pode beijar agora?
Eu ri, roçando meus lábios contra os seus.
- Que tipo de filme era esse? – Eu a provoquei, esfregando meus lábios contra os seus levemente – Eu não creio que seja apropriado para você. E eu não estava presente.
Bella corou, e tentou moldar seus lábios aos meus, mas eu a impedi com minhas mãos que seguravam seus cabelos firmemente.
- Quer fugir da resposta me distraindo? – Minha língua tocou seu lábio inferior, lambendo-o gentilmente. Eu a vi gemer e tentar abrir seus lábios. Eu cortei o contato, lambendo meus lábios em seguida. Minha bonequinha enviou-me um olhar zombeteiro, rodando os olhos.
- Eu faço muitas coisas que você não sabe – Ela pausou, enquanto eu erguia uma sobrancelha – Quando você não está me vendo.
Um arrepio subiu pela minha espinha, enquanto Bella subiu seus dedos pela minha mandíbula. Eu sabia que estava descontrolado – pelo seu joguinho, pela excitação acumulada, pela sua ausência. Minhas mãos puxaram seus cabelos levemente, antes que eu encontrasse sua boca contra a minha. Eu a beijei rudemente, com toda a fome e desejo que sentia. O animal exigiu passagem em sua boca, ateando nossas línguas libidinosamente. Minhas mãos correram pelas suas costas, descendo até seu bumbum. Eu apertei firmemente a carne, brincando com a pequena listra de pele que ameaçava aparecer através do short minúsculo. Bella gemeu, empurrando contra mim. Minha ereção bateu contra seu estômago, e eu grunhi ferozmente.
Éramos como dois adolescentes – liberando a frustração desejosa e a ânsia dos nossos corpos por mais. Eu a empurrei contra a cama, deixando meus quadris se chocarem firmemente contra ela. O degenerado estava com o domínio – inundando meu cérebro, encontrando alguma forma de alívio. Eu me esfreguei nela, minhas mãos segurando seu bumbum para aperta-la mais forte contra mim, buscando um atrito maior entre nossos corpos. Ela gemeu incoerentemente, quando eu deixei minha ereção bater contra seu sexo, empurrando-me descontroladamente. Eu quebrei o beijo para lamber o caminho do seu pescoço, sons sensuais saindo de sua garganta. Minhas mãos abandonaram suas nádegas, para apertarem seus seios levemente. Eu vi os bicos endurecerem contra meu toque, e mordi a pele do seu pescoço quando notei que ela não usava sutiã. Minha boca salivou ao imagina-los na minha língua. Levantei sua blusa rapidamente, deixando seus seios pequenos e cor-de-rosa apontarem na minha direção, completamente desnudos.
- Por que sem sutiã, Bella? – Eu arrastei minhas mãos pelos seus seios, raspando levemente. Eu a vi empurrar suas costas em minha direção, seus olhos firmemente fechados à espera do contato. Deus, eu nunca estive tão duro. O vermelho de suas bochechas espalhava-se pelo seu peito, dando um ar ainda mais inocente e excitante para ela. Meu polegar esfregou seu bico, deixando-a implorar por mais. Suas mãos desceram pelo meu peito, enquanto minha boca descia em direção aos seus montes. Minha língua provou sua pele, e meu cérebro ficou completamente negro com o gosto de baunilha. Tão vivo, tão excitante. Eu suguei seus pequenos seios, enquanto a senti arranhar minha pele com suas unhas curtas. Eu aumentei minha pressão, batendo meu quadril fortemente contra ela. Eu já conseguia sentir o prazer surgindo, meu pênis lutando por contato. Eu pulei quando senti as mãos de Bella roçarem meu membro, tocando levemente minha ereção. Eu me separei poucos centímetros dela, lamentando por retirar seus seios da minha boca. Eu era completamente alucinado em prova-los e ver as marcar avermelhadas que minha boca deixava sobre aqueles dois pequenos pedaços do paraíso; A encarei firmemente – entre o desejo de deixar acontecer e o pavor das consequências. Seus dedos delicados apertaram novamente meu membro, e eu gemi aumentando ainda mais a distância entre nós.
- Bella...
Bella mordeu os lábios em dúvida, dando outro pequeno toque.
- Deixe-me vê-lo. Por favor.
Eu estreitei minhas sobrancelhas, enquanto seus dedos inexperientes tateavam meu membro delicadamente através das calças.
Não, era completamente errado. Eu perderia o controle tão facilmente...ela não estava pronta para aquilo.
Mas o depravado estava tão ansioso para sentir os seus dedos pequenos acariciarem meu pênis, sua língua enrolar-se ao meu redor. Quente, molhado, libertador.
- NÃO! – Eu rosnei, sentando-me na cama. – Não, Bella. Você não está pronta, meu amor. Me desculpe.
Eu lamentei, vendo seu lábio inferior tremer levemente.
- Você já me viu nua. Já me tocou lá. Por favor, me deixe vê-lo – Eu a vi aproximar-se novamente, colocando suas pernas em cima das minhas. Ela estava parcialmente sentada em mim, suas coxas em cima das minhas, completamente aberta. Os pés batiam contra a cama, enquanto ela se enrolava mais perto. Suas mãos caíram perigosamente em minhas coxas, e eu gemi ao ver que sua posição a deixava exposta aos meus carinhos tão facilmente. – Eu deixo você brincar com eles, enquanto eu toco no seu cutucador. – Ela apontou os seios em minha direção, enquanto suas mãos tocaram novamente meu membro. Eu perdi o juízo, e entreguei os pontos da batalha. Bella iria me tocar – e eu teria que juntar cada uma de minhas forças para evitar vir de forma imprudente; Eu não queria suja-la com meu prazer. Eu apenas assenti, vendo-a descer o zíper da minha calça curiosamente. Meu pau se apertou ainda mais, quando seus dedos o tocaram através da cueca.
- Toque neles. Toque nos meus peitos, Edward – Eu a vi empurrar seus peitinhos molhados pela minha saliva em direção a mim, e deixei meus dedos rodearem seus mamilos. Minha bonequinha engoliu uma respiração, antes de deslizar o tecido do boxer abaixo, liberando meu pênis extremamente ereto. Eu aumentei a pressão, tomando-os completamente dentro das minhas mãos, quando seu polegar apertou-se contra a cabeça da minha ereção. Eu lutei para não me empurrar contra sua mão, vendo-a deslizar seus dedos pequenos e curiosos pelo comprimento, espalhando institivamente o líquido da minha excitação com o anelar. Bella o apertou levemente, deslizando seus dedos por toda a minha carne.
-Tão duro, Edward. Tão vermelho. Tão bonito. – Eu vi seus olhos brilharem com a nova descoberta, enquanto eu manejava seus seios com meus dedos; Apertei os bicos, fazendo-a choramingar. Eu não consegui impedir o impulso de empurrar-me contra sua mão, quando ela fechou sua palma ao meu redor. Eu apertei meus olhos, me sentindo observado por ela. Sons brutais saiam de minha garganta, e eu empurrei-me novamente, suas mãos começando um movimento lento de cima para baixo. Eu abri meus olhos, enquanto a via subir e descer levemente meu pênis entre suas mãos, embalando-o com perfeição. O atrito era delicioso – suas mãos tão puras e intocadas segurando meu pênis tão excitantemente.
- Estou fazendo certo?
Ela perguntou, fazendo-me assentir desesperadamente. Eu amaldiçoei alto, quando seus seios se moviam na direção das suas mãos. Eu os apertei seus peitinhos com mais rispidez, enquanto eu a ajudava com os meus empurrões em sua mão tenra. Eu estava perto, tão perto de vir. Eu queria apreciar mais a experiência – sentir aqueles dedinhos pequenos apertarem minha carne, rasparem levemente sobre mim. Fechei meus olhos, buscando algum controle. Os movimentos ficaram mais rápidos, e eu gritei alto quando senti um pequeno beijo ser depositado na cabeça no meu pau.
- Porra, Bella... Não...Merda.. – Eu abri os olhos, enquanto ela distribuía beijos por todo o comprimento, e continuava seus movimentos com as mãos. Seus cabelos estavam espalhados, enquanto eu a via largar pequenos selinhos por todo o meu membro entumecido. Era a cena mais erótica que eu já havia visto em toda minha vida. Tive que fechar meus olhos para evitar de gozar diante dela, e estragar completamente o momento. Eu sentia o prazer se aproximando cada vez mais, minhas pernas se contraindo, enquanto o sangue se acumulava na cabeça do meu pênis. Eu assoviei, quando suas mãos deram um empurrão mais forte, e eu soltei seus seios rapidamente, para empurra-la para longe de mim. Deixei as sensações inundarem meus sentidos, enquanto eu jogava minha cabeça para trás para apreciar a libertação. O orgasmo dominou meus sentidos por alguns segundos, antes que eu conseguisse retornar ao meu estado natural. Eu abri meus olhos para ver meus fluidos derramados contra os seios de Bella, que os esfregava levemente com os dedos.
Merda! Eu já estava começando a ficar duro de novo.
Eu havia prometido não vir nela – e agora ela estava suja com meu prazer, completamente inerente ao quanto àquilo era vulgar.
- Bella...não faça...
Ela deu uma risadinha, e esfregou o dedo molhado contra a blusa ainda segura entre seus braços.
- Eu não tenho nojo do que é seu, Edward. É o seu prazer.
Eu dei um sorriso sem vida, enquanto levava minha blusa para limpar os resquícios do seu corpo. Limpei seus seios rapidamente, deixando-a parcialmente asseada.
- Me desculpe, minha bonequinha. Eu não queria-
Ela me interrompeu.
- Não peça desculpas. Eu quis isso, e foi tão bom te ver assim...te tocar. Você é tão lindo. Por favor, não me negue o direito de te tocar. Eu sei que não sou boa nisso, mas estou tentando aprender.
Eu senti minhas bochechas esquentarem, e beijei seus seios com reverencia, deixando meus lábios amenizarem a pressão que eu havia feito contra seus bicos.
- Você é perfeita, bonequinha. Você me tocou, e eu tive que segurar o máximo possível para não fazer uma besteira – Eu dei uma risadinha, segurando sua mão contra a minha — Eu te amo, bonequinha. Amo tanto...amo tudo sobre você. Amo seu corpo, a forma que você me toca. A maneira perfeita que você me entende. Eu quero ficar com você para sempre, Isabella. Quero ter filhos com você.
Eu vi seus olhos castanhos se encherem de lágrimas, enquanto ela aproximava-se de mim para beijar meus lábios.
- Eu também te amo tanto, Edward. Por favor, nunca me deixe. Nunca ache que eu não estou pronta para ser sua. Eu sempre estarei. Eu quero ter uma vida com você. Eu dormi por muito tempo, e sempre soube que você iria me resgatar. Você é meu anjo, e eu sempre te amei.
Eu a vi soluçar contra meu peito, beijando-o toda a área gentilmente. Eu acariciei seus cabelos, minhas mãos fazendo círculos em suas costas. Será que meu anjo poderia imaginar o quanto eu a havia amado? Por quanto tempo eu a havia esperado? Eu sorri, beijando seus cabelos. Eu sabia que precisava recompensa-la – amenizar o desejo que ela sentia; Jamais poderia ter paz se a deixasse servir-me unicamente. Mas aquele momento era tão puro – o amor límpido, verdadeiro se manifestando entre nós.
Eu havia estado desesperado e completamente cego pela paixão – mas naquele momento, eu queria toca-la com toda a doçura e amor que sentia em meu peito. Acariciei suas costas, e levantei seu rosto em minha direção.
- Você quer que eu te ame, meu anjo? Quer que eu te toque? – Eu vi suas bochechas se ruborizarem, e antes que ela pudesse responder, uma grande batida inundou nossos ouvidos.
“Tudo bem, pombinhos. Não temos o dia todo. Tenho certeza que já conversaram o suficiente! O pobre homem aqui tem coisas a fazer, Edward Cullen!”
A voz histérica de Alice fez Bella dar uma pequena risadinha, enquanto eu ajeitava sua blusa para deixa-la coberta. Fiz o mesmo com a minha calça, levantando-me em seguida. Estendi minha mão para minha bonequinha, que a agarrou com um sorriso malicioso.
- Então, Alice de novo. Me desculpe por isso, anjo.
Eu disse, vendo-a formar um bico nos lábios.
- Você pode ficar me devendo. – Eu a vi rebolar em direção à porta. – Vou cobrar quando chegar em casa.
Eu engoli em seco, enquanto Bella gargalhava divertidamente. Rapidamente caminhei em sua direção, roubando alguns beijinhos capciosos. Apertei contra a porta, largando seus lábios para cochichar em seus ouvidos.
- Vamos ficar com a casa? Você gosta dela?
Minha bonequinha abriu um sorriso provocante, mordendo os lábios em seguida.
- Com certeza. Eu não posso me ver em outro lugar a não ser nesse quarto.
Eu assenti, concordando internamente. Aquele havia sido um grande primeiro dia – e eu poderia imaginar de quantas maneiras eu poderia ama-la naquele quarto. O nosso amor já havia escolhido seu ninho, e eu apenas o deixaria florescer e criar raízes no tempo perfeito para que nos entregássemos por completo à paixão.
Eu a amava tanto – e amava a maneira primorosa que ela estava crescendo.
Entre a menina e a mulher, eu havia escolhido ama-la por inteiro.
E amaria até o resto dos meus dias.
Na mesma manhã, assinei os papéis de compra da casa.
Agora, oficialmente, aquele era o nosso lar.
Notas finais
Capítulo menor, eu sei! Mas realmente, eu só queria q eles tivessem um pouco de diversão. hehehe (O Edward, sendo mais especifica)
Eu deixei o vocabulário do Edward um pouco mais sujo, pq as vezes a gente só consegue pensar em palavras feias para demonstrar nossa frustração/desejo/raiva e etc.
Bem, sobre o próximo capítulo: Não sei dizer se terá lemons. E nem qnd rolará post. Acho que terça-feira, mas se não der, posto na quinta!
Sobre a Beta: Eu não sei se daria certo pq eu normalmente escrevo, corrijo e posto. Não queria q atrasasse mais a estória. (Me tirem essa dúvida) Porém, tenho uma estória em construção e essa precisa de uma beta! Se ainda tiverem interessadas...:) Espero por reviews ou MP'S, ok?
Bem...espero a opinião de vcs! Gostaram do cap? E essa casa nova hein? E o Jake, JJenks? Mais no próximo, eu prometo! ^^
Se vcs aparecerem, eu falto aula na terça pra escrever mais um bocadinho! hauiehiuehiuehiauehiuh ^^
Leitoras novas, velhas, fantasmas...espero tds nas reviews!
Obrigada sempree!
Bjs!
Boa segunda!
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