Aventuras entre 4 Patas - INTERATIVA
1 Prólogo
Notas iniciais
(Nick é o cão da capa da história!)
Nick
Eu estava deitado na sala, quando vejo minha dona se levantar, corro até seu quarto e vou lhe dar bom dia. Saltei na cama e lambi seu rosto carinhosamente e ela sorriu, adoro ver seu sorriso pela manhã. Ela se levantou, se trocou , foi fazer suas higienes matinais e eu fiquei sentado na sala esperando-a.
Eu sei que logo depois que ela tomar seu café ela vai me levar na rua para passear.
Ah, se você estiver se perguntando quem sou eu, eu sou um cão, me chamo Nick e sou de raça mestiça. Bem eu acho... Meu antigo dono disse a minha atual dona que eu sou da raça Yorkshire mas sou grande de mais para ser um York, e eu não tenho não tenho nada haver com um Yorkshire ! Sempre ficam na dúvida uns dizem que sou outros dizem que não, alguns acham que sou um Labradoodle,Cocker Spaniel,Poodle .. então fico na dúvida se eu sou de raça ou não, prefiro dizer que sou de raça mestiça, fica mais fácil.
Minha dona, Stephen, me adotou quando eu tinha apenas 6 meses de vida. Eu morava com meus pais e meus irmãos em uma enorme casa, mas quando eu e meus irmãos e irmãs completamos 6 meses de vida todos foram vendidos exceto eu. O padrinho da Stephen era o meu dono e o sonho de Stephen sempre foi ter um cãozinho, então ele me deu para ela. No começo eu não queria ficar com ela pois eu já estava acostumado com minha antiga casa, mas acabei me apegando e agora eu a amo. Ela é a humana que cuida de mim como se eu fosse seu filhote. Estou com ela a 1 ano e 7 meses essa é a minha idade. As vezes sinto falta de meus pais e meus irmãos mas sempre me lembro que tenho Stephen para cuidar de mim e me sinto melhor.
Moramos em um apartamento com sua mãe, sua irmã e seu sobrinho. No começo ninguém me aceitava nessa família apenas Stephen, mais com o passar do tempo todos se apegaram a mim e agora acho que todos me amam.
— Nick venha vamos na rua — Eba! Hora do passeio! Adoro ir passear.
Minha cauda abanava como um ventilador ao ouvir o barulho de minha corrente, e logo vinha Stephen colocando-a em mim. Ela abriu a porta e eu sai em disparada.
— Nick calma não precisa puxar.- ela exclamou meia irritada, me lembrei que ela odeia quando eu saio puxando-a assim.
Moramos em apartamento, então sempre apostamos uma corrida até lá em baixo e é sempre muito divertido. Aliás eu sempre ganho hehe.
No pátio do prédio está dona Irene observando a rua, Stephen diz que ela é muito fofoqueira porque tudo o que acontece na rua ela sabe, também logo as 9:00 da manhã ela já está no pátio vigiando os outros... mas fora isso Dona Irene é muito legal conosco. Stephen lhe deu bom dia e abriu o portão para sairmos.
Rodamos todo o bairro, marquei meu território como eu faço sempre, fiz minhas necessidades e fomos para casa.
Chegando lá a mãe de Stephen ,a Márcia, já estava acordada, Stephen me soltou da corrente e eu fui dar bom dia a ela, me deitei de barriga para cima e lati pra ela, acho que ela já sabe o que eu quero.
— Olha só quem chegou da rua, nosso puguentinho- disse Dona Márcia acariciando minha barriga.
Ai eu amo essa mulher.
— Nick, vem brincar. — dessa vez Kaique o sobrinho de Stephen me chamava, corri até ele e saltei em cima dele derrubando-o no sofá.
Ele sorriu e jogou a bolinha no corredor para eu ir buscar, corri atrás da bola e a peguei. Levei até Kaique e ficamos brincando.
Logo me cansei e fui beber água enquanto Kaique recebia uma bronca de sua mãe por não ter ido escovar os dentes. Dei uma leve risada e depois fiquei observando-o.
Senti cheiro de comida sendo preparada e fui direto até a cozinha. A mãe de Stephen estava fazendo lasanha caseira, hmm esse cheiro tentador... eu preciso comer isso. Fiz várias gracinhas pra ver se ela me dava um tequinho.
— Não Nick você não pode comer essas coisas, sai da cozinha.- disse ela em um tom calmo e autoritário ao mesmo tempo. Aff, que saco. Saí da cozinha com a cauda e as orelhas arriadas, Stephen estava deitada no sofá comendo algo, fui até ela e fiz gracinha não sei o que é que ela esta comendo mais eu quero.
Ela pegou um pedacinho de bolacha e me deu.
Hmm, bolacha... adoro. Comi tudo em apenas com uma mordida e pedi mais, desta vez ela falou que não.
—Hey o que custa me dar um pedaço?- disse latindo
— Ah Nick cala boca — disse Thais a irmã de Stephen.
— Deixe ele latir, ele tem boca pra isso- Disse Stephen me defendendo, ela sempre me defende quando Thais implica comigo, por isso que eu à considero tanto como a minha mãe ela me protege como se eu fosse seu filhotinho.
— Stephen sem brigas pela manhã, comece a ensinar a Nick que ele tem que obedecer quando mandarmos ele fica quieto, ele é um cãozinho muito desobediente,vamos deixa-lo na PetShop amanhã e ele tem que obedecer o pessoal de lá- a mãe dela falou. Fiz careta e me sentei emburrado. Alguns minutos depois percebi que a mãe de Stephen havia falado algo sobre me deixar na PetShop amanhã. Engoli em seco.
Só um momento... Me deixar na PetShop amanhã?
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