Notas iniciais
ESSE CAPITULO FOI COMPLETAMENTE REFORMULADO! Isso é uma experiencia e se gostarem, vou fazer o mesmo com o resto da estória.

“Eu não te amo mais.”

Quando me disseram que palavras machucam mais do que qualquer tapa, eu achava que tinha entendido. Na teoria, todos sabem, palavras são poderosas e deixam feridas que nem sempre se curam completamente. Palavras, são o que deixam as piores cicatrizes da vida. Eu sabia, mas não entendia... até agora.

“Como assim não me ama mais?” Eu franzi o cenho e envolvi minha cintura com meus braços, numa posição defensiva que sempre assumia quando estava triste, preocupada ou ansiosa.

“Exatamente o que significa: Não. Te. Amo. Mais.” Ele provavelmente deve ter notado as lágrimas se formando em meus olhos, pois toda a sua determinação foi substituída por preocupação; ainda sim, tudo o que ele fez foi desviar o olhar, e passou a observar seu cachorro. Akamaru parecia estar sentindo a tensão no ar, pois encarava seu dono e a mim com a mesma preocupação que eu sentia.

Eu tenho certeza que amo o Kiba, talvez não seja a paixão fervorosa que todos dizem que é comum em um relacionamento, pois nunca experimentei as borboletas no estomago, ou a vontade de estar com ele a todo o momento. Mas eu sei que eu o amo, porque o que eu sinto por ele é um respeito sem medidas, eu confio nele ao ponto de saber que quando ele diz que vai ‘passar uma madrugada numa festa na casa de um colega’, ele estaria exatamente onde ele me disse que estaria, e não me trairia ainda que eu não estivesse presente. Nosso relacionamento começou como amigos, uma amizade genuína que começou quando estávamos na quarta série, e eu sempre valorizei isso acima de tudo. Eu sempre tive a certeza de que se eventualmente terminássemos, eu sempre o amaria. Como sei que ainda o amo.

Isso é tudo muito repentino, eu conheço o Kiba! Ele não terminaria comigo assim, não de repente. Eu vi a determinação em seus olhos, ele parece estar querendo me magoar. Mas, porque?

“Você sabe o que significa amor? Eu sei que talvez o que você sinta por mim não seja aquela paixão avassaladora que todos os adolescentes da nossa idade procuram, acredite, eu entendo. Mas amor vai muito além de todo esse conto de fadas, onde tudo é perfeito, com purpurina e arco-íris.” Minha fala começou frenética, mas conforme eu continuei falando, minha voz começou a falhar, e agora eu tinha que controlar o nó que subia e descia em minha garganta, dificultando meu discurso. “Amor é respeito, confiança e afeto. Eu sinto tudo isso por você, e sei que você também sente o mesmo por mim, Kiba. É impossível que o amor suma de uma hora pra outra, então me perdoe se eu não consigo engolir esse seu término medíocre. Quer terminar comigo? Tudo bem. Eu entendo. Mas dizer que não me ama mais? Porque está tentando me magoar desse jeito?”

Quando ele me pediu em namoro, estava tão sem graça que até gaguejava. Algo que me fez rir, pois ele sempre foi o mais confiante... Era um fim de tarde, numa sexta comum, numa semana que não teve nenhum acontecimento especial. Estávamos à caminho da sorveteria, rotina de sexta, onde sempre íamos para gastar o dinheiro que juntávamos durante a semana. Ele puxou a cadeira pra eu sentar, corado, e pagou pelo meu sorvete... Algo novo. Algo definitivamente novo. Naquele dia, o fato de ele não ter lanchado a semana toda fez sentido... Provavelmente foi pra juntar mais dinheiro, pra poder pagar o meu sorvete também. Minutos depois, eu descobri o porque de tudo aquilo, sorrindo esperançoso, ele perguntou se eu aceitaria “ser sua player dois, duo oficial”. Sem conseguir falar, de vergonha, eu acenei com a cabeça e beijei seu rosto. Aquele foi o inicio de algo que eu gosto de chamar namizade. Porque a única coisa que mudou na nossa rotina, foram os beijos. Continuávamos zoando da mesma maneira, agindo como se nada tivesse mudado.

Então é por isso que eu não consigo entender porque da mudança repentina. Não querer mais namorar comigo? Ok. Não se sentir mais atraído? Aceitável. Mas não me amar mais? Isso não. Isso nunca. Minhas lágrimas caíram sem meu consentimento, enquanto eu encarava o seu perfil insistentemente, tentando ler sua expressão corporal. Queria muito saber o que se passava na cabeça dele.

Kiba riu, sem muito humor, e fungou, quando finalmente ele me encarou, eu pude ver as lágrimas se formando nos olhos dele também... “Que droga, Hina... Porque você não pode simplesmente aceitar minha resposta?” Ele sorriu, dolorosamente. Eu vi agora, que estava doendo nele, tanto quanto em mim.

“Eu te conheço, Kiba. Agora porque não falar a verdade? O que esperava ganhar me machucando desse jeito?”

Ele fungou novamente, e secou as primeiras lágrimas que escorreram. Derrotado, ele se aproximou de mim, e com o polegar capturou as lágrimas em meu rosto também. “Eu achei que seria mais fácil. Se eu te magoasse, você me odiaria, e seria mais fácil pra seguir minha vida. Achei melhor do que...”

Que papo era aquele? Nada estava fazendo sentido... O que estava acontecendo?

“Kiba... O que-”

Sem me deixar completar, ele tomou meus lábios de uma forma que nunca tinha feito antes. Eu senti o gosto salgado das lágrimas, e fechei meus olhos, pra tentar absorver toda aquela sensação de perda que tomava conta do meu coração... Não era apenas nosso relacionamento que estava prestes a se acabar, e isso me preocupava. Era quase como se ele estivesse tentando me transmitir algo que palavras não conseguiriam comunicar. Ao nos separar, ele colou sua testa na minha e respirou fundo.

“Eu sempre vou te amar, Hinata. Me desculpa.”

Sacodi minha cabeça, e sorri, tentando dispersar aquele clima triste. “Não precisa se desculpar, Kiba. Eu te entendo.”

Ele começou a soluçar, e aquilo me quebrou. O que quer que fosse, deveria ser muito sério pra deixa-lo tão desconsolado. Eu comecei a chorar também, retribuindo o abraço forte que ele me envolveu. “Kiba... Kiba, o que houve? Por favor, me diga o que houve?”

“Hinata... Eu vou ter que ir embora, a gente pode continuar se falando pelas redes sociais, mas eu tenho que ir. Eu vou sentir sua falta. Por favor, me perdoa.”

Pelo o que?

“Kiba...”

“Eu te amo.”

E sem dizer mais nada, ele se afastou, secou as lágrimas, e sorriu zombeteiramente, seu usual sorriso que me lembrava das vezes em que ele despausava o jogo para me vencer, ou quando ele me molhava com a mangueira que dava banho no Akamaru.

Eu retribui o sorriso, apesar das lágrimas, e me abaixei pra acariciar o cachorro que agora estava ganindo, esfregando seu focinho em minhas pernas. “Também vou sentir sua falta.” Olhei pro Kiba de novo, satisfeita por saber a verdade no fim das contas. Ok, ele não vai me dizer exatamente o porquê de estar indo embora, mas quem sabe um dia...

“Hinata, acorda!”

Fui tirada de meus devaneios pela voz potente de meu pai, que tem o habito de me acordar sempre que eu ignoro meu despertador.

“Estou acordada, papai!” Gritei, me levantando de vez. Fazia muito tempo que não pensava naquele dia, estou me sentindo até um pouco desnorteada.

Batidas na minha porta me notificaram que meu pai estava do outro lado, logo me virei para encara-lo quando entrasse. “Estou decente.” Brinquei, ouvindo uma risada baixa.

“Bom saber.” Ele colocou apenas a cabeça dentro do quarto, e pra minha surpresa, era Neji. “Porque a demora? Já são 6:30, to saindo pra pegar a Tenten já.”

Franzi o cenho, seis e meia já? Olhei meu relógio pra conferir: e sim, já eram seis e meia. Parece que eu passei bastante tempo em meus devaneios, nem senti o tempo passar. “Eu estava sonhando acordada” Voltei a encarar meu guarda-roupa, decidindo se usava a camisa de botão do colégio verde-folha, ou a branca.

“Ok, quando quiser me contar o que ta te deixando estranha, sabe onde é meu lugar favorito na escola. Não posso te esperar mais, se não Tenten vai pra escola sozinha achando que eu furei com ela.”

Revirei meus olhos e sorri, só o Neji pra saber o que tem de errado comigo com apenas um olhar. Decidindo finalmente pegar a camisa branca, e a gravata preta, agarrei também minha calça jeans desbotada, e meu surrado all-star preto. O uniforme das garotas é acompanhado de saia, mas não me sinto muito à vontade usando aquela peça de roupa, então uso calças jeans, que não são definitivamente proibidas pelas regras da escola.

Sempre fui uma garota tímida, e introvertida, nunca confortável em mostrar meu corpo, diferente das outras garotas que sempre parecem querer diminuir ainda mais o tamanho daquelas saias já diminutas. Não tenho nada contra: Admiro a confiança delas. Apenas não tenho em mim o desejo, nem a coragem de usar peças de roupa tão reveladoras.

“Eu te encontro lá, vou a pé mesmo. ” Preciso de um tempo pra pensar, e a caminhada ajuda; Deixei omisso o pensamento.

“Ok.” Disse, e assim que ele fechou a porta, comecei a tirar meu pijama.

Fazer a rotina matinal e me aprontar não levou muito tempo, logo estava pegando meu usual casaco lilás folgado, que usava pra tentar disfarçar o volume... sabe... É que a camisa da escola também é bem justa, e eu me incomodo com a maneira que parece marcar meu corpo completamente. Então o casaco ajuda. Fechando-o até a metade, peguei minha mochila que estava no chão usando o meu calcanhar, estava pronta pra ir.

Antes que eu pudesse sair de casa, porém, meu pai me parou e me entregou uma maça com um olhar severo. Sorri envergonhadamente, e peguei a fruta que ele me ofereceu. Nunca sinto fome de manhã, mas sempre como uma fruta para não deixar meu pai preocupado quanto à minha saúde. Ele leva essas coisas muito à sério, pois minha mãe morreu de ataque cardíaco, causado por uma anemia severa, após o parto da minha irmãzinha. Ele se preocupa comigo, pois tem medo de me perder da mesma maneira. Minha irmã Hanabi parece saber se cuidar mais que eu, ainda que seja mais nova. Então toda aquela atenção acaba sendo voltada à mim.

“Porque demorou tanto?”

Olhei pra baixo, e dei de ombros “Eu me distraí.”

“Então se apresse, para não se atrasar. E coma essa maça inteira, hein?”

Olhei pra ele novamente, e sorri, ele retribuiu o sorriso e voltou à ler o jornal que tinha abandonado na mesa de café; Eu sabia que seu jeitão ríspido e autoritário, era sua maneira de demonstrar preocupação. Então não me sentia mal quando ele falhava em demonstrar carinho de uma maneira tradicional, da maneira que minha mãe sempre demonstrou antes de falecer.

“Não quer uma carona?” Ele perguntou, quando eu cheguei até à porta. “Neji foi dirigindo a motocicleta dele”

Querendo impressionar a Tenten, haha. Que fofo. Achava que à essa altura, eles já tinham parado com esse jogo de tentar parecer incríveis, tanto um quanto o outro.

“Obrigada, papai. Mas eu quero fazer essa caminhada, uns quilômetros vão me fazer bem”

Estudo no Colégio Prof. Hashirama Senju (nomezinho grande; N/A: Tive que mudar o nome da escola. Razoes que explicarei depois), que é consideravelmente longe, mas não longe o suficiente pra tornar impossível a caminhada. São uns 30 minutos, que ouvindo música passam voando. Lembrando do meu celular simples, que uso apenas para ouvir música, tirei-o de dentro da minha mochila e coloquei meus fones de ouvido, dando play na primeira música que apareceu na minha frente...

“I’m still alive, but I’m barely breathing... Just prayed to a god that I don’t believe in…” Cantei suavemente apenas o começo da música, e deixei que minha mente fosse invadida por meus pensamentos...

Lembrar do Kiba, justo numa manhã de sexta, era uma nostalgia dolorosa. Nós continuamos a manter contato, mas é escasso. Ele foi parar na Inglaterra, num internato que o pai o colocou, pois achou que seria uma boa experiencia para o garoto, ter contato com a cultura britânica e estudar numa das melhores escolas do mundo... É realmente uma boa oportunidade pro Kiba, pena que uma das consequências tenha sido nosso eventual afastamento. Não que nossa amizade tenha perdido o significado, não é isso. É que a rotina dele é tão estrita naquele local, que ele mal tem tempo de contatar seus amigos que deixou aqui. Já fazem dois anos desde que ele se mudou, e eu ainda não me acostumei com essas sextas vazias. Shino, nosso amigo em comum, que completava o trio, é um bom garoto. Ele é quieto, e até mais introvertido que eu, mas em nosso silêncio, nos entendemos. Basta um olhar, e mesmo atráves de seus óculos escuros, sei que o que se passa na cabeça dele é similar ao que penso. A extravagancia do Kiba faz falta, e as maratonas de games nos fins de semana não tem sido mais as mesmas.

Eu me apaixonei por outra pessoa, sim. Finalmente tive o prazer de experimentar, entender, aquela paixão avassaladora sobre qual todos falam. Mas isso ainda não tira Kiba do lugar especial que ocupa no meu coração. Ele sempre foi meu melhor amigo, e nem mesmo Naruto é capaz de mudar isso.

“What am I supposed to do, when the best part of me was always you?” (O que eu deveria fazer, se a melhor parte de mim sempre foi voce?) Cantei novamente, acompanhando o refrão, “What am I supposed to say, when I’m all choked up, and you’re okay” (O que eu deveria dizer, enquanto eu estou engasgado, você está bem) Claro que o Kiba provavelmente também não estava bem, mas a música é envolvente, e caso o professor de música me chamasse pra apresentar algo hoje, essa seria a música perfeita.

Embora eu nunca me apresente, sempre imaginei como seria a reação das pessoas, se algum dia eu decidisse cantar, enquanto eu toco piano. Eu sempre participo apenas quando a turma toda está distraída o suficiente pra não prestar atenção em mim, tocando apenas o piano. Quando é algo relacionado à apresentações solo, eu sempre evito.

Após murmurar o final da música, eu suspirei, e abaixei a cabeça, andando no ritmo da música seguinte, que passou a tocar. Seu ritmo animado era um completo oposto pra música que tinha acabado de passar... deve estar no Aleatório.

“We make a really good team, and though not everyone sees, we got this crazy chemistry… between us.” (Nós formamos um bom time, e embora nem todos vejam, nós temos essa química incrível entre nós.) Eu dei uns passos saltitantes, arriscando uns pequenos passos de dança, já que a rua estava tão deserta.

Eu sei que se eu continuar a ser anônima, do jeito que sou, jamais vou conseguir chamar a atenção do Naruto. Ele é popular... e ainda que não seja uma fama positiva, ele tem bastante atenção. Ele é o desastrado, debochado, e palhaço da turma. Eu sei que todos que se aproximam dele, querem na verdade a atenção do Sasuke, seu quase irmão, que é o garoto que realmente é popular naquela escola. Todos os garotos (com a exceção do meu primo, e do Shino), querem ser como ele. E todas as garotas QUEREM ele. Eu, no entanto, desde que encarei aqueles olhos azuis brilhantes, intensos e genuínos, não consigo pensar em outra pessoa. Eu sei, que ele sabe, que as pessoas falam mal dele pelas costas, sussurrando o quanto acham que ele é um perdedor, que se não fosse pelo Sasuke ele não seria tão requisitado. Mas ainda assim, ele não poupa sorrisos à todas essas pessoas. Está sempre disposto à ajudar, sem esperar nada em troca.

A Primeira vez que o vi, foi quando ele me defendeu de uns idiotas que estavam me provocando, por ser novata, e estar no primeiro ano, enquanto eles eram veteranos. Naruto, apesar de ser tão novato quanto eu, comprou briga com eles, e logo no primeiro dia de aula, recebeu detenção. Desde então venho o observando. Tenho certeza de que ele não se lembra que eu fui a garota responsável pela sua primeira detenção na escola, agora que ele já tomou várias.

Apesar de ele não prestar atenção em mim, eu o observo, e admiro. Ele com seu jeito de criança, tem uma maturidade que as vezes surpreende aqueles que nunca esperam uma lição de moral do garoto debochado. Sei que ele tem dislexia, e tem dificuldade de aprender algumas matérias, e falha em muitas delas, dependendo de Sasuke para estudar, visto que o outro parecia passar com nota máxima sem nenhuma dificuldade. As pessoas o subestimam, mas eu sei que ele é a pessoa mais inteligente daquele local. Talvez não inteligente com física, química, matemática, português... Bem... Matérias em geral. Mas sua moral é tão inabalável, e suas filosofias tão admiráveis, que sei que por mais que seu cérebro não associasse informações didáticas, ele tinha conhecimentos e experiências que nenhum garoto da idade dele deveria ter.

Ele me inspira.

E eu desejava apenas a coragem de me aproximar, pra ao menos a sua amizade ter.

Lembrar do Kiba de manhã, me lembrou também que essa é a primeira semana, do meu último ano no ensino médio. Dois anos se passaram desde que Kiba se foi, e que eu conheci o Naruto; se eu não agir, ele vai sair da minha vida sem eu ter ao menos conhecido ele de verdade. E eu definitivamente quero uma chance.

Mas será que eu tenho a coragem necessária pra uma mudança?

Notas finais
QUEM QUER QUE EU REESCREVA ESSA FIC? Honestamente, passaram-se tantos anos que eu perdi o pique, e não faço ideia do que eu estava fazendo com a estória. Ex.: Não lembro porque eu mudei a personalidade da Hinata pra alguém extrovertido e falante. Tinha um próposito, eu sei que tinha, só não lembro o porque. Agora eu simplesmente quero voltar as raízes e tentar narrar a Hinata da maneira que todos já conhecemos e amamos. (Ao menos, EU amo. MUITO.) Quero muito fazer o meu melhor aqui, por isso tentei pegar o melhor da minha ideia principal, e estou reformulando, numa narrativa que se encaixa melhor com a maneira que escrevo agora. Quem ainda gosta dessa fic, e quer mais, deixa um review me alertando que eu prometo que rapidamente vou mostrar à que vim. Se realmente gostaram, e realmente querem que o segundo capítulo siga a linhagem do que eu acabei de fazer aqui, podem mandar uma mensagem privada tb, ligo n. Só falar "Hey, baka! Completa aquela história lá!" Eu prometo que venho. xD Lembrem-se, reviews são high-fives! Eu gosto de High fives :3 o Ja ne!