Notas iniciais
No capítulo anterior, Rita decidiu começar desde já a sua vingança. Encontrou a Penha em seu lugar favorito, e pediu ajuda com um emprego. Mas será que ela irá ajudá-la? Descubra lendo o capítulo 12 da fanfic "Avenida Limoeiro", boa leitura.

Anteriormente em Avenida Limoeiro...

Rita (colocando a mão no ombro da Penha): Er... Bonjour, je suis du Brésil et je besoin d'aide! — Olá, eu sou do Brasil e preciso de ajuda!
Penha: Falo português, garota. E não tenho esmola não.

Rita: Não é esmola, é que eu ando procurando emprego. Você conhece alguém que pode me ajudar com relação a isso?

Penha: Não estou com vontade de fazer carridade pra ninguém hoje!
Rita: Ah, não se preocupe com isso. Apenas me ajude, por favor!
Penha: Fala logo o que você quer, garrota!
Rita: É que eu fui uma chef de cozinha em um restaurante da Argentina, e queria ser empregada aqui em Paris. Conhece alguma pessoa que precisa desse serviço?
Penha: Hum... empregada? Você parrece ser refinada demais parra isso... não sei não hein? Bom, já que está desesperrada para conseguir esse emprego, está contratada por mim.
Rita: Ai, obrigada senhora!
Penha: Senhorra não, me chame de Penha. Você irrá trabalhar na minha mansão e irrá receber em real mesmo. Vou pensar se serrá 2.500 ou 3.000 reais.
Rita: Obrigada, Penha! Nem sei como te agradecer!
Penha: Trabalhando. Vamos pra lá agorra parra você conhecer a mansão.
Rita: Claro, dona Penha!

Na mansão...
Rita: Nossa dona Penha, você tem um ótimo gosto para decoração!
Penha: Clarro que tenho, nasci em Parris!
Rita: E eu posso falar uma verdade? O salário é muito mais do que eu queria, fico muito agradecida mesmo!
Penha: Ótimo, vou subir para pegar seu uniforme mas antes preciso saber de uma coisa: no que você quer trabalhar aqui?
Rita: Posso trabalhar como cozinheira e arrumadeira ou um dos dois, a senhora escolhe.
Penha: Sem senhorra. Prefirro que trabalhe como cozinheira, porque há anos eu não como uma comida do meu nível, sabe?
Rita: Perfeitamente.
Penha (indo subir as escadas): Vou subir e pegar seu uniforme, me esperre aqui.
Rita (no pensamento): Meu Deus! Como ela ainda continua igualzinha a antes!

No quarto de hóspedes, no segundo andar da mansão...
Penha (pegando o uniforme): Ela acha que me engana? Com certeza ela deve ser aquelas estelionatárias que se infiltram na casa das pessoas parra roubar ou fazer outra coisa do mal! Vou ficar de olho nela!
(Penha desce as escadas)
Penha: Aqui está seu uniforme, não use ele decotado.
Rita: Pode deixar dona Penha. Onde posso me trocar? Quero começar desde já a trabalhar!
Penha: No segundo andar no quarto de hóspedes. Tem uma plaquinha na porta indicando.
Rita (subindo as escadas): Com licença.
Penha (desconfiada): Hum... vamos ver se ela consegue a minha confiança. Primeiramente irei pedir para ela fazer o meu prato preferido: fricassê de frango!

Enquanto isso no galpão...
Mônica: Ai que chatice ficar aqui sem fazer nada!
Magali: Melhor ficar sem fazer nada do que ficar roubando pessoas de bom coração...
Cebola: Gente, só fizemos aquilo porque fomos obrigados!
Magali: Sabemos disso, mas mesmo assim sentimos culpa.
Lúcio: Será que vocês não conseguem ficar quietos? Não quero um pio!
Cascão: Tá bom, não precisa ser indelicado...
Giovana (batendo na porta do galpão): Ô Lúcio! Lúcio! Abre aqui pra mim!
Lúcio: O que está fazendo aqui? A Penha disse que por enquanto só eu e o Jorginho iremos trabalhar!
Giovana (do lado de fora): E posso saber por que ela não me disse nada?
Lúcio: Lembra daquele dia em que você ficou reparando na mansão dela? Pois então.
Giovana: Pois o que eu fiz de mal? Uma mansão chique daquelas merece é destaque e muitos olhares mesmo!
Mônica (no pensamento): A Penha tem uma mansão mesmo? Hum...
Lúcio: Pois a patroa não gostou nada disso e te suspendeu do trabalho temporariamente.
Giovana: Ah, que frescura dela! Mas e o Juliano, o Guilherme e o Emiliano?
Lúcio: Foram demitidos por tentativa de roubo.
Giovana: Afe... Eu só não arrombo essa porta porque a patroa é pavio curto! Vou é embora!
Lúcio: Já vai tarde, mulher chata.

Na mansão da Penha...
Penha (comendo o fricassê de frango): Hum... que delícia! Você é uma ótima cozinheira! Aliás, qual é o seu nome?
Rita: Obrigada, dona Penha! Meu nome é Nina!
Penha: Está mais do que confirmado: está contratada!
Rita: Obrigada, dona Penha! Você não vai se arrepender!
Penha: Esperro que sim! Terminei de comer, serrá que você poderria fazer uma massagem?
Rita: Claro que sim, dona Penha! Forte ou devagar?
Penha: Mediana. Faça no pescoço e no meu ombro.
Rita (massageando): Assim está bom?
Penha: Huum... Ótimo, continue assim.

Depois de alguns minutos de massagem...
Penha: E não é que você realmente leva jeito para essas coisas? Me impressionou.
Rita: Que isso, dona Penha! Faço tudo com muito amor e carinho!
Penha: Um conselho: não faça nada com muito amor ou carinho se não estraga.
Rita: Er... Obrigada pelo conselho.
Penha: Decidi que seu salário será de R$ 2.500.
Rita: Nossa, é muito mais do que eu queria e precisava!
Penha: Sei... e sobe para R$ 3.000 se você além de cozinhar fazer faxina aqui na mansão de 2 em 2 dias, está interessada?

Continua no capítulo 13...

Roteiro e finalização: Eryan Raphael