Avatar a lenda de Kair Livro 1: Guerra
1 O Novo Avatar.
Notas iniciais
Primeiro capitulo da fic. Um pouco meio sem ação e fraquinho mas ele vai melhorando com o tempo ok?
O nível de dominadores diminuiu, não por causa de um motivo espiritual ou por causa de mortes, pelo contrario o índice de mortes caiu extremamente nos últimos anos e por isso as pessoas agora apenas usam as dobras como parte de um esporte, a vida no mundo nunca foi tão fácil. Espíritos e humanos convivem juntos e em harmonia, não travamos guerras á muitos tempos e o avatar não era necessário, ficando apenas se divertindo e sendo um ídolo inspirando as pessoas.
A vida era boa, sim era. Pouco depois da morte de Haru.- o avatar posterior a Korra.- As coisas começaram a desandar, grupo terroristas começaram a atacar em massa e a estabilidade da republica da terra foi pelo ralo.- Golpes militares estão sendo organizados e se não quisermos viver uma guerra civil, o avatar precisa para-los. E claro, eu faria isso mas no momento a lótus branco acha mais produtivo eu ficar sentado em um banco fazendo cálculos de genética.- oque não vai me ajudar em nada na minha carreira de avatar. —Toma.- digo com a cara emburrada entregando a prova para o professor. Ele analisa a avaliação.—Mas está tudo errado.- ele diz. —Tô pouco me importando, tô vazando daqui.- digo saindo pela porta e a fechando atrás de mim, o homem ainda tenta me impedir mas eu já estou longe. O avatar é único que pode dominar mais de um elemento e eu consegui desde os sete anos dominar dois elementos, a terra e o fogo vieram fácil pra mim tal como suas principais subdobras, o raio e o metal. Eu nunca quis ser o avatar, também nunca detestei esse “fardo” mas eu não tenho escolha não é? Eu sou o avatar e eu vou fazer o melhor que eu puder. Vou até o jardim central, o melhor lugar nessa base, o único lugar aonde eu posso pensar um pouco. Sinto o sol batendo em minha pele e o calor me irradiando, respiro fundo e prendo o meu folego, sinto o meu estomago queimar e o calor subindo por minhas mãos e então eu o libero, o fogo amarelo-laranja saí da palma da minha mão e dança a minha frente lançando uma sombra sobre tudo. Penso nas crises que estão acontecendo na república da terra, sobre quando eu era criança e via espíritos e humanos brincando juntos e eles estavam espalhados pelo mundo, mas agora eles se afastaram cada vez mais e mais. A paz acabou, a época de ouro foi deixada pra trás e agora o avatar deve restaurar o equilíbrio, mas eu conseguirei fazer isso preso aqui? Eu preciso sair daqui, li histórias de como Aang e Korra fugiram para encontrarem o seu destino, talvez isso sja o que eu devo fazer, fugir, encontrar o meu próprio caminho, talvez a jornada de um avatar sempre comece assim. Acho que eu já me decidi, vou fugir hoje e arrumar um jeito de aprender a dobra de ar e depois uma forma de dominar a água, a lótus branco prendeu a Korra enquanto as revoluções igualitárias aconteciam e isso só piorou as coisas, eu preciso sair daqui e dar um jeito de impedir a guerra que está por vir e também dar um jeito de restaurar o equilíbrio financeiro da republica da terra, e enquanto isso aprendo a dominar os outros elementos. Suspiro. Isso não vai ser fácil mas é o jeito. Me levanto e vou até o celeiro, um dragão tatu de terra pula em cima de mim e começa me lambendo.—Ah, para Zeni, para.- digo pro animal que me obedece. O meu guia animal, um dos animais da republica da terra em que mais estão em risco de extinção. Ele tem pelos laranjas e olhos verdes, tem chifres de alce e uma boca cheia de presas. Seu corpo é como o de uma serpente e nas suas costas tem uma textura diferente e áspera como pedra. Faço carinho no animal e ele parece encolher.- uma das habilidades mais legais desses animais é a sua capacidade de se esticar e encolher e também de se esconder em suas cascas quase impenetrável , por isso começaram uma tradição de caçar esses animais em nome de gloria e fama. —Zeni, você vai comigo pra onde eu for não é?- pergunto. E o animal faz menção a um rugido, parecendo estar confirmando. Já estou pronto pra montar nele quando algo me chama a atenção. —é um belo dia para uma fuga não é?- ouço uma voz feminina conhecida atrás de mim perguntar. —Jinora.- digo.- Não tenta me impedir, eu não quero ter que...—Impedir? Eu vou é te ajudar.- ela diz me mostrando ás costas de Zeni, subo meio confuso a fitando. —Vá atrás de Mako no palácio real.- diz Jinora.- Ele irá te ajudar, apesar de contrariado. —Certo.- digo —Depois disso vá para a cidade república e me procure na ilha do ar. Vou te ensinar a dobra.- ela diz. —Tá bom mas...por que está me ajudando? —Porquê quando a jornada de um avatar começa não adianta tentar prende-lo, ele precisa ir em frente não importa o que aconteça, eles tentaram prender Aang no templo de ar e Korra naquela base e por isso as coisas só pioraram, agora não vou deixar o mesmo acontecer com você.- diz Jinora e eu parto, faço Zeni correr e vou sem nem olhar pra trás, eu preciso encontrar o meu caminho, e as coisas parecem estar até melhores, agora eu tenho uma meta e um objetivo. Achar Mako, arrumar um jeito de ir á cidade república, aprender a dobra de ar com Jinora e então acabar com a raça dos soldados envolvidos no golpe militar.
Notas finais
Desculpem os possíveis erros de português, não revisei o capitulo, que está bem pequeno por sinal.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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