O Império da Tribo da Água já tinha dominado quase todo o mundo físico, os únicos locais livres de seus domínios eram o Pântano, onde os Foogy tinham sumido a séculos, e a floresta espiritual.

Era uma tarde de verão no Templo do ar do Leste, lá era onde ficava uma das prisões de escravos mais utilizadas. Era lá que mantinham presos os príncipes e princesas da água, fogo, ar e terra, o príncipe Sokka era o príncipe do Sul, Desna o do Norte (ele tinha ido contra as ordens do pai o rei Unalag e sido sentenciado a escravidão), May e Sozin do fogo, Katara do Sul, Jinora e Aang do ar e Bolin da terra.

A floresta espiritual envolvia o local, impossibilitando qualquer tentativa de fuga. Mas isso não impedia a jovem princesa do fogo de tentar.

– May, vamos voltar, não quer levar mais chicotadas, quer, suas costas ainda não se curaram. – Disse Jinora, ela era uma jovem de cabelos cor de castanha e olhos da mesma cor.

– Ok, vamos voltar. – Disse May, com seus olhos dourados, e seu cabelo cor de Chamas, variando do negro ao branco. Ela já ia voltando quando viu.

Era uma pedra de Obsidiana negra, gigantesca, e parecia haver algo dentro dela.

May usou a dobra de fogo para tentar quebrar a pedra. Um tremor ocorreu, e uma torre caiu, a pedra rachou no meio e dela saíram uma jovem e um garotinho, que aparentavam 13 e 9, respectivamente, os dois estavam junto de três dragões, dois jovens e pequenos bisões-Voadores e quatro toupeiras-texugo bebes. Todos eles mostravam várias marcas. A garota acordou e seu irmão a seguiu. Eles usavam roupas vermelhas, com detalhes de labaredas, usavam cada um um colar com o formato de um cometa, eram belos e tinham uma aparência antiga.

May olhou para ela e perguntou:

– Quem é você?

As marcas e os olhos da jovem começaram a brilhar, seu corpo flutuou, apareceu um vento inexplicável, com uma voz retumbante, ela falou:

– Eu sou Azula, a última Avatar, irmã de Rahvaa, inimiga de Vathuu, neta de Iroh, descendente de Zuko e herdeira ao trono do fogo.

A garota desmaiou e foi levada pelos bichos para a caverna, lá tinham duas liteiras e alguns dias de comida, que parecia não ter sido tocada a anos, mas ainda estavam comestíveis.

May estava boquiaberta, tinha encontrado sua ancestral, azula, o ultimo Avatar conhecido, que sumira faziam mais de 9 milênios. Elas subiram a montanha, voltando para o antigo templo, enquanto o sol finalmente se punha.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.