Humanos viviam tão pouco que já estavam mortos quando Tyrshe conseguia fixar seus nomes. Mas dois deles sempre estavam com Iyrteran, e o interesse dela por seus favoritos o contaminara. O violinista era Tagore. Músico, poeta, escultor. Respirava arte em vez de ar. Visivelmente projetara o instrumento junto a Iyrteran, pois já sabia exatamente o que esperar do violino.

Tyrshe se surpreendeu com uma série de arcos tão rápidos quanto o golpe do aguilhão de um boiadeiro.

Dímere, a suavidade lenta da música seguinte parecia banir todas as arestas do mundo.

A prática o tornaria perfeito, se ainda não fosse.