AMARA MORREU!
Obrigada pela atenção
Ooii eu estou viva ♥ Nyah esta cortando minhas notas então tenho que escrever aqui...Bem estou com saudades,trouxe um capiih legal para vocês e espero que sejam bonzinhos comigo,pk não foi culpa minha o meu pc dar um treco do dia pra noite (alego que não havia pegado nele nas ultimas oito horas e que esta com eu pai,essa é a minha palavra final seu juiz).Bem quero conhecer vcs leitores que faz tempo que não vejo...Falem comigo ,digam aonde tenho que melhorar e o que te que continuar o mesmo (nada ,vc faz tudo errado Dindih).Bem sem mais enrolação vamos ao capiih e conversamos mais tarde

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Depois de minha mãe dar um chilique quando a mãe de Enzo chegou perto dela, nós viemos embora. O Sr.Jones tirou a memoria de meu pai e não me pergunte como, pois não entendi muito bem como. Com a minha mãe não foi tão tranquilo, ela ficava se debatendo e pedindo para ir embora. Agora sei a quem puxei essa rebeldia toda. Não sabia o que iria fazer também, depois do que minha mãe viu naquela noite e o fato de não terem conseguido apagar sua memória me deixava apreensiva. Harold dormiu como se nada tivesse acontecido o que eu achei anormal demais, pois pensei que ele iria chorar nos braços de Enzo. James acordou um tempo depois fraco e eu decidi que ele querendo ou não iria dormir na minha casa. E provavelmente meus pais concordariam. Enzo ficou com as costas fatiadas depois que ele tentou salvar Harold, o que me deixou preocupada apesar de ele ter pedido para eu não me preocupar. Sua mãe me acalmou, dizendo que cuidaria dele. Pelo que entendi, ela era uma espécie de enfermeira mágica. James me falou que o nome correto era Curandeira. Mas não adiantou muito.

Ele ainda era meu amigo, no fim das contas, e pude notar em seus olhos que ele estava hesitante sobre mim, como se nãos soubesse o que fazer ou como agir. Ou talvez ele estivesse querendo saber o que eu estava pensando sobre ele ser mago e sua família também. Mas eu estava tão exausta — e ainda em choque — que nem mesmo coloquei devida importância no fato de eles serem como eu, ou como minha avó e até como James. Eu estava rodeada de monstros e magos nos últimos dias, então já havia me esquecido de que existiam pessoas normais no mundo. E que Enzo fingiu ser uma dessas pessoas ao meu lado. Eu deveria ficar irritada, mas não estava.

– James. — Sacudi os seus cabelos negros que estão deitados em meu ombro — Vamos, reage. — Digo ainda o sacudindo.

– Amara... Você esta bem? — Perguntou ele, tocando meu rosto. Seus olhos estavam claramente preocupados, mas revirei os olhos. Uma maneira meio estupida que encontrei para acalmar sua preocupação em excesso.

– Melhor que você. Vem, se apoia em mim. — Falei pegando o seu braço e o levantando. Ele era pesado e meu pai logo percebeumeu esforço e veio ajudar.

– James não se deu muito bem com Enzo não foi? — Disse meu pai rindo e só então me lembrei que ele não se lembra de nada. Era um feitiço bem útil na verdade. Dei um sorriso amarelado. Pelo menos ele não pensou que James tinha pedido demais. O Sr. Jones percebeu que seria um problema se meu pai visse a parte destruída da casa e então nos direcionou para fora gentilmente.

– É. — Digo ainda séria. Era estranho como ele não se lembrava de nada, e você sim. De certo modo era angustiante ter que esconder coisas de meu pai, e antes de minha mãe também. E digamos que ela ainda não estava muito feliz com tudo aquilo.

Ajeitamos James no carro, minha mãe estrangulando o volante, deixando o nó dos dedos brancos. E então fomos para casa. Minha mãe subiu as escadas para aconchegar Harold em seu berço. Ela estava séria, o que me assustava e deixava meu pai confuso.

– Vamos coloca-lo no quarto de visitas. — Disse ele subindo as escadas.

– Amara, acho que seu pai consegue leva-lo sozinho. Preciso falar com você. — Minha mãe apareceu saindo do quarto de Harold, parando perto de nós. Dei uma olhada hesitante para James que assentiu de leve.

– Claro. — Mas estava tremendo com o que poderia vir pela frente. O que ela queria falar comigo?

Entro no seu quarto e, assim que passei pela porta, ela o trancou. Era um quarto simples e amplo. Mas minha atenção estava voltada para minha mãe.

– Abafe a nossa conversa.

– O que? — Perguntei e ela tocou em meu colar. Senti meu pescoço queimar, e então o quarto sumiu. Estávamos em outro lugar. A sala de minha avó, eu acho. E pude ver duas garotas, uma de doze e outra de dez. Eram muito parecidas. A mais velha sorria para a menor. Mas pude ver algo em seu pescoço. O meu medalhão. Ela estava usando-o. Agora que notei, ela se parecia bastante comigo. E seria um clone meu se eu ainda tivesse doze anos. Ela estava falando palavra estranhas para a pequena e eu as ouvi sair da boca de minha mãe. Lembrava um feitiço sendo ditado.

Quando minha mãe soltou o medalhão, ele parou de queimar. Estávamos novamente no quarto de meus pais. Aquilo era uma visão? Minha mãe me olhava em tom séria. Ela se sentou na cama, sem tirar seus olhos do meu.

– Vamos conversar. — Disse ela.

– Como você fez isso e quem eram aquelas garotas? — Perguntei, sem conseguir entender. Minha mãe... Ela...

– Eu peguei um pouco da minha magia que foi depositada nesse medalhão, Amara. As garotas que você viu são a sua tia e eu. — Falou minha mãe com voz serena, o que só em fez ficar mais confusa. Que tia? Eu não tinha nenhuma tia! Nunca a tinha visto e minha mãe nunca me falou sobre ela! Nem mesmo que ela existia.

– Como assim tia? — Voltei a perguntar, ainda de pé.

– O nome dela era Amelia. Ela tinha doze anos quando recebeu o medalhão de minha mãe, a sua avó, mas... Quando ela fez 15 anos algo muito forte a atacou e... — Ela não conseguia terminar, sua voz se tornou um pouco embargada de choro. E então eu soube o que aconteceu com minha tia Amelia aos 15 anos.

– Ela... Morreu? — Deduzi calmamente, tentando fazer com que a palavra “morreu” não ficasse muito forte. Minha mãe só mexeu a cabeça em concordância.

– E o medalhão passou pra mim. — Ela continuou. — Mas eu sabia os riscos. Eu sabia os perigos, e então pedi para sua avó tirar a minha magia de mim. Ela aceitou, claro, ela não podia me forçar ao contrário. Era escolha minha. Além disso, ela não queria perder mais uma filha. Porém ela não me alertou que se eu tirasse toda a minha magia eu esqueceria de Amelia. Minha irmã era a fonte mais poderosa de magia, era ela quem me ensinou. E quando eu vi você hoje... — Ela tocou suas mãos frias e tremulas em meu rosto e lagrimas saíram como uma tempestade de seus olhos. — Usando magia eu me lembrei. De tudo, tudo o que eu havia esquecido. A mesma expressão quando um mostro a atacava... — Ela parou por um momento, seus olhos vazios. Ela estava lembrando de Amelia agora? — E então... Tudo voltou... Menos a minha magia. Ela foi depositada no medalhão e ficou com sua avó todos esses anos até agora. Quando ela deu para você, e ela não sabe a idiotice que fez... Se não fosse James e Enzo você estaria morta! — Agora ela gritava. Dei um passo par trás assustada. — Ela me prometeu, que se a minha filha fosse guardiã ela não daria o medalhão até o seu ultimo suspiro, mas ela o deu para você! Na noite do seu aniversario!

– Ela morreria se não o tivesse feito. — Defendo minha avó. Claro, teria minlhões de monstros atrás dela e minha avó estava velha demais para se defender e defender o medalhão de quem diabos o que quisesse. — E ela quase morreu! Eu daria a minha vida a ela quantas vezes ela pedisse!

– Você não sabe o perigo que é carregar esse troço no pescoço Amara! — Minha mãe gritou. — Amanhã de manhã você ira devolve-lo! — Grita ela se dirigindo a porta.

–Você ainda vai mata-la! — Grito. Ela ainda me fitou, fez um gesto com a mão e senti que o feitiço para não nos escutarem tinha se quebrado ali mesmo. Quando ela saiu, me joguei no chão chorando tudo o que tinha para chorar.

Eu tinha que fazer algo. Não podia deixar minha avó em perigo, eu deveria fazer algo. Era minha responsabilidade, era eu quem deveria guarda-lo agora. Não era para ser assim? De acordo com o tempo, o medalhão era passado pelas garotas de minha família, foi o que eu pude notar. E ele era importante, muito importante. Quando isso começou eu não fazia ideia. Mas uma coisa agora eu tinha que fazer... Apagar a memória de minha mãe.

*

Esperei um pouco. E devia me acalmar. Limpei as lágrimas de meu rosto e olhei para a porta. E algo batia na minha mente: como eu iria fazer isso? Era algo que eu nunca tinha feito na vida. James não havia me ensinado isso ainda e...

James.

Ele tinha que me ajudar. Provavelmente ele saberia como fazer esse feitiço. Mas outra preocupação me tomou: como ele estava. Eu esperava que ele estivesse forças suficientes para me ajudar. Não queria exigir tanto dele, depois de ele ter me ajudado com aquele monstro na casa de Enzo ele deveria estar dormindo. Mas mesmo assim sai do meu quarto e vou até o de visitas. James estava dormindo no quarto, e confesso que ele era fofo dormindo. Seu cabelo estava completamente bagunçando e ele parecia bastante relaxado.

Comprimir os lábios.

– James. — Chamei-o, ele resmungou de leve. Bem, ele tinha um sono pesado e... — James! Você baba enquanto dorme!

Ele arregalou os olhos, sentando-se na cama. Ele me fitou confuso e então esfregou os olhos, um pouco cansado.

– Amara? O que foi? — Ele perguntou. — Você esta bem?

Tanta preocupação... Assenti para que se acalmasse. E então, era a hora do pedido.

– Estou. — Hesitei. — E- eu preciso de sua ajuda. Eu quero apagar a memoria de minha mãe. Ela quer que eu devolva o colar para minha avó.

– O que? Porque? — Ele voltou a perguntar. Eu tive que explicar tudo para ele e consequentemente lembrar todos os gritos dela em minha direção. — Eu não posso fazer isso. Não sozinho. Você vai ter que aprender o feitiço.

– Mas eu não sei! Caso você tenha perdido a memória, eu não sei quase nada de magia! E não sei se conseguiria aprendê-lo em uma noite!

Ele segurou o meu rosto me fazendo olhar para seus olhos. Seus olhos safiras. E por um momento eu havia me esquecido de tudo. Ele estava tão perto e...

– Amara, preste atenção. No que vou falar. E... Cuidado. Alguns feitiços são muito poderosos. Se repetir uma palavra errada, tem consequências. Como entrar em combustão, ou coisa do tipo. — Ele deu ênfase na última frase, me fazendo retomar o foco apesar de ficar mais assustada e nervosa. Ele começou a repetir palavras e frases estranhas, que eu nem conseguia entender e tampouco sabia o significado. Eu decorei em minha mente, e por um momento de total concentração eu repeti junto com ele.

Como não tinha sido queimada viva, de dentro para fora, eu acho que repeti certo.

– Como vamos fazer para atrai-la ate nós? — Perguntou ele.

Pensei por um momento.

– Eu vou chama-la e você espera perto da escada. Quando ela descer você começa o feitiço e eu acompanho.

Ele concordou, claro, ele não tinha uma ideia melhor. Corri nas escadas até onde minha mãe estava chamando-a. Convenci ela dizendo que devolveria o colar imediatamente a minha avó, e o senti quente contra minha pele. Ela sorriu num misto de alivio e orgulho. Ela me acompanhou até a porta, o que já tinha virado um costume seu fazer isso. Quando chegamos ao pé das escadas ela caminha em direçãoa porta. Senti a culpa invadindo meu peito quando ela não deu nem dois passos e James a agarrou, começando a entoar o feitiço. Eu o acompanhei, como tínhamos combinado.

Minha mãe pareceu perceber que feitiço era aquele, pois começou a se debater. Mas meu foco estava principalmente no feitiço e em James, não conseguia olha-la agora sem sentir a culpa dentro de mim crescer mais ainda. James se esgotava rapidamente, mas permaneceu firme ali, não me deixando sozinha. E eu agradeci mentalmente por isso. Não sei se conseguiria. Minha mãe tentava a todo custo fugir enquanto nossas mãos estavam em sua testa, como o Sr.Jones havia feito no meu pai. Senti quando minha mãe tocou o meu colar, fazendo-me queimar. Vi Amelia novamente e então eu senti. A morte dela. Uma mote dolorosa, lenta. A mesma morte que minha mãe assistiu de olhos arregalados e sem poder fazer nada. Todo meu corpo queimava e eu não sabia se era o efeito do medalhão ou porque eu tinha recitado uma letra errada. Meu peito parecia que ia se rasgar ao meio, era agoniante. Minha mente estava começando a nublar, tudo ficando turvo.

E então eu fui lançada, batendo fortemente minhas costas na parede. Gemidos involuntários sairam de meus lábios, minhas pernas se recusavam a ficar de pé. Meu pescoço parecia queimar. Mas eu tinha que ser forte agora. Não podia me encolher e chorar.

“Caminhando lentamente você consegue, Amara” Sussurro para mim mesma.

– James? — Chamei, e senti minha voz falhar.

– Conseguimos — Resmungou ele no chão. Provavelmente também tinha sido arremessado. Ele grunhiu, tentando se levantar também.

– Consegue coloca-la no sofá? — Perguntei me jogando ao seu lado, totalmente exausta.

– Não. — Ele grunhiu. — E você?

– Não consigo nem me colocar de pé! — Murmurei, encostando-me nele. — Será que ela pegou sua magia de volta ao tocar no colar?

– Provavelmente...

Me engatinho até minha mãe. Ela também parecia exausta, mas não tanto quanto nós. Coloquei minhas mãos em seu peito — mesmo sem saber o que eu pretendia fazer assim, somente estava seguindo meus instintos. Instintos que eu nem sabia que existiam ou que tinha. — Arfei baixinho. Era como se fossem várias cordinhas reluzentes. Luzes verdes iam saindo de seu peito, flutuando em direção a minha mão. Elas se enroscavam em meus dedo e eu podia sentir também tudo o que minha mãe havia passado. Alegrias junto com Amelia, aflição, e a dor novamente com a morte dela. Eram sentimentos mistos, que me deixavam sem reação. Mas vi que não poderia fazer muita coisa. Eram sentimentos antigos, já haviam ocorrido e não poderiam ser mudados. Eles se enroscaram pelo meu braço, lentamente, até chegar ao colar. E vou como se uma força extra tivesse me atingido. Todos aqueles sentimentos. Talvez dentro o colar não tivesse somente os da minha mãe. Poderia ter os das minhas outras antepassadas. A magia era algo muito mais poderosa do que pensei. Puxei minha mãe para o sofá, deitando-a. E então, pronto, já estou novamente esgotada. Me apoiei em James e ele fez o mesmo em mim.

– Eu te levo ao seu quarto — Falou ele.

– Não mesmo. — Respondi teimosa. Ele estava mais esgotado que eu, e ainda queria se passar com cavalheirismo? — Eu que vou te levar ao seu.

– Sou mais velho e mais poderoso. — Ele falou me fitando com os olhos estreitos. É, ele iria começar uma discussão.

– Não discuta comigo. — Disse, o empurrando de leve. Ele deu um olhar encrenqueiro em minha direção.

– Por que eu sempre ganho?

– Não. — Lhe dei um olhar superior, dando-lhe um sorriso vitorioso. — Mas porque eu sou a dona da casa, então eu mando.

Ele suspirou, considerando com a cabeça. Abri a porta do quarto de visitas e me certifiquei que James estava bem. Suspirei de leve.

– Viu eu...

Eu não consegui terminar de falar. Simplesmente cai na cama exausta. James me chamou, sua voz estava meio falha e apavorada. Somente pude perceber isso. E então veio a dor de Amelia novamente. E tudo ficou escuro.

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O.K se ouve algum erro me perdoem...Amo vocês de paixão e espero que sejam legais e compareçam ao interrogatório ao Juiz e digam a ele que foi culpa do meu pai Pleasse.Bjs no ♥ de vcs nos vemos qualquer hora.Me mander um MP se tiverem vergonha de comentar (eu sou assim) juro que vou ser a pessoa ais legal desse mundo e quem sabe a gente faz uma historia juntos?Sou muito legal mesmo gente serio, perguntem para a Anns e Paçoca (Paçoca me ama!Vai falar que sou perfeita, eu não acho ,mais to quase)

Anns-chan chega invadindo aqui na parada. ♥ Oi gente, que saudades! Desde o útlimo capiih né? =w=

(Paçoca: Tu é pft sim Dindih-chan!! Chega pro abraço! (>*u*)> <(*u*<) )

*Chuta uma pedrinha* Eu tava com saudades... Resolvi aparecer por aqui. Pra dizer que vcs podem comentar, favoritar, recomendar, mandar um MP pra nois — somos gente boa, eu garanto. Sou fofinha e meiga ♥ Dindih também, gente ^^ — E eu nem pude resistir, quem é semideus entende né? "Você baba enquanto dorme" e.e — Tá, okay. ♥ Bjinhos pra vcs *3* E podem chegar msm no MP ou nos comentários, agente não é agressivo não. ♥ Kissus, até o próximo capiih! :)