Até que a Morte nos Separe

4 Uma viagem sem programar


Logo que acordei, tomei um banho tão demorado que estava me sentindo um sapo de tão enrugado.

Sem tomar café da manhã, saí correndo em direção a casa da Hayley, não via a hora de encontrá-la e sabe de uma vez qual era o seu plano que não podia ser dito por telefone.

Logo que cheguei fiquei até meio sem jeito de tomar a campainha, pois eu como sempre ansioso, cheguei um pouco antes das seis, mais não podia mais esperar e chamei de uma vez.

_ Bom dia, será que a senhora poderia chamar a Hayley para mim?

A mãe dela como sempre muito educada foi chamá-la e voltou com um envelope na mão.

_ Brendon, a Hayley não dormiu em casa mais pediu que eu lhe entregasse esse envelope e ao contrário do que você deve estar pensando você não me acordou ela já me avisou que você viria bem cedo.

- Rimos.

_ Muito obrigado preciso ir.

_ Tenha um bom dia.

_ A senhora também.

Quando abri o envelope não entendi muito o que eu li:

Brendon,

As coisas estão começando a dar certo, preciso muito de você este fim de

semana, peque as chaves que estão no envelope e me encontre logo depois do

almoço na casa de praia da minha família, leve algumas roupas.

Beijos, Hayley.

Não pensei duas vezes corri pra casa, arrumei minhas coisas, peguei o carro da minha mãe e fui logo pra casa de praia sem almoçar mesmo.