Notas iniciais
Como prometido, aqui está o capítulo 11! Espero que gostem.
O capítulo 12 é o meu preferido ADOGO! AOPSKAOPSKPKS

E obrigada Orii pela recomendação! ATORON! AOSAPOSKPAOSK
bgs !

Gentemm só um aviso, não vou poder postar até sábado, vou viajar nesse feriado. Mas... vou levar meu note, então os capítulos estão garantidos ! DANADS!
AOSJASAOSIJ'

Ao acordar, Ikuto não estava mais lá. Não mais dormia junto á mim.

Encontrava-me sozinha na cama.

Enrolei-me no lençol e fui até o banheiro, onde peguei uma toalha e entrei no banho.

O banheiro estava úmido, Ikuto devia ter tomado banho pouco tempo atrás.

Ao sair do banho, troquei-me ali mesmo e fui até a cozinha, onde encontrei um bilhete em cima da mesa.

Era a letra de Ikuto, abri o pequeno pedaço de papel e o li.

- O que... – abaixei a cabeça e fechei os olhos fortemente, tentando não acreditar no que havia acabado de ler. – O que você pensa que está fazendo, Ikuto? – sussurrei para mim mesma.

Amassei o pequeno pedaço de papel e saí correndo de casa, escancarando a porta.

...

Flashback

“- Você... sempre foi minha.”

- Eu... prometo que, vou fazer você feliz.”

“- Sabe, quando eu estou com você, eu me sinto... completo.”

Flashback off

...

Você não entende, Ikuto? – gritava em meus pensamentos.

-

Chegando em frente à casa de Ikuto, bati na porta fortemente, a mãe dele veio atender.

- Onde está o Ikuto? – Perguntei, quase gritando.

- Ikuto-san? Não o vejo há dias, o que aconteceu com meu filho? – Perguntou, parecia perturbada.

Ignorei-a completamente e entrei correndo na casa, escancarando a porta do quarto do Ikuto.

Ninguém estava lá... nem Yoru, nem Ikuto... Ninguém.

Saí da casa correndo, procurei em todos os lugares que ele poderia estar. Mas infelizmente... nada.

Sentei-me no banco da praça onde Ikuto costumava tocar violino e apoiei o rosto nas mãos.

- Onde você se meteu, Ikuto? – minha voz estava falhada. – Poderia ser que... – um flash passou por meus pensamentos.

Levantei-me repentinamente.

Era isso... Easter.

- Malditos sejam! – amaldiçoei.

Não podia fazer nada a não ser ir até a Easter e resolver esse assunto eu mesma.

Chegando às portas da Easter, fiz chara change com a Ran, pulando até o terraço. Agora... Iria descendo o prédio, ao invés de subir... assim, seria mais difícil de me notarem.

Fui andando vagarosamente pelos corredores, sem fazer barulhos. Sempre que aparecia alguém, tratava de me esconder.

Fui abrindo as portas que me pareciam suspeitas. Passei pelo 10º, 9º, 8º andar, Ikuto não estava em nenhum deles. Ainda restavam sete andares.

Tentei abrir uma porta no final do sétimo andar, mas estava trancada.

- Estranho... todas as outras estavam abertas. – Falei para mim mesma.

Sim, devia ser nessa porta... tinha que ser nessa porta. Não me restava muito tempo, tinha que fazer isso logo.

Peguei um grampo de meu cabelo e destranquei a porta.

Por um acaso agora estava virando uma gangster?

Pode ser... mas isso pouco importava, a prioridade agora... era salvar Ikuto.

- Tsukiyomi Ikuto? Sim senhor. O plano está ocorrendo perfeitamente como planejado. – Ouvi uma voz feminina aproximando-se. Provavelmente, estava falando ao telefone.

Tratei de abrir logo aquela porta e esconder-me lá dentro. Era uma saleta escura, com algumas máquinas estranhas, computadores e fios esparramados pelo chão. Parecia aquelas salas de cientistas malucos que a gente vê nos filmes, vai saber...

Surpreendi-me ao ver o violino de Ikuto dentro de um tubo de vidro redondo, preso ás máquinas.

De uma coisa eu tinha certeza, estava no caminho certo. Peguei um molho de chaves que estava preso à parede,com certeza seria de muita utilidade.

Apressei-me e segui em frente, alguns corredores eram visíveis através daquela sala.

Corri sem fazer barulho... era possível que alguém da Easter estivesse por trás daquelas portas.

Haviam três portas no final do corredor central.

Andei até a primeira e a abri com uma das chaves. Tinha somente um quarto vazio...

Apavorei-me ao abrir a segunda porta. Uma energia horrível saiu de lá, uma máquina cheia de Batsu-Tamas encontrava-se no final da sala.

Quanta maldade... colocar um X no coração das pessoas. Isso era imperdoável!

Não podia purificá-los agora, faria muito barulho, poderiam me perceber. Faria isso mais tarde.

Saí de tal sala e escutei um barulho vindo da terceira porta. Encostei meu ouvido em tal para saber do que se tratava. A porta de ferro era muito grossa, por isso mal podia escutar o que se passava lá dentro.

“- Desobedecer seu pai e tentar... besteira... acontecer... sua namoradinha... Ikuto...” – foi o que consegui ouvir.

- Bingo! – Falei mentalmente. – Como pensei, Ikuto está nessa sala. Mas há alguém falando com ele.

Pensava, tentando achar uma solução. Provavelmente, quem estava falando com Ikuto era seu padrasto.

Tinha que achar uma maneira de nos tirar dali, sem que nos percebessem.

Ouvi aqueles mesmos passos de antes vindo em minha direção, aquela mulher nojenta...

Subi para o sistema de ventilação rapidamente e fiquei espiando pela pequena grade o que acontecia lá embaixo.

A mulher passou por baixo de mim e abriu a porta do local onde supostamente Ikuto estava.

- Diretor, os preparativos estão prontos. – ouvi a mulher falar.

- Ótimo! – Falou o homem. – Teremos que usar você um pouquinho, Ikuto.

Quando os três saíram da saleta, pude confirmar. Sim, era Ikuto, seu padrasto e aquela cientista maluca que trabalhava pra Easter.

Os segui pelo sistema de ventilação até chegarem ao final do 7º andar e entrarem no elevador, o padrasto de Ikuto não entrou no elevador, apenas entrou em uma sala do corredor.

Saltei para o corredor e fiquei observando em que andar o elevador pararia.

- Beleza, 1º andar. – Falei baixinho.

Eles estavam indo para algum lugar fora da Easter.

Desci correndo pelas escadas e desfiz o chara change quando cheguei lá embaixo.

Avistei os dois esperando na calçada até chegar um carro preto para levá-los dali.

Estendi a mão na beira da calçada, chamando um táxi.

- Siga aquele carro! – Falei ao taxista ao sentar-me no banco do taxi.

Ficamos um bom tempo seguindo-os. Eles se afastaram bastante da cidade e pararam o carro numa rua deserta.

Esperei eles saírem do carro para sair depois. Ikuto estava com aquela mulher e mais dois homens.

Paguei o taxista e saí do carro, seguindo-os silenciosamente. Já estava noite e difícil de enxergar.

Isso se tornara uma vantagem pra mim. Mesmo que descobrissem a minha presença, seria fácil me esconder.

Os três carregaram Ikuto até um depósito abandonado. Adentrei o local cautelosamente, não podia ser descoberta, não agora.

- Ikuto-kun, está preparado? – perguntou a mulher, com voz de deboche.

Observava a cena escondida atrás de um latão.

Ikuto apenas permaneceu calado, ignorando-a.

- Não me ignore, pirralho! – revoltou-se, levantando a mão para Ikuto.

- Heh... O que pensa que vai fazer? – Falou Ikuto, olhando debochado para sua mão estendida.

A mulher não hesitou em desferir um tapa para acertar o rosto de Ikuto, sem sussesso.

Ikuto segurava seu pulso fortemente.

- Solte-me! AGORA! – Ordenou a mulher. – Sabe o que vai acontecer com sua namoradinha se desobedecer às ordens da Easter, não é?

Ikuto arregalou os olhos, soltando a o pulso da mulher.

- Bom menino. – Debochou. – É bom que saiba... vou repetir, para que não se esqueça: Há dois agentes da Easter monitorando a casa dela à dois dias e... se por um acaso, você cometer algum erro, sua namoradinha sofrerá as conseqüências.

- Tsc! – Ikuto cerrou os dentes.

Então aquela presença na noite em que eu saí para a loja de conveniência era... Como eu não percebi antes? — Pensei, fechando minha mão fortemente.

Um dos homens empurrou Ikuto contra a parede, que caiu sentado no chão.

- MAS QUE DROGA, IKUTO! – Manifestei-me repentinamente.

Notas finais
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