Notas iniciais
Oie pessoal!! o... esse é o nono capitulo da fic, espero que tenham gostado.. opa.. perai.. podem guardar as armas.. @___@ *sai correndo*
Nesse capitulo: Teremos mais uma morte. Anderson ouviram coisas que preferia não ouvir detrás da porta.. xD~~~~
Avisos: Essa fic é de tema Slash, relacionamento entre homens, se não gosta, por favor não leia.

Tempo de Tocar


John fez sua mala e quando perguntou a Sherlock se ele não faria a sua, seu amigo disse veementemente que não precisaria de nada, pois ele resolveria o caso rápido como sempre. John era um homem prevenido e sabia que imprevistos sempre aconteciam. Como não estava a fim de ter fantasias com Sherlock usando suas roupas, ele aproveitou que seu amigo estava ao telefone com Lestrade e foi até o quarto do moreno sem ele ver e foi em direção ao guarda roupas. Diferentemente das outras coisas, o guarda roupas de Sherlock era impecavelmente arrumando, John riu. O loiro pegou uma camisa azul e uma calça preta e ia saindo quando se lembrou da roupa de baixo. O loiro mordeu os lábios se sentindo nervoso só de pensar em abrir a gaveta das roupas de baixo de Sherlock; o moreno não iria gostar com certeza. John voltou e ficou olhando para a gaveta com a sensação de que ele iria se arrepender disso brevemente.


Antes que perdesse a coragem, ele abriu a gaveta, pegou a primeira boxer que viu e colocou dentro da sua mala junto com as outras peças de roupa. John olhou para sua própria mão como se ela estivesse queimando, pensando que a segundos atrás estava com uma cueca de Sherlock na mão. Ele balançou a cabeça tentando se livrar de certas imagens mentais e antes de ir para sala ele foi ao banheiro e lavou bem as mão, para não querer cheirá-las.


Quando chegou a sala viu que Sherlock ainda estava ao telefone com Lestrade; ele suspirou aliviado ao constatar que seu amigo não tinha percebido sua incursão sem permissão ao seu quarto.


Sherlock desligou o telefone e John tentou parecer normal; Ele não tinha feito nada de errado, bom, tecnicamente não, mas se invadir o quarto das pessoas e meter a mãos nas roupas de baixo era nada de errado, então está tudo bem. Sherlock o olhava e o loiro engoliu em seco.


– Quer um chá? – John perguntou, seu amigo o olhou.


– Eu disse que não iria precisar de roupas John. – O moreno pegou seu violino e começou a tocar.


John soltou a respiração; Sherlock aparentemente não tinha ficado com raiva. Seu amigo tinha parado de tocar e o olhou.


– Você mexeu nas minhas gavetas?


– Eu... – John começou a entrar em pânico.


– Responda! – Sherlock se aproximou um pouco.


– Ah... – John forçava a memória tentando lembrar a gaveta exata que ele tinha aberto. – A primeiradaesquerdaparadireita. – Ele disse num único fôlego.


Sherlock pareceu ponderar por alguns segundos sobre sua resposta.


– Mais nenhuma? – Sherlock foi enfático.


– Não só essa. – John respondeu confuso.


– Como sabia que essa era a gaveta das minhas roupas de baixo? – John ficou vermelho.


– Eu não sabia, foi na sorte. – Ele sabia que ia se arrepender.


– Então se não fosse essa gaveta você teria aberto as outras? – Sherlock perguntou se aproximando mais de John que estava sentando na poltrona.


– Provavelmente. – John disse incerto.


Sherlock cerrou os olhos, colocou o violino em cima da mesa e se aproximou mais de John até ficar de frente ao loiro na poltrona. O moreno se abaixou colocando as mãos nos braços da poltrona e encarou John; seus olhos o perscrutando, varrendo sua alma com os olhos.


– Nunca mais faça isso, nunca mais mexa nas minhas coisas sem a minha permissão. Entendeu John?


John balançou a cabeça concordando, pois ele não confiava em sua voz.


– Bom. – Sherlock se afastou do sofá voltou a pegar seu violino e antes de começar a tocar ele olhou de novo para John que ainda estava grudado ao encosto da poltrona. – Espero que não tenha bagunçado a gaveta, a senhora Hudson não gosta.


– Espere! a senhora Hudson é quem arruma as suas gavetas? – John tinha recobrado a fala.


– Todas as gavetas não, essa gaveta especificamente! Ela vivia reclamando que ficava bagunçada e eu disse que se isso a incomodava que ela mesma arrumasse. Não tenho tempo para coisas triviais como manter em ordem uma gaveta com roupas de baixo. – Sherlock começou a tocar alguma peça aleatória que John não soube identificar qual era, só sabia que era de Bach.


Um taxi buzinou lá em baixo, Sherlock parou de tocar e colocou seu violino em cima do sofá dirigiu-se para a porta.


– Tranque a porta John! – Sherlock saiu sem esperar por ele enrolando seu cachecol no pescoço.


John suspirou e pegou suas coisas; deixou um bilhete em cima da mesa para que a senhora Hudson não ficasse preocupada com o paradeiro deles, trancou a porta, desceu a escada e entrou no táxi. Assim que entrou no veiculo falou o endereço ao motorista, encostou a cabeça na janela do carro e fechou os olhos, ele se sentia tão cansado.


– John. – o loiro escutou a voz de Sherlock o chamando, ele suspirou.


– Hmmm.


– Sobre o que eu estava tocando, você estava certo. Era Bach e sobre qual peça, era concerto para violino em Mi Maior, só para esclarecer.


– Eu não perguntei nada Sherlock, e pare de ler minha mente.


– John você está sendo absurdo, isso não existe. – Sherlock disse revirando os olhos. – Eu não entendo como as pessoas não reconhecem a boa música.


– Oh desculpe não ter o gosto tão refinado como você. – John só queria ir para sua cama e desmaiar, mas aquela noite parecia que ia ser longa.


– Não se preocupe, todos são obtusos com relação à boa musica. – Sherlock comentou como quem não quer nada.


– Isso era para eu me sentir melhor? – John se virou para seu amigo.


– Hum.. não. Mas pelo menos você sabia de quem era a musica. – Sherlock sorriu para ele. – Você não está de todo perdido.


John suspirou, ia noite muito longa mesmo.


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Os dois conseguiram pegar o último trem que saia de Londres para Salisbury, a cidade no qual tinha acontecido o assassinato. A viagem iria durar mais ou menos uma hora e meia. Como John estava cansado e com fome, deixou Sherlock sentando na cabine em seu “palácio mental” e foi em direção ao vagão restaurante pegar algo para comer. pois Lembrou-se de que após ter deixado a clínica naquele dia só estava com uma xícara de chá no estômago. Chegando ao vagão restaurante John pôde perceber que não era o único com fome, o local estava com um número considerável de pessoas.


Ele pediu chá e biscoitos, sentou-se em uma cadeira e começou a comer. Ele devia ter ligado para seus pais, ele olhou para o relógio já era muito tarde. Isso era uma desculpa ele sabia, mas não conseguia fazer isso, algo tão simples como uma ligação. Apesar de Sherlock dizer que não tinha culpa na morte da irmã, o peso ainda apertava seu coração.


Uma mão invisível estava sempre ali, sempre presente lhe lembrando que se tivesse sido mais presente, ou mais cuidadoso talvez ela estivesse viva e seus pais não estaria se sentindo mortos por dentro.


John suspirou. Ele jogou tudo o que estava sentindo para o fundo da sua mente, terminou de comer e pediu chá para levar. Quando estava pagando ele sentia aquela sensação entranha atrás de seu pescoço na nuca de quando estava sendo observado. Ele olhou para trás mas não viu nada estranho ou fora do lugar. Será que ele estava ficando destreinado? Se fosse em sua época de exército a essa hora ele poderia estar morto por sua falta de atenção.


Quando chegou a sua cabine Sherlock ainda estava na mesma posição que o tinha deixado, sentado em sua posição de meditação. Ele estendeu o copo com chá na direção de Sherlock e esperou o chá fazer o seu milagre.


Em alguns segundos Sherlock abriu os olhos e olhou para o copo com chá, o moreno estendeu a mão e pegou o copo das mãos de John. O loiro sorriu, Sherlock quase nunca comia, mas nunca recusava chá. O moreno levou o copo aos lábios e provou do chá, mas cuspiu logo em seguida.


– Está querendo me envenenar John? Isso está horrível! – John piscou e pegou o copo com chá das mãos de Sherlock e bebeu para experimentar.


– Não está tão ruim assim Sherlock. — John disse se sentando ao lado do moreno.


– Não está tão ruim? – Sherlock perguntou indignado. – A temperatura está errada, a quantidade de erva está menor, a marca do leite não é a que eu gosto, só tem um torrão de açúcar e eu detesto tomar nesses copos descartáveis.


John o olhou e abriu a boca para protestar, mas o moreno fechou os olhos e voltou para sua meditação. O loiro respirou fundo e encostou a cabeça no encosto do banco e fechou os olhos também.


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– John... John acorde! – Sherlock chamando seu nome.


– Hummm... – Quando John abriu os olhos a primeira coisa que percebeu foi que estava com a cabeça encostada no ombro de Sherlock. – Oh... – O loiro concertou a postura e olhou sem graça para o amigo. – Desculpe.


– Espero que não tenha babado no meu casaco. – Sherlock se levantou. – Vamos a próxima estação é a nossa.


– Eu não babo. – John reclamou indignado se levantando e seguindo o moreno pelo trem.


– Só quando bebe. – Sherlock disse sorrindo.


– Quando bebo? Como sabe disso? – Sherlock não respondeu e já estava na porta de saída quando o trem parou.


Sherlock e John desembarcaram na estação e foram recepcionados por Lestrade, Anderson e Donovan.


– Obrigado por terem vindo. – Lestrade comentou quando eles estavam dentro do carro indo em direção à cena do crime.


– Tem certeza de que é nosso homem bomba, Lestrade? – John perguntou depois de um tempo, ele se sentia desconfortável entre Sherlock e Anderson no banco de trás do carro.


Lestrade desviou os olhos da pista e olhou para John.


– Sim creio que seja. Pelo menos tudo indica que sim por isso que vocês estão aqui para que tenhamos certeza.


– Onde foi o crime? – John estava começando a se sentir sufocado dentro do carro, Anderson estava muito perto.


– Catedral de Salisbury. – Lestrade respondeu olhando pelo retrovisor.


– Está calado aberração! – Donovan comentou olhando para o banco de trás na direção de Sherlock.


– Estou tentando não respirar, tenho receio de que a estupidez de vocês pegue pelo ar. – O moreno respondeu sem tirar os olhos da paisagem.


– Mas que desaforo!


– Parem, e Donovan foi você quem começou! – Lestrade tentava apaziguar os ânimos.


– Mas eu... – Donovan tentou se defender.


– Não Sally. – O inspetor suspirou cansado, a sargento não disse mais nada, mas reparou no sorriso que Sherlock tinha nos lábios. Aquilo a estava matando de raiva.


O percurso até a catedral transcorreu sem maiores incidentes. Lestrade mostrou a cena do crime para Sherlock e John estava olhando para o corpo do homem no chão. Ele tinha uma tatuagem ou queimadura na panturrilha esquerda, parecia que era uma letra... John tentava identificar quando sentiu Sherlock do seu lado.


– É um “S” John.


– “S”? – John inclinou a cabeça para o lado tentando ler. A marca na perna parecia recente e o corpo da vitima estava com parte da coxa direita desfigurada; havia sangue para todos os lados da catedral. O corpo tinha sido encontrado no altar. O cheiro no local estava insuportável. – Que cheiro é esse?


– Isso é cheiro de pólvora negra. – Sherlock se aproximou do corpo e começou a observar.


– Pólvora negra? – John perguntou, ele tentou chegar mais perto do corpo, mas o cheiro estava começando a embrulhar seu estômago.


– Sim, salitre, enxofre e carvão vegetal.– Sherlock levantou e seus olhos observavam tudo.


– Não estou familiarizado com esse tipo de pólvora. – John comentou.


– A pólvora negra gera muita fumaça e resíduos, por isso o cheiro. É um combinado relativamente estável e de fácil manuseio, dependendo da granulação da pólvora se obtém diferentes velocidades de queima. Mas como pode ver pouco eficiente. – Sherlock comentou com desdém.


– Pouco eficiente? Aquele homem está morto, para mim isso é muito eficiente. – John apontou para o homem morto atrás deles.


– Mas deixa evidências John, pelo cheiro e as marcas no corpo posso identificar onde essa pólvora foi refinada, ou qual vegetal foi usado, fácil... fácil demais.


Sherlock olhou mais uma vez o local, como ele conseguia enxergar naquele escuro John não sabia dizer, mas o descontentamento do detetive consultor era evidente para o loiro, algo o estava irritando e muito. O moreno parou de andar pelo local e se aproximou de Lestrade.


– Isso é uma imitação. – Sherlock tirou as luvas que estava usando.


– Imitação? – Lestrade perguntou sem entender.


– Sim, a pessoa que fez isso usou pólvora negra, o homem bomba nunca usaria esse tipo de pólvora por ser pouco eficiente e todos os ferimentos foram post mortem e a vítima foi morta por um tiro na nuca. Vamos embora John, não temos mais nada para fazer aqui.


Imitação? Por que alguém faria isso? John pensava.


– Sherlock precisamos descobrir quem fez isso! Se não foi o homem bomba foi outra pessoa – Lestrade disse ao moreno.


– Isso é seu trabalho e além do mais isso é chato. Vamos John.


– Sherlock já passa da uma hora da manha, não tem mais trem para Londres há essa hora. Temos que encontrar um hotel para ficar. – John disse cansado.


– Os hotéis da cidade estão todos lotados, mas podemos conseguir um quarto para vocês no nosso hotel. – O inspetor se aproximou dos dois amigos. – Claro se vocês nos ajudarem.


– Isso é chantagem Lestrade! – O moreno o acusou.


– Eu chamo isso de barganha. – Lestrade sorriu.


– Prefiro ficar na rua. – Sherlock comentou irritado.


John suspirou cansando, ele tinha trabalhado o dia todo na clínica, tinha sido arrastado para aquela cidade, já era de madrugada e aparentemente não tinham lugar para ficar. Ele foi em direção a Sherlock e o arrastou para a cena do crime.


– John o que está fazendo? – Sherlock olhou para John que o estava arrastando pelo braço.


– Estou morto de cansado, trabalhei o dia todo, diferente de você eu preciso dormir. Então você vai descobrir quem foi o filho da mãe que fez isso para podermos descansar. – O loiro saiu puxando Sherlock pelo braço.


Lestrade riu da cena, eles definidamente pareciam um casal.


John parou do lado do corpo junto com Sherlock, Anderson agora fazia sua própria análise do corpo.


– Então? – John perguntou.


– Vou pegar amostras. – Sherlock disse pensativo. – Vou precisar de um laboratório Lestrade. – O moreno disse para o Inspetor.


– Eu ainda não terminei aqui. – Anderson reclamou. Sherlock o olhou, John colocou as mãos sobre o rosto. O moreno abriu a boca para responder, mas o loiro foi mais rápido e o pegou pelo braço.


– Você tem que pegar amostras, lembra? – Sherlock o olhou com os olhos semi cerrados e fez bico. John pegou duas luvas e uma placa de petri e os entregou a Sherlock.


– Tem algo que eu possa fazer para ajudar? – John precisava fazer alguma coisa, pois caso contrário iria cair de sono.


– Sim anote. – Sherlock pediu várias coisas, mas varias delas só poderiam ser conseguidas de manha.


John conversou com várias pessoas que estavam próximas a catedral na hora do crime, todas elas já tinham sido interrogadas pela polícia, mas Sherlock insistia que John devia conversar com elas, e observar e ver a reação delas e anotar tudo. John estava conversando com a sexta pessoa quando sentiu alguém tocar seu braço.


– O senhor está bem? – O tom da pessoa era preocupado. – John piscou os olhos forçando as vistas, será que tinha cochilado?


– Oh, eu... eu estou bem, você pode ir agora. – John dispensou o rapaz que olhava para trás na direção de John com olhar preocupado.


O loiro encostou-se a uma parede e fechou os olhos, Oh Deus ele se sentia tão cansado o que não daria por uma cama agora. Quando abriu os olhos viu uma sombra suspeita na esquina um pouco afastada da cena do crime, a pessoa estava debaixo de um poste cuja a lâmpada estava quebrado, era alto, usava um longo casaco e um chapéu estranho.


John tentou achar Sherlock com os olhos, ele o viu a uns metros não teria como chamar a atenção do amigo sem alarmar o suspeito sob as sombras. John tirou o revolver do cós da calça e tentou se aproximar da forma mais sorrateira que conseguia na direção do homem sem que ele percebesse.


O loiro deu a volta no quarteirão para pegar o homem desprevenido. Mas quando se aproximou do poste o homem não estava mais lá, John olhou em todas as direções procurando por ele. O loiro já estava desistindo quando escutou sons estranhos e abafados, pareciam sons de pessoas que estavam brigando, e quando foi na direção dos sons viu que o homem que estava sob as sombras agora a pouco estava brigando um homem alto e magro.


John sentiu o sangue gelar nas veias quando reconheceu que era Sherlock que estava brigando com o homem. O suspeito estava com uma faca nas mãos e tentava acertar Sherlock, o homem ao derrubar seu amigo no chão pareceu acertar-lhe o ombro com a faca, seu amigo rolou no chão gemido de dor.


O homem puxou Sherlock do chão pela frente do casaco e colou a faca em seu pescoço, John ficou em posição e apontou a arma para o homem.


– Solta ele se não eu atiro! – John gritou. Tanto o homem quanto Sherlock olharam para ele. O homem colocou o moreno na sua frente e apertou a faca na garganta de Sherlock, John podia ver um filete de sangue descer pelo pescoço do amigo.


– Solte a arma, caso contrário seu amiguinho aqui não vai ter mais onde usar o cachecol preferido dele.


John mirou na cabeça do homem, e destravou a arma para atirar.


– Vamos solte-o! – John gritou de novo.


– Seu amigo vai perder a cabeça, não se importa? – O homem riu com escárnio. – Não é o que dizem.


– Atire John! – Sherlock disse com a voz estrangulada.


John avaliou a situação, a posição do corpo de Sherlock em relação ao do homem, avaliou os riscos e por fim mirou no olho esquerdo homem, e ia apertar o gatilho quando ouviu a voz de Sherlock.


– Não atire para matar, precisamos interrogá-lo!


– Como? – John perguntou confuso.


– Ei maricas, sou eu que estou com a faca no seu pescoço! – O homem apertou mais a faca.


John não esperou mais, ele deu dois tiros, um no ombro esquerdo e o outro na coxa direita do homem, o segundo tiro passou a milímetros da perna de Sherlock. O homem soltou a faca e caiu no chão urrando de dor. Sherlock caiu no chão respirando com dificuldade e ele levou a mão ao pescoço.


John se aproximou, chutou a faca para longe e apontou a arma para o homem.


– Não se mexa ou vou atirar em um local que os médicos que pegarem você não vão conseguir fazer nada. – John olhou para Sherlock. – Você está bem? – O moreno fez um gesto de positivo com o polegar.


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Depois de duas horas do incidente John estava preenchendo algumas papeladas, o homem que eles encontraram tido sido levado ao hospital e eles tinham que esperar algumas horas até poderem interrogar o sujeito. John estava sentado em uma cadeira na cena do crime e Sherlock estava olhando algo no microscópio.


Seu amigo tinha a expressão concentrada, seu pescoço estava com uma mancha de sangue seco, ele tinha se recusado a ser examinado por algum médico. John sentiu os olhos pesarem e acordou com uma mão em seu ombro.


– Vamos John, por enquanto acabamos. Voltamos mais tarde. – Sherlock disse e foi andando na frente. John olhou para o relógio.


– Quatro da manha? Oh Deus! Eu volto a trabalhar as oito. – Ele gemeu frustrado.


Eles foram para o hotel, John estava fazendo o check in e Sherlock conversava com Lestrade.


– Quero um quarto. – John pediu. – A reserva deve estar em nome da Scotland Yard.


– Ah sim. Eu só tenho quarto de solteiro com um beliche, será que seu namorado não vai se importar? – O rapaz da recepção disse olhando para o moreno. John pensou em protestar, mas ele estava muito cansado e com sono para isso.


– Não tem problema. – John disse e o rapaz entregou a chave. – Obrigado! Vamos Sherlock! – O moreno parou de conversar com o inspetor e seguiu John.


Quando entraram no quarto, seu amigo parou no meio do ambiente e viu os beliches.


– Beliches John? Sério? – Sherlock perguntou e seu tom dizia que aquilo era pura heresia.


– E fique feliz, era isso ou a calçada lá fora. – John viu Sherlock suspirar.


Sherlock tinha tirado o casado e o loiro percebeu que o amigo tinha a camisa molhada de sangue nas costas.


– Você precisa ir ao médico Sherlock – John disse vendo preocupado com a quantidade de sangue.


– Eu tenho meu médico aqui comigo. Pode consertar isso?


Sherlock tentou abrir os botões da blusa que vestia, mas John percebeu que ele sentia dor.


– Deixa que eu faço isso. – Sherlock o olhava nos olhos, o loiro abaixou os olhos não conseguindo sustentar o olhar, ele desabotoava a blusa roxa que Sherlock estava usando de forma lenta saboreando a sensação de tirar a blusa de seu amigo, aquilo estava sendo a coisa mais sensual que tinha feito na vida.


John foi para as costas do moreno para tirar a blusa sem causar muita dor, o corte no ombro era feio, mas teria sido pior sem não fosse o casaco de Sherlock. A camisa roxa tinha sido rasgada pela faca e estava cheia de sangue, Sherlock não poderia mais usá-la. John a colocou dentro de um saco plástico com pesar e voltou a atenção para os ferimentos do amigo.


– Quer que eu me sente? – Sherlock perguntou. – Já que sou mais alto.


– Obrigado. – John disse a contra gosto. Sherlock sentou em uma cadeira, o loiro pegou sua mala; sorte ele na maioria das vezes levar seu kit medico com ele e tirou dela o que ele ia precisar para dar um jeito no ferimento do amigo.


– Essa imitação de hoje, não foi acidental John, alguém nos queria longe de Londres. – Sherlock disse e tremeu quando John começou a limpar os ferimentos.


– Por que Sherlock? Quem iria querer que ficássemos longe da Londres? – John limpava o ferimento seu amigo que gemia.


– Tenho certeza que eu estou próximo John.. aii.. – Sherlock reclamou. – Muito próximo. Ele está me testando. – Sherlock sorriu.


Depois de alguns minutos e muitos resmungos do amigo, John conseguiu fazer um curativo no ombro de Sherlock, e colocou também um curativo no pescoço que tinha um pequeno corte que não era profundo, mas que tinha sangrado de forma considerável.


John tinha terminado e ficou algum tempo observando o ombro e as costas de Sherlock, sua pele era tão clara, sardas podiam ser vistas aqui e ali, John sentiu uma vontade louca de beijar cada uma.


John percebeu algumas cicatrizes na pele de Sherlock, marcas que pareciam com...


– Terminou? – o moreno perguntou, John se assustou com a voz do amigo. – Está frio para ficar sem camisa.


– Oh, desculpe Sherlock. – John sorriu.


– Qual motivo do sorriso? – Sherlock perguntou.


– Eu estava certo! – John colocou as mãos sobre a cintura.


– Sobre....


– As roupas. – John tinha um sorriso brilhante.


– Oh isso. É ponto para você! – Sherlock entrou no banheiro e John podia ouvir barulho do chuveiro. John balançou a cabeça.


Ele pegou seu net book dentro da mala e entrou na internet, desde a morte sua irmã ele não tinha atualizado seu blogger. Foi reconfortante ler as mensagens de solidariedade dos leitores que ficaram sabendo do caso.


Ele agradeceu a todos e estava atualizando os casos quando ele ouviu o chuveiro ser desligado e a porta do banheiro ser aberta. Ele não levantou a cabeça e continuou a digitar.


– Minhas roupas John.


– Na mala Sherlock. – John ria de um comentário. Ele pode ouvir seu amigo dar um longo suspiro e jogar a mala quase em cima das suas pernas.


Depois de alguns minutos e resmungos de Sherlock dizendo que a organização da mala de John era ineficiente ele aparentemente tinha achado suas coisas.


– Estranho... não lembro da minha mãe ter comprado uma dessas para mim.


John levantou a cabeça e arregalou os olhos.


– Sherlock!!! Essa cueca é minha!!! Ohh por Deus homem!!! – John gemeu frustrado.


– Hum.. bem que eu vi estava um pouco folgada na cintura, mas bem confortável. – Sherlock olhava para a cueca que usava.


– Ohh o que vou usar agora! – John encostou a cabeça na parede e parecia que ia ter um troço.


– Você tem três opções. – Sherlock disse.


– Ah é? E quais são? – John perguntou cruzando os braços sobre o peito.


– Opção um: Usar a cueca que trouxe para mim.


– Não, sem chance. – John não iria querer dormir sabendo que estava usando a cueca de Sherlock, aquilo não iria deixá-lo dormir.


– Opção dois: Não usar cueca. – Sherlock sorriu. John ficou vermelho.


– De jeito nenhum, eu não conseguiria sair na rua. – John balançou a cabeça com veemência.


– Qual problema? Só eu saberia que não estaria usando nada por baixo das calças.


John começou a sentir que o oxigênio do quarto tinha diminuído e estava tendo dificuldades de respirar.


– Qual... qu..a..qual é a minha terceira opção? – John perguntou gaguejando.


– Terceira opção: Eu posso tirar a sua cueca e te entregar. – Sherlock disse colocando os dedos sobre o cós da cueca. – Então? Qual vai ser?


John sentia que começava a hiper ventilar, sua respiração ficando irregular, suas mãos transpiravam. Ele respirou fundo estava cansado desses joguinhos do seu amigo, dele usá-lo como algum experimento ou por pura curiosidade, dois podiam jogar o mesmo jogo. Ele só esperava não se arrepender depois.


– Eu quero a minha cueca de volta. – John disse engolindo em seco. Sherlock o olhou e o loiro pode ver surpresa naqueles olhos azuis.


– Vai querer a cueca? Tem certeza? – Sherlock tinha um quê de diversão na voz.


– Sim eu quero! – John disse e esperou a reação de Sherlock. Seu amigo deu de ombros e começou a tirar a cueca, mas foi interrompido pela voz de voz.


– Não, deixa que eu faço isso. – John colocou o net book em cima da cama e se levantou e parou a frente do moreno.


Sherlock era vários centímetros mais alto que John, seus olhos só chegavam a altura do tórax do moreno, John levantou os olhos para encontrar os olhos azuis de Sherlock, eles estavam brilhantes, John pode ler: incredulidade e diversão naqueles olhos azuis. Seu amigo não acreditava que ele teria coragem. Ohh ele estava tão enganado.


John se aproximou até ficar bem próximo ao moreno, Sherlock estava vestido só com a sua cueca, seu cabelo molhado, seus cachos sobre os olhos, alguns pingos de água desciam por seu abdômen indo parar no cós da cueca.


O loiro respirou fundo e sem tirar os olhos de Sherlock ele levou as mãos ao cós da cueca que seu amigo estava vestido. John pode sentir o moreno prender a respiração e aquilo lhe deu mais coragem, ele foi baixando lentamente um pouco de cada vez, saboreando ao máximo aquele momento, ele sentia uma vontade louca de passar a mão na bunda do moreno, mas ele resistiu bravamente.


Ele foi abaixando o corpo a medida que a cueca ia descendo pelas coxas do moreno, John parou quando ficou a centímetros da virilha de Sherlock. Nesse momento ele desviou os olhos de Sherlock para olhar o púbis do moreno, ele mordeu os lábios. John voltou seus olhos para o rosto de Sherlock e pode perceber mesmo na pouca luz do quarto que as pupilas dos olhos de deu amigo estavam dilatadas.


É duas pessoas podiam jogar aquele jogo. John terminou de tirar a cueca que Sherlock estava usando e ao se levantar fez questão do seu corpo encostar-se ao corpo do moreno. Sherlock gemeu, aquilo era musica aos ouvidos de John. Ele iria se arrepender depois, com certeza iria, mas não iria perder aquela oportunidade por nada desse mundo.


John ficou olhando para Sherlock, suas mãos formigando de vontade de puxá-lo pela nunca, passar a mãos naqueles cachos em desalinho, de provar daqueles lábios vermelhos. Ele queria sentir aquelas mãos grande passeando e apertando seu corpo. Era uma vontade tão forte que doía, ele nunca tinha sentindo tanto desejo por alguém antes. Quando ele sentiu que conseguia falar ele disse:


– Obrigada pela minha cueca. – Ele deu as costas para Sherlock com a cueca na mão, pegou sua toalha e foi em direção ao banheiro e fechou a porta.


John se encostou a porta do banheiro suas pernas tremiam, ele começou rir de nervoso, ele ria por dois motivos. Motivo um: pelo olhar de incredulidade que viu no rosto de Sherlock quando ele simplesmente saiu. E motivos dois: Sherlock tinha ficado excitado.


John quase enfartou ao ouvir uma batida forte na porta do banheiro.


– John abra a porta! – era Sherlock. – Agora!?


John fechou os olhos, ele sabia que ia se arrepender, mas não achava que iria ser tão rápido. E sem perceber ele se viu abrindo a porta para um Sherlock ainda nu e excitado.


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Já passava das cinco e meia da manha, Anderson não conseguia dormir por causa do frio, ele resolveu ir a recepção para ver se conseguia um cobertor extra, e quando passou na frente de um dos quartos ele ouviu uns sons estranhos, ele voltou e viu pelo número da porta que o quarto era de John e Sherlock. Os sons pareciam gemidos, Anderson arregalou os olhos.


– Que pouca vergonha! Eu sabia! – E saiu correndo da porta do quarto indo em direção a recepção...


Era sete e meia da manha quando Anderson foi acordado pelo despertador do celular, ele gemeu de frustração se levantou e se arrumou para mais um dia de trabalho.


Anderson estava indo para o restaurante do hotel, e quando chegou viu que Sherlock e John já estavam lá. Eles conversavam e era uma conversa bem estranha, ele parou atrás de uma pilastra e resolveu escutar a conversa.


– Ainda sente dor? – Sherlock perguntou para John.


– Nossa, precisou usar toda sua massa cefálica para deduzir isso? – John comentou com o humor ácido, fechando a cara, pois parecia sentir dor.


– Só porque está com dor, não precisa descontar em mim, foi você quem quis. – Sherlock folheava o jornal. – Se você quiser a gente pode voltar para o quarto. – Sherlock comentou em uma voz mais baixa.


– Nem morto, ainda estou dolorido da noite passada.


– Se você quiser, pode ficar por cima.


Anderson arregalou os olhos e saiu correndo para contar para Donovan o que tinha descoberto.


– Ficar por cima? Você sabe que odeio dormir no alto Sherlock. Anos dormindo no chão por causa do exercito fazem coisas com as pessoas. – John revirou os olhos.


– Só quis ser solidário. – Sherlock disse soando casual.


– Solidário? Aquele colchão era mais duro que pedra e minhas costas estão me matando essa dor ta me matando. – John disse aborrecido.


– É só tomar remédio. Além do mais eu perguntei em qual cama você queria dormir e você escolheu a cama de baixo, como disse foi você quem quis. O colchão do beliche de cima era aceitável.


– Espera aí, você sabia que o colchão debaixo era duro? – John perguntou indignado.


– Sim, sabia. Por isso te deixei escolher. – Sherlock sorria.


– Filha da mãe! – John disse rindo.


– Você teve pesadelos noite passada. – O rosto do moreno estava coberto pelo jornal, pelo tom de voz do amigo John pôde perceber que ele estava afirmando e não fazendo uma pergunta, John suspirou e. perguntou incerto


– Te acordei?


– Não, eu não estava dormindo. E você fala quando dorme. – A voz de Sherlock soava divertida.


– Oh Deus! – John gemeu.


– Você geme e fala muito durante a noite. – Sherlock o olhou e tinha um ar pensativo.


John gemeu novamente, ele não tinha tido um pesadelo e sim um sonho muito vívido e erótico com o amigo. O loiro colocou a testa sobre a mesa, depois do que tinha quase acontecido no banheiro era natural que ele sonhasse.


– Fico na dúvida se era um pesadelo ou algum sonho interessante. – Sherlock o olhava divertido.


– Eu...


John foi salvo por Lestrade que chegou a mesa.


– Então vamos rapazes! – Lestrade olhou para John ele tinha o rosto vermelho e quando ele olhou par Sherlock o detetive consultor parecia querer fulminá-lo com os olhos. Será que ele tinha atrapalhado alguma coisa ou ele estava vendo coisas?


Sherlock e John estavam na recepção do hotel entregando as chaves, para poderem ir a cena do crime coletar mais dados quando um rapaz com uma encomenda chegou.


– Com licença, eu tenho uma encomenda para um Doutor Watson que deve estar hospedado aqui nesse hotel. – O rapaz disse.


– Eu sou o doutor Watson. – John se aproximou do rapaz.


– Oh assine aqui, por favor! Tem uma nota dizendo para o senhor abrir logo, pois o produto é perecível.


John assinou o documento e pegou a caixa, ela era um pouco pesada e tinha um cheiro estanho que John tinha a nítida impressão que conhecia. O loiro sentou e começou a abrir a caixa. Sherlock parou do seu lado seguido por Lestrade.


Quando John abriu seu coração pareceu querer sair pela boca.


– Sherlock! – John quase gritou.


O Moreno se aproximou e viu o conteúdo da caixa.


– Lestrade segure aquele rapaz agora! — Sherlock gritou.


John sentiu Sherlock voltar para perto dele, ele ainda olhava horrorizado para seu conteúdo. Um coração coberto de sangue, uma adaga cravada nele e tinha um pequeno bilhete escrito:


“Sara”


John sentia sua pele fria, pela forma que Sherlock olhava para ele, devia estar mais branco que papel, sua respiração hora era curta, hora rápida ou irregular, sua visão estava ficando turva, seu pulso estava alternando entre rápido e fraco, ele sentia vertigem e sentia náuseas.


Ele como médico sabia que estava entrado em choque, ele tentava se acalmar, mas não conseguia, ele podia ouvir Sherlock lhe dizendo algo, mas não conseguia se concentrar... não conseguia.


– Tirem isso daqui! – Sherlock gritou para os policias da Scotland Yard.


John sentiu Sherlock o pegar pelos ombros e o sacudir, mas ele só fazia olhar para a o local que estava a caixa, a visão daquele coração com uma adaga o transpassando queimava sua retina.. Sara... pobre Sara...


– John olhe para mim... – John ouvia a voz de Sherlock muito longe, seu estômago revirava.


– John...


O loiro se abaixou e colocou as mãos sobre ouvidos, ele se sentia tonto, uma vertigem muito forte se apossava dele.


– John...


John fechava os olhos com força, ele só queria que aquilo acabasse... ele só queria...

O loiro sentiu alguém lhe segurar pelos ombros e depois sentiu mãos quentes em seu rosto. John sentiu o mundo voltar ao normal quando sentiu lábios quentes pressionando os seus.


Quando abriu os olhos viu que Sherlock o estava beijando.



Continua.....


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Nota da autora: Oie pessoal!! \\o\\... esse é o nono capitulo da fic, espero que tenham gostado.. opa.. perai.. podem guardar as armas.. @___@ *sai correndo*


U__U vocês acharam que eu iria fazê-los ter uma noite de sex hot sem darem o primeiro beijo antes?? *desvia de um tomate*


Mas foi fofo o primeiro beijo não foi? Não? Ç__Ç magoei...


Gostaria de agradecer as reviews que eu recebi: MellIchihara, Maria Luiza, Piper Winchester, Downey, Lia Collins, Annabellemor, Nanda, Aurora e Lia


Senti falta de alguns leitores.. Ç__Ç me abandonaram? You are don’t Love?

Parece que muitas pessoas tiveram problemas para fazer login para deixar reviews, então vou respondê-las aqui, ok?


Resposta de Review sem login:

Maria Luiza: leitora nova?? *rodopia junto com a Maria Luiza* Ownnn obrigada linda!!! Fico imensamente feliz que tenha gostado, isso faz o meu dia mais azul... \\o\\... te espero por aqui no próximo capitulo. Obrigada por ler e comentar!


Chrizes: Oie, você por aqui de novo!!! o/ postando review e sem login? Me sinto tão honrada por esse cuidado!! Ç__Ç Eu fiquei na dúvida se você tava me elogiando ou brigando comigo... xD~~~ Mycroft quer todo mundo... theesome \\o\\ Você deve ta me odiando muito agora né? Ô.o mas a cena do beijo valeu né? Não? Ú.ù Obrigada por ler e comentar!


Cintia: Eu também já perdi um montão de reviews que escrevi por causa disso, agora toda vez que mando review, antes de clicar em enviar, eu copio e só depois e mando, que se der problema, ele ta copiado ai é só colar.. \\o/ No festival do Japão eu fui no domingo e andei horrores, tomei umas coisas esquisitas, comi aikisoba!! Foi fantástico!!! Que bom que gostou do capitulo, espero que tenha gostado desse também xD~~~ Obrigada por ler e comentar.


Annabellemor: Pois é as cenas dos próximos capítulos.. fail.. xD.... mas espero que tenha gostado desse. Obrigada por ler e comentar!!


SHolmes betou a fic, mas se sobraram alguns erros, se lembrem, eles são todos meus.. @_@


Campanha faça uma ficwriter feliz, deixe uma review, nem que seja para cobrar o próximo capitulo. Não há nada melhor no mundo do quê uma review recebida ou uma review respondida!! \\o/


Atualização no dia – 29/07/2012



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Próximo capitulo: Vamos saber mais sobre o coração, e mais alguém morre. Toh me sentindo o Moffat xD~~ E claro, vamos saber o que quase aconteceu no banheiro. Acho que tenho problema com banheiros.. xD~~

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Cenas do próximo capítulo:

John estava em outra cena de crime, aquilo já estava virando um massacre, aquele homem bomba estava brincando com eles. John ainda se sentia entorpecido, vez ou outra ele passava a mão sobre os lábios lembrando. O loiro foi tirado dos seus devaneios pela voz de Anderson.


– E ai doutor, ainda sente alguma dor? – Ele perguntou da forma mais sarcástica que conseguiu, John franziu as sobrancelhas.


– Por que pergunta Anderson?


– Queria saber se foi difícil ficar de quatro para a aberração de pegar, se é que me entende.


John arregalou os olhos, mas foi poupado da resposta, ele sentiu alguém a suas costas e viu Anderson arregalar muito os olhos.


– Por que, está interessado Anderson? – A voz de Sherlock era fria e letal.