Notas iniciais
Olá meninas, como vão? Como disse ontem, aqui está mais um capítulo para vcs, e esse vai ser grande. Obrigada pela mensagens deixadas, até o próximo capítulo.

[RECAPITULANDO]

— Sim, senhor — disse ela, com um olhar cheio de remorso para Georgiana. Foi até a porta e a abriu. Um dos homens se esticou para agarrar o braço de Georgiana, que foi mais rápida do que os dois. Esquivou-se do agarram e passou entre eles embaixo dos braços da Mrs. Smith, indo para o corredor na direção da escada. Eles giraram, gritaram e o perseguiram, mas ela subiu no corrimão com a facilidade da prática, escorregou até embaixo e pulou para o chão. Escutou os passos deles descendo as escadas e um deles dizendo:

— Detenham-na! Deve estar transmitindo a febre!

Georgiana correu pela cozinha até a porta.

****

Alguma coisa acordou Fitz. Devia ser o fato de Elizabeth agora estar com o rosto virado para baixo em seu colo. Ela deslizou na cama, até a cabeça descansar no pescoço dele, os braços em volta da sua cintura, e uma perna dobrada enroscada em sua coxa.

Se ele se movesse, provavelmente conseguiria acordá-la. O lençol se embolara no quadril, era a única coisa que escondia a sua nudez total. Lembrava-se de que quando ela despertou no meio da noite por causa do pesadelo, ela acabou dormindo em cima dele, agora a luz do dia, percebeu que durante a noite eles devem ter mudando de posição. Porque Elizabeth estava virtualmente enrolada nele.

Passou a mão no rosto, e sentiu cada fio de barba e o ressoar suave soltava um ar quente em lugares íntimos. Deixou seus olhos vagarem pelo rosto dela. Aquela semana que passara com ela, foram divinos, percebeu isso com um arrepio lhe correndo pela espinha. Mas o que ela tinha que o deixava tão atraído, que chamava tanto sua atenção? Se pelo menos as coisas fossem diferentes. Se pelo menos tivesse tempo para descobrir.

Toda essa situação preocupava Darcy. Pois não estava respondendo da maneira que costumava. Não estava aqui sentado imaginando métodos diversos para tocá-la. Ou de excitá-la o bastante enquanto dormia para que a desejasse quando despertasse. Embora suas habilidades para esses truques estivessem à altura de um desafio, se sentia tentado em usá-los. Em vez disso, estava satisfeito em simplesmente abraçá-la, contemplá-la. Sentir novamente seu cheiro e o seu calor. E saber que ela estava conseguindo um pouco do alívio de que tanto necessitava naquele momento.

Balançou a cabeça enquanto pensava nisso. Aqui, envolvida em seus braços, nada menos do que na cama, estava à mulher que desejava. Possivelmente, quase com certeza, mais do que desejara outra.

Ele estava começando a ficar desconfortável, querendo se mexer, quando Elizabeth escorregou mais para baixo acabando por ficar com o rosto virado para… Senhor tenha piedade. Se sua reação a isso não a acordasse, achava que nada mais o faria.

Alguma coisa dura estava pressionando seu rosto. Elizabeth resmungou em seu sono, dobrou o pulso para afastar essa saliência do travesseiro, se recusando a abrir os olhos. Uma mão a impediu antes que colocasse em prática seu plano.

— Uh-uh, nada disso.

— Hum? — Ela abriu os olhos, levantou a cabeça um pouco e viu onde estava deitada. Os olhos se arregalaram e afastou o olhar rápido, encontrando um par de olhos verdes. — Fitz?

— O quê? Você é que está com o rosto aninhado em meu… — Deixou os olhos terminarem a frase. Depois, esticou a mão para lhe acariciar o cabelo, e havia algo além de desejo em seus olhos. Ela puxou o lençol e cobriu os seios. Algo que fez o coração dela disparar.

Ela voltou a olhar para o rosto dele quase desejou que não tivesse feito, porque o brilho naqueles olhos verdes fez seu coração disparar.

Ela esperava um comentário inteligente. Mas ele nem sorria enquanto a olhava. O sol estava começando a nascer, e uma coloração laranja pintava o rosto dele e se refletia em seus olhos.

— Está se sentindo melhor?

— Sim.

— Quer me contar sobre o sonho?

Por um momento ela pensou em negar aquilo a ele, mas vendo que não iria conseguir resolveu contar só parte dele.

— Acho que tudo o que aconteceu ontem à noite, o meu subconsciente não conseguiu descansar conforme eu planejava.

Ele suspirou.

— Sobre ontem à noite, eu nunca senti tanto medo na minha vida — confessou ele.

— Nem eu. — Ela levantou a mão para tirar o cabelo negro da testa de Fitz.

Ele decidiu que tinha de contar a ela o resto.

— Eu não lhe contei tudo ontem, Lizzie.

— Então não faça isso agora. Por favor, Fitz, não sei se posso aguentar mais alguma coisa. — Darcy percebeu que ela estava apenas evitando o assunto por enquanto. Ele sabia disso. Ela ainda tinha medo de discuti-lo, medo de se ver forçada a admitir que não pudesse levar o remédio para salvar a filha. Então estava adiando. Deixando para depois o que perceberia que era inevitável.

— Você tem de aguentar.

— Preciso cuidar da minha higiene pessoal primeiro e depois vamos comer alguma coisa — disse ela, lhe acariciando o rosto. — Pelo menos, me deixe acordar antes de me trazer mais preocupação. Ainda estou um pouco atordoada. — O olhar dele mergulhou nas coxas dela como que para afagá-las, e ela se apressou em levantar, puxando o lençol.

— Olhar você quando acaba de acordar está me viciando.

Ela teria dado uma resposta para ele, se não fosse à dor que ainda podia ver em seus olhos.

— É bom saber disso.

— Também vou aproveitar e tomar um banho junto de você. Eu vou encher a banheira e ligarei os jatos. Fique ai deitada, assim que encher eu te chamo.

Aborrecimento esquecido, Elizabeth sorriu em encanto no pensamento de um banho. Ela fez o que ele havia pedido, e se negou a pensar sobre o restante da conversa que teria. Ficou de olhos fechados ouvindo o barulho da água enchendo a banheira. Sem pensar muito no assunto, quando se amavam, percebeu que havia se declarado, mas não ouviu a resposta dele. Era um assunto para se pensar.

Ruborizada, ela pensou sobre sua falta de restrição. Não sabia o que existiam em Fitz que a fazia ser tão receptiva a ele. Percebeu que estava viciada em sexo. A sensação viciante de seu corpo martelando no seu. Sentiu que estava ficando excitada. Céus pareciam dois coelhos no cio.

— Querida, a banheira já esta pronta.

— Está tão bom aqui — ela disse sua garganta seca. Na rouquidão em sua voz, ele examinou seu rosto nitidamente e respirou fundo.

— Então, se você não se importar, que tal uma massagem, que a ajudará no banho? — Ele pediu que ela se virasse de bruços, então suavemente a rodou acima sobre seu estômago e massageou seus ombros.

Gradualmente, ela relaxou quando ele trabalhou as torções e a dor fora de seus ombros e a distância toda até seus pés. Ela caiu numa névoa sensual, não bastante adormecida, mas perto disto. Suas mãos eram tão boas. Ela nunca foi massageada antes, mas percebia que poderia ficar mal acostumada. Tudo muito cedo, ele terminou. Ele colocou um beijo em sua espinha e então rolou atrás sobre ela.

Fitz a pegou em seus braços e a levou para o banheiro, abaixando ela na banheira esperada. Elizabeth gemeu com prazer quando o calor da água penetrou seus músculos doloridos. Ela fechou seus olhos e relaxou sua cabeça contra a beira, deixando o propulsado jato de água massagear seu corpo. Não demorou para que Fitz juntar-se ela.

Ela o assistiu, olhos entrecerrados, enquanto ele relaxava contra o lado oposto da banheira. Agora que ela não estava mais sob o domínio da luxúria, estava na hora de tomar controle e conseguir algumas respostas que a ajudaria.

— Há quanto tempo você está sozinho, Fitz? — ela perguntou preguiçosamente. — Nunca conheci um homem tão sozinho quanto você.

Ele desviou os olhos, pois essas palavras eram como navalhas cortando sua carne.

— Não seja ridícula. Eu tenho Georgiana.

— E eu tenho Jane. Uma menina que amo mais do que minha própria vida.

Ele piscou e virou os olhos para encontrar os dela.

— E por acaso você tinha alguém a esperando em 1795? Alguém que a faz estremecer da mesma forma que eu a toco? — Seu olhar queimou sobre de seu corpo, começando com seu rosto, passando pelos de seus seios, então até as porções submersas em baixo da água. — Alguém que sabe praticamente todos os seus pontos que te dão mais prazer?

Ela ruborizou e olhou para outro lado. Nenhum homem já tinha olhado para ela daquele modo que ele fez. Ele olhava fixamente para ela como se ele estivesse com fome e ela era um bife graciosamente preparado feito só para ele.

Ela tentou freneticamente mudar para outro tópico, algo para tomar sua mente de estar nua em uma banheira com um homem que fazia exatamente aquilo que prometia.

Hora de retomar o assunto, ela pensou.

— Não tenho ninguém especial esperando por mim. Por que você não me conta sobre a mãe de Georgiana?

— Por que quer saber? — Ele levantou suas sobrancelhas para ela.

— Era incomum, pelo menos na minha época, uma mulher como eu, por exemplo, criar uma filha fora do casamento, sustentá-la sozinha e ainda manter o respeito da vizinhança. Pelo menos aqui as pessoas parecem ter você na mais alta consideração.

— É, eles tinham, até você aparecer. — Atingindo toda a banheira, tomou-a pela cintura e puxou-a para frente até que ela se sentou embalada em seu colo. Pegou o seu rosto com as mãos, olhou nos olhos dela. — Não foram só as roupas de baixo que mudaram no último século, Lizzie.

— Por favor, Fitz fale-me sobre a mãe de Georgiana.

Fechando os seus olhos, ele se debruçou de volta contra a parede, e perguntou-se por onde começar. Como ele podia explicar coisas até certo ponto que faria sentido?

— É uma história longa.

— Penso que eu tenho tempo.

Com um suspiro, Darcy se perguntou por que era tão difícil se livrar do olhar dela quando o fitava daquele jeito. Com tanta atenção. Como se ele fosse o centro do universo. Não era de se espantar que os homens do século XVII devessem cair a seus pés, ele rodeou seus braços novamente ao redor de sua cintura, e começou.

— Eu era jovem e ingênuo. Ela era um lobo vestido em pele de cordeiro. Muito parecido com algumas pessoas que eu conheço. — Apesar de seu esforço em manter sua voz impassível, a frustração estava presente mesmo com tantos anos passados.

— Você estava apaixonada por ela, Fitzwilliam?

Fitz elevou uma sobrancelha, em seu tom de voz.

— Eu a amava. Catherine dizia que me amava, mas eram apenas palavras. Era tudo armação que ela usou para me convencer a se casar com ela, por causa do dinheiro da minha família.

Ela esperou que ele continuasse com a história, depois de um longo tempo calado, ela estava visivelmente frustrada e confusa, Elizabeth abriu sua boca para pedir que ele chegasse ou final da história. Ele a silenciou colocando seu dedo contra seus lábios.

— Eu disse a você que era uma longa história.

Ele assistiu como ela hesitou para um momento antes de decidir o deixar continuar. Erguendo ela pela cintura, ele a girou assim ela o encarou. Levantando o sabão, ele esfregou até que suas mãos estavam completamente ensaboadas. Ele a trouxe para os joelhos quando ele começou a lavar seu corpo.

— Ela é uma grande pintora, fingia ser uma idealista. Dizia que gostaria de viver de suas obras, mas enquanto não tivesse meios de se sustentar, não via problema em levarmos uma boa vida, e principalmente quando nossos filhas começassem a nascer, queria poder dar do bom e do melhor para eles. E eu caí nessa.

Escavando a água acima com suas mãos, Fitz enxaguou o sabão de seu corpo.

— Incline-se para trás, assim para que eu possa lavar seu cabelo.

Ele sustentou Elizabeth pela cintura quando ela se debruçou para trás na banheira até que seu longo cabelo foi totalmente molhado.

Ele movimentou a cabeça antes dele pegar o xampu e ensaboar seu cabelo.

— E o que foi que aconteceu? — ela murmurou.

Usando as pontas de seus dedos, ele massageou seu couro cabeludo. Elizabeth ronronou em prazer enquanto seus olhos se fechavam.

— Eu trabalhava com minha família nessa época. Ela continuava com as suas pinturas. Iriamos completar um ano de casados, e Catherine estava grávida de quase nove meses de Georgiana. Eu pensei que estava tudo bem, entre nós. Até que eu discuti com o meu pai e decidi abandonar os negócios da família. — Ela inclinou sua cabeça mais funda em sua massagem. — Quando informei a ela que não iria mais trabalhar para o meu pai, e que finalmente iria atrás dos meus sonhos, que era o de ter uma loja de antiguidades, Catherine surtou. — Ele parou de massagear seu escalpo e olhou para ela, se lembrando da discussão. — Foi uma briga feia. Ela havia me dito que se recusava a viver com um fracassado como eu me tornaria e que viver com dificuldade, ainda mais tendo um bebê a caminho não era uma opção. Naquela mesma noite, ela entrou em trabalho de parto. Fiquei apavorado, com medo que alguma coisa acontecesse a elas.

Ela cutucou sua mão para ele continuar massageando seu couro cabeludo.

— Apesar de ter nascido antes do tempo, felizmente, Georgiana nasceu saudável e não precisou ficar internada na maternidade. Pensei que tudo poderia se acalmar quando levei as duas para casa. Não foi bem isso que acontecera. — Ele a puxou para se inclinar-se para trás novamente para enxaguar o xampu de seu cabelo. Com suas costas curvadas em um ângulo e seus olhos fechados, Elizabeth açoitou seu cabelo ao redor na água. — Pouco tempo depois que chegamos em casa, sem que eu ficasse sabendo, ofereceram muito dinheiro para que Catherine fosse mostrar seus quadros em uma exposição nos Estados Unidos. Fui pego desprevenido. Ela teve a capacidade de dizer que a carreira não podia esperar, não no momento em que finalmente estava decolando. Tentei argumentar com ela, dizendo que não podia nos abandonar, principalmente a nossa filha tão pequena.

Querendo ou não, ainda machucava o fato de ter sido abandonado. Na época ficara irado, mas depois de tanto tempo não sabia quais eram os sentimentos que nutria pela ex.

— Ela o deixou sozinho, sem mesmo considerar levar a filha com ela?

Endireitando, ela o pegou cobiçando seus seios. Ela inclinou-se ao lado e reuniu seu cabelo, apertando a água de excesso dele enquanto ela esperou por sua resposta.

— Catherine me disse que era para eu me virar, pois não se sujeitaria a ficar com um fracassado como eu, e que um bebê só iria atrapalhar os seus planos, pegou os seus quadros, entrou em um avião, me deixando para trás junto com todo aquele idealismo. Tudo foi tão rápido, que pouco tempo depois recebi os papeis de divórcio. Georgiana não tinha nem um mês de vida.

Ele deu um suspiro de alívio quando enfim conseguiu terminar aquela história.

— Ela não foi apenas uma safada irresponsável, Fitz, mas uma burra.

Elizabeth retrucou quando estava preste a sair da banheira. Ficou se perguntando como seria o divórcio naquele século, com certeza era muito diferente da sua época, uma impossibilidade para a maioria das pessoas, menos para os mais ricos. Naquela época, quando um casal resolvia se separar, existia a venda de esposas. Os homens exibiam sua mulher em uma praça pública com uma espécie de cabresto no pescoço, no braço ou na cintura, o marido em questão publicamente anunciava o leilão com o objetivo de conseguir um bom lance. Uma vergonha na opinião dela, por que as mulheres sendo totalmente subordinadas aos seus maridos, não podiam possuir bens em seus nomes, sendo assim elas eram propriedades deles. Mesmo não sendo um ato legal, quando eles queriam se livrar delas, simplesmente as vendia.

Ela abaixou o rosto e seus olhos pousaram em seu membro, agora no nível perfeito para pudesse brincar com ele, ela perguntou:

— Você não quer que eu devolva o favor? — Seu membro endurecendo em antecipação, até que ela moveu, indicando o sabão. Ele pensou por um momento, então sentou na extremidade da banheira e se inclinou, dando acesso completo a seu corpo. — Você fala dela no passado.

Quando ela não pode achar uma esponja, ela decidiu passar sem. Situou entre suas coxas, ela ensaboou suas mãos e começou a lavar seu tórax musculoso, à medida que ela continuou seu interrogatório.

Ele capturou suas mãos e esperou até que teve sua plena atenção.

— Apesar de tudo o que ela havia feito por mim, durante um tempo não conseguia me libertar da fascinação que ela exercia em mim. Então procurava descobrir tudo a respeito dela. Contratei um detetive e descobri que realmente ela tinha conseguido alcançar o sucesso que almejava, e não demorou muito para arrumar um trouxa e casar com ele. Depois disso resolvi colocar uma pedra em cima e tentar esquecê-la. Mas prometi a mim mesmo que não voltaria a arriscar o meu coração por outra mulher novamente. Desde então, dá para contar nos dedos, quantas vezes eu voltei a me relacionar com alguém. Para todos os efeitos, Georgiana acha que a mãe está morta, e se depender de mim, nunca descobrirá a verdade.

— Ela não merecia uma filha como Georgiana — disse Lizzie, evitando deixar que o comentário dele a ferisse.

Ela se perguntou como se deixara chegar aquele ponto, como deixara isso acontecer. Não se dera conta da verdade até que se viu nos braços dele. Apaixonara-se por outro homem que não ficaria com ela. Um homem que por ter sido enganado via as mulheres como quem vê uma boa refeição. Algo que aproveitava enquanto podia e depois não pensava mais. Pelo menos essa era a maneira como ele via a maioria das mulheres. Com uma notável exceção, pensou, olhando para ele. Elizabeth baixara a guarda, de alguma forma, e deixara esse mulherengo do futuro entrar direto em seu coração. Sinceramente não sabia o que faria quando voltasse para casa, como faria para esquecê-lo, pois seria uma tarefa quase que impossível.

Ela continuou a esfregar o sabão sobre seu tórax, suas mãos mais acariciam que realmente lavando, simplesmente divertir-se na liberdade de poder explorar seu corpo musculoso à medida que ela lavava.

— Nem um homem como você. Não acho que ela tenha lhe ensinado algo. Você se transformou no que ela era. Fechou seu coração e tornou-se uma pessoa que só está interessado em casos sem importância com estranhos. — Perguntou-se se só fora isso para ele. Apenas mais uma rodada de satisfação mútua entre dois adultos? Não, ela sabia que era mais do que isso.

Seus seios esfregaram o começo superficial dos pelos em seu tórax quando ela alcançou ao redor para lavar suas costas. Pareceu tão bom; Ela se debruçou mais perto, dando ao corpo de Fitz um frontal pleno enquanto esfregava suas mãos para explorar os buracos e cumes de suas costas. Os pelos de seu tórax irritaram seus mamilos, enviando picadas abaixo na sua espinha. Seu corpo gritava nela, urgente em sua demanda para experimentar outro dos orgasmos espantosos que só ele podia dar.

Ela enfocou sua atenção em seu membro esfregou a área sensível. A primeira vez que o sentiu dentro de si, ele o encheu quase para o ponto de dor, acariciando cada nervo que terminava dentro de sua vagina. Nunca antes fora tão ousada em sua vida, e aquela era uma sensação muito boa.

— Querida, esteja certa que você pode lidar com o que você está começando. Mas eu não sei se eu sou capaz de controlar-me muito mais tempo.

Elizabeth desconsiderou sua preocupação e continuou sua rodante massagem.

Com os olhos fechados e sua cabeça inclinada para trás contra a parede, ele arqueou seus quadris cada para cima empurrando em sua mão.

Elizabeth podia dizer que seu controle estava começando a deslizar. Continuando a torturante massagem, sorriu ao ver que o quadril dele deixou a extremidade da banheira. Ele gemeu, chamando sua atenção nas mãos que agarraram a extremidade da banheira. Estavam brancas.

“Hmmm, podia ela o fazer perder o controle?”

Sem perceber, ele agiu rápido e a virou. Antes de ela poder reagir, ele a sacudiu acima beira da banheira e a empalou por detrás. Suas mãos cravadas em sua pele enquanto ele martelou nela, totalmente fora de controle. Em um menos de segundos, ele estava bombando nela.

Elizabeth segurou sobre o lado da banheira, frustrada. Ela não tinha acabado. Ela choramingou em angústia quando ele se retirando de seu corpo.

— Não se preocupe, querida. Nós não estamos nem perto de terminar o que começamos. — Em um rápido movimento, ele desligou os jatos e abriu o ralo. Uma vez fora da banheira, ele curvou abaixo e a ajudou a sair. — Está na hora de tomarmos o nosso café da manhã — disse ele, indo em direção ao closet, pegou uma camisa branca e um bermudão, estendeu para que ela vestisse. — A coloque, depois você vai até o seu quarto pegar outra roupa se quiser.

Notas finais
E ai o que acharam sobre a história de Darcy?